História A Última Chance - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags A Última Chance, Ação, Amigos, Aquecimento Global, Aventura, Drama, Fim Do Mundo, Histórias, Terra, Thatty S
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Palavras 1.103
Terminada Não
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Hello Pessoal!!!!

Olha nós aqui iniciando mais uma aventura, eu espero que vocês gostem.
Essa história estava dentro do meu coração já faz muito tempo e eu espero que vocês abraçem como eu estou abraçando.

Amo vocês, Boa Leitura.

Capítulo 1 - O Começo


Se eu te contar onde que eu estou agora, você não vai acreditar!. 

Está vindo agora mesmo na minha direção uma onda gigante, ultimamente tem acontecido com frequência, acho que a Terra está bem brava com os seres humanos. 


Enquanto estou narrando essa história, a onda azul e raivosa está vindo até mim, estou correndo, mas no momento, só consigo escutar as batidas do meu coração,estou gritando,mas acho que dessa vez,eu não tenho escapatória.

A onda me pegou, e eu não sei nadar, acho que não tenho mais jeito. Pude sentir as águas me puxando para baixo, as moléculas da água entrando nos meus pulmões, acho que dessa vez, não vou conseguir sobreviver, os escombros das construções, passavam por cima de mim, e as vezes, era quase impossível de desviar de deles, ferros das casas e prédios bateram na minha barriga,minha visão estava turva, e só pude ver que uma placa de aço estava vindo na minha direção quando eu percebi que se eu esticasse os braços,eu poderia toca-lo, mas não deu tempo, a placa de ferro bateu em minha cabeça. Eu desacordei. 


Não vi mais nada, e quando abri os olhos, o céu estava acima de mim novamente,eu vomitei água, e a minha cabeça doía demais, tudo estava turvo e eu não conseguia enxergar quem estava acima de mim. Até que uma voz feminina me fez despertar.


-Você está bem?! - perguntou uma voz doce mas preocupada. 


-ahn…..estou…... só minha cabeça que está doendo.. - falei colocando a mão na cabeça e sentindo o líquido quente. 


-Eu ouvi os seus gritos por socorro e eu te resgatei.- falou a garota. 


-C-como? - perguntei curioso. 


-Com isto - ela ergueu uma corda e depois apontou para uma porta branca que estava boiando na água. 


Eu ergui a cabeça e a dor veio forte, hesitei em levantar, tudo ficou escuro, e respirando fundo, levantei devagar. A garota ela magrela, alta, cabelos cacheados,parda,tinha uns olhos negros, e um sorriso aberto, ela me olhou pegou uma camiseta e mergulhou na água, e colocou na minha testa ensanguentada. Eu reclamei de dor e ela foi logo se desculpando:


-Me desculpe…. infelizmente não tem como não doer. Como você se chama? - perguntou ela. 


-Ahn….eu sou o Pedro Freddman e você? - perguntei segurando a camiseta que ficou com mancha de sangue. 


-Raquel…..Raquel Sullivan. - falou ela sorrindo - não se preocupe com a camiseta,depois eu retiro a mancha. Mas, o que estava fazendo aqui? Isso aqui está uma ruína! -Falou  Raque curiosa. 


Aí ela pegou em um ponto importante, o motivo de eu estar ali….. eu suspirei e então ergui a mão e ela estendeu a mão para mim, e quando eu levantei eu olhei para trás e suspirando falei:


-Minha família……. nós estávamos hospedados nesse hotel aqui em Florida…..eu vim para ver se havia alguém vivo. - falei e abaixei a cabeça. 


-E existe? - perguntou ela me olhando seriamente. 


-Não…..todos mortos. - falei suspirando e segurei o colar com a mão direita. 


-O que tem nesse pescoço?! - perguntou ela curiosa. 


Eu coloquei o colar dentro da camiseta e balancei a cabeça negativamente afirmando:


-Não tem nada…..nada demais!... - falei sorrindo. 


-Ah qual é!.......eu te salvei! - falou ela sorrindo para mim.


-Está bem vai….ahn…..minha avó me deu. É de gerações da minha família. - falei sorrindo e mostrando o colar que tinha as iniciais do meu nome e sobrenome.


-Puuuuuuuuuuxa!......Ele é lindo! - falou Raquel sorrindo para mim. - bem, para onde você vai agora?! - perguntou ela me olhando com os olhos brilhando. 


-Bem…. honestamente….eu não sei. Talvez algum policial passe por aqui e me ajude! - falei erguendo os ombros.


-Hmmmm...acho muito difícil…..caminhei por todo o caminho e não há nada pela estrada inteira. - falou Raquel. - mas, eu estava indo para o norte, a procura de uma cidade que eu acredito que tenha muitos recursos para nós, quer ir?! - perguntou ela me olhando. 


-Bem, eu vou adorar…..- ergui os ombros e sorri fraquinho para ela. 


-Sua cabeça ainda doi?! - perguntou ela. 


Eu concordei. Infelizmente ainda não havia parado de doer. 


-Sinto muito, meu último analgésico acabou ontem,mas, na cidade eu prometo pegar vários medicamentos para você. - falou ela colocando a mão sutilmente no meu ombro.


-Tudo bem… - falei sorrindo. 


-Há quanto tempo está nessa? - perguntou a garota me olhando. 


-Bem…..como assim?! - perguntei confuso. 


-Ha quanto tempo está nessa ué, quanto tempo é um sobrevivente…. você sabe….que está sobrevivendo a esse caos. - ela falou como se não fosse anormal essa ideia toda. 


-ah…..certo. Bem, estávamos hospedados aqui porque nossa cidade foi engolida por um buraco enorme!... E aí saímos de lá as pressas, por uma fuga incrível! - falei sorrindo ao me lembrar. 


A onda bateu forte atrás de nós, e a terra onde estavamos começou a se desfazer conforme as ondas do mar batiam em nossas costas, e o mar a cada minuto, entrava pela cidade. Raquel colocou a mão no meu ombro,e sorrindo disse:


-Porque não me conta no caminho?! Esse lugar vai desmoronar….vem!....- puxou Raquel pelo o meu braço e eu a segui, subindo pelas janelas no chão,e mergulhando o meu pé na terra molhada e fofa. 


-Certo….. então….como eu ia dizendo….minha cidade foi engolida por un buraco enorme na terra,a princípio,todos achavam que era uma rachadura normal e que, não daria em nada sabe?!.......até o buraco ir crescendo e crescendo sem parar. - falei erguendo os ombros. 


-E aí vocês vendo que o buraco estava engolindo a cidade decidiram vir para cá?- perguntou ela curiosa. 


-Sim. Na verdade, já tínhamos um quarto reservado por aqui, iríamos comemorar o aniversário da minha avó, mas aí com tudo isso, decidimos antecipar. - falei sorrindo fraco. 


-E o que te fez ficar fora? - perguntou Raquel curiosa. 


-bem, minha mãe me pediu que eu fosse na padaria comprar pão, e quando voltei, encontrei o mar revolto, não deu tempo de me proteger, a onda veio e me pegou, até você me encontrar, como me achou?


-Bem,eu disse, eu ouvi você me pedindo por ajuda, e então, vim correndo te ajudar. - Raquel pulou de um monteiro de areia e eu subi atrás. 


-Mas e você? De onde veio? Quem você é? O que te levou até aqui? - perguntei. 


Raquel virou para mim e sorriu um sorriso aberto, o vento do mar invadindo a cidade bagunçou o seu cabelo cacheado e ela afastou da orelha e suspirou olhando para baixo. 


Certamente, viria uma grande história. 

 

 




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