História A Tale of Hogwarts - Imagine BTS - Capítulo 40


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Desventuras em Série, Harry Potter, Thor
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
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Palavras 5.600
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Bem vindos a mais um dos meus capítulos clichês kkk

Boa leitura!

Capítulo 40 - Only Humans


Fanfic / Fanfiction A Tale of Hogwarts - Imagine BTS - Capítulo 40 - Only Humans

Past On ( Há três anos)

– Não acredito que o StreetWalk tá tocando na antiga serraria. Que foda!

Onde eu estava? Perto de um Farol, o farol de Little Whinging que ficava em uma floresta. Por que eu estava ali? Bom, antes de existir a Colina dos Vagalumes, todos tinham medo de entrar naquela floresta, por motivos desconhecidos.

– Meus pais me matariam se soubessem que estou aqui... - Falei chegando no outro lado do bosque, observando um guarda na entrada do show.

– Pois não, senhorita? - Perguntou o Guarda.

– Me deixe entrar, olha é de verdade. - Falei mostrando minha identidade falsa.

– Não está mal falsificado, pirralha. Mas você está abusando. Acho melhor você se mandar. - Falou jogando minha identidade no chão.

"Filho da puta, ele não manda em mim. Será que eu volto e confronto ele? Não, melhor eu encontrar algo aqui que possa me ajudar." - Pov Sarah.

Olhei cada canto da Serraria, e nada, alguns caras brigavam do lado de fora, outros bebiam, outros se pagavam e o resto fumava. Nada além do normal.

– Nada mais "fodão" que um desenho de florzinha. - Falei olhando uma moto com o desenho de uma flor. - Uou, é do Bruce, vamos ao ataque. - Falei indo em direção o segurança.

– De novo, pirralha. O que você quer agora?

– Aquela moto ali é sua?

– É.

– Hm, é bem... Bacana.

– Puxa, obrigado... Algo a mais?

– Não se lembra de como é ser adolescente? Eu só quero ver a banda.

– Achei que já tínhamos falado nisso. Não tá na sua hora de dormir?

– Aww, pra você já tá tarde?

– Que fofa. Mas eu não conheço você.

– Olhe bem pra mim. Eu pareço "fofinha"? Ou pareço que vou acabar com você?

– Tá bom pirralha, já saquei. Você é durona.

– Sabe de uma coisa? Não preciso da sua permissão, vou achar uma maneira de entrar.

– Garotas como você acabam desfeitas lá dentro.

– Uma garota como você cheia de florzinhas na moto não deveria vir de moral pra cima de mim.

– Isso é uma arte tradicional de Samoa. - Falou rindo. - Olha, meu chefe escolhe quem entra, ok?

– Que chefia, o quê? Foda-se ele, foda-se as regras, cara!

– Você é engraçada, mas não importa.

– Olha cara, vira homem. Para de ser um babaca medroso e me deixa entrar logo.

– Você não vai aceitar um não como resposta, não é?

– Não.

– Você acha mesmo que pode me encarar?

– Sim.

– E se eu tiver uma faca?

– Disponha.

– Uma arma?

– Não importa.

– E se eu tivesse...

– Você poderia ter um lança-chamas, um exército de robôs ninjas e um puta dragão de estimação aí, e ainda sim eu acabaria com você.

– Eu desisto! Pode entrar, pirralha. - Falou dando espaço para eu entrar.

Aquela noite foi quando eu decidi mudar, e não destruir toda minha vida.

Past Off

Boys Room

– Eu desisto, ele não acorda...- Já era a décima vez que nós tentávamos acordar Matt, o garoto parecia uma pedra.

– Tem alguma idéia em mente, Tae?... Tae? - Taehyung estava sentado na cama sorrindo e olhando pro nada. - Terra chamando Taehyung. - Falei o balançando.

– O que foi, meu filho?

– A noite ontem deve ter sido boa. - Falou Namjoon sorrindo saindo do banheiro.

– Estava pensando em quê? Ou melhor, em quem?

– Estava nadando na minha colmeia cheia de mel. - Sorriu ao lembrar de Amber. 

– Você se esqueceu de que pode ser expulso, não é?

– O Jonas é um problema, não acredito que ele faria isso. O que mais importa pra ele?

– Dinheiro?

– Exatamente, ele vai estar perdendo dinheiro se me expulsar daqui.

– Bom, esperamos...

– Eu tive uma idéia pra acordar o Matt. - Falou entrando no banheiro novamente.

– Qual?

– Primeiro a gente passa pasta de dente na mão dele, agora... Empresta uma folha. - Falou e Yoongi me emprestou. - Agora ele faz o resto. - Falou enquanto fazia cosquinha no seu rosto com a folha.

