1. Spirit Fanfics >
  2. A Tale of Spring and Summer >
  3. Chapter 2

História A Tale of Spring and Summer - Capítulo 3


Escrita por:


Notas do Autor


Gente sksn, eu não sei se essa capa do capítulo ficou bom ou não, mas tudo bem, tudo aqui é experimental.
Eu realmente espero que vocês gostem desse capítulo, a fanfic não vai ser muito longa, já tá tudo pronto, e se tudo der certo, logo eu posto outra fanfic desse shipp

Capítulo 3 - Chapter 2


Fanfic / Fanfiction A Tale of Spring and Summer - Capítulo 3 - Chapter 2

1

- Susan mandou trazer - Ben Grimm disse, entrando na sala de estar da residência do Quarteto Fantástico. Nas suas mãos rochosas, estavam xícaras brancas com alguns detalhes amarelos. Era possível ver fumaça saindo de qualquer que seja o seu conteúdo. Teddy olhou para aquele homem por uns momentos, ele era feito completamente de pedras, pedras laranjas. De que espécie seria ele? Mas... esse não é o seu foco agora.

Antes do Coisa entrar na sala, Kate e Tommy estavam explicando para o Sr. Fantástico o que e como aconteceu. Teddy tentou falar, mas ele não conseguiu, ficou travado, então preferiu que seus companheiros de equipe falassem. Reed Richards escutava tudo aquilo pensativo. Estava em silêncio por alguns segundos, apenas assentindo com a cabeça. Ben começou a entregar as xícaras para todos, e somente Reed recusou. Ele parecia saber de algo.

- Um momento, rapazes - Reed disse e foi em direção a um quadro. Ele começou a fazer equações difíceis demais mesmo para um aluno que terminou o ensino médio entender. Para Teddy Altman, aquilo era de outro mundo, magia. Reed estava esticando seu braço para escrever no outro lado do quadro enquanto escrevia essas equações malucas de um modo simplesmente muito rápido.

Reed, então, terminou e se virou para os membros da equipe. Os encarou por um instante.

- Lido com viagens interdimensionais todos os dias aqui, rapazes. Vamos encontrar o Wiccano, não se preocupem. Mas acho que para isso... precisaremos contatar alguém primeiro.

 

2

 

Tudo ao seu redor era fantástico. Haviam várias cabanas rústicas e pequenas no meio da floresta, haviam pessoas vestidas de branco e com coroa de flores na cabeça, pareciam felizes, haviam flores e frutas. Billy aceitou usar a coroa na cabeça, e ela emanava um cheiro tão bom que fazia ele se esquecer das preocupações e apenas aproveitar o momento presente, acreditou no que a mulher disse sobre o acidente e esperava que a memória não demorasse a voltar.

- Meu nome é Midge. - A mulher que o guiava disse. A mesma que explicou sobre o acidente. - Ainda não sabemos o seu, mas podemos inventar um apelido. - Ela sorriu simpática.

- Pode ser… - Ele aceitou, mas admitia que não gostava muito da ideia, estar preso a um apelido pode confundir mais as coisas. - Midge, sabe se eu estava acompanhado de outra pessoa? - Ele parou de caminhar e se pôs à frente dela, seus olhos castanhos pareciam implorar por uma resposta positiva, algo que realmente o ajudasse naquele momento a recuperar sua memória. Nesse momento um vento fresco passou por ele, agitando levemente as suas roupas brancas e espalhando o perfume das flores em suas cabeças.

Midge o olhou com piedade.

- Não. Você estava sozinho quando bateu o carro contra uma árvore. Não encontramos nada com você.

Ele arregalou os olhos. Por que não acharam nada?

Engoliu em seco.

Talvez ele estivesse fugindo.

- Tudo bem.

- Sem mais perguntas, sua cabeça pode começar a doer de novo. Agora que tal um pouco de comida? - Ela pegou em seu braço e entrelaçou com o dela. - Temos várias frutas frescas e sucos naturais. - Ela piscou para Billy. - Nós mesmos fizemos.

Billy sorriu de volta, meio desajeitado e forçado, mas não queria deixá-la triste, a única pessoa que realmente parece confiável no momento. Eles caminharam para dentro da floresta e então ele conseguiu avistar várias mesas enormes e brancas, ele conseguiu ver várias frutas de longe… morangos, cerejas, amoras…

Quando eles chegaram mais perto, um garoto estava sentado tomando algo dourado em um copo transparente. Ele era loiro, cabelos longos, as flores também estavam lá, até mesmo algumas frutas pequenas, seus olhos eram verdes e ele tinha um sorriso radiante.

- Oh Midge, quem é esse? - Ele perguntou praticamente devorando Billy com os olhos.

- Ele veio conhecer o festival. Pode pegar o que quiser querido. 

E assim ele fez, Billy se sentia observado a todo momento, mas não se incomodava. Na verdade, não se incomodava de ficar lá por um tempo, tudo ali era perfeito, a comida fresca, as pessoas sorridentes, a luz. Tudo era incrivelmente hipnotizante, parecia ter sido planejado a cada detalhe em uma rígida perfeição.

O gosto dos morangos parecia de outro muito, seu gosto cítrico chegava a ser viciante, e combinava com o gosto das outras frutas. Suas bochechas ficaram vermelhas.

