História A traição - Sebastian x Leitora - Kuroshitsuji - Capítulo 1


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Categorias Kuroshitsuji
Personagens Beast, Sebastian Michaelis, Undertaker
Tags Hentai, Kuroshitsuji, Sebastian, Sebastian Michaelis, Sebastian X Leitora
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Palavras 5.783
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishounen, Ecchi, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Literatura Feminina, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Lá se foi mais uma one pra encher vocês kkkkk

Capítulo 1 - One


Fanfic / Fanfiction A traição - Sebastian x Leitora - Kuroshitsuji - Capítulo 1 - One

Exatos cinco anos de casados, eu e Undertaker completamos cinco anos, quem diria que iria durar tanto tempo...

Eu sorria folheando nosso book de casamento, eu era uma tola apaixonada mesmo depois de tantos anos, ele não havia mudado nada, os cabelos prateados vivos, os olhos verdes vibrantes, eu havia o amado desde o primeiro sorriso até sua gargalhada esganiçada.

– Você adora namorar essas fotografias né? - Se sentou do meu lado observando as fotos.

– Sim. - Sorri deitando a cabeça em seu ombro.

– Namore seu marido real não fotografias. - Me derrubou na cama beijando meu rosto.

Ri olhando para ele, o beijei o rosto. - Preciso do seu celular.

– O que houve com o seu? - Sentou-se me olhando.

– Caiu e não quer mais ligar. - Suspirei me atirando na cama com os braços abertos.

– Segundo celular que quebra só esse mês amor, estamos trabalhando para pagar seus acidentes com celular. - Disse fazendo careta.

Ria colocando a mão sobre a boca. - Não é minha culpa se essas tecnologias atuais são tão frágeis.

– Ou você é muito grossa. - Riu me entregando o próprio celular.

Entreabri a boca incrédula de suas palavras, bati nele com o travesseiro e ele seguiu rindo em direção ao banheiro.

Peguei o celular para mandar um encarecido e-mail para meu redator, quando uma mensagem surge nas notificações, Beast era o nome, a mensagem dizia: Sua esposa está em casa agora?

Ergui as sobrancelhas, eu adoraria responder, mas eu respeitava meu marido, não faria, dei um longo suspiro e retornei a digitar o e-mail, mas a mulher era insistente.

Beast: Estou sozinha, fuja daí.

Agora eu estava irritada, apertei os olhos antes de suspirar, contei até dez, enviei o e-mail.

A porta do banheiro se abriu dando espaço ao meu belo marido que saia com os cabelos amarrados em um rabo de cavalo e a toalha no quadril. - Conseguiu?

– Sim. - Forcei um sorriso.

Eu iria testar ele hoje. - Seu celular tem vibrado bastante deve ser mensagens importantes.

Pegou o celular para olhar, me olhou e olhou para a tela outra vez.

– Podemos fazer o jantar juntos e depois você sabe, fazer aquilo que tem tempo que não fazemos. - Apoiei as mãos na cintura.

O olhar esverdeado estava fixo a tela do celular. - Hoje não vai rolar, tenho que ir ver o que houve com a tatuagem dessa cliente.

Cruzei os braços e respirei fundo, forcei um sorriso. - Tudo bem...

Dentro de poucos minutos Undertaker vestiu uma bela camisa e saiu de casa sem relutar, ao ver seu sorriso ao sair tive certeza, ele tinha uma amante, nem se dava ao trabalho de esconder da trouxa apaixonada que era sua esposa.

Joguei nosso book de casamento no lixo, liguei a televisão em busca de conforto em um programa de televisão, e foi automático, as lágrimas correram meu rosto sem cerimônia, eu passava as noites cuidando das contas da casa, ajudando no estúdio de tatuagem dele e enquanto isso? Ele estava comendo outra, me largando sozinha mesmo eu oferecendo meu corpo em troca, como eu pude ser tão ingênua.

Abracei um dos travesseiros enquanto as lágrimas rolavam, todo meu amor havia sido duramente esmagado e esse apartamento era o lembrete de meus cinco anos desperdiçados o amando de todo meu ser.

Sequei meu rosto com as mangas da camisa, respirei fundo e cozinhei um macarrão instantâneo, a casa tinha o cheiro do meu Judas.

Juntei sua camisa atirada no sofá a apertei nos dedos, a tristeza agora se transformava em ódio, eu rasgaria o belo rosto com as unhas se me permitissem.

Depois de uma noite turbulenta de sono, despertei pela manhã e lá estava o idiota, dormindo serenamente só de cueca, com a baba escorrendo pela bochecha, maldito desgraçado.