Não demorou muito para Matt levar sua mão ao seu rosto, o enchendo de pasta de dente.

– Não é que deu certo mesmo?

– An? O que, que... O que foi? - Falou Matt olhando no espelho. - Isso não vai ficar assim, vai ter volta ouviram?!

– Vamos adorar ver você tentar. Eu tô indo pra sala do Vicente, espero vocês lá.

– Eu vou para cantina, tô morrendo de fome. - Falou Namjoon saindo junto a Taehyung.

Girls Room

– Parece que a noite foi boa mesmo. - Falou Sarah olhando para Spencer.

– O que foi?

– Você não parou de suspirar ontem e no meio da noite ficou dizendo "Matt eu também te amo".

– Nos beijamos ontem.

– Finalmente.

– Já estava na hora.

– Não significou muito coisa... - Mentira, eu estava escondendo meu "namoro" com Matt por causa da Amber.

– Como não?

– Matt é um jogador, garotas. Não é do tipo que namora.

– Se ele te magoar eu mato ele.

– Ok, e enquanto vocês duas? Taehyung e Amber se beijaram e eu vi você e o Yoongi pulando o muro da escola ontem. 

– Eu já disse que estávamos ensaiando.

– Sim claro, e por pura coincidência ele veio aqui sem você o chamar?

– Eu não quero nada com o Taehyung.

– Ok, por que não? Você não gosta dele?

– O pior é que eu gosto, mas ele só quer ficar me beijando a hora que ele bem entender, e eu não sou garota de ficar.

– E os seus...

– Eu controlo meus sentimentos, agora eu vou sair daqui porque como a Sarah diz "essas sessões melhores amigas me inojam". E também porque o Jonas quer falar comigo.

– Boa sorte, espero que ele não faça nada com vocês.

– Ele pode se considerar um homem morto se fizer algo.

– Eu conto o que ele disser. - Falou Amber saindo do quarto.

– Eu vou pra cantina, você vem? - Perguntou Sarah.

– Encontro você na sala de aula.

– Tá bom, apaixonadinha.

– Saia daqui! - Falou Spencer jogando um travesseiro na mesma a fazendo rir.

Samjoon

– Oi Nam, tudo bem? - Falou Sarah se sentando ao seu lado com minha bandeja.

– Oi...

– Ei, o que você tem?

– Nada, só estou confuso.

– Com a sua sexualidade?

– Sim, eu sou realmente gay ou é uma coisa da minha cabeça?

– Não sei Nam, isso quem tem que saber é você.

– Então eu estou sozinho, os garotos daqui são machistas e preconceituosos, as meninas são fofoqueiras e vocês não sabem pelo que eu estou passando.

– Você tem razão mas não tanta.

– O que?

– Nesse colégio tem milhares de clubes, talvez algum seja LGBTQ.

– E por que você tem tanta certeza? Nem sabe se é verdade.

– Tem uma forma de descobrir.

– Como?

– Não se preocupa Nam, eu vou te ajudar, tenho um plano. Hoje a noite me encontra aqui, se alguém perguntar nós falamos que vinhemos comer, tá bom?

– Certo, você está tão confiante. - Sorriu.

Taehamb

O que será que o Jonas quer? Espero que ele não esteja querendo expulsar o Tae. Aliás, por que ele quer expulsar somente o Tae? Se ele quiser expulsar ele, vai ter que me expulsar também. Em falar no Tae, estou com saudades dele, o que será que ele tá fazendo?

– Ah! O que é isso? - Quando estava passando em frente a sala de aula do professor Vicente, a porta se abriu e uma mão me puxou para dentro. - Tae, você quase me matou de susto! - Sorri alegremente ao vê-lo.

– Eu estava com muita saudade, não aguento ter que esperar até a noite pra poder te ver.

– Sem contar que a gente tem que ficar inventando desculpas sobre nós dois.

– Temos que achar um lugar para nós ficarmos.

– Sabe o que eu acho?

– O que olhos lindos?

– Que a gente devia aproveitar nossa curto tempo aqui, não acha?

– E o que você tem em mente?

– Não sei, eu tava pensando em algo tipo assim.- Falou o beijando.

– É? Sabia que eu também estava?

– A é?- Sorriu e voltaram a sd beijar. 

A cada dia que passa, me sinto mais ligada e apaixonada por você, como se houvesse um imã que liga os meus pensamentos com a sua pessoa, como se fôssemos feitos um para o outro e estivéssemos prestes a construir um futuro maravilhoso juntos! - Pov Taehyung.

Não consigo mais viver sem pensar em você. A cada dia que passa, os meus sentimentos e sonhos com você só aumentam, e eu tenho a certeza de que a minha felicidade será completa apenas ao seu lado. Você deixa os meus dias muito melhores, mesmo quando está presente neles apenas no meu pensamento.- Pov Amber.

