História A submissão do imperador do leste - Capítulo 1


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Categorias TVXQ (DBSK) (Tohoshinki)
Personagens Max Changmin, U-know Yunho
Tags Lemon, One-shot, Tvxq
Visualizações 9
Palavras 1.969
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá! Eu sou o Cê e essa é a primeira vez que eu posto uma das minhas histórias. Foi escrita em momentos de frustração sexual e carência. Minha escrita atualmente está muito influenciada pelo autor C. S. Lewis, quem já leu as As Crônicas de Nárnia talvez note. Dependendo da experiência que eu tiver nesta plataforma e a minha disponibilidade de tempo, postarei novas divagações da minha mente doentia. Aproveitem e leiam com calma.

Capítulo 1 - Capítulo Único


Changmin estava irritado. Perguntava-se como alguém poderia ser tão teimoso. Yunho estava obscenamente bêbado (três doses de soju bastaram). Afirmava que era capaz de chegar em casa e recusara a ajuda de seu empresário. Parecia que a idade não lhe trouxe tanta sensatez. Yongguk (o empresário) mostrava claros sinais de fadiga. Agarrava a cintura e apoiava o braço de Yunho em seus ombros, enquanto ele se debatia como uma criança. Changmin já estava cheio dessa situação. Aproximou-se dos dois. – Deixe que eu o leve para casa. Você pode ir. – Dissera Changmin. Yongguk olhara de olhos marejados a ele. Estava tarde. Sentia-se cansado pela exaustiva gravação e já não podia contar com seus anos de mocidade. Agradeceu ternamente á Changmin e partiu ao aconchego de seu lar. Enquanto o fato ocorria, Yunho continuara a fazer birra. – Me solta! – Bradou ao ver-se agarrado mais uma vez. Changmin grave segurara com força e impedira as empreitadas de Yunho de libertar-se de seu aperto. –Hyung! Eu juro que quando você estiver sóbrio irei fazer você pagar por isso! – exclamou. Yunho aquietara-se. Não pela ameaça (não era um covarde),  foi o tom usado por Changmin que o fez parar. Não sabia o porquê. Saíram do bar. Os dois vultos se mesclavam cambaleantes na noite de Seoul. Banhados pela luz dos luminosos letreiros e o ruído humano. A cidade não dormia. Seguiram em direção ao carro do mais novo. Adentraram em silêncio. Changmin questionava-se o porquê de tamanho silêncio. Não fora tão rude com seu Hyung, ou fora? De qualquer forma não se sentia bem ao vê-lo desta maneira. Á pouco Yunho se debatia pela sua vida, agora se aquietara ao banco com uma estátua. Mas o mais intrigante Changmin não percebera: Yunho respirava pesadamente. Suas mãos suadas e sua garganta seca como um deserto. Changmin dera a partida. – Amanhã pegaremos o seu carro. Por enquanto ele ficará seguro no estacionamento. – Falava Changmin concentrado á direção. – Mhm – respondera Yunho com um gemido de afirmação. De vez em quando Changmin olhava de relance a Yunho e o via centrado olhando a paisagem noturna de Seoul. Daria tudo para saber o que pensava. O trajeto a casa de Yunho durara mórbidos quarenta minutos. Changmin estacionara. Yunho tentara sair do carro alegando que já era o suficiente e agradecera a ajuda. Cambaleou e tropeçou nos primeiros passos. Changmin afetou-se ao ver a cena. Já não estava bravo. Descera do carro. – Vamos. Eu te levo até lá dentro. – Changmin sussurrou ao se aproximar de Yunho. Novamente ao ouvir o tom usado por Changmin, mesmo a contragosto, Yunho deixou estar. Adentraram a casa. Bela e rústica. Pisos, portas e móveis de madeira. Digna de um imperador do leste de séculos atrás. Changmin cerrara o cenho. Possuía um gosto mais moderno. Foram ao quarto. Assim como a casa ele tinha um ar de antiguidade. Era simples. Possuía uma suíte, uma cômoda, um guarda-roupas acoplado a parede e ao lado, uma enorme cama. Changmin sentou Yunho nela. – Hyung, você precisa tirar essas roupas e tomar um banho, você está suado e cheira á álcool. – Dissera Changmin. Ao ouvir a palavra banho, Yunho voltara a portar-se como uma criança. Gemia e debatia-se enquanto Changmin tentava retirar-lhe as vestes. – Vamos hyung, não seja assim! – dizia Changmin. – Eu não quero! – Yunho retrucava. O embate durou por alguns minutos até que cansado Changmin parou. Começava a afastar-se quando sentiu um aperto no seu pulso. Virou seu rosto e deparou-se com uma cena que nunca mais esqueceria. O próprio pecado. Esse