1. Spirit Fanfics >
  2. A Terceira Guerra Mundial! >
  3. A batalha de Berlim!

História A Terceira Guerra Mundial! - Capítulo 18


Escrita por:


Notas do Autor


Aqui está mais um capítulo! Boa leitura a todos!

Capítulo 18 - A batalha de Berlim!


Era a madrugada do dia 28 de junho, cerca de 3 horas da manhã. Os Aliados estavam nas cidades ao redor de Berlim, prontos para começar o ataque. Os soldados estavam todos apreensivos, dado o sinal, o primeiro ataque que seria o avanço aéreo começaria. Thiago, comandante das Bruxas da noite estava tenso, ele havia sido promovido para Tenente-Brigadeiro após seu ótimo comando com as bruxas e deveria honrar essa promoção.

Thiago: Bem bruxas, todas vocês estão fazendo um ótimo trabalho até agora, conquistamos quase toda a Alemanha e agora é a hora de Berlim. Iremos atacar junto com vários outros pilotos, o ataque será massivo e quero vocês pilotando igual nunca. — Disse de maneira séria, bem mais do que o mesmo estava acostumado a ser.

Enquanto isso, Emilly e João davam seu último beijo de despedida, eles iam ficar sem se ver até o fim da operação em Berlim.

João: Boa sorte, minha Emi. — Sorriu, estava a frente dela com suas mãos entrelaçadas, sua voz estava pesada, embora calma.

Emilly: Boa sorte para você em baixo também. — Beijou João e os dois foram para seus postos.

A decolagem enfim começou, centenas de aviões saiam, não só da Lípsia, mas de Dresden e de Hamburgo também. Quando os pilotos chegaram perto de Berlim, eles viram outros aviões inimigos, a batalha começaria ali mesmo.

Thiago: Se é batalha que vocês querem, é batalha que terão. Bruxas, separar! — Manobrou para o lado e todos os outros aviões começaram a se dissipar, a batalha aérea havia finalmente começado.

Emilly: É pessoal, Karen, Giovana e Vitória, atirem com tudo, tentarei não ser abatida. — Riu, com um leve tom de nervosismo e sarcasmo

Karen: Você não vai, kabom! — Gritou após lançar um míssil que acertou em cheio um avião inimigo. — Viram isso meninas? Um dos primeiros abates, o inimigo não pode nos abater se ele estiver morto.

Giovana: Muito bom Karen muito bom. — Disse após uma leve risada.

Thiago: São muitos... Então terei que matar na mesma proporção. — Falou enquanto atirava e pilotava, ele era um hábil piloto e abatia inimigos facilmente, porém ele percebeu cerca de 5 jatos inimigos o perseguindo. — Meninas manobra montanha-russa, perto da fronteira com Potsdam.

Taisy: Vamos lá, meninas se preparem para atirar. — Manobrou para o lado indo em direção ao local da batalha.

Maria: Certo, mísseis preparados. — Disse com as mãos firmes no dispositivo, fechando um de seus olhos para visualizar bem o inimigo.

Katharina: Também temos companhia galera. — Falou começando a atirar com a metralhadora traseira nos jatos que a perseguiam.

Emilly: Alguém pediu uma explosão de 3 jatos com russos para a viagem? — Disse com uma voz animada enquanto se unia as outras bruxas.

Karen: Acho que sim. — Mirou bem e atingiu o míssil no meio dos três jatos que perseguiam o avião de Taisy.

Thiago: Muito bem pessoal, hora da manobra. — Começou a virar 360° graus e os 5 jatos o seguiram, logo após, Taisy e Emilly foram de encontro a eles. Giovana atirava com a metralhadora enquanto Maria lançava o míssil, destruindo os cinco jatos. — Manobra completa pessoal, agora vamos continuar. — Retomou altitude, começando a voar para cima quando seu avião levou um tiro na asa esquerda e começou a perder controle. Thiago então pulou de paraquedas antes do avião cair junto aos outros 3 soldados. — Meninas continuem! Ficaremos bem.

Após isso Thiago pousou na cidade, pegando sua pistola e faca, ele ouviu um sussurro alemão vindo de uma casa e foi averiguar.

Franz: Soldados americanos! Ainda bem, então o ataque começou. Se escondam rápido. — Franz era um alemão, ele também estava revoltado com a presença dos soviéticos, por isso acolheu os soldados rapidamente.

