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História .a submissive's diary - Capítulo 2


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Capítulo 2 - .one


   A primeira coisa que tenho a declarar é que não sou um pervertido. Não mais do que qualquer outra pessoa. Se você viesse ao meu apartamento se surpreenderia mais com a louça na pia do que com meu calabouço – o custo de vida na cidade é tão alto que tenho sorte de ter encontrado um apartamento com sala que eu pudesse bancar. Digamos que um calabouço não era realmente uma opção.
   E abordando alguns estereótipos desagradáveis, não sou um capacho nem um ignorante. Não tenho vontade de passar o dia cozinhando enquanto alguém caça e colhe frutas para mim e mantenho as coisas em ordem, o que é bom porque, fora uma carne assada decente no domingo, sou um cozinheiro meio ruim. Também não sou que nem a Maggie Gyllenhaal em Secretária. Infelizmente.
   Sou simplesmente um submisso, quando a vontade vem e quando tenho alguém em quem confio para praticar. Você não perceberia se me conhecesse. É apenas uma faceta da minha personalidade, um dos vários elementos do caráter que me fazem ser... eu, coexistindo com meu amor por morangos, a compulsão de continuar discutindo com teimosia mesmo quando sei que estou errado e a tendência de desprezar 99% da programação da TV mas ficar obsessivo com o 1% de uma forma que até eu me assusto.
   Sou jornalista em um jornal da região. Amo minha profissão e – isso nem precisa ser dito – ser submisso não afeta meu trabalho. Honestamente, se afetasse eu ia acabar fazendo chá e ouvindo histórias de escola, o que realmente é um destino pior do que a morte. Além disso, as salas de redação são lugares cruéis. Todo mundo quer se comer vivo e você precisa dar o seu melhor. Eu dou.
   Com certeza sou independente. Capaz. No controle. Para algumas pessoas, isso pode parecer incongruente com minhas escolhas sexuais, com o que me excita. Foi meio estranho para mim durante um tempo. Na verdade, ainda é de vez em quando, mas cheguei à conclusão de que existem coisas mais importantes com que me preocupar. Sou um homem crescido com a cabeça geralmente no lugar. Se quero ceder meu controle pessoal para alguém em quem confio, para que nos leve a um lugar emocionante e prazeroso para ambos, então, contanto que eu não esteja fazendo isso onde possa assustar criancinhas e animais, acho que estou no meu direito. Eu me responsabilizo pelas minhas ações e escolhas.
   Demorei um certo tempo para chegar a esse estágio. Se a televisão não tivesse se apropriado do mundo e o transformado em uma coisa nauseante e carente de uma montagem de vídeo com soft-rock, diria até que tem sido uma aventura, e na verdade foi assim que este livro nasceu. Não é um manifesto ou um manual, apesar de que, se você
está nessa onda e quer experimentar, talvez use algumas ideias. Conto apenas o que aconteceu comigo, como descobri e explorei esse lado, minhas experiências e considerações. Se você pedir que outro sub conte suas ideias e defina o que é ser submisso, vai sair outro livro.
   Olhando agora para o passado, minhas tendências submissas começaram cedo, apesar de não as chamar assim naquela época. Eu só sabia que algumas coisas me atiçavam, pensava nelas avidamente sem nunca entender por quê.
   É claro que eu não sabia disso quando era criança – estava apenas vivendo a vida em uma boa casa de classe média em Bucheon. Odeio estragar mitos, mas não há nenhum trauma profundo no meu passado nem a falta de nada nos meus anos de formação que agora exacerbem meu amor pela obscenidade. Não tenho problemas com meu pai, não havia angústia no lar e minha infância foi feliz, amorosa e simples – isso é bom para mim, mas não tão interessante para um livro. Tive e tenho muita sorte com minha família – somos bem diferentes, mas o laço de amor e um senso compartilhado do absurdo nos une nos altos e baixos e me sinto genuinamente abençoado por tê-los.