Tomei um longo banho, hidratei meu corpo com o mais cheiroso hidratante que tinha no armário, vesti uma bela lingerie branca rendada quase transparente, uma calça de couro, uma camisa social mais larga branca transparente, entrei no quarto balançando os cabelos.

– Bom dia. - Disse sonolento.

Revirei os olhos e me sentei na cama calçando as botas.

– Cadê nosso café? - Sentou-se me olhando.

– Não sei, faça, sou sua esposa não sua empregada. - Peguei o sobretudo preto e a bolsa.

– Que mal humor para tão cedo. - Coçou a cabeça. - Quer que eu acabe com seu mal humor?

– Você não tem acabado nem com nosso casamento, imagina meu mal humor. - Vesti o sobretudo. - Até mais Undertaker. - Sai sem maiores explicações o deixando com cara de trouxa.

Entrei no primeiro táxi em direção ao trabalho, eu me divorciaria, sempre deixei claro meu repúdio por traições e que jamais perdoaria uma.

Entrei na redação bagunçando meus cabelos.

– Bom dia! - A moça da recepção dizia.

– Bom dia. - Sorri indo até a minha mesa.

Uma pilha de pautas para analisar, o dia seria cansativo.

Retirei o sobretudo e amarrei meus cabelos em um coque.

O dia foi uma correria mas ele parecia render, eram três horas da tarde e eu já estava com a mesa limpa, respirei aliviada, foi então que o telefone tocou, o atendi.

– Daily mail, boa tarde. - Apoiei os cotovelos na mesa, acariciando minha nuca com uma das mãos, enquanto a outra segurava o telefone contra a orelha.

– Eu gostaria de falar com a senhorita... Com a esposa do senhor Undertaker. - um Sotaque puxado dizia.

– Sou eu mesma, o que ele fez dessa vez? - Suspirei trazendo a mão da nuca em direção a minha têmpora para a massagear.

– Pela forma que fala creio que já deve saber sobre a traição não é? - Disse com certa tranquilidade.

Suspirei, apoiando a mão nos olhos.

– Bom, sou o marido da mulher que ele trata por amante. - Um curto silêncio se instaurou. - Você gostaria de sair para um café?

– Recuso o café, mas se me oferecer um forte whisky eu vou. - Segurava o telefone olhando para a tela do computador.

Pude o ouvir gargalhar, uma sonora e gostosa risada. - Whisky então.

– Ótimo, onde? - Eu não fazia ideia de como aquele homem era e estava marcando encontro com ele, e não negaria, eu estava realmente pensando na hipótese de transar com ele durante a noite toda por vingança.

– Há um bar na frente do Daily mail não é? Nos encontraremos lá, pode me passar seu celular? - Disse calmo.

– Estou sem celular. - Passei a mão pela nuca. - Me diga como estará vestido para que possamos nos encontrar...

– Terno. - Disse de forma direta.

– Seis hora da tarde, Londres numa quinta feira a noite, provavelmente muitos estarão de terno. - Ri olhando para o telefone.

Pude ouvir a gargalhada gostosa outra vez. - Tudo bem, usarei luvas de couro.

– Eu estou usando uma calça de couro, então creio que nos encontraremos com certa facilidade. - Sorri enrolando uma mecha pequena de cabelo no dedo.

– Ok, até logo senhorita. - Desligou.

Inevitavelmente não contive a imaginação, provavelmente aquele homem tinha o mesmo plano que eu na cabeça, vingança, mas eu não sabia quem era, poderia ser o homem mais nojento do mundo. Fiz uma careta ao imaginar que ele havia sido traído por feder.

– Eca. - Ri de mim mesma.

Durante todo e expediente fiquei pensativa sobre o assunto, mas determinada a vingar, trairia Undertaker independente do homem que aparecesse naquele bar.

Desci do prédio em direção ao bar, havia uma quantidade exorbitante de homens de terno como eu havia imaginado, soltei um longo suspiro.

Procurei por todos os lados, luvas de couro, ninguém estava de luvas, suspirei.

Senti uma mão se apoiar em meu ombro.

– Pela calça de couro creio que seja você. - O mesmo tom do telefone disse perto da minha orelha, me fazendo arrepiar.

Que sotaque gostoso, só de ouvir sua voz meus olhos queriam se revirar, de tão satisfatório.

Me virei para o olhar e vi as luvas de couro. - Sim.

– Sou Sebastian Michaelis. - Estendeu a mão em minha direção.

Arfei ao ver a figura que se encontrava a minha frente, um homem alto de cabelos negros, pele pálida e olhos castanhos avermelhados, nem nos meus maiores fetiches imaginei um homem assim, de presença marcante e imponente.

– Prazer. - Apertei a mão dele.