Spatt

– Que isso Matt cansou de entrar pela porta? - Sorriu Spencer ao ver Matt entrar pela janela.

– O Nathan está rondando os corredores, assim fica mais difícil de te ver.

– Então espera... - Falou trancando a porta. - Tem certeza que ninguém lhe viu?

– Eu sou como um ninja. - Sorriu.

– Claro que sim, Jackie Chan de araque.

– Eu tava com tanta saudade de você, minha linda. - Falou pegando Spencer pela sintura e lhe dando um selinho.

– Eu também estava. - Falou e nos sentamos em minha cama. - Matt, o que aquele beijo significou?

– Sabe Spencer, aquele beijo só foi uma forma de domonstrar nosso amor, uma forma de concluir o que nós dois sentimos. O amor acontece muito antes de um beijo e isso aconteceu com a gente, não precisamos nos beijar pra demonstrar tudo o que sentimos.

– Que lindo isso, Matt. - Falou o beijando. - Então, nós somos... Estamos namorando agora?

– Estamos namorando agora.

Spencer- Eu amo você.

– Eu também te amo minha linda.- E novamente nos beijamos, rolou vários sorrisos no meio. 

– Matt, eu acho melhor nos escondermos um pouco o nosso namoro.

– O que? Por que? Você tem vergonha...

– Não Matt, claro não. É por causa do Tae e da Amber. Ela disse que não quer nada com ele, e ela ama ele, mas...

– Eu entendo, bom se você acha melhor eu acho também.

– Agora tá na hora de irmos pra aula... Separados!

– Se eu pudesse, fugia dessas aulas com você. - Sorriu.

– Eu também, mas não podemos. - Falou dando um selinho no mesmo e logo ele pulou a janela. 

É impossível controlar meu sorriso e minha felicidade quando converso com você, quando estou com você, quando penso em você. É incrível como você me faz sentir.- Pov Spencer.

Impossível não te amar, impossível não te querer, impossível não te sonhar. Amo cada detalhe teu, cada gesto de carinho, amo seu
jeito doce de ver a vida. Te amo em cada amanhecer, amo este seu jeito de sorrir enfim impossível não te amar.- Pov Matt.

Soongi

Pov Sarah On

– Por que o amor é assim?

– Assim como?

– Complicado, sem sentido...

– O amor é uma coisa linda, as pessoas que são complicadas de mais pra entender... As pessoas deviam descomplicar e fazer o que querem.

– E o que você quer fazer agora?

– Nesse momento... - Falou colocando uma mecha do cabelo dela para trás, logo aproximando meu rosto.

Muito sentimento, intensidade com uma mistura de carinho e paixão. Estávamos nos beijando, finalmente. Nossos corações estavama mil, muita entrega por ambos, suspiro e, principalmente, muito amor. Logo pela falta de ar separamos o beijo e nos abraçamos.

Pov Sarah Off

– Ah Yoongi, você está mechendo comigo e faz muito tempo que isso não acontece...

– Eu estou, huh?

– Aí garoto, está maluco? Que susto.

– O que você tava dizendo?

– Nada, você deve ter ouvido coisa.- Faliu e o mesmo riu. - Tá bom, tá bom... Eu disse que você tá mechendo comigo e faz muito tempo que isso não acontece, fico feliz que seja você o causador desses sentimentos.

– Tudo aconteceu tão rapido não? Quem diria que aquela conversa boba um dia em Hogwarts se tornaria algo tão grande e especial. Não sei explicar direito o que aconteceu, não sei descrever isso, não sou bom falando sobre sentimentos. Só sei que um sentimento que toma conta de mim, um carinho bom, um carinho que conforta. Nunca imaginei que um dia alguem ia conseguir me aturar por tanto tempo. Afinal dois anos não é pouco. 

– Dentro desse período, desses dois anos você me ensinou o que é o amor, me mostrou que ainda existe motivos que fazem a vida valer a pena. Passamos por cada problemas mas superamos. Você nunca desistiu de mim. Obrigado por me mostrar que eu ainda sei amar. A cada dia que passa eu fico mais apaixonada por você.

– Eu também, a cada dia que passa eu fico mais apaixonado por você. - Falou tocando na bochecha da mesma.

O clima estava tão bom, a vibe melhor ainda e os sentimentos pulsantes. Estávamos prontos para iniciar um beijo.

– Oi, o que estão fazendo? - Perguntou Taehyung.

– Essa garota fica no meu caminho.

– Você que não sabe medir espaço e pelo que eu saiba, aqui é público e eu possa andar por onde eu bem entender.

– O que aconteceu com vocês dois? Por que estão se odiando tanto?

– Há coisas que não são da sua conta.