   Cresci em uma casa agradável com mãe, pai e irmã.
   Minha mãe, que era contadora antes do meu nascimento, devotou a vida criando a mim e a minha irmã. É o coração da família. Passava bastante tempo conosco, nutrindo nosso crescimento, fosse ajudando com o dever de casa ou brincando no jardim. Não acreditava em ficar só olhando; se íamos andar de patins, ela também ia. Sua outra paixão era reformar cada parte da casa sozinha, um cômodo de cada vez. As melhorias na casa eram equivalentes a repintar a ponte escocesa Forth Road, mas com papel de parede da loja Laura Ashley.
   Meu pai tem um negócio próprio e é o homem mais trabalhador que conheço, um provedor que garantiu uma infância com todas as bicicletas e brinquedos novos que quiséssemos (ainda bem que mamãe fazia com que esses presentes fossem dados com algum critério para que não ficássemos insuportáveis), além de oportunidades de viagens e uma vida maravilhosa em casa. Engraçado e inteligente, ele tem um senso de aventura que acho que herdei, além do espírito independente e de ser quem é sem dever nada para ninguém, uma atitude que estimulou nos filhos. De vez em quando batia de frente com seus próprios pais, confrontando o que eles achavam que devia fazer da vida.
   Minha irmã é meu oposto em vários sentidos. Geralmente sou quieto e fico mais confortável com alguns poucos e bons amigos, ao passo que ela é a luz e a alma da festa, aquela que energiza os lugares, que faz as coisas acontecerem. Apesar das diferenças, é para ela que eu ligaria às três da manhã se precisasse, ainda mais porque ela é praticamente um ser noturno. Tenho muita sorte por essa mulher ser tão incrível, ela que provavelmente vai estar ao meu lado por mais tempo que qualquer outra pessoa. No entanto, o que é hilário e contradiz esse discurso favorável, com três dias juntos na casa da família no Natal, voltamos à adolescência, brigando por causa do tempo passado no banheiro com banhos muito longos (ela geralmente demora mais).
   Nosso confortável lar também contou com uma coleção de animais, desde Ouro, o peixe-dourado – sem julgamentos, eu tinha 3 anos quando escolhi esse nome —, até Cheesy, o hamster, e Barry, o cachorro. Esse último foi batizado na fase em que eu ficava questionando por que cachorros não podem ter nomes de pessoas (uma pergunta prontamente respondida quando meu pobre pai correu em um estacionamento berrando “Barry!” de um jeito que sem dúvida perturbou outros donos de cachorros). Sempre amei animais e uma das memórias mais fortes que tenho da infância é a de enterrar um pássaro que encontrei morto no jardim – expressamente contra a vontade da minha mãe, que, compreende-se, estava preocupada com questões higiênicas. Quando ela descobriu que eu não só tinha desobedecido o pedido de me livrar do pássaro, mas que também estava presidindo o funeral na companhia de minha irmã e dos filhos dos vizinhos – se era para quebrar regras, que fosse em grande estilo –, ela me colocou de castigo no quarto. Apesar de ser a tática principal dos meus pais para má conduta – não havia punição corporal lá em casa –, esse castigo geralmente não parecia ser uma punição para mim. Meu quarto era um dos meus lugares favoritos, repleto dos livros que comprei com o dinheirinho que juntava. Eu passava horas felizes sentado no parapeito da janela lendo e vendo o mundo passar lá fora. No entanto, nessa ocasião a injustiça foi muito grande para suportar. Escrevi uma carta revoltado para o botânico e apresentador de programas ecológicos David Bellamy sobre o regime opressor e anti-conservacionista em que era forçado a viver, onde pássaros mortos eram ignorados por adultos cruéis. Ele não respondeu, o que provavelmente foi melhor, porque se tivesse respondido acho que me mandaria ouvir a mamãe, e isso só me deixaria mais irado. O fato de isso ser o mais perto que cheguei de um confronto com minha mãe atesta que nunca fui um rebelde. Eu ia fazendo as minhas coisas calmamente, mas não gastava tempo testando limites, principalmente porque podia fazer quase tudo que queria e também porque não gostava de discutir. Isso com certeza mudou, conforme cresci.
