História A Terrível Decisão (Bori) - Capítulo 10


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Categorias Victorious
Personagens André Harris, Beck Oliver, Cat Valentine, Elizabeth Gillies, Jade West, Rex Powers, Robbie Shappiro, Tori Vega
Tags Adolescentes, Amigos, Bori, Casal, Colegial, Drama, Intrigas, Revelaçao, Romance, Teatro, Traições, Victorious
Visualizações 22
Palavras 1.296
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 10 - Confissões no Bar


Fazia um tempo que o grupo não via Tori. Eles sempre a chamavam para sair, mas ela sempre dava alguma desculpa. Beck sabia muito bem o motivo, pois ao despertar no dia seguinte, ele viu a publicação de Jade. A bela jovem sombria, havia ido embora antes que ele acordasse o que não lhe deu tempo para iniciar uma briga. No entanto, Beck estava irritado, não por Jade, pois ele a conhece muito bem para saber que ela seria capaz de fazer qualquer coisa para afastar uma certa intrusa, mas estava irritado consigo mesmo. Irritado por não conseguir fazer uma escolha entre Jade e Tori. As pessoas dizem ser impossível amar duas pessoas ao mesmo tempo, mas para Beck isso beira a mais pura realidade tornando-o cada vez mais louco. É como se a parte de Jade se encaixasse na parte de Tori tornando as duas uma só pessoa perfeita para ele. Era nítido o quanto ele achava Jade sexy com suas roupas pretas e seu comportamento selvagem de mulher poderosa, mas ele amava a fofura e delicadeza de Tori que o deixava mais apaixonado por ela. Agora, sabendo da bobagem que fez, Beck se encontra em um pub da cidade noturna. Está sentado, encarando o copo de whisky e pensativo.

André que vagava pelas ruas, entra no pub e se depara com Beck que ainda não havia notado sua presença. Na verdade, ele não notara nada, pois estava submerso em seus pensamentos. André se levanta da mesa e caminha até o balcão do bar onde algumas pessoas bebiam sozinhas e outras acompanhados por alguém especial. Ele se senta no banco ao lado de Beck. 

— Hey Beck! O que faz aqui sozinho? — Beck desperta das profundezas da sua mente e olha para André.

— E aí, cara! Só...estou dando um tempo aqui. Você vai querer? — Beck levanta o copo de whisky, André aceita. O barman põe o copo em cima do balcão e despeja a bebida alcoólica e em seguida, se afasta para atender outro cliente.

— Bom whisky! — Diz André após dar um gole. — O resto da turma anda meio distante ultimamente. Foi coincidência eu encontrar você.

— Relaxa! Daqui alguns dias as aulas começam de novo.

— O que você vai fazer quando acabar? 

— Quando acabar o quê? — Beck olha para André.

— Esse é nosso último ano no colegial. O que pretende fazer? — Beck pensou.

— Eu quero ser ator. É o que eu gosto. E pelo visto, você vai seguir a faculdade de música. — André sorri.

— Eu amo música! Talvez eu vá para o caminho de produtor musical. Espero que dê certo!

— Vai sim! Você é o melhor que eu conheço. — Os dois ficaram em silêncio. Beck tomou o último gole até pedir mais uma rodada. Já foram várias e ele já perdeu as contas. André percebeu que Beck não estava bem, pois ele sempre foi muito responsável, principalmente com bebidas, mas agora bebia como se não se importasse.

— Como está entre você e a Jade? — Os dois eram grandes amigos, o suficiente para André fazer tal pergunta sem Beck ficar incomodado. O rapaz iria dar um gole, mas devolveu o copo ao balcão e encarou a bebida.

— Acho que o correto seria como eu estou.

— E como você está?

— Péssimo! — André olhou para o amigo desabafar. — Me sinto o cara mais estúpido do mundo por conseguir causar mal à duas pessoas ao mesmo tempo, fora eu mesmo.

— O que você fez? — Beck se virou para André e posou sua mão sobre o ombro do amigo.

— Você promete não me julgar?

— Claro!

— Eu estou apaixonado pela Tori. — André levanta as sobrancelhas de surpresa.

