História À Três - Capítulo 4


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bangtan Boys, Bts, Drama, Ecchi, Hentai, Hoseok, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Namjoon, Suga, Taehyung, Yaoi, Yoongi
Visualizações 536
Palavras 2.901
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


OLAAAAAAAAAA MEUS AMOOOOOOOREEEESS... UNNIE NA AREA, YO! \o/\o/\o/

Como vcs estão? Passaram bem a semana?
Espero que sim :3

Mais uma vez, quero agradecer a todos os favoritos e comentários. De vdd, mto obrigada por estarem me acompanhado nessa fic 💜💜

Como eu disse no capítulo passado, hj a história começa MESMO. Vcs vão adorar ainda mais a Yanna, o Kookie e o Jimin (eu espero que sim xD) e os outros personagens também \o/

Espero que gostem do capítulo >______<

BJOKAS *3*

P.S.: É assim que eu imagino o Kookie nessa fic... Uma delícia 😏

Capítulo 4 - Essência


Fanfic / Fanfiction À Três - Capítulo 4 - Essência

Sentada em uma das mesas do famoso Café Florian, na Piazza San Marco, com o seu inseparável caderno de capa vermelha no colo e a caneta na mão, Yanna observava o movimento das pessoas. A praça estava lotada, tanto de turistas quanto de locais. A Piazza San Marco era o maior cartão postal de Veneza, tão linda e cheia de detalhes que, mesmo passando despercebidos aos olhos às vezes, guardavam grande beleza.

Chegara a cidade há dois dias e não poderia estar mais satisfeita com a sua escolha. Era a sua primeira vez ali e tinha pensado muito antes de embarcar para um lugar que não estava familiarizada. Porém, querendo novas ideias e perspectivas, arrumou suas coisas, comprou a passagem e partiu rumo a Itália.

A escritora sempre adorou viajar. Não importava quando ou para onde, assim que via uma oportunidade, fazia as malas e lançava-se no mundo. O mesmo valia se o caso fosse se mudar. Yanna não tinha medo ou receio de migrar de país no momento em que lhe convinha. Estava morando na Coreia a mais ou menos um ano e por muita insistência de Hoseok, que a convenceu de que seria bom passar um tempo próximo a editora, principalmente por causa dos novos projetos em que vinham trabalhando.

Cansada de Bruxelas, ela decidiu aceitar as insistências de seu melhor amigo. Mas ambos sabiam que a qualquer instante isso poderia mudar.

Yanna era inconstante. Se havia algo que não conseguia de jeito nenhum era ficar parada em um mesmo lugar. Mas nem sempre foi assim. Houve um tempo em que ela só queria estar em um único lugar. Contudo, tanto esse tempo quanto esse lugar passaram a fazer parte do passado.

Em seu presente, existia espaço apenas para desbravar os caminhos que surgissem a sua frente. Ser inconstante era melhor do que tentar ser constante em um mundo tão mutável.

Tomou outro gole de seu café e recostou-se na cadeira, ajeitando os óculos escuros no topo da cabeça. Os cabelos recentemente retocados num tom suave de rosa estavam presos em um rabo de cavalo, mas ainda se destacavam dos demais. Quis acender um cigarro, mas como as regras proibiam fumar na Piazza, teve que conter seu péssimo hábito até voltar para o seu quarto de hotel. Parar de fumar estava na sua lista de metas à uns dois anos, mas ela nunca tentou de fato parar.

Encontrava-se na rua desde cedo (lê-se hora do almoço) e, depois de desfrutar de uma maravilhosa refeição tipicamente veneziana, aproveitou para visitar os pontos mais importantes da praça, como a Basílica de São Marcos, o Museu Correr e a Torre dell'Orologio. Todos excepcionalmente deslumbrantes e repletos de memórias.

Parou na cafeteria depois de seu tour e ali estava há quase quarenta minutos com a sua segunda xícara. Apesar de ter tirado essa viagem também para descansar das semanas exaustivas em que se dedicou totalmente ao manuscrito de sua última história, aquela típica e conhecida coceirinha na mão que a levava a rascunhar deu as caras e por isso o caderno repousava em seu colo. Ela o manteve ali, bem como a caneta na mão, embora não tivesse usado nem um dos dois desde que os tirara da bolsa.

Tudo bem. Não seria a primeira e nem seria a última vez que isso aconteceria.

Mesmo sem pretensões, Yanna continuou observando as pessoas. Ela gostava de imaginar que cada uma delas tinha sua história e os seus sonhos.

Todos eram iguais, no final das contas.