   Meu interesse por escrever começou cedo, me lembro de escrever e ilustrar histórias em blocos de folha A5. Minhas histórias eram peculiares, baseadas em programas infantis de TV, livros e filmes que curtia. A escrita era consideravelmente melhor do que o desenho, mas isso não significava muito naquela época. Comecei a brincar com arte bem cedo, depois de ver alguma coisa no jornal sobre uma criança precoce cuja arte valia milhões. Infelizmente, quando fiz alguns trabalhos com lápis de cor e canetinha, minha mãe aceitou meu primeiro desenho com prazer e até pagou cinquenta centavos pelo segundo original. Porém, quando pedi dez dólares – achei que era razoável naquelas circunstâncias –, ela me deu um “não” firme, apesar de doce, massacrando qualquer plano futuro de uma vida artística e me fazendo voltar à produção de pequenos livros e quadrinhos. Na primeira oportunidade eu levava amigos e família comigo para Nárnia, Terra Média ou Newcastle, como retratada em Jossy’s Giants, um programa de TV sobre um time escolar de futebol. Essa última era mais perto de casa e um tanto mais obscura, visto que a descobri via TV a cabo.
   Definitivamente não me interessava muito por meninas enquanto crescia, um fato que, ironicamente, fez com que tivesse várias amigas na escola. Se você perguntasse quais eram as minhas coisas favoritas quando eu tinha 10 anos, eu responderia: ler, andar de skate e de bicicleta e subir na árvore no canto do nosso jardim, o que dava vista para os outros terrenos – fonte infinita de fascínio por razões que pareciam muito importantes naquela época. A árvore era meu lugar privado – minha irmã não se interessava pelos arranhões inevitáveis e pela sujeira do pulo inicial, nem mesmo com meu sistema de roldana e corda desenvolvido engenhosamente e que me impulsionava para o primeiro galho escalável. Eu era uma criança solitária em vários sentidos, confortável na solidão, lendo e sonhando acordado, o que provavelmente não surpreende tanto se considerarmos a descrição que acabei de fazer de mim como um garoto antissocial.
   Minha irmã era uma companheira constante e me acompanhava nas conspirações em casa, ao passo que na escola tive um círculo heterogêneo de amigos, muitos dos quais ainda sou próximo. Não era um dos populares – tendia a me aproximar dos nerds da música, do teatro e da tecnologia –, mas me dava bem com todo mundo e usava o humor para amenizar problemas quando ocorriam. Durante o ensino médio, era um aluno bem comum. Levou certo tempo até me encontrar, pois passei de um dos melhores alunos no ensino fundamental para mediano na maioria das matérias no ensino médio, o que mostrou de repente que as coisas não eram tão fáceis e demandavam esforço. Foi um choque cultural em vários sentidos, mas provavelmente bom porque afastou qualquer atitude precoce que pudesse ter surgido por eu vir de um lar que me apoiava e no qual todo mundo achava que eu era um gênio porque gostava de ler. Não era o mais atraente ou o mais inteligente na sala, apesar de logo perceber que isso ia a meu favor porque me parecia que os mais lindos e inteligentes atraíam mais maldade. Em vez disso, eu tinha consciência e me esforçava, uma consequência da necessidade herdada de agradar. Apesar das preocupações ocasionais em não decepcionar meus professores e pais, em geral eu gostava da escola. Eu sei, é nojento.
   Ironicamente, fui meio tardio na área do romance. Dei meu primeiro beijo com 12 ou 13 anos em um menino que conheci por meio de umas amigas e, pensando friamente, não fiquei impressionado. Não houve trovões soando ou música romântica, só um sentimento de anticlímax – sem querer fazer trocadilho – depois. Acho que um de nós falou “é isso aí”. Nem preciso dizer que o mundo não passou a ser especial.