– Peguei uma mesa para nós. - Sorriu passando pelas mesas, o segui.

Sentei de frente para ele e acenamos para o garçom, não conseguia evitar o encarar, ele era lindíssimo, como alguma mulher ousaria o trair?

– Você tem me olhando bastante... Estou ficando meio constrangido. - Sorri de forma simpática.

– Desculpe, estou tentando entender porque alguma mulher trairia um homem como você. - Apoiei um dos cotovelos na mesa.

– Bem... Me deixe ouvir suas teorias. - Sorriu pedindo dois whiskys para o garçom.

– Você fede? - O olhei curiosa.

– Venha descobrir. - Disse desafiador.

Me levantei e sentei ao lado dele, aproximei o rosto de seu pescoço e aspirei, o delicioso perfume fino, provavelmente importado.

– Muito bom. - Aspirei outra vez.

– Então a traição não foi pelo meu cheiro. - Gargalhou.

– Talvez você tenha um pau pequeno. - Eu disse sorrindo.

– Quer testar isso também? Porque agora achei ofensivo da sua parte. - Riu.

– Desculpe. - Ergui as mãos sorrindo.

– Eu sei o motivo de eu ter sido traído. - Disse com tranquilidade pegando o copo de whisky e estendendo o braço nos ombros da minha cadeira.

– E qual é? - O olhei curiosa.

– Ela está irritada porque não quero ter filhos. - Virou o copo de whisky. - Ela é a droga de uma garota mimada.

– Eu também não quero ter filhos, acha que é por isso que também fui traída. - Ergui as sobrancelhas o olhando.

– Provavelmente. - Sebastian apontou para o copo pedindo outro. - Eu nunca quis me casar, ela praticamente me forçou mesmo sabendo que eu não queria uma família.

– Eu sempre quis me casar, mas não quero filhos... Não acredito que seja por isso, seria mais fácil o divórcio. - Brindamos e virei o whisky.

– Exatamente o que eu penso, mas agora estou irritado... Me sinto um inútil sexualmente dizendo. - Dava uma longa golada no whisky.

– Sinto o mesmo. - Suspirei. - Você quer se vingar daqueles idiotas também?

– Eu adoraria. - Virou o whisky. - Não vai se sentir mal?

– Undertaker não se sentiu mal de tá comendo outra buceta que não fosse a minha, então não, não vou. - Virei o copo. - Vamos.

Sebastian colocou algumas notas sobre a mesa e saímos do bar, segurei em sua mão.

– Vamos para um motel? - Ergueu uma das sobrancelhas me olhando.

Assenti positivamente.

Sebastian me guiou até seu Porsche preto e nós dois entramos.

O caminho foi silencioso até o motel, acho que definitivamente não era o tipo de ambiente que nenhum de nós dois costumávamos visitar.

– Me diga, você nunca traiu sua esposa? - Perguntei curiosa.

– Estou a caminho de fazer agora. - Desligou o carro dentro do estacionamento do motel.

Sorri, me inclinei sobre o banco cheirando seu pescoço outra vez. - Vamos pegar outras bebidas?

– No quarto pedimos. - Sorriu descendo do carro e abrindo a porta para mim.

Desci sorrindo para ele, eu sem dúvidas me sentia a maior safada de todas, mas uma safada completamente feliz.

Senti o braço forte agarrar meu quadril enquanto caminhavamos em direção ao quarto.

Apoiei a mão sobre a dele em meu quadril e deitei a cabeça em seu ombro, senti os dedos hábeis deslizarem por meu traseiro o apertando com vontade.

Mordi meu lábio inferior.

Sebastian abriu a porta, e eu fui a primeira a entrar, o imenso quarto, cama redonda, espelhos no teto e nas paredes, uma banheira de hidromassagem e um banheiro aberto junto com o quarto, nunca havia ido em um motel, era assustadoramente novo.

Ele fechou a porta atrás de si e pegou o telefone do quarto, enquanto retirava o sobretudo.

– Champanhe e Whisky, por favor. - Dizia se sentando na cama com o telefone.

Sorri e me sentei do outro lado, o vi desligar o telefone. - Primeira vez que venho em um motel... Tem muitos espelhos.

– Isso é um problema para você? - Retirava o blazer se levantando.

– Não sei, nunca fiz com espelhos próximo. - Corei, minha confiança estava saindo junto com as peças de roupa dele.

– Eu gosto dos espelhos, vejo muitas utilidades para eles. - Sorriu puxando a gravata, a formalidade dele havia desaparecido.

– Você parece mais solto agora. - Me ajoelhei sobre a cama.

– Você parece mil vezes mais tímida. - Abriu o botão dos pulsos da camisa social. - Quer desistir?