– Calma aí esquentadinha, não está mais aqui quem falou.

– Ignorante.

– Os incomodados que se mudem.

– Garota...

– Ei, ei, ei parem! Vamos logo para aula do Vicente, e vocês dois parem  de brigar!

– Vamo logo Yoongi, teremos muito tempo para nos be...

– Para o que? - Sorriu e a mesma revirou os olhos logo saindo, me fazendo rir.

Amber

– Estou aqui diretor Jonas, para que me chamou?

– Eu te chamei aqui porque decidi o que vou fazer com o Taehyung.

– Ok, então por que o senhor não chamou ele aqui?

– Porque eu quero dizer o motivo de eu não querer lhe expulsar.

– Você vai expulsar ele?!

– Você saberá na aula do Vicente.

– O que o senhor tem pra me dizer?

– Eu conheço seu sobrenome.

– É isso!? Você não ameaçou me expulsar por dinheiro!?

– Ouça senhorita Ronance...

– Não, me escuta você! Eu acho que você é um ridículo por isso, foi só um beijo!

– Eu exijo que você fale com mais respeito!

– E eu exijo que você entenda que as pessoas tem valor e não o dinheiro delas, mas acho que você não pode entender, você parece que nunca sentiu o amor, aliás... Você tem coração!?

– Eu exijo que você me trate com mais respeito, senhorita Ronance.

– Pra ter respeito, as pessoas precisam saber dar, e você claramente não sabe. Com licença!

Class Of Vicente

– Olá turma, eu me chamo Vicente e sou o professor de literatura de vocês. A maioria aqui já me conhece, menos vocês oito, mas nos conheceremos no decorrer das aulas.

– Professor, você pediu que ensaiasemos as cenas de Romeu e Julieta, ainda vai rolar?

– Claro que vai Carla, e para começarmos, quero que vocês façam duplas mistas.

– Professor, posso ir no banheiro?

– Você está passando mal?

– Não, é só que eu acho que comi mais do que deveria hoje na cantina.

– Ah sim, pode ir sim, é ...

– Namjoon, me chamo Namjoon.

– Pode ir Namjoon... Agora eu quero as duplas.

– Qual cena nós vamos ensenar, professor?

– Isso eu ainda vou decidir.

E assim logo todos na sala, exceto uns alunos não fizeram duplas, tinha que ser uma dupla mista, pelo simples motivo de que teríamos de representar cenas de casais.

– Pronto, deixa eu ver aqui... Sarah e Yoongi, noite de reis.

– Que nome é esse? Mas que tipo de nome é Viola? Que Viola...

– Até porque todo mundo sabe que você tá mais pra violão, né Sarah.

– Cala boca garoto!

– Mais respeito na hora de falar com ela. - Disse Yoongi.

– Viola é uma rebelde que se faz passar por homem pra conseguir o que quer. Ela é forte, determinada, sem falar na paixão dela.

– Que paixão?

– Viola descreve como ninguém o medo de amar sem ser correspondida, ela fala de uma melancolia amarela e verde, que deixa suas bochechas vermelhas e que corrói por dentro, quando você tem medo de fazer qualquer coisa a respeito e não quer que ninguém saiba, porque você tem medo de que não te amém também por medo de descobrirem quem você é.

– Professor desculpa, eu tô passando mal e não vai dar pra ensenar não. - Falou Yoongi observando Sarah ficar desconfortável.

– Gente, tudo isso é medo de falar de amor?

– Não sacou não professor? O Yoongi tá assim porque ele e a Sarah...

– Drica, para agora.

Quem é essa garota e como ela sabe sobre o Yoongi e eu?

– Huh, qual foi? Vai proteger eles agora...

– Drica, chega!

– Ei garota, quem você pensa que é?! - Falou Sarah se levantando e ficando frente a frente com ela.

– Alguém que você deveria temer. - Falou me fazendo sorrir.

– Jura? Tô morrendo de medo.

Eu deveria ser mais calma, talvez não devesse ligar para o que pessoa como ela dizem, nem nos conhecemos mesmo. Mas não deu, quando não conseguimos controlar o ódio, quando tudo que queremos e bater em alguém até essa vontade ruim passar, é engraçado como tudo vai de 0 a 100 em um instante. Dizem que não se pode amar ou odiar quem não se conhece ainda, mas essa frase está totalmente errada e em segundos a branquinha e macia pele do rosto de Drica estava vermelha, já ficando roxa.

Eu preferia acabar com ela pela magia, mas ela é uma das piores espécie de trouxa. E além do mais, adorei bater nela com as próprias mãos, é mais prazeroso.

– Sarah, para! Solta ela! - Falou Yoongi a segurando, eu sabia que ela tinha o gênio forte, mas não imaginei que seria assim.

– Sarah, se acalma!

