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História A Trajetória Dos Mortos - Capítulo 12


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Notas do Autor


Um confronto extremante cruel, um caminho para a felicidade do grupo!

Capítulo 12 - A caminho do encontro e da felicidade.


Fanfic / Fanfiction A Trajetória Dos Mortos - Capítulo 12 - A caminho do encontro e da felicidade.

-O que está acontecendo aqui? Que bagunça e essa na minha propriedade Beth, e quem são essas pessoas? -O senhor pergunta para Beth o que estava acontecendo.

-Papai, esses rapazes são gente boa, eu os ajudei a saírem de uma emboscada, havia uma centena de zumbis, estavam por todo lado. -Mayck firma o olhar para Russel.

-Perdão senhor, eu e meu garoto só estamos querendo chegar ao Santuário, em Atlanta, dizem que lá e um lugar sagrado, onde possa ter mais pessoas como você e seu filho, desculpa, meu nome e Russel, e qual o seu? – Russel estende a mão para apertar a do senhor com um olhar tremulo.

-Bom rapaz, imagino que esteja só de passagem, muito prazer sou Dominic, Dominic London, esse e Mayck e Beth são meus filhos, creio que já os conhecem! Entrem, está ficando tarde, Beth irá preparar um jantar para nós, amanhã cedo arrumarei um carro para vocês irem, irei dar lhes uma cama para passarem a noite sobre meu teto, então não tentem nada contra mim e meus garotos, certo, fui claro? – Dominic chama-os para dentro de sua casa rapidamente.

Ao terminarem o diálogo, Mayck vai até o portão passar um cadeado em volta da cerca para que possam estar mais seguras a noite dos zumbis, Dominic entra em sua casa primeiro, em seguida Russel e o garoto entra, de cara dão de cara com uma escada que levava para o segundo pavimento, a direita havia a sala de TV da casa, na esquerda havia uma cozinha bem simples da família. Ao entrarem na casa, Dominic os leva até o segundo pavimento da casa, onde lá ele mostrou seus quartos, Russel ficou com um quarto em frente as escadarias, o garoto ficou com  o quarto ao lado, todos os quartos havia uma casa de casal, com uma um banheiro do meio dos dois quartos. As 19 horas da noite, Beth prepara um jantar para eles, Dominic estava em seu quarto, ninguém sabia o que ele estava fazendo, Mayck tinha tido nos fundos da casa arrumar o quintal, Russel conseguia ver Mayck da janela de seu quarto, ele decide descer as escadas e ir ate Mayck. O garoto estava na sala de TV lendo alguns gibis de Beth. Russel desce as escadas da casa, vai até o quintal onde Mayck está;

-Mayck, sua família, e tão... vocês são tão unidos, pelo que me parece, minha família era um bando de psicopatas, depois que o vírus dominou tudo, aí sim eles começaram a matança. -Russel olha para um canteiro de flor.

-Mayck a alguma coisa enterrada aqui neste arbusto de flores, venha ver! -Russel chama Mayck que estava cortando algumas galhas de uma arvore.

No momento em que Russel chama Mayck para ver o que era, uma luz aparece no fundo do quintal da casa, mas em uma distancia muito longe, a luz brilha forte, clareia toda parte do fundo da casa, ambos não sabiam o que era, e o que podia ser, mas de uma coisa eles sabiam, alguma coisa estava prestes a acontecer com eles. Naquele momento Mayck entrou em desespero, nunca na sua vida ele tinha visto uma coisa como esta, e rapidamente a luz some, Mayck e Russel não sabiam o que fazer, já era noite, quando alguma coisa bate na cerca da casa, no quintal, onde eles estavam, o barulho começa a aumentar, as batidas começam a ficar mais fortes, Mayck começa a ficar em desespero, rapidamente Mayck entra para dentro da casa, Russel o acompanha, em seguida Dominic desce as escadas da casa com uma escopeta de cano do cerrado, e vai atrás do barulho investigar, Dominic sai pela porta dos fundos, ele olha o quintal meio claro sobre a luz do dia, Dominic aponta sua escopeta no rumo do barulho e disparo dois tiros, que zunem sobre seu ouvido, dois tiros são disparados contra o barulho, em seguida o sangue escoa abaixo da cerca,  Dominic abaixa o cano da arma lentamente, em sua frente havia um buraco em sua cerca, em seguida, um braço todo coberto de sangue se estica sobre o buraco da cerca, tentando alcançar alguma coisa, se passa 1 minutos e a cerca começa a se romper, Dominic que usava um óculos de grau, passa um pano que estava em seu bolso, e caminha rumo a cerca quebrada. Sobre a janela do quarto, Beth via e chorava seu pai lá fora, com medo dele ser mordido, ou que acontecesse algo com ele, ela desce as escadas rapidamente e corre rumo ao seu pai, gritando-o;

