História A Terceira Grande Guerra! - Capítulo 29


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Guerra, História Alternativa
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Palavras 1.507
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Esse é o capitulo pessoal, desculpa a demora, tive um pequeno bloqueio criativo kkkk

Capítulo 29 - A batalha de Bangkok!


Era manhã, dia 16 de julho, na Tailândia os Soviéticos continuavam avançar. Já haviam tomado metade do país e estavam rumo a capital Bangkok.

Porém seria lá que os aliados tentariam uma interceptação, mobilizando mais de 600 mil soldados. Takashi e Katsuo estavam dentro de um blindado recapitulando o plano.

Takashi: Certo, nós somos do grupo 1, O aeroporto Suvarnabhumi já está reforçado por nossos soldados, porém tudo ao redor já esta sendo tomado pelos soviéticos. Iremos partir então ao norte rumo ao campo de golfe Navatanee e então ao campo Panya Indra. Então no começo de amanhã avançaremos com apoio aliado para o aeroporto de Don Mueang a partir do campo de Army Sports.

Katsuo: Certo, e a partir de então, após todo o norte e noroeste ter sido tomado por nós, os grupos 2 e 3 já devem ter tomado toda a região até o centro, se não, seremos lançados como apoio para as ofensivas, no final de amanhã a cidade já será reconquistada.

Takashi: Se tudo der certo né? — Fala com um tom de preocupado.

Katsuo: Vai dar certo Takashi, tenha fé, você é general, não pode ser covarde assim. — Soca de leve o braço dele e ri, fazendo Takashi rir também.

Takashi: Você está certo Major, vamos conseguir.

Eles finalmente chegam ao aeroporto e se organizam com os soldados.

Takashi: Então soldados, os soviéticos estão nos cercando, bravos soldados já avançaram e nesse exato momento experimentam o mesmo inferno que provaremos, todos você já sabem o que fazer. Fiquem atrás dos tanques e se precisarem se separar, se separem apenas em grupos maiores que 100 pessoas, Major Katsuo. — Ele dá ordem para Katsuo começar a falar.

Katsuo: Todos vocês aqui já passaram por alguma batalha antes, apenas façam o que fizeram de melhor até aqui: Matar e sobreviver. E se morrerem, vocês apenas fizeram isso por sua pátria e família. Avancem todos, pelo nome daqueles que amam. Eu digo: A vitória está conosco. — Ele levanta sua arma dando um grito, todos se sentem inspirados e fazem o mesmo.

Finalmente os Aliados avançam para o norte. O campo de golfe Navatanee estava sobre forte defesa.

Após perceberem a aproximação dos aliados os soviéticos avançam com seus tanques e interceptam o avanço.

Takashi: Tomem posição segura! 93° avance! — Ordena com voz séria.

Os soldados do 93° regimento avançam contra o exército vermelho dos soviéticos, uma intensa batalha corpo a corpo ocorre.

Katsuo: Pela pátria... Hora de tocar a orquestra da morte para eles. — Recarrega sua arma e olha para carnificina à frente.  — Minha arma agora é um violino enviado do inferno. — Avança, ele atira nos inimigos com maestria.

Takashi: Aumentem o orgulho da nação! VAMOS TODOS! — Grita e se levanta, milhares de soldados avançam e massacram os soviéticos.  Logo após, os aliados começam a ofensiva para dentro do campo que estava cheio de trincheiras.

Os Aliados tentam avançar várias vezes sem sucesso, as trincheiras estavam recheadas com metralhadoras e atravessar aquilo seria um verdadeiro inferno. Além disso, mais tanques soviéticos avançavam.

Katsuo: Então os desgraçados acham que isso pode nos parar? — Ele pega seu coquetel molotov e o acende. Katsuo corre em direção à trincheira inimiga e por onde os tanque inimigos avançavam, e lança o molotov junto com outra granada criando uma grande explosão. Ele se joga ao chão e pega cobertura para atirar.

Takashi: Esse louco... — Ele cochicha pra si mesmo, e logo depois grita para o exército avançar. — VÃO! APROVEITEM A CHANCE!

Os soldados avançam, os tanques e metralhadoras não conseguem conter o imenso avanço dos aliados e logo os soviéticos são detidos.

Takashi: Certo, verifiquem o local e vamos avançar até o campo Panya Indra.

Os aliados voltam a avançar, quando são parados por uma enorme quantidade de soldados soviéticos, que cantavam seu hino, quando os aliados ouvem aquela imensa multidão cantando eles tremem, o som era ensurdecedor como o de uma orquestra.

Takashi se vê em um desafio, todo o exército aliado estava intimidado pelos soviéticos, então ele decide atacar fogo contra fogo.

Takashi: Katsuo... Use seu patriotismo. — Ele fala com um sorriso de lado

Katsuo: Claro... — Ele sorri e começa a cantar o hino nacional do Japão junto a Takashi, os aliados ao redor deles param de ter medo e fazem o mesmo, cantando os de seus respectivos países.

Naquele momento, por incrível que parecesse, o que era pra ser uma estratégia de guerra, acabou 

virando um leve momento de paz.

