História À Três - Capítulo 4


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bangtan Boys, Bts, Drama, Ecchi, Hentai, Hoseok, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Lemon, Namjoon, Políamor, Suga, Taehyung, Yaoi, Yoongi
Visualizações 1.596
Palavras 2.882
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Hentai, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


OLAAAAAAAAAA MEUS AMOOOOOOOREEEESS... UNNIE NA AREA, YO! \o/\o/\o/

Como vcs estão? Passaram bem a semana?
Espero que sim :3

Mais uma vez, quero agradecer a todos os favoritos e comentários. De vdd, mto obrigada por estarem me acompanhado nessa fic 💜💜

Como eu disse no capítulo passado, hj a história começa MESMO. Vcs vão adorar ainda mais a Yanna, o Kookie e o Jimin (eu espero que sim xD) e os outros personagens também \o/

Espero que gostem do capítulo >______<

BJOKAS *3*

P.S.: É assim que eu imagino o Kookie nessa fic... Uma delícia 😏

Capítulo 4 - Essência


Fanfic / Fanfiction À Três - Capítulo 4 - Essência

YANNA

 

Sentada em uma das mesas do famoso Café Florian, na Piazza San Marco, com o meu inseparável caderno de capa vermelha no colo e a caneta na mão, observo o movimento das pessoas. A praça está lotada, tanto de turistas quanto de locais.

A Piazza San Marco é o maior cartão postal de Veneza, tão linda e cheia de detalhes que, mesmo passando despercebidos aos olhos às vezes, guardam grande beleza.

Cheguei a cidade há dois dias e não poderia estar mais satisfeita com a escolha. É a minha primeira vez aqui. Pensei muito antes de embarcar para um lugar que não estava familiarizada. Porém, querendo novas ideias e perspectivas, arrumei as minhas coisas, comprei a passagem e parti rumo a Itália.

Eu sempre adorei viajar. Não importa quando ou para onde, assim que vejo uma oportunidade, faço as malas e lanço-me no mundo. O mesmo vale se o caso for mudar. Não tenho medo ou receio de migrar de país no momento em que me convém. Estou morando na Coreia a mais ou menos um ano e por muita insistência de Hoseok, que me convenceu de que seria bom passar um tempo próximo a editora, principalmente por causa dos novos projetos em que estamos trabalhando.

Cansada de Bruxelas, decidi aceitar as insistências do meu melhor amigo. Mas ambos sabemos que a qualquer instante isso pode mudar.

Sou uma pessoa inconstante. Se existe algo que não consigo de jeito nenhum é ficar parada em um mesmo lugar. Mas nem sempre foi assim. Houve um tempo em que eu só queria estar em um único lugar. Contudo, tanto esse tempo quanto esse lugar passaram a fazer parte do passado.

No presente, há espaço somente para desbravar os caminhos que surgirem a frente. Afinal de contas, ser inconstante é melhor do que tentar ser constante em um mundo tão mutável.

Dou outro gole de café e recosto na cadeira, ajeitando os óculos escuros no topo da cabeça. Enfim tomei vergonha na cara e retoquei a cor dos meus cabelos, que continuam num tom suave de rosa e agora estão presos em um rabo de cavalo, e ainda se destacam dos demais. Tenho vontade de acender um cigarro, mas como as regras proíbem fumar na Piazza, sou obrigada a conter esse péssimo hábito até voltar para o quarto de hotel. Parar de fumar está na minha lista de metas há uns dois anos, porém, eu nunca tentei de fato parar.

Sou péssima com essas coisas.

Estou na rua desde cedo (lê-se hora do almoço) e, depois de desfrutar de uma maravilhosa refeição tipicamente veneziana, aproveitei para visitar os pontos mais importantes da praça, como a Basílica de São Marcos, o Museu Correr e a Torre dell'Orologio. Todos excepcionalmente deslumbrantes e repletos de memórias.

Parei na cafeteria depois do tour e aqui me encontro há quase quarenta minutos com a sua segunda xícara. Apesar de ter tirado essa viagem também para descansar das semanas exaustivas em que me dediquei totalmente ao manuscrito da última história, aquela típica e conhecida coceirinha na mão que me leva a rascunhar deu as caras e por isso o caderno repousa em meu colo. Eu o mantenho sobre as pernas, bem como a caneta na mão, embora não tenha usado nem um dos dois desde que os tirei da bolsa.

Tudo bem. Não será a primeira e nem seria a última vez que isso acontece.

Mesmo sem pretensões, continuo observando as pessoas. Gosto de imaginar que cada uma delas tem sua história e os seus sonhos.

Todos são iguais, no final das contas.