– Drica, vai para fora da sala, agora!

– Vai defender ela agora?

– Pra sala do Jonas, Drica.

– Meu pai? - Debochou.

– Seu pai ou não ele é diretor desse colégio e tem uma imagem a zelar! - Falou abrindo a porta. - Saia!

– Você não perde por esperar garota!

– Aí que medinho.

– Some daqui coisa cafona.

– Sarah, você tem que se acalmar, não liga para o que pessoas como a Drica fazem e falam.

– Eu sei professor, mas a gente não controla o ódio.

– Exatamente, não controlamos o moldamos.

– Professor, Matt e eu podemos fazer a cena? - Falou vendo a desconfortância nos olhos da Sarah.

– Muito bem, esqueçam isso, mas vocês dois não escaparão. Spencer e Matt, Ato 1 cena 5.

– Tem um beijo nessa cena. - Disse Taehyung.

– Sim, como eu sei que você Spencer, está no clube de teatro, vou precisar que beije ele, tudo bem pra você?

– Fazer o que né...

– Já que não tem outra opção...

– Se minha mão profana o relicário em remissão aceito a penitência: meu lábio,
peregrino solitário, demonstrará, com sobra, reverência.

– Ofendeis vossa mão, bom peregrino, que se mostrou devota e reverente. Nas mãos dos santos pega o paladino. Esse é o beijo mais santo e conveniente.

– Os santos e os devotos não têm boca?

 – Sim, peregrino, só para orações.

– Deixai, então, ó santa! que esta boca mostre o caminho certo aos corações.

– Sem se mexer, o santo exalça o voto.

– Então fica quietinha: eis o devoto. Em tua boca me limpo dos pecados.

Para alguns o beijo foi apenas cinematográfico, mas para nós dois não foi, e era isso que nós importava.

– Que passaram, assim, para meus lábios.

– Pecados meus? Oh! Quero-os retornados. Devolve-mos.

 – Beijais tal qual os sábios.

– Com licença Vicente. - Disse Jonas entrando com Drica na sala de aula.

– Nossa a Drica foi rápida.

– Aquela mejera deve ter destorcido toda história.

– Eu não me importo com o que ela diz.

– Jura?

– Silêncio! Eu vim falar com o Taehyung.

– E o que o senhor decidiu?

– Infelizmente, eu vou ter que ser rígido nesse episódio e dar o exemplo, Taehyung vai mesmo ser expulso. - Falou e Drica começou a sorri e bater palmas. - No meu colégio há regras e regras são regras, arrume suas coisas Taehyung.

– Yoongi, você acha que aquele seu plano imbecil podia dar certo? 

– Acho que sim né...

– Vai colocar ele a prova agora. Então vai ter que me expulsar também! - Gritei atraindo a atenção de Jonas.

E assim puxei Yoongi pela camiseta do uniforme e começamos a nos beijar. Pode ter sido apenas para salvar o meu irmão, mas o beijo estava tão bom, podia fazer isso várias e várias vezes. Espera, eu posso fazer isso agora? Ele e eu estamos... Juntos?

– PAREM, PAREM COM ISSO IMEDIATAMENTE!

– E eu também, viu!? - Falou Matt puxando Spencer pela cintura e a mesma colocou suas mãos em volta do meu pescoço. 

– E eu também. - Disse Carla beijando Francis.

Uou, pode parecer brincadeira ou ironia, mas eu nunca havia beijado ninguém, ninguém nunca se interessou por mim, não que a Carla esteja interessada em mim. Será que ela gostou do beijo? Será que eu beijo bem? - Pov Francis.

– PAREM, PAREM É UMA ORDEM, PAREM!!

– E agora Jonas? Vai expulsar todo mundo também? - Falou Vicente e todos nós paramos de nos beijar.

– Vocês venceram, o Taehyung não vai ser expulso. - Falou e nós comemoramos. -Mas se vocês pensam que não haverá uma punição, estão enganados. Na hora do jantar eu quero que todos vocês me encontrem na sala. - Falou e saiu da sala.

||

SweetIng

– Francis, vamos agora?

– Agora eu tenho o clube dos matletas.

– Ah Francis, qual é? Você nem estuda aqui.

– E você vai se dar mal?

– Não se preocupa comigo.

– Eu me preocupo, Carla.

– Você não vem? - Falou e o mesmo revirou os olhos.

– Vamos.

Após pulamos o portão eu o guiei para uma antiga serraria abandona que agora se tornou uma linha do trem abandonada. As pessoas não passavam por lá, então o mato tomou um pouco de conta do lugar. Mas até que a vista era bonita, pra falar a verdade.

Eu não entendia o que se passava pela minha cabeça, eu só queria fugir do mundo real e passar um tempo onde ninguém saberia procurar.

