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História A submissa (BTS Imagine Kim Taehyung Hot) - Capítulo 11


Escrita por:


Notas do Autor


Quase não conseguia publicar, mas aqui está um novo capítulo!

Espero que gostem!

Capítulo 11 - Eleven


Fanfic / Fanfiction A submissa (BTS Imagine Kim Taehyung Hot) - Capítulo 11 - Eleven

Abro os meus olhos, depois de acordar, e viro a minha cabeça enquanto a minha boca abria com um bocejo. Ao meu lado estava a almofada do Taehyung com um papel em cima. Agarro no pedaço de folha e começo a passar o meu olhar pelas letras. “Fui para o trabalho. Já volto.”- Era o que tinha escrito.

Saio do quarto e caminho até a sala. Na mesa central estava um prato com um croissant misto e uma caneca com café ao lado. Sento no sofá e ligo a televisão. “Bom apetite”- Era o que dizia em um pedacinho pequeno de papel em cima do prato. Sorrio e agarro na caneca.

Vejo um dorama na Netflix e como o meu pequeno-almoço. O episódio mostrava o futuro casal a passear no parque, envergonhados sem saberem o que fazer ou dizer. Fazia lembrar o meu primeiro namoro, mas quem estava nervoso era ele.

Meto o prato e a caneca no lava loiças e, quando retorno a sala, apago a televisão.  Espreguiço o meu corpo ao sair da casa e pisar a relva do seu quintal. Desde que tinha chegado, não tinha apreciado o seu quintal e percebido o quão grande era.

Sento em um banco de madeira que havia no seu quintal e respiro fundo o ar fresco. Não fico muito tempo sentada e sozinha, pois o Taehyung aparece a caminhar até mim. Endireito as minhas costas ao vê-lo.

— Ficaste assustada por não estar na cama quando acordaste? — Fala, quando aproxima-se com as suas mãos dentro dos bolsos das suas calças.

— Não, normalmente quando acordo o mestre já está acordado ou está a fazer o pequeno-almoço. Além disso, li os seus bilhetes.

— Comeste tudo?

— Sim, mestre. — Respondo com um sorriso no rosto, por causa da sua pergunta. — Foi alguma urgência no trabalho?

— Sim, eu costumo trabalhar em casa.

Ele tira uma das suas mãos do seu bolso e entre os seus dedos estava uma corda. A sua expressão ficava, lentamente, séria enquanto ele aproxima-se mais. Dou um pequeno sorriso ao senti-lo retirar a camisa do meu pijama.

A corda passa por todo o meu peito e os meus braços e é amarrada no banco para prender-me. Os meus seios são apertados, pela corda, e isso faz-me soltar um gemido de dor.

Taehyung senta-se ao meu lado e a sua mão, que antes amarrava-me agora ia ao encontro da minha intimidade, passava dois dedos ao lado do meu clítoris, sem tocar nele.

— Ah….mestre….

Não fica muito tempo a masturbar o meu clítoris, pois desce e enfia os seus dedos dentro de mim. Movimenta os seus dedos com um gesto de “vem cá” e arranca gemidos manhosos meus.

O seu rosto estava próximo ao meu, próximo o suficiente para eu conseguir sentir a sua respiração e ele conseguir ouvir os meus gemidos, até os mais pequenos. Por um momento esqueço que estou presa e tento mexer as minhas mãos para tocar nele, mas a corda faz força e aperta ainda mais os meus seios.

— Ah! — Baixo a minha cabeça e vejo a minha pele ficar vermelha, o sangue acumulava-se no local, Taehyung aproxima a sua boca na minha orelha.

— Fica quieta. — O seu tom era rouco e forte.

Ele crava os seus dentes no lóbulo da minha orelha antes de concentrar a sua atenção para os meus seios. Tinha quase todo o seu corpo em cima do meu e quando a sua boca fica a centímetros de distância do meu mamilo direito, uma chapada é desferida na minha pele agora sensível. Solto um grito.

Ele continua com os seus movimentos enquanto começava a chupar e a lamber os meus mamilos que proporcionavam ainda mais prazer por estarem mais sensíveis. O meu corpo estremece, com o orgasmo, mas desta vez é mais intenso.

Sinto um líquido sair de dento de mim e escorrer pelas minhas coxas e cair no banco onde eu estava sentada. Taehyung esfrega toda a minha intimidade com a sua mão antes de levantar-se e alcançar as cordas.

Desamarra e vira o meu corpo, fico de quatro apoiada no banco, e sou novamente presa com a corda, retira as calças do meu pijama. Ouço o som do seu cinto ser solto e o seu membro passar pela minha intimidade. Ele posiciona-se na minha entrada e enfia tudo, com força.

Sem deixar-me preparar, ele começa a penetrar-me com uma velocidade rápida e uma grande profundidade. A minha voz fazia-se presente e tinha a certeza de que se não fossemos os únicos em casa, outras pessoas conseguiram ouvir-me. Os meus gemidos escondiam os arfares dele e os seus rosnares.

Várias chapadas são desferidas em mim enquanto os nossos corpos chocavam e faziam o banco abanar. O calor dos nossos corpos faziam-me suar e tornava o nosso sexo mais intenso.

— Agradece! — Taehyung retorna a bater-me. — Estou a fazer-te um favor!

— Sim! Obrigada, mestre!

Agarro no banco e aperto com as minhas unhas para descontar o tesão acumulado em mim. Depois de mais dez estocadas, ele retira-se de dentro de mim e ouço o som molhado da sua última masturbação e o seu último rosnar, de dentes cerrados e voz rouca. O seu líquido quente cai sobre as minhas nádegas e, um pouco, sobre as minhas costas.

Fico naquela posição, ofegante, durante o tempo que Taehyung normalizava a sua respiração. Sou solta e vejo o seu pequeno sorriso satisfeito. Conseguia perceber que tinha descontado o stress do seu trabalho naquele momento.

— Sentiste-te mal por teres ficado sozinha em casa? — Pergunta, ao mesmo tempo que retirava as cordas em volta dos meus seios, que já começavam a mostrar uma cor roxeada.

— Não, mestre. — Sorrio, ainda com a minha respiração um pouco alterada. — Eu sabia que ia voltar. Fiquei a ver doramas.

— Doramas? — Solta um riso fraco enquanto dobrava a corda para a voltar a guardar nos bolsos das suas calças. — Não retratam a realidade.

— Sim, eu sei, mas as histórias por vezes são cativantes. — Baixo o meu olhar até as suas mãos com os seus dedos compridos a passarem no cinto para o fechar. — O romance é cativante….

— Vai tomar banho. — Diz e vira costas.

Sigo-o, mas quando entramos em casa, eu vou para a casa de banho e ele para a sala. Quando a água passava no meu corpo, não podia deixar de lembrar da última e única vez que tomamos banho juntos. A vez em que eu esfreguei os seus cabelos para lavar.


Notas Finais


Espero que tenham gostado!

Até o próximo!


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