-Papai, volte para dentro da casa, rápido! -Beth fica parada na varanda da cozinha.

-Minha filha, volte pra dentro, irei acabar com esses desgraciados, acabaram com minha cerca, DROGA! – Dominic se vira rapidamente para sua filha, e torna a olhar para a cerca quebrada.

Beth fica olhando seu pai da varanda, Dominic levanta sua escopeta e mira rumo a cerca de madeira, os errantes começam a passar, um por um;

-POW

-POW

A cada tiro dois zumbis iam para o chão, o buraco na cerca parecia aumentar a casa estante, Dominic começa a se preocupar, pois eles não acabavam mais, rapidamente ele grita Beth para chamar Mayck e Russel para que eles possam resolver essa situação, em seguida Mayck e Russel descem as escadas, um com cada arma, eles começam a atirar sem parar nos zumbis, sague jorrava por toda parte do quintal, corpos caídos por toda banda, uma cena horrível. Ao se passar quase 10 minutos de guerra, os errantes param de passar sobre a cerca, os três abaixam as armar e começam a se entreolharem, em seguida um ultimo zumbi sai de trás da cerca velha, o errante era uma mulher de aproximadamente 48 anos de idade, sua mandíbula estava pendurada, um braço estava totalmente destrocado pelos mortos, Beth rapidamente começa a chorar sem parar, ela tenta chegar ate o zumbi, mas seu pai a impedi, aquela mulher era sua mãe, não sabiam como, mas ela estava ali, Dominic abaixa a cabeça e em seguida dispara um tiro de dose na sua esposa;

-POW!

Ela cai rapidamente no chão juntamente com os outros corpos. Aquela noite não poderia piorar, Beth sobe para seu quarto e se tranca, Dominic chama Mayck e Russel para entrarem para dentro da casa, que amanhã ele iria concertar sua cerca, cada um vai para seu quarto, já se passava das 22 horas, quando Russel escuta um baralho de vendo entrando em seu quarto, um assobio juntamente com um vento frio, a luz da lua clareia a metade de seu quarto, Russel relembra os momentos que passou junto com sua família, e logo pega no sono.

As 8 horas da manhã Dominic já estava de pé, havia um carro em frente a sua casa, um carro com uma coloração azulada, mas pelo lado de desbotado, o vidro da frente havia uma pequena rachadura que levava de uma pinta a outra. Russel levanta de sua cama, ele desce as escadas e da de cara com o garoto que estava sentado no sofá da sala de Dominic;

-Bom dia, como você dormiu rapaz? -Russel conversa com o garoto com uma cara de preguiça.

-Bom dia Russel, eu dormi muito bem, e você? Sabe... essa noite tive um sonho com minha família, parecia tudo muito estranho com ele...

-Ah, bom dia Russel, espero que já tenha feito as malas, pois consegui um carro novinho para vocês, ah mais ou menos 30 litros de gasolina no tanque, acho que dá para chegar em Ford Smith, até Atlanta, vocês dão um jeitinho -Dominic abre a porta da sala e olha no fundo dos olhos de Russel.

-Tudo bem, mas, vocês não querem ir com a gente? O Santuário, parece ser seguro, vamos com a gente, você a Beth e o Mayck! -Russel entreolha Dominic e Beth.