 – Tem certeza de que não prefere pegar um ônibus ou...

– Não, se for pra fugir tem que ser direito. - Falei o empurrando devagar com o ombro.

– O que está fazendo?

– Vamos pular no trem, eu pulo primeiro, depois você pula e eu te puxo, ok?

 – T-tá, c-claro...

A Carla era uma pessoa imprevisível, nunca se sabia o certo o que esperar dela, ela era uma pessoa descontraída e mistériosa, e eu gostaria de mergulhar de cabeça e descobrir esses mistérios. Espera, o que estou dizendo?

 – Para onde isso vai?

– Para o Norte? Talvez acabemos em Seattle. - Falou rindo da expressão do mesmo e se sentando em uma das caixas que haviam naquele trem. - Senta aí, a vista é irada.

 Tá bom, Francis você tá em uma porra de trem com a Carla, finge que tá acostumado com isso. Isso é... Nervosismo? É isso que eu tô sentindo? Mas eu conheço ela a pouco tempo. Será que eu devo puxar assunto? É isso que as pessoas fazem? Não, melhor ficar calado e esperar ela puxar assunto. - Pov Francis.

 – Aposto que você tá pensando o que está fazendo e onde está se metendo.

 – Isso passou pela minha cabeça, sim.

 – Bem... Eu queria companhia, que bom que você disse que viria comigo. - Falou dando sorriso envergonhado.

 – Só isso? 

– É, só isso.

– Tenta de novo, acho que preciso de um motivo melhor.

– Não gostou de se aventurar comigo?

– Onde vai se aventurar mesmo?

 – A vida precisa de um pouco de mistério, Francis. - Falou recebendo um olhar curioso do mesmo. - Vamos fazer algo divertido.

_ Já perdi o bv Carla, desculpa.- "O que? É sério que eu disse isso!? Mas, é melhor fingir que não foi com ela meu primeiro beijo, mas foi bom."

 – Bom saber que você tem uma língua, você quase não fala. - Falou se sentando no chão do trem.

– Fui longe de mais?

– Não, não foi longe demais. - Sorriu duchenne.

Que sorriso maravilhoso, ela tem o sorriso tão cativante.- Pov Francis.

– Tá, algo divertido. Sou todo ouvidos. - Falou me sentando ao lado dela.

– Duas verdades e uma mentira.

– O que?

 – É um jogo onde duas pessoas dizem três coisas sobre si mesma, só que duas são verdades e uma é...

 – Mentira?

 – Hm, que garoto esperto. E a outra pessoa adivinha quais são as verdade é qual é a mentira.

– Parece legal, você começa.

– Primeiro, eu sou ambidestra, segundo, eu nasci em Nova York...

– Nova York? Nunca estive lá...

– Você não viaja muito, não é?

– Até o momento não. 

– Se você pudesse viajar pra qualquer lugar? Pra onde você iria? Grécia, Londres, Kathmandu? 

– Kathmandu? 

 – Um dia eu vou escalar o Everest..

 – Qual a sua terceira coisa?

– Terceira coisa, eu sou filha do Jonas.

– Tá então, você é ambidestra, nasceu em Nova York e é filha do Jonas.

– Qual é a mentira?

 – Não acredito no papo de ser filha do Jonas e nem de você ser ambidestra.

 – Ah não? Que pena, porque os dois são verdade.

– Você é filha do Jonas?!

– E Ambidestra.

– Escreva seu nome no chão. - Falei a entregando um piloto que tinha no meu bolso.

Assim que ele me entregou o piloto eu escrevi meu nome, primeiro com a mão esquerda e depois com a direita.

 – Puts...

– A mentira é sobre Nova York, eu nasci e fui criada em Liverpool.

– Mas Nova York está na sua lista?

– Broadway, aí vou eu.

– Legal... Não posso acreditar que você é filha do Jonas.

– É, eu sou mas parece que não.

– Não precisa dizer se não quiser.

– A Drica e eu somos irmãs e filhas dele, a Drica e a primogênita dele, talvez por isso ele me odei.

– O que? Carla, como assim? Ele não odeia você.

– Minha mãe morreu depois que eu nasci, ele me culpa pela morte dela.

– Ele te disse isso?

– Ele nunca me disse um "eu te amo", ou "estou orgulhoso de você", nunca me deu um abraço, é só sermões e sermões... Já com a Drica a história é outra, ele mima ela, mata e morre por ela, e eu... Preferia que minha mãe viesse me buscar.

_ Carla, não fala isso! A Drica pode ser a mais amada, mas ela é uma pessoa fria e rude que precisa rir e atormentar os outros pra ser feliz.

– Como você pode afirmar que eu não sou como ela?

– Eu não sei, eu simplesmente acredito que você é uma pessoa melhor, você parece não se importar.