– Tire a camisa e eu respondo. - Disse brincalhona tentando esconder minha timidez de ser tocada por outro homem depois de 5 anos casada.

Sorriu de forma maliciosa e começou a abrir os botões de sua camisa. - Vai ficar vestida?

Retirei as botas e o sobretudo, enrolei os cabelos em um coque. - Prefiro que venha tirar o restante.

Abriu a camisa me deixando ver seu corpo definido, o abdômen milimetricamente sarado, e o peitoral firme, subiu na cama sobre os joelhos e segurou na barra da minha camiseta a erguendo e retirando.

Passei as mãos pelos ombros dele retirando a camisa já aberta, por alguns segundos nos encaramos.

– Agora sou eu quem se pergunta, qual problema do seu marido. - Sorriu segurando em meu rosto e aproximando a boca da minha.

Sorri e dei toda a passagem do mundo para que me beijasse, sua língua invadiu minha boca iniciando um beijo intenso e caloroso, ele era hábil no que fazia, senti as mãos percorrerem o meu traseiro o apertando com força, passei os braços por seu pescoço afundando o beijo, apertando meus seios cobertos pelo sutiã no peitoral nu dele, o fôlego daquele homem era sem fim.

Nos afastamos para pegar ar, mas não o bastante, as mãos apertavam meu traseiro forçando meu quadril contra o dele, pude sentir o roçar do volume cilíndrico e foi como se uma torneira tivesse se aberto na minha calcinha, a quanto tempo eu não era tocada com tanto desejo.

Os beijos quentes percorriam meu pescoço, pude sentir a palmada forte contra meu traseiro me arrancando um sorriso, enquanto eu apoiava as mãos na cabeça de fios negros que beijava em uma trilha para meus seios.

Quando senti minha vergonha dissipar pude ouvir a porta.

– Droga, eu tinha me esquecido. - Sebastian se afastou e seguiu em direção a porta.

Meu coração estava disparado, mordia meu lábio inferior o observando.

Ele pegou o que havia pedido, deu a gorjeta e fechou a porta. - Quer beber?

– Sim, por favor. - Me levantei abrindo o botão da calça e o zíper.

O olhar castanho avermelhado estava atento ao que eu fazia enquanto enchia nossas taças com champanhe.

Retirei a calça, me aproximei dele que estendia uma taça em minha direção.

Viramos a taça ao mesmo tempo, e voltamos a nos beijar.

No meio ao beijo senti as mãos atrevidas subirem pelas minhas costas em direção ao sutiã, com uma facilidade assustadora ele o soltou.

Sorri contra os lábios dele. - Primeiro homem na terra que não tem dificuldade em soltar um sutiã. - Ri divertido.

– No entanto eu sou formado nisso. - Riu contra meus lábios e deslizou as mãos por meus ombros deslizando as alças até que caísse.

– Quais outros dons você tem Michaelis? - Sorri passando as mãos nos fios negros.

– Vai descobrir agora. - Me derrubou na cama ficando sobre mim.

Prendeu minhas mãos contra o colchão enquanto sua boca descia espalhando beijos por meu tórax até os meus seios, onde ele iniciou sua festinha particular, abocanhou um dos meus seios, deslizou a língua morna pelo bico sensível o sugando em seguida, lambia e torcia, mordia com cuidado, mantendo meus braços presos a cama com suas mãos.

Gemi me contorcendo contra sua hábil boca, deliciosa e quente, o abracei com as pernas.

– Você tem o gosto doce como eu imaginava. - Sorriu maliciosamente sugando o outro seio, deslizando a língua morna entre as sugadas e mordendo.

– Mmmmmmmm. - Gemi alto apertando os dedos na mão, era delicioso, só havia tocado em meus seios e eu já estava vibrante.

– Que som agradável, vamos ver se consigo arrancar mais desses. - Soltou meus braços e agarrou minha cintura, beijando minha barriga em direção a minha calcinha, agarrei os fios negros, estava ofegante.

Ele retirou a calcinha a jogando sobre o ombro e afastou minhas pernas. - Você é toda linda mesmo. - Descia os beijos pela parte interna da minha coxa me torturando, desci a mão para massagear meu ponto de prazer pois não suportava mais esperar.

– Não deixei se tocar. - Segurou meu pulso prendendo minha mão na cama outra vez.

Sebastian era visivelmente imponente, ele se impunha, um dominador, eu podia ver o brilho predatório em seu olhar, eu era a presa dele, devia simples ceder a suas vontades, era assim que tudo funcionava com ele e eu estava amando, foder com um homem tão selvagem.