Thiago: Alguém ai sabe alemão? — Perguntou um pouco confuso, Thiago sabia apenas um pouco da língua.

Kaique: Ele disse que está tudo bem, e é para nos escondermos aqui. Obrigado. — Ele agradeceu em alemão.

Emilly: Droga! — Manobrou indo rumo ao centro enquanto as outras atiravam e a batalha continuava. — Está bem Tenente?

Thiago: Afirmativo, estamos escondidos numa casa de um alemão, esperaremos o ataque terrestre começar, se concentrem na missão, aparentemente teremos ajuda de alguns civis aqui...

Taisy: Certo, vamos continuar meninas! — Continuavam a atacar, indo rumo ao Aeroporto Flughafen, ele estava sendo usado de base soviética. Taisy desceu com tudo como se fosse um ataque suicida, porém Maria atacou com o míssil e rapidamente Taisy retomou a altitude voando.

Emilly: Muito bem! — Disse voando pelos céus após dar o apoio para Taisy na manobra.

Enquanto a batalha no ar continuava, os aliados que iam pela terra começaram a avançar, porém as 3 ofensivas foram interrompidas, a de Hamburgo foi parada próxima a cidade de Oranienburgo, a de Dresden próximo a Haibe, e a de Lípsia em Potsdam.

João: Droga! Desçam dos carros, pessoal! — Disse preocupado, pegando sua arma e descendo do carro, se escondendo junto a Gustavo.

Jonas: Droga... Ainda nem chegamos a Berlim e a coisa já está feia... —Se deitou no chão de barriga pra baixo atirando junto a Pedro.

Isabela: Irei ajudar os feridos. — Correu rumo ao campo de batalha, apenas guiada pelos pedidos de socorro.

João. Rápido, vão junto a 17° Divisão para esquerda, encontro vocês depois. — Apenas ordenou, acenando a cabeça com uma expressão séria.

Pedro: Certo. — Avançava com a infantaria e mais alguns tanques aliados. Quando então eles foram atacados, Pedro tomou cobertura atirando com tudo que podia contra os soviéticos.

Jonas: Economiza Pedro, não sabemos até quando iremos ficar em batalha direto. — Atirava calmamente e precisamente com sua dupla pistola, acertando sempre na cabeça e peito dos inimigos.

Pedro: Não estou te ouvindo babaca, e qualquer coisa só pegar dos russos. — Disse após lima risada, saiu da cobertura avançando, junto a eles vários outros soldados incluindo Jonas. Eles avançavam sobre as ruas enquanto os tanques davam cobertura. Enquanto isso, a batalha no céu rolava, ainda equilibrada.

No outro lado em Haibe, Charles passava por pequenos problemas, o seu exército estava travado.

Charles: Pessoal, precisaremos usar a Dupla Pinça! — Quando ele disse isso, as divisões rapidamente se dividiram no posicionamento certo para cercar os inimigos na frente, os outros foram de jeito invertido, protegendo os outros Aliados e impedindo o movimento de ser interrompido. A operação foi um sucesso e em alguns minutos eles conseguiram eliminar grande parte dos soviéticos que estavam ali, porém ainda precisariam lutar mais até prosseguir até Berlim.

Algumas horas se passaram, o sol começava a se pôr e os soldados apenas começavam a invadir Berlim. Somente a batalha aérea já havia deixado mais de 150 mil mortos entre pilotos e vítimas dos bombardeios, além de alguns armamentos destruídos. Ao lado Norte, a invasão começava primeiro visando o aeroporto de Flugafhen para depois ir até o centro. Enquanto o ataque de Dresden visava o aeroporto de Schonefeld e o da Lípsia visava começar a enfraquecer o exército inimigo que estaria no centro da cidade.

Após Potsdam, os Aliados foram até Westlicher Duppeler Forst, predominantemente de matas, aquele ponto seria estratégico, já que aquela formação era composta por grande parte de Brasileiros, eles teriam vantagem em toda aquela mata, além disso, aquele lugar também serviria para um local temporário de descanso. Os Aliados brasileiros começaram a avançar pela mata e enquanto isso, os de outras nacionalidades iam pela estrada principal.