   Dito isso, eu lia as revistas juvenis Just Seventeen e Minx e conhecia a mecânica do sexo, apesar de não ter vontade de experimentar naquele momento. No entanto, eu havia aprendido que quando não conseguia dormir, esfregar a mão entre as pernas trazia um prazer que me fazia cair no sono, e sempre que minha mente se distraía quando eu criava esse prazer ela acabava retornando aos mesmos tópicos.
   Sempre gostei de mitos e lendas, e Robin Hood era meu favorito quando era novo. Assisti aos filmes, ao programa na TV – vamos ignorar as versões mais recentes antes que eu comece a ranger os dentes – e li todos os livros que consegui encontrar, ficcionais ou históricos. Mas em todos os formatos eu tinha dificuldades com Marian. Odiava o fato de ela estar toda hora em perigo por motivos idiotas e ter de ser salva. De não lutar, de não ter a dignidade de ser uma companheira genuína e passar a maior parte do tempo remendando as feridas dos Homens Felizes e olhando pensativa para o horizonte enquanto iam se aventurar.
   Apesar disso, minhas partes favoritas dessas histórias envolviam a personagem no mesmo perigo que me fazia detestá-la. Quando foi capturada – como isca inevitável em uma emboscada para pegar Robin Hood, o que também parecia o maior objetivo da vida de Marian –, a maneira como desafiou Guy de Gisborne e o xerife de Nottingham instigaram minha imaginação. Ela ficava presa em um lugar úmido, como um calabouço, e aparecia nas figuras amarrada ou acorrentada. Impotente. Mas não se curvava, era digna em sua indignidade e de alguma forma isso me tocou, fez meu coração disparar. Sabe quando você é pequeno e alguma coisa que leu ou viu cativou sua imaginação tão profundamente que você se transportou para essa coisa, era você naquele momento vivendo e sentindo a cena? (Na verdade, digo quando “pequeno”, mas ainda sinto isso quando leio ou vejo alguma coisa incrível, a diferença é que acontece menos.) Bem, todas as cenas que eu remontava na cabeça eram as de Marian, mesmo que ela fosse meio fraca e mesmo com minha tendência a mascarar as partes chatas depois de Robin salvá-la, quando ela voltava ao acampamento e cuidava da fogueira. Era nessas histórias que eu pensava deitado na cama à noite.
   Pelo menos até descobrir a pornografia.
   Quando eu tinha uns 14 anos rolou um tumulto por causa de uma revista que deu um livro erótico de brinde. Eu não tinha internet no quarto e, francamente, apesar de saber que era o lugar para buscar inspiração erótica, não tinha interesse em fotos de seios porque já sabia que não era o que eu gostava. Esse livro, no entanto, foi diferente. Os debates sobre decadência moral e afins me fizeram passar a maior parte do mês desesperado por uma edição. Em parte porque eu tinha começado a suspeitar que era mais safado do que meus amigos da escola, ou pelo menos mais safado do que ousavam admitir em voz alta. Além de poder ver exatamente se o livro era muito escandaloso, achei que poderia servir como barômetro de obscenidade.
   Só havia um problema.
   Minha vizinha trabalhava na única banca de jornal grande o suficiente para vender a revista em nossa pequena cidade. Ela não só não me deixaria comprar a revista, porque sabia que eu era menor de idade, como também contaria para mamãe, o que abriria espaço para uma daquelas conversas tão horrorosas que você quer arrancar as próprias orelhas. Definitivamente não era uma opção. Então um dia peguei um ônibus diferente para casa, um que me levou para a maior cidade nas redondezas, e comprei a revista; mãos suadas, ainda de uniforme, morrendo de medo que a mulher desinteressada atrás do balcão percebesse que eu era menor e que estava comprando, sem vergonha nenhuma, aquilo que o Daily Mail descreveu como lixo e pedisse que eu devolvesse a revista antes que fosse corrompido para sempre. Ela não fez isso. Coloquei a revista na bolsa e, com o coração ainda batendo, andei os três quilômetros para casa e expliquei para mamãe que estava atrasado por causa do treino de hóquei.