é o único adjetivo apropriado para descrever a face de Yunho. De olhos semicerrados, face rubra e boca a brilhar a saliva. Yunho puxara-lhe o pulso. Caíram os dois na cama. O tempo congelara. Changmin não compreendia o que via e muito menos o que sentia no seu baixo ventre. Debruçava-se sobre um ofegante e subitamente apetitoso Yunho. Changmin queria possuí-lo. Selaram os lábios delicadamente. Olharam bem fundo um pro outro. E se beijaram mais uma vez. E outra. O beijo tornara-se imoral e sedento. As mãos passeavam pelos corpos ainda vestidos. Não diziam nada. Não precisavam vocalizar nenhuma palavra. Os dois sabiam o que queriam e sabiam que queriam agora. Changmin virou Yunho. Ele a princípio não entendera, mas sentiu as mãos de Changmin descendo pelo seu corpo e esperou. Pah! Changmin batera na bunda de Yunho. Pah! Pah! Pah! Pah! – Ah! – Yunho gemia de dor.  Pah! Pah! Pah! Changmin parou. Desabotoou a calça de Yunho e retirou-a lentamente. Ao ver a bunda de Yunho (antes alva e sedosa) vermelha e irritada de seus tapas, sentiu-se excitado. Agarrou-lhe as bandas e mordera com vontade. Marcava até avermelhar, lambia e em seguida selava com os lábios. Via piscar o crisântemo róseo de Yunho a todo instante. Seu hyung era uma puta. Virou Yunho mais uma vez. Vira o membro rijo e o apertara. – Ah! Assim dói! – Yunho gritou de dor. Changmin dera um tapa no rosto de Yunho. – Calado. Não lhe dei permissão para falar. Eu quero você gemendo. – Ordenou Changmin. Masturbava Yunho com vontade. Às vezes rapidamente outras leves, mas apertadas. Com a outra mão enfiara na boca de Yunho e deliciava-se ao vê-la aberta e salivando. Estava quase no ápice. Ao perceber, Changmin parara. Yunho gemera em reprovação. Changmin agarrou o queixo de Yunho e puxara-lhe a sua altura. – Hyung, você não vai gozar agora. Irei te dar o melhor orgasmo da sua vida. Mordera com força o lábio inferior de Yunho e deliciou-se com o fiapo de sangue que surgira. Jogara Yunho mais uma vez a cama. Changmin tirou a blusa. Rasgou-a e fez uma fita com uma parte do tecido. Enrolou-a no falo de Yunho. Dera um nó e um laço. Yunho gemia com o aperto. Changmin desabotoara sua calça e ficara apenas de boxer. Seu membro duro e expressivo implorava por atenção. Debruçou-se novamente sobre Yunho. Lambia e mordia cada pedaço de pele exposta. Yunho gemia cada vez mais. Laçava Changmin com seus braços e pernas em uma tentativa de tornar-se um só. Changmin dedilhava o interior de Yunho. Um. Dois. Três dedos. Com a outra mão masturbava novamente o sexo de Yunho. Este se contraia na cama. Gritava. Gemia. Chorava de prazer. O laço não o deixava gozar. Yunho não aguentava mais. Fitou Changmin em desespero. – Se há algo que queira me dizer eu lhe dou a permissão para falar agora. – Dissera Changmin. – Gozar-r. me deixa gozar. Por favor-r. – Gaguejava Yunho em puro êxtase. – Meu nome. Sussurre o meu nome. – Changmin ordenara. – Chan-Changmin. Por favor-r. Ah! – Yunho implorou. Enquanto Yunho falava, Changmin desatara o nó e abocanhara o membro de Yunho. Chupara e lambera freneticamente. Yunho já não se sentia mais no plano físico. Desfaleceu em gozo, gemidos e suor. Ofegava fortemente. Changmin subiu rapidamente e com as mãos abrira a boca de Yunho ainda aturdido pela ejaculação. Depositara todo o gozo na boca de Yunho. – Engole. – Changmin ordenou. Yunho prontamente assentiu. Beijaram-se novamente.  Changmin levantou-se. Deixou Yunho recuperando-se na cama. Estava suado. Precisava de um banho. Foi à suíte e encheu a banheira. Tirou a roupa de baixo e entrou. Fechou os olhos ainda em êxtase com o que acontecera. Não entendia o que houve. Sempre teve tesão pelo seu hyung, mas não sabia que o mesmo compartilhava do mesmo sentimento. Ponderava se tudo tinha sido apenas efeito do álcool. Pensar sobre essa hipótese não o agradava nem um pouco. Não era um aproveitador. Passaram-se alguns minutos. Changmin divagava em seus pensamentos relaxado e de olhos fechado.  