Gustavo: Certo, venham pessoal... — Caminhava calmamente sobre a floresta, um soviético apareceu atrás dele e ele aparentemente não percebeu, porém, assim que o soviético ia o esfaquear, ele virou sua sniper pra trás sem mover o rosto e atirou bem na cabeça do inimigo — Nada disso... — Continuava avançando quando ouviu tiros, ele subiu em uma árvore e mirou em direção ao local, vendo inimigos atirando, logo começou a disparar.

Jonas: Espero não ser abandonado agora, estou em plena batalha, o vento me traz uma voz confortante, me lembram da voz de casa, pais, sorriam, pois eu estou bem... — Cantarolava enquanto avançava atirando, a batalha lá continuava intensa até a madrugada, quando enfim os soviéticos tentaram recuar da floresta, porém eles foram atrasados por civis comandados por Thiago que atiravam rumo a eles.

João: Vamos, avancem! Não deixem os civis morrerem! — Começou a correr rumo aos soviéticos junto com todo o exército. Em pouco tempo o exército foi dizimado, sobraram apenas algumas centenas de soviéticos que foram obrigados a se render.

Thiago: Muito bem pessoal. — Disse orgulhoso, indo rumo a João com um sorriso estampado em seu rosto.

João: Tenente Thiago. — Se reverenciou

Thiago: Opa sem formalidades agora, você deve ser o Sargento João, a Emilly me contou de você. — Disse com um gentil sorriso em seu rosto, era bom encontrar conhecidos em momentos como aqueles. — Bom vocês agora estão sobre meu comando, iremos descansar aqui, vejo que estão arrumando as barracas já, muito bem.

Enquanto isso na ofensiva de Dresden, os soldados lutavam bravamente para tomar o Aeroporto de Schonefeld, a defesa soviética estava pesada naquele local.

Charles: Morteiros e tanques! Quero todos bombardeando aquela direção, rápido! — As explosões começaram a detonar o muro em volta do aeroporto fazendo um furo nas defesas inimigas. Logo após todos os soldados começaram a tentar invadir sobre toda a artilharia pesada, eles conseguiram mesmo após pesadas baixas e o ataque dentro do aeroporto começou. — Rápido 32° Brigada, sigam-me. — Correu, tomando cobertura enquanto atirava, entrando dentro da construção do aeroporto e avançando com tudo sobre os soviéticos. Após meia hora de batalha o aeroporto foi tomado. — Descansem, aproveitam e comam, iremos retomar o ataque ao amanhecer.

Enquanto isso ao Norte, a ofensiva que veio de Hamburgo foi um sucesso. Os Aliados haviam dominado o aeroporto e uma pequena parte mais ao sul. Assim que o sol se fez presente sobre os céus, as ofensivas recomeçaram.

Thiago: Vão!. — Ordenou o ataque e os soldados junto com os civis avançaram. A frente deles um enorme batalhão de tanques, que ia limpando os soviéticos ali presentes, além disso, vários outros civis ao perceberem o ataque começaram a sair de suas casas para ajudar. Com essa atitude muitos civis foram mortos, porém o exército soviético começou a ficar desorientado.

Pedro: Tomem bala! — Correu rumo a um soviético que estava em direção a uma criança, o matando e a salvando, a dando uma pistola. — Mete tiro neles e não seja inútil Reichtag! — Voltou a correr metendo bala em todos os soviéticos que via junto a Jonas.

Jonas: Cara, sério que tu fez uma referência a Hitler no meio da Alemanha e ainda deu uma pistola pra uma criança? — Disse totalmente incrédulo

Pedro: Naim Naim Naim — Disse em meio a boas risadas, sua voz parecia um pouco alterada por consumo de álcool.

Jonas: Ta, já entendi, você fez. — Riu baixo enquanto continuava a avançar, os tanques Aliados iam liderando a ofensiva, não só servindo com aríetes impetuosos, limpando as defesas, mas também exterminando diversos soviéticos.

Os Aliados continuavam a avançar, grande parte dos que estavam na ofensiva da Lípsia se juntaram aos que estavam na ofensiva de Hamburgo indo rumo ao centro, enquanto a outra parte se dividiu para ajudar a ofensiva de Dresden. A batalha continuava a se intensificar enquanto o dia passava, e mesmo com a chegada de reforços soviéticos, já na madrugada seguinte, a batalha estava a favor dos Aliados.