— Não brinca! — Beck dá um curto sorriso, mas volta a ficar sério. Ele se volta para a bebida novamente. — Cara, mas...como? Eu sempre achei que vocês fossem só amigos, quase irmãos.

— E éramos! No início, eu sempre vi a Tori como uma grande amiga. Nunca dei em cima dela, mas de uns tempos para cá, fui a olhando com outros olhos. 

— Ela sabe disso?

— Sabe! — André quase se engasga com a bebida.

— E a Jade? Eu vi a publicação ontem e... Agora estou confuso!

— Eu fiz bobagem! Me apaixonei pela Tori e me aproximei dela mesmo estando com a Jade. Ela ficou desconfiada e ainda está. Quem publicou a foto foi ela, na noite que ela foi para a minha casa, ela tirou a foto quando eu estava dormindo. Publicou, porque desconfia de Tori e quis magoá-la.

— Cara, a Jade é maluca! Você sabe que ela pode querer fazer mal à Tori.

— Eu sei! Mas não sei o que fazer. Eu gosto da Jade, mas também gosto da Tori e não consigo quebrar esse ciclo maldito.

— Beck! Somos amigos e como amigo, vou te dar um conselho. Pesa as duas em uma balança e veja quem mais te faz feliz. Qual das duas você se sente mais atraído. Você não pode ficar com as duas e sabe disso. Tori é uma boa garota para querer estar em um triângulo amoroso e Jade é extremamente possessiva para querer te dividir. Você só tem que fazer uma escolha. Pensa bem! Você sempre gostou da Jade, talvez o fato de ter se aproximado da Tori tenha sido por causa da sua carência em meio as brigas com a Jade. Talvez você possa ter se aproveitado dela e agora se ver perdido nos seus sentimentos confusos.

Beck não havia pensado nisso antes. Mas se fosse verdade, seria uma canalhice de sua parte ter se aproximado de Tori apenas para usá-la e suprir suas necessidades com ela já que não conseguia fazer o mesmo com a Jade. Porém, André tem razão! Ele não pode escolher ficar com as duas e precisa tomar uma decisão, mas antes, ele queria tirar algo a limpo com André.

— É verdade que você um dia gostou da Jade? — André arregala os olhos ao saber que Beck sabe de um segredo seu. — Eu não vou te julgar ou algo do tipo. Só queria saber sobre isso.

— Foi sem querer! — Beck ri.

— Ninguém ama porque quer, André!

— Eu chamei a Jade para cantar uma canção. Precisava de ajuda e ela se dispôs. Quando eu a vi cantar, percebi que ela parecia doce e ingênua. Como se àquela fumaça negra em volta dela tenha se dissipado. Me apaixonei por isso, mas não pelo lado cruel dela. — Beck percebeu que André parece ainda gostar de Jade pelo modo que se expressou ao falar dela. Porém, para sua estranheza não ficou incomodado, muito pelo contrário, parecia estar aliviado. Pois Beck gostaria de passar Jade por uma ponte para que ela fosse embora e ao saber que alguém estaria esperando e que ela não iria ficar sozinha, isso seria um alívio.

— Você ainda gosta dela? — André ficou em silêncio por alguns segundos. Engoliu a bebida de uma vez e se levantou.

— Deveríamos voltar pra casa. Estar tarde e você bebeu demais. — Falou, mudando de assunto. Beck terminou a bebida. Retirou a carteira do bolso da calça jeans e pagou pela bebida. André fez o mesmo. Os dois se deslocaram até a saída.

— Não vou pra casa agora. — André parou em frente dele.

— Onde vai?

— Preciso me desculpar com a Tori. Preciso resolver toda essa bobagem que eu fiz. Eu sei que ela está com raiva de mim e eu não quero começar as aulas com ela longe de mim. Não quero que ela sofra por minha causa. — Beck seguiu um caminho oposto pela calçada.

— Não é melhor deixar pra fazer isso amanhã? — Perguntou em voz alta. Beck virou e deu alguns passos de costas.

— Preciso aproveitar que a bebida está fazendo efeito e me dando coragem. — Respondeu, se virou e foi embora seguindo para a casa de Tori.

— Maluco! — Murmurou André com um sorriso e indo embora para casa.



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