História A tribo - Capítulo 4


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Spinoff
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Palavras 721
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 4 - Capitulo 3


Capitulo Três.

As folhas caiam constantemente, assim como as gotículas de agua, pois havia chovido naquela noite, não muito forte e nem fraca, mas sim, em uma quantidade incrivelmente normal do que estiveras acostumado. Não era normal chover naquela quantidade em dias como hoje, será que é o fim do mundo? Será que eu dormi demais? Será que eu cumpri minha pena enquanto dormi...

-Ei!... Cuzão? – um dos presidiários chamou minha atenção – Porque você fingiu ser retardado por três meses?

-O que? – me espantei, pois, nem eu sabia que eu tinha ficado em estado de vegetação por três meses.

Como aquilo era possível? Dormir por três meses seguidos? Tudo aquilo foi real? Por que eu tenho essa mesma sensação?

-Merda, eu dormi por três meses... Porra, nada disso faz sentido nessa merda.

-Se acalma cara – disse um dos presidiários, talvez o único cara legal entre aqueles cuzões.

-Eu preciso de tempo... Eu preciso respirar!

-Relaxe! – disse ele com uma voz reconfortante, e um tom doce de se ouvir de um homem.

Começamos andar pela floresta, ate que chegamos a uma espécie de uma aldeia com esqueletos presos a um portão que dava na entrada de uma aldeia cheia de nativos tatuados por todas as partes. Não via nenhuma criança ou bebê em nenhum lugar sequer, nenhum rastro dos homens que vi na noite passada, só aqueles nativos que nos observavam como se fossemos comida para eles.

-Que porra é essa? – disse um dos presidiários apertando a bochecha de um dos nativos, que logo crava uma faca improvisada em seu pescoço, fazendo assim, o homem cair no chão.

-Merda! – gritei por impulso.

Todos os nativos começaram a correr gritando palavras indescritíveis, ate suas casas e trancando suas portas. Depois que todos correram, uma trilha ficou visível, assim deixando visível também uma grande cabana, que provavelmente pertencia ao pajé que comandava aquele lugar – que no meu caso, era uma grande sorte, pois, saberia o que tenho haver com este lugar.

Fiquei curioso, porem os outros quatro presidiários, estavam assustados e alucinados com o corpo – que agora estava sendo comido por larvas – jogado no chão, com todo aquele sangue.

-Vamos, não temos o dia todo! Além disso, estou achando que tem algo de errado com este lugar, não que o fato de um homem ter sido morto por um nativo já não seja o bastante para ficar perplexo, não nada disso.

-Dá para calar a boca? Eu estou tentado pensar aqui – disse o presidiário que me defendeu quando aquele outro cara começou a discutir comigo.

-Qual é o seu nome? – perguntei

-Jonathan!

-Lucio! – disse o outro presidiário ao lado de Jonathan.

-Marcelo! – disse o outro.

-Marvin! – disse eu – Vamos! Não temos a noite toda!

Todos nós começamos a acelerar os passos para que pudéssemos chegar à grande cabana antes da noite para pedir informações e nos aquecer, com o que eu torcia para ser uma fogueira acesa saindo pela chaminé.

As casas tinham formatos estranhos, eram feitas de barro moldado, as portas eram pedaços de madeira refinada, as janelas possuíam somente panos tampando-as do frio e da gente, o telhado era pedaços de palha queimada, e as paredes possuíam desenhos de crianças e criaturas.

Quando chegamos, eu tive a ousadia de bater na porta, ninguém abriu. Comecei a ficar com medo daqueles nativos que ficavam nos encarando de dentro das casas, então abaixei minha calça e gritei:

-Observem isso, seus nativos filhos da puta!

Levantei minha calça novamente e bati mais forte no portão, ninguém abriu novamente, olhei para trás e vi todos eles fora de suas casas com armas na mão, eles queriam nós ameaçar com aquelas armas feitas de ossos. O portão se abriu assim revelando “O Grande” com suas tatuagens históricas nas costas e barriga, ao lado dele estava “Moe Venenoso”.

-Moe: Olá, Marvin!

-Marvin: oi, seu merda!

-Moe: que surpresa...

-O Grande: cala a porra da boca, esqueleto!

Moe abaixa sua cabeça e se cala enquanto “O Grande” me cumprimentava.

-O Grande: Moe! Prepare a vila! Vamos dar uma festa típica da nossa tribo!

-Marvin: uma festa? Por quê?

-O grande: Você chegou! Agora pode nos ajudar com a batalha contra a grande serpente negra.

-Marvin: serpente negra? Batalha?

-O grande: irei te explicar tudo! Eles podem ficar se você quiser, mas se não quiser...

-Marvin: tudo bem pode deixa-los!



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