Afastou minhas pernas e se inclinou, apoiou minhas pernas em seus ombros e deslizou a língua entre os lábios da minha íntima, meus olhos se reviraram ao sentir a quentura de sua língua.

Chupou meus lábios inferiores e para tornar o processo mais demorado, deslizou a língua quente pela minha pequena entrada, senti os dedos fortes apertarem minhas coxas com força, ele estava completamente carregado de tesão assim como eu.

Senti os lábios frios sugarem meu clitóris tão sensível e gemi sem pudor, sua língua deslizava em pequenos círculos de forma veloz.

– Misericórdia. - meus olhos se reviravam enquanto eu agarrava os lençóis, meu corpo tremia.

Agora ele colocava uma leve pressão na língua junto ao restante dos movimentos, ainda dava longas sugadas entre.

– Sebastian! - Eu chamava seu nome enquanto me contorcia contra sua boca.

Não demorou para que meu corpo se desfizesse em um orgasmo, minhas pernas tremiam, eu estava arrepiada e ofegante.

– Seu gosto é realmente viciante. - Sorriu se erguendo sobre os joelhos.

Me apoiei nos cotovelos o olhando, agora ele deslizava o zíper de sua calça.

Da cintura para cima já tive comprovação de sua perfeição, vamos ver da cintura para baixo.

Retirou os sapatos, meias e a calça do terno, ficando só com uma box cinza, que marcava muito bem um grosso e extenso volume.

– Quer provar antes de eu enfiar tudo em você? - Sorriu me chamando com a mão.

Assenti positivamente, engatinhei até seu quadril e puxei o elástico para baixo, meu pudor havia desaparecido junto com a vergonha, eu provavelmente tinha ganhado na Mega-Sena com a traição de Undertaker, pois estava no paraíso sexual.

O grosso e grande membro rígido pulou para fora da cueca quando puxei o elástico, o lambi por inteiro e durante alguns segundo temi que não conseguisse colocar nem metade dele na boca, mas fui na cara e na coragem, suguei a glande e lentamente empurrei-o para dentro da minha boca, sugava com vontade, pressionando a língua contra ele, era realmente grande a ponto de me causar dores no maxilar.

A mão firmemente agarrou meus cabelos, seu olhar estava atento a meus movimentos, enquanto podia ver o quanto ele mudava de expressão, um homem que me fazia de presa agora estava totalmente refém da minha boca, sua cabeça se deitava para trás e os ruídos de prazer escapavam da sua boca.

– Você tem uma boca divina. - Agarrava imponente meu cabelo.

O sugava cada vez com mais vontade subindo as mãos por seu abdômen e peitoral definidos, ele era um homem espetacular em todos os aspectos.

– Se me chupar gostoso assim vou encher essa sua boquinha tão delicada. - tirava os fios de cabelo do meu rosto.

Afastei a boca dele e a abri com a língua para fora, queria que ele me desse na boca.

– Que garota má você é. - Deslizou o polegar por meu lábio inferior.

Agarrou com a outra mão o próprio membro e começou a movimentar, estava se masturbando para me dar tudo dele que ali tinha.

Não demorou muito para que ele soltasse os jatos quentes de sêmen em minha boca.

Engoli passando a língua nos lábios.

– Eu deveria ter descoberto essa traição antes, adoraria ter feito isso bem antes. - Sorriu de forma sacana.

Sorri me posicionando de quatro para ele, balancei meu traseiro.

– Você deve estar tentando me deixar louco. - Sorriu e por alguns segundos encarou meu traseiro. - Você tem uma tatuagem?

Ergui as sobrancelhas, acabei me lembrando que na época de adolescente rebelde havia feito duas cerejas no traseiro, corei, Undertaker era tatuador, ele que havia feito no dia que nós conhecemos.

– Adoro cerejas. - Beijou a tatuagem com um sorriso safado.

Sorri, mordendo meu lábio.

Sebastian se enfiou de uma vez dentro de mim, gemi alto apertando os lençóis, sentia todo dele me acertar bem fundo, abaixei a cabeça para olhar.

As mãos imponentes acariciavam meu traseiro o apertando, antes de iniciar a movimentação de seu quadril, batia com ambas as mãos me dando palmadas que me arrancavam gemidos altos e sonoros de tesão me fazendo rebolar contra ele.

Agarrou meu quadril com força e deslizou a língua nos lábios, então iniciou suas rápidas e profundas investidas contra mim.

Ele acertava meu maior ponto de prazer dezenas de vezes por minuto me arrancando longos e altos gemidos, eu apertava os dedos no lençol, abaixava a cabeça de prazer, eu já não tinha mais o controle do meu corpo.