Meus olhos recaem num grupo de turistas posando para uma foto. Dou risada ao notar um dos rapazes fazer "chifrinho" em outro. Algo tão batido, mas que se tornou um clássico; em seguida, é uma dupla de senhoras que entra no meu campo de visão. As duas parecem brigar com o celular enquanto apontam de um lado para o outro, com pontos de interrogação desenhados em seus rostos. Perdidas é pouco para descrever o que essas mulheres verdadeiramente estão.

Eu não as culpo. Fui uma dessas turistas há dois dias atrás.

Ao colocar os pés na parte ilhada da cidade, apenas com o folheto do hotel em mãos, o celular fatalmente descarregado dentro da mochila, passei boas três horas procurando o local. E ainda que tenha rido dessa pequena desgraça uma vez que estava no quarto, não achei a mínima graça enquanto perambulava perdida pelas vielas.

Aquelas duas, sem dúvidas, estão no lucro comparado a minha situação de outrora.

Meus olhos varrem ao longo da praça mais uma vez. A movimentação parece ter aumentado de um minuto para o outro. Vejo as duas senhoras irem embora, o grupo de turistas entrar na Basílica e algumas crianças correrem pelos arredores, isso até que uma figura alta chamar a minha atenção não muito longe.

Mais do que isso. Tomou-a por inteiro.

Entre a multidão, um homem com algo em torno de 1,80m de altura ou perto disso se destaca, como se fosse mais um dos tantos aspectos únicos e especiais desse lugar maravilhoso. Tem braços musculosos marcados com várias tatuagens coloridas, que contrastam perfeitamente com a sua pele dourada. O cabelo é espesso e castanho, e cai sensualmente sobre a testa. Pernas longas e malhadas. O cara é um pecado!

Um belo espécime para ter na cama, com certeza.

Imagino o que posso fazer com aquele homem maravilhoso no quarto do hotel e todas as possibilidades levam a orgasmos explosivos. Meu radar interno pisca "macho alfa à vista e pronto para o abate". E, acredite, o meu radar nunca erra.

No entanto, ao descer mais os olhos para conferir o restante daquele homem maravilhoso, reparo na câmera fotográfica que descansa em suas mãos e pelo jeito profissional que a segura, concluo que seja um fotógrafo.

Porra, um fotógrafo? Logo um fotógrafo?

Antes, isso seria o suficiente para cortar todo o meu interesse, mas acontece exatamente o contrário. Não sou capaz de tirar os olhos dele um segundo sequer.

Uma estranha atração me empurra para aquele homem, que parece apaixonado pelo o que faz. Ele sorri, e que sorriso! Definitivamente, é impossível não o encarar.

Pensou em colocar os óculos escuro, mas, por alguma razão inexplicável, não o faço. Algo dentro de mim deseja que ele note, que perceba que está sendo descaradamente observado, mesmo eu não sabendo muito bem o que espero com isso.

Mas, droga, é um fotógrafo.

Só há dois tipos de homens com quem não me envolvo, esse é um deles.

Debato comigo mesma enquanto acompanho cada movimento daquele moreno fodidamente sexy. E como se já não fosse muito, por um instante desejo que aquelas mãos másculas e de dedos longos estivesse segurando a minha cintura ao invés da câmera. Elas devem ser tão habilidosas manuseando um corpo quanto a câmera que carrega.

Oh, porcaria! Eu nunca desejei tanto ser a droga de um objeto.

Como se a minha mão tivesse vida própria, começo a descrevê-lo no caderno. A caneta viaja rápido entre as linhas, repassando cada traço, cada detalhe.

E é então que percebo estar indo longe demais.

No instante em que o tal moreno vira para dar mais alguns click's, fecho o caderno e enfio dentro da bolsa juntamente com a caneta, pedindo a conta em seguida. Escondo-me atrás dos óculos escuros e tomo o meu rumo depois de deixar uma generosa gorjeta para o garçom. A única opção para resistir à tentação é sair daqui o mais rápido possível e é exatamente o que eu faço.

Ao chegar no hotel, corro até o maço de cigarro de cravos e acendo um. Dou uma tragada e solto a fumaça como se tentasse soltar todo o tesão reprimido junto. Porém, não funciona. A imagem daquele homem de beleza ultrajante domina os meus pensamentos, muito mais do que gostaria.

Ah, que merda!

Dou outro trago e tiro as sandálias, largando-as ao lado da cama. A camiseta é a próxima e a saia logo tem o mesmo destino que o restante das peças, o chão.

Vestida somente com a calcinha e o sutiã de renda, caminho até próximo a varanda e sento em uma das poltronas confortáveis, tendo uma visão perfeita do Grand Canale, que se torna ainda mais exuberante com o Sol que começa a se pôr.