- Acho que podemos arranjar um telefone pra você. - Midge comentou pensativa, se sentando ao seu lado.

- Mas você já vai embora? Nem aproveitou o dia! - O garoto exclamou, parecendo surpreso e incomodado. 

Billy pensou duas vezes no que ia dizer, e sentia que deveria dizer o que realmente sentia.

- Não acho que alguém esteja sentindo a minha falta. Acho que posso ficar por mais um tempo. - Ele sorriu de lado ao ver que o estranho pareceu ter ficado mais feliz com a sua decisão. Ele era inegavelmente bonito e seus cabelos loiros o lembravam de algo… ainda era uma completa incógnita.

- Você tem sorte de ter sobrevivido ao acidente. - O garoto comentou. A brisa fresca balançava os seus cabelos loiros perfeitos. Billy ainda não estava acostumado com a ideia de não se lembrar de um acidente que quase custou a sua vida, então ele respirou fundo.

- Eu não consigo me lembrar de nada.

- Talvez você consiga lembrar de alguns flashs daqui alguns dias. - Ele deu de ombros. - Eu não sei, não sou médico.

Os dois sorriram.

- Não assuste o coitado! - Midge o repreendeu colocando a mão no ombro de Billy. - O carro foi completamente destruído.

- Por que não me levaram para um hospital? - O moreno a questionou.

- Entenda querido, estamos completamente isolados aqui, até você chegar em um hospital demoraria dias! Então achamos melhor tratar de você aqui mesmo. Agora vamos, o almoço vai começar em alguns minutos, vamos falar sobre o provável motivo de aquilo ter acontecido. 

- Desculpa…  - Ele engoliu em seco, acreditando mais na teoria de que realmente estava fugindo de algo, ou alguém. - Mas eu realmente não consigo me lembrar de nada antes de acordar aqui.

- A ögonblicket närmar sig - Um homem cumprimentou Midge em uma linguagem que Billy não entendia e se sentou ao lado dela. A mulher apenas concordou com a cabeça e continuou conversando com o moreno.

Aquele lugar era perfeito, simplesmente perfeito na concepção de Billy, todos sorriam para ele e acenavam, como se ele fosse uma celebridade.

Sim, ele estava disposto a passar mais um tempo ali.

3

Antes do Sr. Fantástico começar a guiar os Jovens Vingadores para a garagem do Edifício Baxter, onde ficavam os transportes da equipe como o Fantásticarro e a Fantástinave, um portal apareceu na sala de estar da família Richards... e para ampla surpresa, era um outro membro da família Richards. Um parente distante, se isso importa. Era o Rapaz de Ferro.

- Notei que Billy estava sumido e que o clima aqui está uma bagunça. Me desculpem se eu apareci tão repentinamente, mas achei que vocês precisavam de uma mão. O Wiccano nem sequer se encontra nessa linha temporal. - Nathaniel Richards anunciou sem cerimônias, olhando para os seus amigos ali, parados encarando-o, Cassie em especial parecia feliz em vê-lo, e Reed Richards com eles, seu parente distante. - Olá, Reed.

- Nathan. - Reed somente o cumprimentou com a cabeça. Nathan se tornava Kang, o Conquistador, em uma linha de tempo, e aquele cara com certeza foi um pé no saco para o Quarteto Fantástico, mas Nathan Richards estava ali agora e ele estava justamente tentando não se tornar Kang. Mesmo assim, ele não poderia culpar o Sr. Fantástico se ele tivesse suas desconfianças.

- Para onde pretendia ir antes de minha chegada? - Nathan o questionou.

- As assinaturas de energia de quem quer que tenha raptado Wiccano são uma anomalia irrastreável, como se fossem magia e isso pode explicar toda a nevasca forte lá fora. É de nosso conhecimento a existência do Limbo, mas cientificamente não consigo abrir um portal para lá, e seria perigoso por causa dos demônios que lá habitam. - Reed Richards começou a olhar pela janela, e os Jovens Vingadores encaravam seu rosto pensativo atentamente, enquanto ele abria a janela com o braço esticado. - Conheço uma mutante chamada Illyana Rasputin, a Magia, ela faz parte dos X-Men.

Toda aquela revelação de que Wiccano não estava nessa dimensão foi o bastante para aumentar a ansiedade de Teddy, talvez ele estivesse sendo machucado por demônios agora mesmo, talvez estivesse passado pelos piores tipos de tortura enquanto eles ficavam ali parados, enquanto ele ficava ali parado. 

Só esperava que Illyana pudesse dar um jeito naquilo rapidamente.

- Você está nervoso, não está? - Célere observou enquanto andavam em direção à garagem do edifício.

A expressão séria de Teddy serviu como resposta.

- Não se preocupa, vamos encontrar ele rapidinho, e depois você vai poder continuar obrigando o coitado a ver Game of Thrones com você em troca de The chilling adventures of Sabrina. 

Dessa vez ele conseguiu arrancar um sorriso genuíno.

- Ele sabe se cuidar, Teddy. É um dos mais fortes de nós.

- Espero que saiba. Vamos que descer no inferno para resgatá-lo de qualquer maneira. - Hulkling cruzou os braços com seus músculos tensos enquanto observava o andamento da conversa. 

 


Notas Finais


Até a próxima quarta <3


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...