– Não desvie o olhar. - Enrolou meu cabelo em sua mão e puxou me fazendo erguer a cabeça. Se inclinou sussurrando em meu ouvido enquanto fodia bem gostoso. - Olhe bem para essa imagem, lembre-se dela quando estiver fodendo com o corno do seu marido. - Sorria sacana mordendo forte meu pescoço deixando sua marca aí enquanto movimentava o quadril sem parar.

Se ergueu outra vez tomando seu topo de dominador, com meu cabelo na mão para ter certeza que eu não desviaria da imagem que no espelho era refletida.

Meu corpo balançava com suas estocadas ferozes, ele me dominava de forma excitante e gostosa, meu corpo vibrava e rebolava contra ele sem que eu controlasse, era delicioso, e ver a imagem dele me comendo com tamanha vontade tornava tudo ainda mais gostoso.

Logo meu segundo orgasmo bambeou minhas pernas e eu senti seu quente líquido vir junto com meu orgasmo.

– Me pergunto como posso voltar para casa depois de desfrutar de um corpo tão gostoso como o seu. - Em um gesto bruto me virou na cama de frente para ele. - Vamos mais uma vez.

Concordei o puxando para cima de mim.

Outra vez ele se encaixou e reiniciou sua movimentação, apoiava as mãos na cama puxando os lençóis, enquanto eu abraçava seu corpo arranhando suas costas entre os altos gemidos.

Sua boca espalhava chupões por meu pescoço, enquanto seu quadril se projetava para frente, várias e várias vezes sem intervalo.

– Sebastian! - Segurava no rosto dele o roubando um beijo.

Quando mais eu chamava pelo nome dele, mais rápido e profundo ele ia, sem pausa.

Meu terceiro orgasmo agora veio bem mais rápido.

Apertei as unhas contra as costas dele e me contorci.

Ele continuou, por minutos até se desfazer dentro de mim outra vez.

Ambos estávamos ofegantes.

– Tem uma hidromassagem aqui, quer testar? - Se ergueu passando a mão nos fios negros para trás.

– Não está cansado? - Ergui as sobrancelhas o olhando.

– Nem um pouco. - Me pegou no colo e me carregou até a hidromassagem.

– Não entendo mesmo como alguém pode trair você. - Ri o abraçando.

– Ela quer um filho, e eu não. - Sorriu se sentando na hidromassagem comigo em seu colo.

– Ela não faz ideia do que está perdendo. - Passei uma perna de cada lado de seu quadril, e o encaixei entre minhas pernas, sentei lentamente sobre ele, apoiando as mãos em seus ombros. - Mmmmm...

– Vamos ver do que é capaz agora. - Sorriu segurando em meu quadril.

Sorri de forma safada para ele, comecei devagar a subir e descer em seu membro. - Mmmm... - Rebolava entre as descidas e agora ia mais rápido.

– Você é tão safada. - Abocanhava outra vez um dos meus seios enquanto eu sentava mais rapidamente sobre ele gemendo.

Gemia puxando os fios negros e sentando contra ele, batendo meu corpo contra o dele. - Sebastian! Sebastian!

Cada vez mais rápido, junto com meus rebolados.

O quarto era preenchido com som de nossos ruídos de prazer.

Sebastian agarrou meu corpo, gemeu contra meus seios, pressionou os dedos em minhas costas me preenchendo dele outra vez, atingi meu quarto orgasmo ao mesmo tempo que ele.

Eu abraçava a cabeça dele contra meus seios enquanto ele abraçava minha cintura.

– Mais? - Perguntei ainda carregada de tesão.

– Sim. - Se levantou me carregando em seus braços.

Bateu minhas costas contra a parede, e outra vez me penetrou, minha íntima estava sensível com a movimentação, meus orgasmos vinham ainda mais rápidos.

Me deitou na cama outra vez, se ajoelhou, ergueu meu quadril a altura do dele e se encaixou outra vez.

Segurou meu quadril com firmeza enquanto apertava suavemente meu pescoço, de forma gostosa.

Sua movimentação se intensificou outra vez, meus gemidos preenchiam o quarto, pude ver em um momento de lucidez os raios de sol invadirem o quarto.

Depois de algum tempo nós dois adormecemos.

Acordei na cama redonda vazia, de bruços, estava nua com só o lençol de seda sobre meu traseiro, abri os olhos com dificuldade, os esfreguei, e pude ver, Sebastian somente com sua box, usando o telefone, meu coração imediatamente se aqueceu, ele não havia ido embora, não fui só mais uma noite para ele, isso de certo modo me causa imensa alegria.

– Bom dia. - Sorriu ao me ver despertada.

– Bom dia. - Sorri me sentando na cama e puxando o lençol para tampar meus seios.