A fumaça cheirosa dança ao meu redor, mas o que realmente nubla a minha cabeça é o bendito fotógrafo. Sinto-me quente, muito quente, e tento culpar os quase dois meses sem sexo por todo esse tesão que me aflige.

Mesmo não sendo de fato a verdade.

A lembrança daquelas mãos fortes acerta-me em cheio, bem como dos braços tatuados que facilmente me pegariam no colo. E aquele cabelo? Ah, aquele espesso cabelo castanho deve deixá-lo uma perdição quando molhado. Como eu gostaria de mergulhar os dedos entre as mechas e apertá-las enquanto ele estivesse me chu...

— Banho! Eu preciso de um banho. — exclamou, levantando de supetão.

Pego o celular dentro da bolsa e vou em direção ao espaçoso banheiro do quarto.

Abro as torneiras para encher a banheira e jogo as únicas peças que ainda vestia sobre a tampa do vaso. O cigarro vai parar no cinzeiro amassado após o último trago e despejo alguns sais de lavanda antes de entrar. Seleciono minha playlist favorita e deixo o celular de lado, sentindo o corpo relaxar aos poucos com o toque da água.

Recosto na borda da banheira e fecho os olhos para espairecer. De repente, os primeiros acordes de "I'm Into You" de Chet Faker soam e tudo fica mais quente do que já estava. A tentativa de espairecer mais uma vez não funciona, pois, a minha mente teima em vagar junto com a melodia e, antes que me dê conta, minha mão já desliza por entre as minhas pernas. Maldito modo aleatório!

Oh, merda, o que estou fazendo?

Bem, não quero pensar muito nisso. Não quando a excitação cresce desgovernada. Se não posso tê-lo, que ao menos o tenha como uma fantasia.

 

“Eu tenho um pressentimento que nós vamos ganhar

Nossos corpos tornam tudo perfeito

E seus olhos podem me fazer nadar

Então, de novo tudo parece novo

Eu mal posso segurar minha língua

Para dizer o mínimo, eu estou na sua

E seus olhos

Estão dizendo mais do que podemos falar e estão mais quentes que o nosso esporte no quarto

E suas coxas são beijos de fora, garota isso é tudo que eu preciso”

 

Toco-me, acariciando e desbravando através de minhas dobras. Um arrepio prazeroso rasga a minha espinha de cima a baixo e um gemido preenche o banheiro quando empurro o primeiro dedo para dentro do meu centro escorregadio.

Enquanto a mão direita trabalha em baixo, a esquerda desliza por toda a extensão da minha barriga até chegar a um dos seios, onde capturo o mamilo intumescido com os dedos e aperto. Outro gemido, mais forte, me escapou. Abro mais as pernas, tomando cuidado para não escorregar dentro da banheira e presenteio meu corpo com intensas e deliciosas sensações.

As batidas envolventes de Chet Faker e minha imaginação se unem para dar-me um maravilhoso orgasmo. Ofegante, descanso a cabeça na borda e curto os espasmos de prazer que ainda correm por todo o meu corpo. Claro que a fantasia nem se compara a realidade, mas é tudo o que tenho e me permitirei ter.

Minutos depois, enrolada com o roupão felpudo do hotel e os cabelos ainda úmidos, jogo-me na enorme cama de casal e ligo a televisão. Meu plano para essa noite é visitar a tão falada Fondamenta Delle Zattere, uma doca que reúne os melhores bares e restaurantes, sendo o local mais procurado por quem deseja experimentar a agitação noturna de Veneza.

Como tudo o que fiz foi praticamente hibernar desde que cheguei, quero aproveitar para conhecer as atrações e, de quebra, tirar um certo alguém que ocupou os meus pensamentos a tarde inteira - e deu-me, não apenas um, mas dois orgasmos fantásticos no banho.

Perto das nove, decido sair. Devido ao outono, as noites na cidade estão mais frias do que o costume. Por isso coloco botas de salto que combinam com a jaqueta de couro e uma calça jeans apertada nos pontos certos. Nada muito glamoroso, mas não menos atrativo. Além de ser confortável.

Com as mãos nos bolsos, atravesso a ponte e pego a direção indicada no Google Maps. A caminhada dura alguns minutos. A Fondamenta Delle Zattere está lotada e as entradas rústicas dos bares, apesar de estreitas, são bastante convidativas.

Perambulo um pouco ao longo da doca, observando, e resolvo entrar em uma pequena porta vermelha com entalhes ao redor do batente. Não tem placa. Aprendi no pouco tempo em que estou na cidade que a maioria dos estabelecimentos não possuem identificação, o que às vezes dificulta as coisas. Mas o nome não importa muito. Não quando vejo que o interior é magnífico e acolhedor.