   Quando penso no livro, que não consigo jogar fora apesar de estar tão manuseado que as páginas começaram a cair, o escândalo e a revolta da época ficam risíveis. Todavia, a leitura foi uma revelação. Meus capítulos preferidos ainda têm orelhas para facilitar a procura. Tinha uma parte em especial sobre uma mulher briguenta, porém vulnerável, tendo uma discussão com um homem de quem ela claramente gostava, mas com quem brigava o tempo todo. Acabou amarrada em uma árvore com heras (eu sei, é meio ridículo, mas abstraia – usaram hera grega especial, que pode ter qualidades de bondage desconhecidas para nós) enquanto ele fazia o que queria com ela – passava a mão em seu corpo, dava beijos perversos, abusava verbalmente. Ela estava paralisada e excitada, mesmo que não quisesse, e ele fez com que ela gozasse, tudo sem que ela pudesse fazer nada além de apoiar a cabeça na árvore e gemer de prazer. Soa meio brega agora, mas me afetou naquela época. De repente, passei a reprisar essa cena na cabeça quando me deitava, esfregando uma das mãos entre as pernas para trazer um sono delicioso.
   É claro que chega um momento na vida de qualquer um, em que um menino ou menina de verdade se sobrepõe aos livros e aos Guys de Gisborne da nossa imaginação (Robin nunca foi meu tipo). Meu primeiro namorado sério, mais velho porém não mais astuto, inicialmente pareceu aproveitar sinais que nem eu sabia que estava emitindo. Ao contrário de outros homens que eu já havia beijado, ele segurava minha cabeça com firmeza em sua mão durante os beijos de boa-noite, e eu amava isso. Amava me sentir sob seu poder, imóvel enquanto nossas línguas duelavam.
   Eu costumava sonhar acordado com as possibilidades daqueles beijos e o que podiam anteceder, com a sugestão de um lado diferente, um lado que o mundo não via mas que eu sentia, como se esse lado do meu namorado evocasse um complemento em mim. E então certa noite, durante um beijo de despedida, ele mordeu meu lábio inferior com tanta força que soltei um choro em sua boca, um tipo de prazer surpreso. Ele se afastou imediatamente, quase levou um chumaço do meu cabelo no movimento apressado, e se desculpou por me machucar. Era estranho explicar que na verdade eu tinha gostado, então aceitei as desculpas, disse que tudo bem, e entrei em casa decepcionado, com mamilos eretos e cueca molhada.
   Ainda não entendia o significado de aquele beijo ter me excitado. Só sabia que meninos bons não se empolgavam com coisas desse tipo, e caso se excitassem, não falavam sobre isso. Então não falei. Vivi minha vida passando pelos marcos comuns. Finalmente, meu primeiro namoradinho e eu, aproveitando que a mãe dele tinha de cobrir o horário de uma colega na recepção de um médico, perdemos a virgindade. Um misto de inexperiência de ambos, um pouco de dificuldade em relaxar e ter de ficar atento para ver se a mãe voltava inesperadamente fez com que aquilo fosse mecânico e, apesar de prazeroso, sem muito impacto. Depois, cheguei à conclusão de que não era tão prazeroso quanto ficar na cama me tocando, apesar de na época não ter conectado isso ao fato de eu não ter tido um orgasmo. Revendo a forma inocente e experimental dos nossos amassos, é um milagre que tenhamos feito sexo naquela primeira vez. No entanto, descobrimos que a prática, se não torna o ato perfeito, certamente o deixa “bom o suficiente para que os dois fiquem tontos e sorriam um para o outro por um bom tempo depois”, porém a falta de privacidade fazia com que estivéssemos constantemente com medo de sermos pegos no flagra. Desenvolvemos táticas para mudanças rápidas das quais Clark Kent ficaria orgulhoso, e possivelmente um pouco chocado.



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