– Pedi café da manhã, não deve ser o melhor do mundo, pois é um motel né, mas o bastante para aguentar até a hora do almoço. - Sorriu se sentando na cama.

– Achei que teria ido embora. - Coloquei os fios atrás da orelha.

– Como eu poderia? Você me deu a melhor noite da minha vida, impossível eu te largar sozinha num motel, eu trouxe você então eu levo você de volta. - Beijou meu rosto.

– Um completo cavalheiro, começo a acha que a traição me fez muito bem. - Ri deitando a cabeça contra o ombro dele.

– Tenho que concordar. - Sorriu.

Depois de tomarmos café juntos, ele em deixou no trabalho.

Eu suspirava sempre que me lembrava da noite que havia tido, que noite, a quanto tempo não me sentia desejada como ontem, a quanto tempo não transava até a exaustão.

De certo modo eu havia me apegado a ele no nosso curto tempo juntos, queria que ele ligasse e me chamasse para foder com ele outra vez, queria que ele largasse sua esposa e me pegasse no lugar, era pensamentos de uma pobre iludida, mas o que me proibia de sonhar?

– Senhorita? - Um entregador se aproximou de mim. - Pediram para te entregar.

Ergui as sobrancelhas surpresa não havia pedido nada. - Tudo bem...

Peguei a caixinha branca com laço preto, um pequeno papel caiu quando abri, o peguei para ler e dizia:

"Disse que não teria como me ligar, pois, não tinha um telefone celular, resolvi esse problema para você."

Ass: Sebastian

Sorri colocando a mão sobre a boca.

Era um iPhone de última geração, todo configurado e com um número novo, na agenda um único número salvo, o dele.

Me senti obrigada a mandar a mensagem de agradecimento.

"Muito gentil da sua parte, obrigada, um completo cavalheiro."

Enviei sorrindo em seguida, mordi meu lábio inferior.

– A noite foi boa hein. - Ran de apoiou na minha mesa me olhando.

– O que? - Corei.

Ela apontou para meu pescoço, puxei o celular olhando pelo reflexo na tela a grande marca de mordida. Escondi o rosto com as mãos.

– Undy tem trabalhado bem hein. - Sorriu me olhando.

Forcei um sorriso e peguei o telefone saindo da mesa.

No fim do expediente voltei para casa.

Undertaker estava na cozinha sem camisa com uma xícara de café.

– Onde dormiu? - Me perguntou curioso.

– Não é da sua conta. - Me apoiei na parede abrindo o zíper da bota.

– Somos casados então acredito que seja sim. - Me olhava sério.

– Não por muito tempo, já liguei para meu advogado. - Retirei as botas e o sobretudo.

– Porque vai se separar de mim, posso saber? - Ergueu as sobrancelhas.

– Pergunta para Beast. - Amarrei meus cabelos.

Ele desviou o olhar. - Foi um momento de fraqueza, não vai mais acontecer... Não precisamos de um divórcio.

– Precisamos sim, não vou voltar atrás. - Suspirei.

O silêncio preencheu a sala.

– Por favor. - Suplicou.

Meu celular vibrou.

– Onde arrumou esse celular? - me questionou irritado.

– Ganhei. - Peguei o aparelho, e abri a mensagem era Sebastian.

"Quer vir para minha casa?"

Sorri e imediatamente respondi.

"Claro, me mande o endereço"

– Quem é? - Se aproximou para tentar olhar.

– Undertaker, nosso casamento acabou, não é da sua conta. - Retirei a aliança e o entreguei. - Volto para buscar minhas coisas mais rápido possível.

– Não signifiquei nada para você? - Disse melancólico.

– Eu quem pergunto, você que começou isso. - Entrei no banheiro retirei as roupas e me banhei.

– Foi só um momento de fraqueza. - Sentou-se na cama chateado.

– Todos os quatro meses? Sou idiota agora? Você foi tão estúpido que comia outra mulher e nem conseguia me comer depois para fingir que estava bem. - Vesti o roupão e entrei no quarto.

Ele ficou em silêncio dessa vez.

– Como eu imaginei. - Vesti um bela lingerie. - Não precisa ficar com a consciência pesada, eu te traí ontem a noite. - Vesti um vestido prático de ser tirado.

– Com quem? - perguntou sério.

– Marido da Beast, foi ele quem me deu o celular. - Amarrei os cabelos em um rabo de cavalo. - Aposto que ele conseguiria comer nós duas e ainda teria fôlego para uma terceira.

– Se ele fosse tão bom a mulher dele não dava pra mim. - Sorriu vitorioso.

– Por isso acho que devemos trocar, você fica com ela e eu com ele, porque que homem viu. - Me sentei ao lado dele colocando meus saltos.