Sentou-me diante do balcão de madeira bem trabalhado e peço uma cerveja. Percebo que o bartender, muito interessante por sinal, encara meus cabelos ao entregar a garrafa. Ele abre um sorriso e pisca antes de se afastar para atender os demais clientes. Sorriu e dou um gole na bebida. Conheço bem esse tipo de atitude e sei onde podemos parar no final da noite se investir no flerte.

O tal bartender tem sua beleza. Cabelos escuros e olhos verdes iguais aos meus. Aparenta ser mais novo, mas enquanto estiver na faixa dentro da lei, isso não será um problema. Bom, não para o que pretendo fazer com ele na cama.

Pensando nisso, aprecio a bebida e a música que toca de fundo. Um rock progressista dos anos 80. Estou contente com esse momento e com as várias possibilidades que podem surgir, tanto que não poupo trocar olhares com o bartender e até engato uma conversa enquanto ele está na pausa.

Estou rindo de um comentário do rapaz quando o sino sobre a porta soa, indicando que alguém entrou. Meus olhos voam até a entrada por reflexo e o meu sorriso murcha quase que de imediato. Fico estática na banqueta, deixando o pobre bartender falando sozinho.

Sério? Sério mesmo?

Vestido com uma blusa de mangas compridas, que estão dobradas até a altura dos cotovelos e evidenciando as tatuagens nos antebraços; jeans escuros e botas, o fotógrafo entra no bar exalando aquela aura que me arrebatou na praça mais cedo. Meço-o de cima à baixo, sorvendo cada centímetro.

O cara é ainda mais impactante de perto.

Antes que eu possa desviar, os olhos dele encontram os meus. Orbes castanhos, assim como os cabelos, porém mais escuros. Entreolhamo-nos por um longo instante.

Engulo custosamente o gole que dei na cerveja e viro a cabeça para frente, tentando ser despercebida. Torço para que esteja acompanhado ou vá encontrar alguém, e passe direto para as mesas no fundo do bar. Embora aquela troca intensa de olhares tenha deixado muito claro que a minha vontade era outra.

Mas óbvio que o universo não estaria a meu favor.

Pelo canto dos olhos, observo a aproximação do moreno e, para o meu total espanto, sentar bem ao meu lado no balcão. "Droga! Droga! Tanto lugar para sentar e ele senta justamente aqui?", penso. Parece que tem uma placa luminosa sobre a minha cabeça piscando "Me nota! Me nota!".

Ok, tudo bem. Tudo bem, tudo bem. Posso lidar com isso.

Respiro fundo. Péssima ideia. Além de lindo, o cara é cheiroso.

Teria ele algum defeito? Ah, sim. O pior de todos para compensar.

Eu só queria estar enxergando esse defeito ao invés de todas as qualidades.

Espiando novamente, vejo quando o bartender com quem conversava e deu o flerte como encerrado por conta própria, entrega duas garrafas de cerveja.

Pois bem, ótimo!

O tal fotógrafo está acompanhado e só parou aqui para pegar as bebidas. Logo se levantará e pronto. Não há motivos para entrar em parafuso.

Suspiro aliviada e bebo o último gole da cerveja. Se esse homem ficar mais alguns minutos ao meu lado, não sei do que seria capaz. Por isso estou torcendo para que ele saia rápido e leve o seu corpo tentador para longe.

Só o que eu não contava era que a segunda garrafa fosse parar bem na minha frente, empurrada pela mão dele. Atordoada, encaro-o pela segunda vez desde que entrou no bar e ganho aquele sorriso encantador, o mesmo que admirei na Piazza San Marco e mexeu com meus neurônios e hormônios pelo resto do dia.

— O que é isso? — pergunto.

— Você não era a única observando essa tarde. — responde ele em inglês, erguendo o canto da boca em um pequeno sorriso sedutor — A propósito, é para você.

Olho, olho e olho. Ele também me observou durante a tarde?

Um sorriso irônico se espalha em meu rosto.

Aí, aí... O universo não poderia ser mais engraçado.

Entregar-me a tentação do fotógrafo estava longe de ser o mais sensato. Porém, talvez esse encontro seja a essência para novas perspectivas. Talvez abrir uma pequena exceção não seja tão ruim assim. Afinal, de que adianta prosseguir com essa batalha interna se tudo indica que o resultado será o mesmo?

— Bem, obrigada então. — respondo.

— Sou Jungkook, muito prazer. — estende a mão — E você?

Envolvo a minha mão a dele, num aperto cheio de promessas, e respondo:

— Rebecca.


Notas Finais


Boatos dizem que a Yanna curte brincar de DJ xD


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