Seus olhos voltaram-se para um grupo de turistas posando para uma foto. Ela riu ao notar um dos rapazes fazer "chifrinho" em outro. Algo tão batido, mas que se tornou um clássico; em seguida, foi uma dupla de senhoras que entrou no seu campo de visão. As duas pareciam brigar com o celular enquanto apontavam de um lado para o outro, com pontos de interrogação desenhados em seus rostos. Perdidas era pouco para descrever o que aquelas mulheres verdadeiramente estavam.

Não as culpava. Foi uma dessas turistas há dois dias atrás.

Ao colocar os pés na parte ilhada da cidade, apenas com o folheto do hotel em mãos, o celular fatalmente descarregado dentro da mochila, passou boas três horas procurando o local. E ainda que tenha rido de sua pequena desgraça uma vez que estava em seu quarto, não achou a mínima graça enquanto perambulava perdida pelas vielas.

Aquelas duas, sem dúvidas, estavam no lucro comparado a sua situação de outrora.

Seus olhos verdes varreram ao longo da praça mais uma vez. A movimentação parecia ter aumentado de um minuto para o outro. Viu as duas senhoras irem embora, o grupo de turistas entrar na Basílica e algumas crianças correndo pelos arredores, isso até que uma figura alta chamou a sua atenção não muito longe dali.

Mais do que isso. Tomou-a por inteiro.

Entre a multidão, um homem com algo em torno de 1,80m de altura ou perto disso se destacava, como se fosse mais um dos tantos aspectos únicos e especiais daquele lugar maravilhoso. Tinha braços musculosos marcados com várias tatuagens coloridas, que contrastavam perfeitamente com a sua pele dourada. O cabelo era espesso e castanho, e caía sensualmente sobre a testa. Pernas longas e malhadas. O cara era um pecado!

Um belo espécime para ter na cama, com certeza.

Ela imaginou o que poderia fazer com aquele homem maravilhoso em seu quarto de hotel e todas as possibilidades levavam a orgasmos explosivos. Seu radar interno piscava "macho alfa à vista e pronto para o abate". E seu radar nunca errava.

No entanto, ao descer mais os olhos para conferir o restante daquele homem maravilhoso, reparou na câmera fotográfica que descansava em suas mãos e pelo jeito profissional que a segurava, Yanna constatou que fosse um fotógrafo.

Porra, um fotógrafo? Logo um fotógrafo?

Antes, isso seria o suficiente para cortar todo o seu interesse, mas aconteceu exatamente o contrário. Ela não foi capaz de tirar os olhos dele um segundo sequer.

Uma estranha atração a empurrava para aquele homem, que parecia apaixonado pelo o que fazia. Ele sorriu, e que sorriso! Definitivamente, era impossível não o encarar.

Ela pensou em colocar os óculos escuro, mas, por alguma razão inexplicável, não o fez. Algo dentro de si queria que ele a notasse, que percebesse que estava sendo descaradamente observado, mesmo não sabendo muito bem o que esperava com isso.

Mas, droga, era um fotógrafo.

Só havia dois tipos de homens com quem ela não se envolvia, esse era um deles.

Debateu consigo mesma enquanto acompanhava cada movimento daquele moreno fodidamente sexy. E como se já não fosse muito, por um instante desejou que aquelas mãos másculas e de dedos longos estivesse segurando a sua cintura ao invés da câmera. Elas deveriam ser tão habilidosas manuseando um corpo quanto a câmera que carregava. Yanna nunca desejou tanto ser a porcaria de um objeto.

Como se sua mão tivesse vida própria, ela começou a descrevê-lo em seu caderno. A caneta viajando rápido entre as linhas, repassando cada traço, cada detalhe.

E foi então que percebeu estar indo longe demais.

No instante em que o tal moreno virou para dar mais alguns click's, Yanna fechou o caderno e o enfiou dentro da bolsa juntamente com a caneta, pedindo a conta em seguida. Escondeu-se atrás de seus óculos escuros e tomou o seu rumo depois de deixar uma generosa gorjeta para o garçom. A única opção para resistir à tentação era sair dali o mais rápido possível e foi exatamente o que ela fez.

Ao chegar no hotel, correu até o seu maço de cigarro de cravos e acendeu um. Deu uma tragada e soltou a fumaça como se tentasse soltar todo o tesão reprimido junto. Porém, não funcionou. A imagem daquele homem de beleza ultrajante dominava os seus pensamentos, muito mais do que gostaria. Ah, que merda!

Deu outro trago e tirou as sandálias, largando-as ao lado da cama. A camiseta foi a próxima e a saia logo teve o mesmo destino que o restante das peças, o chão.

Vestida somente com a calcinha e o sutiã de renda, caminhou até próximo a varanda e sentou em uma das poltronas confortáveis, tendo uma visão perfeita do Grand Canale, que se tornou ainda mais exuberante com o Sol que começava a se pôr.