-Não rapaz, estamos bem aqui, nos vamos ficar bem, essa e minha propriedade, vamos ficar bem, agora, tomem um café e seguem caminho! -Dominic passa pelo corredor da casa e vai até chegar na cozinha.

-Pai, espere, eu vou com eles, estou cansado dessa vida, de ficar só dentro de casa, irei seguir caminho com eles, quero tentar a sorte lá fora, vem com a gente pai, você e a Beth, o Santuário, deve ser um lugar bom! -Mayck chama a atenção de seu pai, e ele para antes de chegar na cozinha.

-Veja Mayck, não irei te pedir de ir, se sua irmã querer ir, pode ir, mas eu vou ficar em minha propriedade, BOA SORTE MEU FILHO! Beth você vai também? -Dominic coça a cabeça e abraça Mayck com um sorriso no rosto.

-Não papai, eu vou ficar com o senhor!

Naquele momento de decisões, Dominic passa pelo corredor da casa, e não fala com mais ninguém, Beth segue o mesmo caminho, nem se quer se despede de seu irmão. As 9:16 da manhã, Mayck sobe as escadas da casa e vai até seu quarto preparar uma mala, ele desce logo em seguida, Russel, Mayck e o garoto entram dentro do carro, Mayck fica olhando aquela pequena casa onde ele viveu sua vida, e agora sendo sua primeira vez saindo de casa indo para Ford Smith.

No caminho para Ford Smith, eles entram na rodovia 040, que liga Albuquerque no Novo México e vai até Nashville no Tennessee. Ao entraram na rota em seu carro, Russel era o piloto e Mayck viajava no passageiro enquanto o garoto viajava no banco de trás do carro. Passando por uma floresta fechada chegando em Ford Smith, era em torno das 11 horas da manhã eles avistam uma linda cachoeira, de trás dos enormes pinheiros, onde suas aguas eram cristalinas, Russel para o carro na beira do rio, eles descem para verem a beleza da natureza, mas havia uma coisa errada naquele lugar, havia corpos por todo lado, sangue, tripas, mas os corpos não estavam vivos ou algo do tipo, estavam mortos, com facadas e katanadas na cabeça e por todo corpo, e cortes bem profundos que atravessavam os mortos, Mayck e Russel examinaram os corpos mais de perto para ver se encontrassem mais detalhes, e ao checarem um corpo de um homem com uma camiseta vermelha e calça jeans, no corpo havia um símbolo diferente, um símbolo que nenhum deles tinha visto antes, parecia uma coisa de outro mundo, não deram muito moral, entraram no carro e seguiram viajem. Chegando na entrada de Ford Smith, havia vários trailers encostados do lado direito e esquerdo da pequena cidade, o carro onde eles se locomoviam, estava ficando sem combustível, Russel achou melhor eles pararem ali, pois eles podia encontrar um pouco de gasolina e alimentos, Russel para o carro atrás de uma camionete, a mais ou menos 200 metros de distância, a camionete estava em frente a um dos trailers antigos, ele para o carro, desliga-o e os três descem do carro, observando se não havia nenhum movimento de nada ou ninguém por perto, ao Mayck se virar, ele enxerga um vulto passando dentro de um dos trailers antigos, onde havia a camionete estacionada na porta, ele acha estranho e em seguida Mayck chama Russel para irem ate lá ver o que havia lá dentro;

-Russel eu vi um vulto passando naquele trailer velho, vamos dar uma olhada, quem sabe no encontramos algum alimento, estou morto de fome e de cede. -Mayck caminha ate a porta do trailer antigo.

Ao se aproximar, ele caminha olhando para a janela do trailer, Mayck se aproxima da porta e em seguida levanta o braço e bate na porta suas vezes, Mayck não tem respostas, ele torna a bater novamente na porta do trailer, ao bater novamente a maçaneta da porta começa a se mexer, quando do nada a porta de escangalha, mostrando a imagem de um homem alto. 


Notas Finais


Espero que Gostem!


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