– Gostou dele tanto assim? - Disse ciumento.

– Sim, ele me trata como uma princesa, menos na cama, na cama ele me trata como uma cachorra safada, tem como ser melhor que isso. - Sorri.

O celular vibrou, atendi e fiz questão de colocar no viva voz.

– Quer que eu lhe busque? Estou impaciente já abri o vinho. - O sotaque encheu a sala.

– Cala a boca. - Undertaker disse alto.

– Estou falando com Undertaker? Que magnífico esperava esse momento a um bom tempo, diga-me como foi dividir a buceta da minha ex esposa comigo. - Disse debochado.

Segurei o riso, ele era terrível quando queria.

– Uma delícia. - Unde não perderia a oportunidade.

– Ótimo, fique com ela para você, sou territorialista não gosto de dividir, agora quero a da sua ex esposa, nunca estive em um lugar tão quente e macio como ela, fico excitado de imaginar a bela bunda dela empinada para mim. - Disse sacana.

Arfei ao ouvir.

– Mandarei um carro amor, Beast saiu chorando quando a fiz assinar os papéis do divórcio, acredito que ela pretende ir ao seu encontro senhor Undertaker, bom aproveito. Farei o jantar a sua espera baby, até mais. - Desligou.

Passei um batom pelos lábios enquanto sentia o olhar furioso de Undertaker sobre mim.

– Ele foi bom assim? - Perguntou curioso.

– Bom seria humildade dizer, ele é como um leão. - Me arrepiei ao dizer. - E eu sou a zebrinha que com um pouco de sorte será devorada. - Gargalhei puxando a minha bolsa. - Deveria te agradecer, sem a sua traição jamais teria ido parar na cama dele.

Não demorou para o motorista dele aparecer, entrei dentro do carro.

– Boa noite senhorita. - Motorista disse educado e pegou o caminho para o apartamento de Sebastian.

Eu poderia me acostumar com essa vida de luxos.

O motorista me deixou em um imenso prédio e disse que o andar de Sebastian era o último e que era o único apartamento do andar então não tinha erro.

Subi no prédio chiquérrimo, o jazz suave tocava no elevador, enquanto eu esperava ansiosa, ele havia gostado de dormir comigo e isso era tudo que eu queria.

Entrei no apartamento, fui recebida com um delicioso e caloroso beijo.

– Minha fome sumiu de te ver, eu quero fazer outra vez. - Disse me encostando contra a parede. - Só de lembrar da noite passada fico duro outra vez.

Arfei contra os lábios dele, suas palavras tinham poder, minha calcinha ficava úmida com a potência que aquelas palavras sujas saíam dos belos lábios.

– Não consigo te tirar da cabeça, me faça sua outra vez. - Subi a coxa em direção ao seu quadril.

A mão firme percorreu minha coxa para dentro do vestido, apertando seus dedos nela.

Em poucos minutos estávamos deitados no sofá, sem roupa, me sentei sobre ele que agora estava deitado, apoiei as mãos no belo abdômen definido e podia-se ver as marcas do meu batom vermelho por seu corpo, principalmente no rosto.

Lá estava eu, sentada nele mais uma vez como uma rainha em seu trono, me movimentava completamente nua, de cima para baixo no membro dele, enquanto as mãos dominadoras apertavam minhas coxas.

– Ohh Sebastian! - Chamava seu nome enquanto descia rebolando no formoso membro.

Fomos repentinamente surpreendidos com a abertura da porta, a ex esposa dele entrou sem um pingo de avisou.

A mulher havia me pegado em flagrante sentada em meu trono de rainha.

– Beast, o que faz na minha casa? - O moreno ergueu as sobrancelhas se apoiando nos cotovelos.

– Vim pegar algumas roupas... - A de cabelos cacheados me olhou dos pés a cabeça.

– Algum problema? - A olhei jogando meus cabelos para o lado me deitando sobre Sebastian.

– Não esperou nem nosso casamento esfriar para comer outra. - Disse irritada indo para o quarto.

Sebastian se sentou me abraçando, enquanto riamos da situação, as mãos dele apertavam meu traseiro, enquanto me mordia.

– Você me marca assim e as mulheres do trabalho me olham estranho, com inveja. - Gargalhei acariciando os fios negros.

– Estou fazendo um bom trabalho então. - Sorriu e de uma única vez nos virou sobre o sofá, voltou a me penetrar com tudo de si, me arrancando fortes gemidos. - Namore comigo?

Sorri, entre os gemidos. - Que momento inadequado para isso... - Gargalhei pressionando as unhas nas costas dele.


Notas Finais


Pelo atraso na postagem de sunshine, dou esse presente porno a vocês kkkkk


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