João: Pessoal, rumo ao centro, iremos até a prefeitura do local. — Ele continuava avançando, mesmo sem dormir e extremamente cansado, enquanto lutava contra os inimigos, e então um grande grupo de soviéticos vão de encontro a eles começando uma intensa batalha entre tanques e soldados. — Rápido pessoal, venham me sigam. . — Os cinco contornaram o campo de batalha flanqueando os inimigos que viraram a atenção para eles. — Rápido atirem tudo! — Os protagonistas atiraram com tudo e geraram uma distração suficiente para serem confundido com um batalhão inteiro, assim os Aliados conseguiram avançar. Perto do centro da cidade, eles se encontraram com o exército que estava vindo de Dresden e avançaram com tudo para cima dos inimigos que estavam na prefeitura.

O sol novamente já começava a nascer quando soldados e civis invadiram a prefeitura capturando um importante Marechal do exército soviético. Porém a guerra ali ainda não havia acabado, os soviéticos não se rendiam, soldados e civis lutavam lado a lado.

Thiago: Avancem todos! Vamos tomar cada centímetro se for preciso! — Ele avançava junto a vários outros soldados sobre partes que ainda não haviam sido conquistadas, um grande grupo de soviéticos os impediram junto a tanques que mataram vários. Porém os Aliados continuam avançando rumo a uma batalha corpo a corpo.

Pedro: AH! — Enfiou a faca no pescoço de um soviético e pulou em um tanque, jogando uma granada pelo cano e correndo para longe enquanto o tanque explodia atrás do mesmo. Jonas avançava com uma faca e uma pistola matando vários soviéticos, ele pulou em cima de um inimigo que estava em um buraco de granada quase matando Isabela que cuidava de um ferido. —Cuidado, não vá perder sua vida cuidando de outra...

Isabela: Eu não falo nada... — Atirou perto da cabeça de Jonas, outro soviético havia quase o esfaqueado.

Jonas: Desculpa e obrigado. — Deu um sorriso forçado, voltando ao combate corpo a corpo.

Enfim, após mais algumas horas de batalha, os soviéticos se renderam, mais de 600 mil Aliados haviam morrido entre soldados e civis, junto a 800 mil soviéticos. Mais de 100 mil inimigos haviam sido capturados, enquanto 600 mil haviam recuado para a Polônia.

A batalha de Berlim foi ganha, porém ela havia sido a mais mortal de toda a guerra, matando milhões em apenas 3 dias de batalha. Porém ela foi um grande ponto de virada dos Aliados, e agora, a ofensiva prometia não ser mais parada.

Após a intensa batalha os protagonistas descansaram no aeroporto, os pilotos sobreviventes foram recebidos logo de manhã, entre eles, as bruxas, todas elas cumprimentam Thiago e João correu para dar um abraço bem apertado em Emilly. Logo após os dois saíram para comer juntos no acampamento que foi montado em Westlicher, porém do outro lado Isabela recebia a triste notícia que seu pai havia morrido e que ela podia voltar para o Brasil caso quisesse.

Isabela: Não... Eu lutarei até o fim nessa guerra que meu pai perdeu a vida... Por ele, e pelas pessoas que podem ser salvas por mim, não irei... — Suspirou enquanto segurava as lágrimas nos olhos.

Gustavo: Tudo bem tudo bem... Essa é sua escolha.. — Abraçou Isabela, a confortando.

Pedro: Bem-vinda ao clube... — Abaixou a cabeça e a abraçou rapidamente, seu pai havia morrido em sua infância, então de certa forma Pedro compartilhava da dor de sua parceira.

Jonas: Vai ficar tudo bem... Você é uma menina forte... –Também a abraçou.

Após tudo isso, os Aliados voltaram a planejar o resto da ofensiva e enquanto a batalha ocorria, a Grécia conseguia retomar seus territórios e avançava rumo a Turquia.

Cada vez mais os Aliados chegavam a capital de Cuba, além dos norte-americanos terem tentado outra invasão, dessa vez bem sucedida, que colocou mais de 200 mil soldados em solo cubano.

Na África, a República Democrática do Congo havia sido conquistada, e os Aliados lutavam na Angola e Zâmbia além de terem começado a investida em Moçambique. Ao sul, os Aliados estavam começando uma batalha em Maseru, Capital de Lesoto e a partir das invasões australianas em Durban e Richards Bay, a África do Sul começava a ser reconquistada. 

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado! Até o próximo capítulo!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...