História A trip with no return - JIKOOK - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Visualizações 11
Palavras 1.778
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lemon, LGBT, Luta, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi pessoas, essa é minha primeira fic, estou aqui antecipadamente pedindo desculpas a qualquer erro viu kk e espero que gostem...

Capítulo 1 - Um


 

- O QUE SIGNIFICA ISSO PARK JIMIN?! – Gritava o senhor Park – POR QUE VOCÊ TEM UMA REVISTA DE HOMENS NU?! POR A CASO VOCÊ É UM VIADINHO?! ME RESPONDA JIMIN!

- É...  – O garoto não sabia o que falar, não sabia como agir, ele estava sendo exposto ali.  

-  JIMIN EU NÃO POSSO SER PAI DE VIADO, CÊ TÁ ME ENTENDO. – Já se passava das 11 da noite. –  Se arruma, iremos sair! – Já mais calmo Chung-hee dá espaço ao menor, que sobe correndo as escadas que dar acesso aos dormitorios, com medo da furia do pai caso demorasse.

 

XXX

No carro os dois estavam distantes, Chung-hee pensava no que acabara de acontecer, que não podia deixar aquilo ser verdade, já o menor tinha medo, medo de o que seu pai teria em mente pra você, sabia da intolerancia do mais velho, e por isso o medo lhe consumia.

- Desce! – Senhor Park quebra o silencio.

Jimin desce com o olhar curioso, aquele letreiro neon escrito love night indicava que estava em uma boate, só não entendia a intensão do mais velho em lhe trazer ali. Aquilo era novo aos olhos do menino, ele observa as mulheres em cima do palco se insinuando para uns caras, que mostrava notas de dinheiro, logo viu uma senhora bem velha se aproximar com uma mulher de poucas roupas.

- Park, quanto tempo não te vejo o que vai ser hoje? – falou mostrando certa intimidade – quem é esse bebê... não me dica que é seu filho?

Chung-hee assentiu.

- Quero a  Min hee, eu pago quanto for. – Min hee era a prostituta mais cara por ser a mais bela. – Hoje não é pra mim!

- Ok, Boo fale pra Min hee se aprontar. - respondeu a senhora – Garoto, a Min hee irá cuidar bem de você! – Disse se virando para garoto, que estava espantado pelo o que havia acabado de entender.- Venha... eu mesmo te guiarei para o quarto. – puxou o garoto para um corredor cheio de portas, e o chão com um carpete vermelho, o cheiro não era dos mais agradaveis, pois o garoto odiava cigarro.- Aqui. Pode entrar, aproveite – falou parando em frente de uma porta no fim do corredor – Não se preocupe, cuidaremos do seu pai.

Jimin entrou no quarto, luz baixa, cheiro mais agradável, perfume pra ser mais exato, uma cama redonda centralizada com um espelho no teto e um mastro de pole dance lateralizado e uma porta que tinha quase certeza que era o banheiro. Acanhado, ele se senta na cama suas mãos suavam pelo nervosismo, estava confuso, o que será que seu pai queria com aquilo tudo e não querer estar era uma certeza que o cercava, ainda mais pra fazer o que já tinha a consiencia que faria. Logo a porta por onde estrara se abre, uma mulher bonita até, de maquiagem pesada , salto e um vestido preto de couro sintetico entra, o tirando de seus pensamentos.

- Você é Park Jimin, filho do Park Chung-hee? – Assentiu o menino, estava nervoso demais desde a briga com o pai em sua casa para proferir palavra alguma. – O gato comeu sua lingua? Não precisa ficar nervoso, é sua primeira vez ? – assentiu denovo. – ok, vamos descontrair, me conta de você, quantos anos tem ?

- D-d-deze-n-nove – o nervosismo deixava o Park gaguejando.

- Você é lindo, deve ter uma namor...

- Não – disse cortando a mulher.

- Ok, sabe meu nome certo? – Assentiu denovo, então a mulher começou a chegar mais perto, deixando a respiração do menor mais acelerada, já que nunca havia tido nenhum contato com mulheres por não sentir nenhuma atração sexualm por elas. – gosta de beijos no pescoço? – disse já com uma voz mais suave, ao pé do ouvido fazendo ele se arrepiar todo. Não dando chance de resposta, Hee ataca a boca do Park com vontade deixando-o sem ar, vendo que ela não pararia, a empurra de leve pois não queria machuca - la - O  que foi ? não gostou do beijo? Ou já quer pular pro...

- Não é isso – Jimin disse frustrado, por estar ali rejeitando uma mulher que tinha certeza que metade da sua escola pegaria, mesmo pagando. – Sei que não é da sua conta, mas meu pai me trouxe aqui pra provar pra mim que não gosto de garotos. – Falou abaixando o olhar da mulher que estava com o baton borrado por causa do beijo.

- Você é gay? – disse ainda tentando absorver o que acabara de escutar. Balançando a cabeça em forma afirmativa o garoto esclaresce a pergunta recem feita. – Meu pai, e agora ? o que você sentiu com o beijo?.

- Nada, quer dizer...não sei, foi estranho. Mas eu preciso fazer isso, podia tentar deno...

- Não! – Min hee queria entender o motivo do Park maior não aceitar a sexualidade do garoto. – Vamos, tenho que conversar com a madame Lee.- puxou o garoto até a saída do quarto.

 

XXX

 

Jimin via os três de longe, sentia a ira de seu pai de longe, pois a expressão no rosto do Park não era das boas, perdidos nos pensamentos sobre aquela noite escuta uma voz educada:

- Deseja beber algo senhor? – Jimin se assusta por estar perdido em devaneios. – Oh.. te assutei?! Desculpa não era minha inteção senhor.