                                                

Todos os hinos acabaram, naquele momento, um silêncio tomou conta do local e um tiro para o alto é disparado e os exércitos novamente avançam para a carnificina.

Os tanques aliados avançam por trás, furando as defesas inimigas, permitindo os soldados a avançarem.  Porém, assim que os soldados entram, os tanques soviéticos saem dos lagos e começam a atirar.

Takashi: Desgraçados, eles tinham tanques submarinos... —Sussurra pra si mesmo, fecha os olhos e respira fundo. — Continuem! Procurem um lugar seguro para se proteger e atirem! Katsuo! Chame os reforços!

Katsuo: Certo — Ele pega o seu rádio chamando os reforços, ao ouvir a resposta ele faz cara de surpreso. — Takashi, sinto muito dizer isso, mas teremos que segurar eles sozinhos. Não somos os únicos com problemas aqui.

Takashi: Merda... — Corre até uma metralhadora pesada atirando contra os inimigos que avançavam. — Cadê os morteiros? Droga... — Lança uma granada e se abaixa. — Katsuo, tanque às 9 horas, 6 segundos.

Katsuo: Certo... — Se desliga de tudo ao redor, imaginando somente ele e o tanque. Ele respira fundo, cada segundo era como se fossem horas, ele dispara no cano do tanque e o explode. — Isso! — Olha ao redor e vê mais vários blindados inimigos. ­­— Cadê os morteiros Takashi?

Takashi: Eu não sei! — Várias explosões ocorrem em território inimigo assim que Takashi grita, logo ele e Katsuo olham para trás, e vêm vários soldados aliados chegando com os morteiros. ­— Não falou que não era só nos que tínhamos problemas?

Katsuo: Eu disse, mas temos os chineses, General, MILHÕES de chineses. — Acena com a cabeça para Takashi e avança junto aos soldados aliados.

A batalha continua até a madrugada, os aliados instalam uma base temporária ali e dormem.

Ao amanhecer do próximo dia, novamente os aliados começam a ofensiva, milhares de tanques avançavam, porém a defesa inimiga era muito intensa e, além disso, vários soldados e blindados inimigos avançavam.

A batalha no campo de Army Sports é rapidamente vencida pelos aliados graças a grande quantidade de reforços recebidos. Então eles já decidem avançar para o aeroporto.

Takashi: AVANCEM! — Começa a disparar, todos os soldados e tanques aliados avançam e aquilo vira uma verdadeira e violenta carnificina. Quanto mais o tempo passava, mais e mais soldados soviéticos apareciam e o jogo começava a virar.

Katsuo: Não desistam! Deixe-os dar tudo que tem, venham eles, venha o inferno, nunca pararemos! — Corre assim que a brecha aparece, se escondendo atrás de uma árvore e lançando uma granada contra os inimigos, ele continua a avançar junto aos outros soldados quando ve Takashi alvejado no chão.

Katsuo: TAKASHI! — Ele corre desesperado até seu amigo. — Vai ficar tudo bem, vai ficar tudo bem... — Diz aos prantos. — EQUIPE MÉDICA.

Takashi: Está tudo bem... Desculpe-me por não ser forte suficiente pra proteger nossa nação, continue firme com sua mira de aço amigão... Confio em você ­— Ele sorri, dando sua medalha de general para Katsuo. Seus olhos se fecham, Katsuo verifica sua pulsação e vê que Takashi realmente estava morto.

Katsuo: SEUS MALDITOS! — Avança com tudo, a defesa soviética consegue segurar o aeroporto apenas por mais 3 horas. Após um longo dia de batalhas em Bangkok, finalmente a batalha é vencida pelos Aliados, porém com um grande custo de mais de 350 mil soldados.

Na África do Sul a situação era a mesma, os soviéticos haviam parado o avanço totalmente graças à tática suicida mas eficaz das trincheiras. Isso havia se mostrado muito útil e preocupava os soldados Aliados.

Na Polônia, os Aliados estavam recebendo os últimos suprimentos para começar a grande invasão e tensão caía sobre todos no local.

Na Finlândia os Aliados se preparavam para atacar e reconquistar a cidade de Helsinque, Markus estava no hospital do exército se recuperando do tiro. Ele já estava bom, porém talvez não suficiente para combate.

Markus: Enfermeira Anne, sei que está cuidando de mim faz tempo e não me recuperei totalmente, mas eu quero ir pra guerra...

Anne: Não posso deixar, embora tenha mostrado uma recuperação incrível, ir para a guerra pode talvez gerar complicações...

Markus: É um risco a se tomar... Não só pelo país, mas também por isso... — Ele aponta pra seu crucifixo. — Me deixa ir... Ligue para a central, sei que me quer por perto, mas... Desculpa — Ele ri

Anne: Tá tudo bem... É verdade — Ela se apoia do lado da cama de Markus, ele a olha e aproxima um pouco o rosto, ela acena a cabeça e os dois se beijam. — Boa sorte, bonitão. 

Markus: Ligue para o Tenente-Coronel brasileiro Gabriel e diga que o grande amigo finlandês dele mandou avisar sobre o código 2257, Ele vai entender.

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado.


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