Sentiu algo entrar na banheira. Abriu os olhos e viu Yunho. Fitaram-se por minutos. – Você ainda não gozou. – Yunho quebrou o silêncio. – Meu objetivo era te dar prazer. – retrucou Changmin. – Bem, então acho que agora é a minha vez. – provocara Yunho. Os olhos de Changmin incendiaram-se. Puxara Yunho pelo pescoço e beijara-lhe possessivamente. Levantara e saíra da banheira. Yunho o acompanhou, mas ao sair da  banheira sentiu uma pressão no seu ombro. – De quatro. – Changmin mandou. – Quê? – Perguntara Yunho confuso. Changmin dera outro tapa em Yunho. – Eu mandei você ficar de quatro. Rastejar igual uma cadelinha. Até o seu macho. – Bradou Changmin. Yunho logo assentiu. A ideia a principio não fora bem aceita por ele, mas ao colocar os joelhos no chão e olhar pra Changmin de baixo, sentiu-se invadido por um sentimento de submissão. Queria ser possuído por Changmin. Desse jeito. Era realmente uma puta. Engatinhou até a cama onde Changmin sentara de pernas abertas com seu membro meia bomba. Ajoelhara. Apenas com a boca, começara a lamber. Parecia uma cadela no cio. Lambia.  Lambia e salivava. Ao enrijecer o falo de Changmin, abocanhou-o. Era difícil colocá-lo por inteiro. Changmin era grande. Mas não desistiu. Derramou lágrimas quando conseguiu pela primeira vez. Changmin sorriu e passou as mãos pelos fios de Yunho como um elogio que logo findou com o aperto em seu cabelo. Changmin usara o cabelo como apoio e empurrara a cabeça de Yunho contra seu membro. Yunho se assustou, sentia-se engasgando. As lágrimas jorravam. Ahhh! -Changmin retirara e dera um longo gemido. Os dois fitavam um ao outro intensamente. O prazer dominava o quarto. Changmin delicadamente deliciava-se com o contanto dos lábios de Yunho com sua glande. – Eu quero te foder como nunca fudi ninguém em toda a minha vida. Eu não consigo mais me controlar. – Dissera Changmin. Puxara Yunho pelo tronco como se fosse um boneco e jogara-o na cama de bruços. Pegou uma camisinha na sua carteira e abriu-a. Direcionou-se até Yunho. – Coloca com a boca. – Changmin mandara. Yunho firmou suas mãos na cintura de Changmin, enquanto com maestria abocanhara o sexo  deslizando a camisinha sobre toda a sua extensão. Ao final beijara docemente a glande e dera um sorriso sagaz que atiçou mais ainda Changmin que avançara como um animal em cima de Yunho. Espalmou as mãos na bunda de Yunho que já clareara das judiações passadas. Não se importou. Tinha pressa. Desejava a cereja do bolo. Com sua língua lubrificou o que sua afobação permitiu. Pouco instantes depois já adentrava  com seu falo a entrada de Yunho. Changmin não perdoou. Enfiou tudo de uma só vez. Ah! – Yunho gritou. Changmin sabia que estava sendo bruto demais porém não conseguia se controlar. Bombava fundo e mais fundo. Yunho a todo momento sentia sensações diversas: a dor que transformava-se em prazer; o roçar de pele entre seus corpos suados; os sons produzidos pelo contato e o arfar das respirações descompassadas;  o cheiro de sexo que inebriava os dois; e o gosto. O gosto do beijo que estalavam ecoantes pelo quarto a todo instante. Não cansava de olhar o corpo escultural de Changmin besuntado em suor. Sentia-se realizado em tê-lo. Não conseguia mais pensar direito. As investidas de Changmin levaram-no ao um estado que nunca atingira antes com ninguém. Ele agradeceu a divindade apenas por estar naquele instante, naquele quarto com Changmin. Chegara ao ápice mais uma vez nessa noite. Jorrou sua semente por todo seu abdômen e quase desfalecera. Mas Changmin não parara. Ainda tinha muita energia e o prazer que estava sentindo era irreal. O jeito que Yunho apertava-o e as ondulações de suas pregas em volta de seu falo enlouqueciam Changmin a cada segundo. Ele não conseguia parar. Ele não queria parar. Changmin mordia o pescoço e clavícula de Yunho na tentativa de transferir tudo o que transbordava de seu ser. Ele bombava cada vez mais velozmente. Ah! Ahn! Ahnnn! – Gemeu sofregamente após ter ejaculado. Caiu sobre o corpo de Yunho. Os dois sem forças para nada. Respiravam com dificuldade. Changmin roçava os lábios na orelha de Yunho. – Eu te amo. – Changmin sussurrara quase inaudível. Não houve nenhuma reação. Constatou que seu hyung já estava a dormir. Suspirou e adormecera cercando o corpo de Yunho com seus braços. Sentira algo se aconchegando em seu corpo e escutara baixinho alguns minutos depois. – Eu te amo.


Notas Finais


Uma observação pertinente sobre as capas: Ainda não tive tempo de produzí-las mas tentarei fazer o mais rápido possível.


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