- Não obrigado, estou esperando uma pessoa.

-  Qualquer coisa é só chamar, estarei por ai servindo. – Jimin agradeceu com o gesto, aquele super educado garçon e bonito tambem, que deixou o garoto hipnotizado por sua beleza.

- Vamos Jimin - Chung-hee puxou Jimin com violencia – você é um desgosto...

Saiu puxando o garoto boate a fora, todos param pra ver o quão violento o homem mais velho estava. O garçon bonitão encarava o garoto como se já se conhecessem, Jimin mesmo com a força exercida em seu pulso, não conseguia tirar os olhos dos do garçon.

Fora da boate, Chung-hee joga Jimin com toda força carro a dentro sem proferir uma só palavra, e ali segue para casa. O silencio durante a viagem, é desconfortavel  primeiro porque a raiva no olhar do pai de Jimin é evidente, segundo porque o garoto esta com medo, nunca havia imaginado que assumir sua sexualidade para o seu pai, mesmo que indiretamente ia ser tão medonho como estava sendo, pois não imaginava o que aonteceria consigo ao chegar em casa, e isso deixava o garoto tento varios pensamentos, incluindo de abrir a porta daquele carro e pular, mas antes de realizar o que queria fazer sentiu o motor do carro desligar e seu pai sair do carro, percebendo que havia chegado em casa o garoto sai do carro, receoso por não imaginar o que acontecerá consigo.

 - Sobe para o seu quarto, e tira a roupa, já estou subindo. – Sentiu a voz do pai, suave mas carregada, de raiva e rancor, mas não contestou, não queria piorar sua situação, e assim fez.

Chegando no quarto, começou a remover a blusa bem devagar, pelo medo que percorria seu corpo, logo a calça veio ao chão ficando apenas com a boxe, e ali aguardou Chung-hee.

 

Xxx

Pela demora, Jimin acaba pegando no sono, mas desperta num pulo pelo barulho da porta ser quase arrombada pelo seu pai.

- EU FALEI PRATIRAR TODA A ROUPA – esbraveja o senhor Park.

- M-ma..mas estou...- tentou responder o jovem, sentido o maldido do medo que o perseguiu desde que seu pai descobriu a revista em seu quarto.

- TIRA A CUECA – gritava o mais velho, mas sem contestar o garoto apenas deixou a mesma escorregar até o chão. Chung-hee, se aproximava mexendo no cós da sua calça tirando o cinto de couro que ali estava. – VOU TE ENSINAR A SER HOMEM, PORQUE SUA MÃE NÃO MORREU PRA UM VIADO VIR AO MUNDO...-  esbravejou, já desferindo a primeira cintada, e logo depois a segunda, terceira , quarta, foram tantas que o garoto parou de contar e passou a sentir seu corpo doer, por ser branco sabia que depois daquela surra, não era só seu corpo que estava dolorido, machucado e sim sua alma, pois sabia que aquele homem não aceitava seu verdadeiro EU, por ser diferente que estava ali apanhando, da pessoa que deveria o proteger do mundo. Sentindo as lagrimas, cairem em grande quantidade, nem percebeu quando seu corpo fraco, pelos golpes desferidos já se encontrava no chão, e que os golpes não era mais de cinto e sim chutes e pontapés que faziam uma ansia de vomito vir a tona depois de um golpe na barriga, e foram assim até o homem que desferiam os golpes saio do quarto, o deixando cheio de hematomas, uns até sangue saia, e foi ali que Jimin deixo as lagrimas tomar conta do seu corpo. O garoto sentia como se fosse realmente um lixo, que por ter decidido ir contra o que as pessoas pregam, não era merecedor de viver, foi então que decidiu levantar e tomar banho para lavar a sujeira do seu corpo, e assim que se olhou no espelho se viu menos merecedor de amar, pegou a cartela de analgesico e deixou a água levar aquela dor que não era só fisica pelo ralo. Aconchegado no calor das cobertas, deixou que o sono o levasse, pois queria tentar esquecer as dores, sabendo que era uma tentativa falha.

Xxx

No dia seguinte, Jimin acordou com dores, e seu pai não deixou faltar a escola sabendo das presentes dores.

- Olha, se pensa que vai matar aula ta muito enganado, pode colocar um moleton.- Disse enquanto tomavam o ultimo gole do seu café.- Não quero ter um filho burro alem de viado.- após tais palavras deixou o pobre garoto, marcado com os hematomas, perdido em pensamentos, como viveria daquele jeito com seu pai não aceitando sua sexualidade. Levantou, arrumou a cozinha e subiu pro seu quarto, lá vestiu o moleton que escondia sua pele machucada e saiu.

Caminhava  com certa dificuldade, até sentiu seu corpo doer mais ainda, pelo esbarrão que recebeu:

- Aiiii! – esbravejou sentindo dor em seu ombro.- Desculpa estava distraido- Se abaixou pra ajudar a pegar os livros que haviam caido.

- Eu que tenho que pedir desculpa, estava atrasado e sair as pressas- se abaixou tambem, pois precisava daqueles livros.

- Tudo bem- disse o garoto já em pé.

- Olha, não está tudo bem, me deixa me desculpar direito... por favor – disse pegando no pulso, machucado do garoto- olha eu sou bibliotecario...- apontou para a biblioteca municipal do outro lado da rua- Espera eu te conheço...?! você é o garoto de ontem na boate, não é?! – o garoto olhou assustado, não conhecendo o rapaz. – É sim! Sou Jungkook, muito prazer como é seu nome ?

 



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