A fumaça cheirosa dançava ao seu redor, mas o que realmente nublava a sua cabeça era o bendito fotógrafo. Yanna sentia-se quente, muito quente, e culpou os quase dois meses sem sexo por todo o tesão que a afligia. Mesmo não sendo de fato a verdade.

A lembrança daquelas mãos fortes a acertou em cheio, bem como dos braços tatuados que facilmente a pegariam no colo. E aquele cabelo? Ah, aquele espesso cabelo castanho deveria deixá-lo uma perdição quando molhado. Como ela queria mergulhar os dedos entre as mechas e apertá-las enquanto ele estivesse chu...

- Banho! Eu preciso de um banho. - exclamou para si mesma, levantando de supetão.

Pegou o celular dentro da bolsa e foi em direção ao espaçoso banheiro do quarto.

Abriu as torneiras para encher a banheira e jogou as únicas peças que ainda vestia sobre a tampa do vaso. O cigarro foi parar no cinzeiro amassado após o último trago e ela despejou alguns sais de lavanda antes de entrar. Selecionou sua playlist favorita e deixou o celular de lado, sentindo o corpo relaxar aos poucos com o toque da água.

Recostou na borda da banheira e fechou os olhos para espairecer. De repente, os primeiros acordes de "I'm Into You" de Chet Faker soaram e tudo ficou mais quente do que já estava. A tentativa de espairecer mais uma vez não funcionou, pois, sua mente teimou em vagar junto com a melodia e, antes que notasse, sua mão já deslizava por entre as suas pernas. Maldito modo aleatório!

Oh, merda, o que estava fazendo? Bem, ela não quis pensar muito nisso. Não quando a excitação crescia desgovernada.

Se não podia tê-lo, que ao menos o tivesse como uma fantasia.


“Eu tenho um pressentimento que nós vamos ganhar

Nossos corpos tornam tudo perfeito

E seus olhos podem me fazer nadar

Então, de novo tudo parece novo

Eu mal posso segurar minha língua

Para dizer o mínimo, eu estou na sua

E seus olhos

Estão dizendo mais do que podemos falar e estão mais quentes que o nosso esporte no quarto

E suas coxas são beijos de fora, garota isso é tudo que eu preciso”


Yanna tocou-se, acariciando e desbravando através de suas dobras. Um arrepio prazeroso rasgou sua espinha de cima a baixo e um gemido preencheu o banheiro quando empurrou o primeiro dedo para dentro de seu centro escorregadio.

Enquanto a mão direita trabalhava em baixo, a esquerda deslizou por toda a extensão de sua barriga até chegar a um dos seios, onde capturou o mamilo intumescido com os dedos e apertou. Outro gemido, mais forte, lhe escapou. Ela abriu mais as pernas, tomando cuidado para não escorregar dentro da banheira e presenteou seu corpo com intensas e deliciosas sensações.

As batidas envolventes de Chet Faker e sua imaginação se uniram para dar-lhe um maravilhoso orgasmo. Ofegante, descansou a cabeça na borda e curtiu os espasmos de prazer que ainda corriam por todo o seu corpo. Claro que a fantasia nem se comparava a realidade, mas era tudo o que ela tinha e se permitiria ter.

Minutos depois, enrolada com o roupão felpudo do hotel e os cabelos rosadas ainda úmidos, Yanna jogou-se na enorme cama de casal e ligou a televisão. Seu plano para a noite era visitar a tão falada Fondamenta Delle Zattere, uma doca que reunia os melhores bares e restaurantes, sendo o local mais procurado por quem desejava experimentar a agitação noturna de Veneza.

Como tudo o que fizera foi praticamente hibernar desde que chegou, queria aproveitar para conhecer as atrações e, de quebra, tirar um certo alguém que ocupou os seus pensamentos a tarde inteira - e deu-lhe, não apenas um, mas dois orgasmos fantásticos no banho.

Perto das nove, Yanna decidiu sair. Devido ao outono, as noites na cidade estavam mais frias do que o costume. Por isso colocou suas botas de salto que combinava com a jaqueta de couro e uma calça jeans apertada nos pontos certos. Nada muito glamoroso, mas não menos atrativo. Além de ser confortável.

Com as mãos nos bolsos, atravessou a ponte e pegou a direção indicada no Google Maps. A caminhada durou alguns minutos. A Fondamenta Delle Zattere estava lotada e as entradas rústicas dos bares, apesar de estreitas, eram bastante convidativas.

Yanna perambulou um pouco ao longo da doca, observando, e resolveu entrar em uma pequena porta vermelha com entalhes ao redor do batente. Não tinha placa. Aprendeu no pouco tempo em que estava na cidade que a maioria dos estabelecimentos não possuíam identificação, o que às vezes dificultava as coisas. Mas o nome não lhe importou muito, pois o interior era magnífico e acolhedor.