– Todos temos demônios dentro de nós, Francis. Mas tem um lado bom de toda essa situação.

– Me conta porque eu não sei.

– Sem o Jonas no meu pé, eu não preciso me esforçar pra agrada-lo, não preciso fingir ser quem eu não sou, eu só sou eu, porque ele não iria ligar de qualquer forma.

– O que você gostaria de dizer pra ele, se ele estivesse aqui na sua frente?

– Pai... Não sei se um dia você vai me ouvir, provavelmente não porque você vai estar muito ocupado para perder seu tempo com essas coisas supérfulas de adolescentes, mas a esperança é a última que morre. Eu só queria te dizer que, nestes meus anos de vida, eu senti falta de ter você. Eu, sinceramente, não sei até que ponto isso pode ser bom ou ruim, mas sei que é importante dizer isto, mais do que nunca. Às vezes eu sinto tanta revolta, que gostaria de sumir no planeta e fazer com que você nunca mais me visse. Talvez para você isso não fizesse assim tanta diferença, mas para mim faria. Eu só queria entender, por que você nunca me disse um eu te amo? Nunca me abraçou, nunca me disse uma palavra com carinho ou uma palavra reconfortante. E...- Suspirei pesado.

– Carla, não precisa falar mais.- Falei a abraçando.- Você não é a errada nessa história, não é sua culpa sua mãe ter morrido, e tem muito gente que ama e gosta de você.

– Quem?

– E...- "Eu, vai Francis fala, fala que você tá aprendendo a gostar dela, fala Francis!"

– Foi o que pensei.

– Carla...

– E os seus pais?

– Meu pai tá em algum lugar do mundo servindo o exército, não o vejo desde o ano passado.

– Nossa Francis, por que...

– Meu pai é ótimo, só é muito ocupado. Ele sempre quer conversar ou passar um tempo, eu é que sou fechado demais e ele se preocupa demais.

– Nossas vidas são completamente ao contrário... E sua mãe?

– Eu não sei... Meu pai não fala dela pra mim, meu tio Andrews me criou quando meu pai estava fora. Mas não quero falar sobre isso.

– Tudo bem, não vou te obrigar a nada, eu te respeito, mas você não tem vontade de conhecê-la?

– Tenho, muita, demais...

  Bom, agora é sua vez.

– Ok, primeira coisa...

Será que eu devo começar com mentira ou uma verdade? Ou será que devo trapacear? Vamos ver se ela é boa mesmo nesse jogo.- Pov Francis.

– Na sexta série eu quebrei a mão socando um garoto.

– De jeito nenhum.

– Ele queria roubar meu lanche, eu quebrei a cara dele.

– Pelo jeito você gosta de escrever lembretes.

– Me ajuda a manter o foco.

– Cicatriz maneira também. - Faleou pegando em sua mão.

"Será que funcionou?"- Pov Francis.

– Eu já fui gritarrista líder de uma banda cover.

– Impressionante.

– Terceira coisa, música Indie me faz vomitar.

– Você parece mistério pacas, Francis Rayworth.

– An... Pacas? Quem fala isso ainda Carla Wright? - Falou rindo.

– Coisa de parentes distantes... Mas acho que já te saquei. Não sei porque música Indie lhe faz vomitar...

 – Eu sou complexo, Carla. 

– A-ha! - Gritou o fazendo se assustar. - Xeque-Mate.

– Tudo bem aí, querida?

– Pessoas complexas raramente sabem o que querem, mas frequentemente sabem o que não querem. É um tipo de gente que não sabe comer a vida pelas bordas e já enfia a colher no meio da sopa, etc e tal...

– Tá bom...

– Você não é do tipo que age pela emoção e sim pela razão, então é mentira.

Fran Parabéns, você acertou.

– Agora sobre a história do soco. Eu não duvido que você seria capaz de dar um soco em alguém, se uma pessoa pega o que é seu, deve apanhar.

– Falou e disse.

– Mas você não ficou com essa cicatriz por ter socado alguém.

– Não?

– Isso foi uma fratura da extremidade distal do rádio.

–  Você é médica, agora?

– Não, mas no verão passado eu fiz o papel de doctor who em um trabalho de teatro que chamava "o anjo que chora".

 – Espera, o que?

– A questão é, eu sei que essa cicatriz é de um pulso quebrado, quando a pessoa caí... Tipo, de um skate?

– Está certa.

 – Eu diria... A uns sete anos atrás?

 – Oito... Pô... Caramba, eu sempre achei que mentia bem.

– Pelo menos você é bonito. Agora vamos falar sobre esse papo de guitarrista.

– A vida no palco. - "Ela disse que eu sou bonito?!!" 