Sentou-se diante do balcão de madeira bem trabalhado e pediu uma cerveja. Percebeu que o bartender, muito interessante por sinal, encarou seus cabelos ao entregar a garrafa. Ele abriu um sorriso e piscou antes de se afastar para atender os demais clientes. Yanna sorriu e de um gole na bebida. Conhecia bem aquele tipo de atitude e sabia onde poderiam parar no final da noite se investisse no flerte.

O tal bartender tinha sua beleza. Cabelos escuros e olhos verdes iguais aos seus. Aparentava ser mais novo, mas enquanto estivesse na faixa dentro da lei, isso não seria um problema. Bom, não para o que pretendia fazer com ele em sua cama.

Yanna apreciou sua bebida e a música que tocava de fundo. Um rock progressista dos anos 80. Estava contente com seu momento e com as várias possibilidades que poderiam surgir, tanto que não poupou trocar olhares com o bartender e até engatou uma conversa enquanto ele estava na pausa.

Ela ria de um comentário do rapaz quando o sino sobre a porta soou, indicando que alguém havia entrado. Seus olhos voaram para a entrada por reflexo e o seu sorriso murchou quase que de imediato. Yanna ficou estática na banqueta, deixando o pobre bartender falando sozinho.

Sério? Sério mesmo?

Vestido com uma blusa de mangas compridas, que estavam dobradas até a altura dos cotovelos e evidenciando as tatuagens nos antebraços; jeans escuros e botas, o fotógrafo entrou no bar exalando aquela aura que a arrebatou na praça mais cedo.

Ela o mediu de cima à baixo, sorvendo cada centímetro.

O cara era ainda mais impactante de perto.

Antes que pudesse desviar, os olhos dele encontraram os seus. Orbes castanhos, assim como os cabelos, porém mais escuros. Entreolharam-se por um longo instante.

Yanna engoliu custosamente o gole que dera na cerveja e virou a cabeça para frente, tentando ser despercebida. Torcia para que estivesse acompanhado ou fosse encontrar alguém, e passasse direto para as mesas no fundo do bar. Embora aquela troca intensa de olhares tivesse deixado muito claro que a sua vontade era outra.

Mas óbvio que o universo não estaria a seu favor.

Pelo canto dos olhos, ela observou a aproximação do moreno e, para o seu total espanto, sentar bem ao seu lado no balcão.

"Droga! Droga! Tanto lugar para sentar e ele senta justamente aqui?", pensou. Era como se tivesse uma placa luminosa sobre a cabeça piscando "Me nota! Me nota!".

A escritora respirou fundo. Péssima ideia. Além de lindo, o cara era cheiroso.

Teria ele algum defeito? Ah, sim. O pior de todos para compensar.

Ela só queria estar enxergando esse defeito ao invés de todas as qualidades.

Espiando novamente, Yanna viu quando o bartender com quem conversava e deu o flerte como encerrado por conta própria, entregou duas garrafas de cerveja para ele.

Pois bem, ótimo!

O tal fotógrafo estava acompanhado e só parou ali para pegas as bebidas. Logo se levantaria e pronto. Não havia motivos para entrar em parafuso.

Yanna suspirou aliviada e bebeu o último gole de sua cerveja. Se aquele homem ficasse mais alguns minutos ao seu lado, não sabia do que seria capaz. Por isso estava torcendo para que ele saísse rápido e levasse o seu corpo tentador para longe.

Só não contava que a segunda garrafa do moreno fosse parar bem na sua frente, empurrada pela mão dele. Atordoada, encarou-o pela segunda vez desde que entrou no bar e ganhou aquele sorriso encantador, o mesmo que admirou na Piazza San Marco e mexeu com seus neurônios e hormônios pelo resto do dia.

- O que é isso? - perguntou ela.

- Você não era a única observando essa tarde. - respondeu ele em inglês, erguendo o canto da boca em um pequeno sorriso sedutor - A propósito, é para você.

Yanna o olhou, olhou e olhou. Ele também a observou durante a tarde?

Um sorriso irônico se espalhou por seu rosto. Aí, aí... O universo não poderia ser mais engraçado. Entregar-se a tentação do fotógrafo estava longe de ser o mais sensato.

Porém, talvez esse encontro fosse a essência para novas perspectivas. Talvez abrir uma pequena exceção não fosse tão ruim assim. Afinal, de que adiantaria prosseguir com aquela batalha interna se tudo indicava que o resultado seria o mesmo?

- Bem, obrigada então. - respondeu ela.

- Sou Jungkook, muito prazer. - estendeu-lhe a mão - E você?

Ela envolveu sua mão a dele, num aperto cheio de promessas, e respondeu:

 - Rebecca.


Notas Finais


Boatos dizem que a Yanna curte brincar de DJ xD


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