– Eu adoraria ser tiete da sua banda cover, no entanto acho que é mentira sua.

– Não acha que eu seria capaz? - "Ela realmente disse que eu sou bonito!

– Pelo contrário, você seria capaz. Mas sua mão é macia, não tem calos. Você não toca guitarra. Uma pena, você ficaria gato no palco. Então se não me engano, você trapaceou, contou três mentiras.

– Talvez eu estava apenas te testando.  - "Eu sou lindo!"

– Ou talvez tenha medo de falar a verdade.

 – Você é muito boa nessa brincadeira.

 – Toda uma vida estudando o comportamento humano.

– Na verdade, você é boa demais nisso, chega a dar medo.

– Na mnha família você acaba se acostumando com as mentiras.

– Sério?

– Sério. Ei... Ahn... Obrigada por confiar em mim.

 – Confiar em você? Mas eu menti no jogo.

 – Você entrou na brincadeira e entrou nesse trem.

– Não foi nada de mais. É que eu não sou sentimentalista mas sinto que posso confiar em você. E agora eu tô me sentindo mal.

 – Por que?

– Por mentir no jogo.

– Você é meio tenso.

– Não é só... Eu não sei.

– Você precisa saber a diferença entre pensar na vida e viver. Mas pensar é fácil difícil é fazer. 

– As vezes eu me pego pensando no que é certo e no que é errado, no que devo e não devo fazer... Ao em vez de simplesmente fazer o que eu tenho vontade.

– E o que você tem vontade de fazer?

Raramente as pessoas me deixavam ser livre, me deixavam fazer escolhas, na minha escola as pessoas caçoavam de mim por ser nerd, e a Carla, ela é uma pessoa que não me faz se sentir inferior... Não sei explicar, ela me faz bem. 

– Nesse momento...

 Eu queria beija-la, mas não sabia se era apenas em agradecimento, afeto, ou se seria falta de respeito ou falta de coragem.

– Eu... Quero te contar uma verdade. - "Fraco Francis, você é fraco, ou bom demais."

– Francis, é só uma brincadeira, você não é obrigado a me contar nada. 

– Mas eu quero.

– Tá então, o que é?

– Eu tenho câncer.

– O QUE?!!

– Calma Carla, calma.

– Ficar calma? Francis você vai...

– Não, eu não vou morrer. - Falou rindo.

– O que é tão engraçado?!

– Vou fazer minha cirurgia amanhã, eu vou estar curado.- Falei e a mesma me abraçou.

– Francis você não sabe o quanto eu fico feliz em ouvir isso.

– Ei, não chora... Eu vou ficar bem. - Falou secando uma lágrima do rosto da mesma. 

– Eu vou com você.

– Mas Carla...

– Não, eu vou com você, não vou sair do seu lado nem um minuto!

– Tudo bem, agora fica calma. - Falou a olhando. - Pulseira legal.

– Tenho desde criança, a minha vó que me deu, ela era uma grande aventureira e isso serve pra me lembrar que o mundo é maior do que Little Whinging. Talvez um dia eu vá pra longe daqui. Mais cedo ou mais tarde. Eu não tenho motivos pra ficar.

– O que?!

– A não ser que você me diga um.

– Me avise se precisar de um cúmplice.

– Você quer ir comigo?

– Pra qualquer lugar.

– Que bom que conheci você.

– Faço das suas palavras as minhas.

– Olha, chegamos.


Notas Finais


Vocês provavelmente não entenderam o shipp "SweetIng" então eu vou explicar.

A letra C do nome Carla em pt/br significa encantador(a) e em inglês fica Charming, que é uma característica da Carla.
A letra S do nome Francis significa doce em pt/bt e em inglês fica Sweet, que é uma característica do Francis.

Logo Charming+Sweet= SweetIng
________________________________________

SaraH= Hot (Quente)
YOOngi= Outstanding (Excepcional)
Logo: Soongi ou Houtstand

Excepcional: Uma pessoa que é fora do comum, que ocorre além dos limites do estabelecido ou do que é normal.

Quente: Uma pessoa de gênio forte e com pouco paciência que não leva desaforo pra casa.
________________________________________

AmbeR= Mindblowing (Surpreendente)
TaehyUng= Unbelievable (Inacreditável)
Logo: Taehamb ou Umindbl

Surpreendente: Uma pessoa que causa admiração ou impacto.

Inacreditável: Que provoca admiração, que não se pode imaginar.
________________________________________

SpenceR= Romantic (Romântica)
MaTT= Talented (Talentoso)
Logo: Spatt ou Romanticle

Romântica: Pessoa que gosta de oferecer coisas que expressem sentimentos.

Talentoso: Não precisa nem explicar.

Desculpem pelos erros ortográficos.
Próximo capítulo: Quarta-feira, 25.


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