História A Última Estrela - Capítulo 12


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Categorias Liana Liberato, One Direction
Personagens Harry Styles, Liam Payne, Liana Liberato, Louis Tomlinson, Niall Horan, Personagens Originais, Zayn Malik
Tags Harry Styles, Liana Liberato, Melhor Amigo, Perseguindo Estrelas
Visualizações 121
Palavras 1.799
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Crossover, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oieee meus amores, tudo bem com vocês?
Eu espero que sim!

Estão ansiosos para esse capítulo não é?
Então não vou enrolar dessa vez.
Boa leitura meus amores, vejo vocês nas notas finais ^_^

Capítulo 12 - Capítulo 12


Fanfic / Fanfiction A Última Estrela - Capítulo 12 - Capítulo 12

A sra. Styles estava na sala de espera quando cheguei ao hospital. Corri os olhos por ela e me deti em seu olhar. Ela não tinha nenhum arranhão, o que me levou a pensar que Harry pegou o táxi sozinho.

— Oi — eu disse baixinho ao me aproximar.

— Olá, Isabela. — A Sra. Styles remexeu-se na cadeira, desconfortável. — Obrigada por vir.

Ela se permitiu sorrir de forma acolhedora.

— Não não conseguiria ficar em casa sem ter notícia alguma de Harry — eu disse, e ela apenas meneou a cabeça para mim. Sento-me ao seu lado. — Ele está bem? 

A Sra. Styles encarou os próprios pés.

— Não sei, querida. Os médicos não me dizem nada e também não me deixam vê-lo.

— Tenha fé — eu disse à ela. — Harry é forte, e vai sair bem dessa situação. 

— Deus te ouça, querida. E pensar que ainda pedi para que ele esperasse, comigo. Ele não quis me ouvir — ela deu um sorriso forçado. — Estava louco pra ver você, ele me contou. E  pegou o primeiro táxi disponível... Se eu tivesse o segurado um pouco mais.

Ouço um soluço contido vindo da Sra. Styles, e ela desaba a chorar ao meu lado. E para confortá-la tudo o que posso fazer é abraçá-la e deixar que chore em meu ombro.

Eu estou me segurando para não me desmanchar em lágrimas, também.


Passava das cinco da tarde quando enfim consegui fazer com que a Sra. Styles a ir comer alguma coisa, ela quis me trazer algo  mas eu neguei com a desculpa de que estava sem fome. Mas a verdade é que na minha garganta não passava nem água.

Mamãe me ligou doze vezes e não atendi nenhuma de suas ligações, porque eu sei que ela vai me encher de perguntas sobre como Harry está, e eu não sou forte o bastante para responder-lhe sem chorar. E eu não tive nenhuma notícia dele, e isso está começando a me deixar angústiada.

Eu não parava de encarar a porta de emergência no final do corredor.

Na minha cabeça só vinham imagens de Harry Styles chegando com seus pais na nova casa, ao lado da minha. Eu o via descendo a rua de bicicleta, e lembro o quanto eu achava lindo quando ele sorria para mim. Sempre achei que Harry Styles sorrisse com os olhos... e talvez fosse mesmo.

Eu quero vê-lo saindo daquela sala.

Quero vê-lo sorrindo e mordendo o lábio, assim que nossos olhares se cruzarem. E depois passando os dedos pelo cabelo, tirando-os da testa.

Eu quero abraçá-lo, colocar minha cabeça em seu peito e aspirar o perfume em sua camisa. Aquela camisa cinza, sua marca registrada.

Eu quero ouvir sua voz soando rouca em meus ouvidos, enquanto me encanto com aqueles olhos verdes.

E pela primeira vez desde que cheguei ao hospital encosto a cabeça na parede atrás de mim, fecho os olhos e me permito chorar. Eu quero chorar até essa angústia ir embora.

Eu não consigo ser forte, não sem Harry Styles aqui para me dizer que tudo ficará bem.


Ouço alguém pigarrear e abro os olhos, puxando o choro pelo nariz quando vejo que é um dos médicos.

— Com licença — ele diz. — É algum familiar de — o médico confere a prancheta — Harry Styles?

— Não — digo depressa. — Sou amiga da família.

— Eu sou a mãe dele. — A Sra. Styles chegou por trás do médico, ela está com os olhos vermelhos o que significa que havia chorado durante o breve instante que saiu. — Como está meu filho, doutor?

— Eu não trago boas notícias. — Ele disse, sem desviar os olhos da prancheta. — Seu filho entrou em coma, sinto muito. — O médico suspira pausadamente e bate na prancheta com a caneta. — Estamos fazendo o possível para salvá-lo.

Com um sorriso um tanto reconfortante ele se retira, e a Sra. Styles cai aos prantos outra vez. E tudo o que posso oferecer para consolá-la é dando-lhe um abraço.

Eu sentia a dor dela, e segurei-me para não chorar em sua frente. Mas a dor de saber que Harry Styles estava atrás daquelas portas em coma, era tanta que parecia que eu estava morrendo lentamente. E então eu chorei. Eu sentia que estava o perdendo, como se ele fosse uma estrela se apagando.

Naquela noite eu havia perdido o chão e sei que não suportaria perder Harry Styles, também.

Então eu me perguntei pela primeira vez até quando Harry estaria comigo.


O brilho de uma estrela não se apaga tão facilmente, tenho repetido isso para mim mesma desde que deixei Harry Styles naquele hospital e voltei para casa.

Mais uma vez não consegui pregar os olhos a noite toda, era como se meu corpo recusasse a descansar e quisesse a todo custo ficar ao lado de Harry, mas eu não poderia fazer nada para ajudá-lo à não ser rezar. E vê-lo naquele quarto de hospital, dependendo de máquinas para sobreviver me destruía por dentro.

E de uma coisa eu tenho certeza. Eu não havia conseguido tirar Harry Styles da minha cabeça mesmo estando namorando com Dylan, e eu me sinto culpada por isso.

Culpada por querer negar um sentimento que só cresce dentro do peito por alguém que não é meu namorado.

Culpada por esse alguém ser Harry Styles, meu ex-vizinho e melhor amigo desde que éramos crianças.

Culpada por enganar Dylan dessa forma.

Culpada por Harry Styles está em coma, pois eu sei que se não fosse por mim ele não teria se apressado tanto em pegar aquele táxis.

Culpada...

   Culpada...

      Culpada...

Pois, por mais que Dylan e eu tenhamos nossos momentos de desentendimento ele é um bom namorado, totalmente diferente de mim, é claro. Mas Dylan me faz sorrir.

E então eu havia percebido a loucura que estava cometendo. Eu não amava Dylan da mesma forma que um dia amei Harry, e não sei se algum dia poderei amá-lo.

Na manhã seguinte acordei disposta a dar um novo rumo a minha vida, seja ele qual for. E o primeiro passo seria falar com Dylan, que por sinal Amanda acha que ele está me traindo. Eu não acreditei, é claro. Mas não custa nada sondar o caminho.

Eu não estava nervosa. Havia ensaiado em frente ao espelho sozinha em meu quarto, e sabia exatamente o que diria a Dylan. E também o que diria a Harry assim que ele colocasse seus pés novamente em Stratford.

Levantei da cama pela primeira vez com uma quase sensação de alívio no peito, coisa que eu não sentia tanto nesses últimos meses, porque eu tinha sempre a sensação de que algo estava fora do lugar.

E eu não sabia o que realmente era.

Mas de uma coisa eu sabia. A saudade que eu sinto de Harry estava me consumindo aos poucos, embora eu escondesse isso muito bem em frente à outras pessoas. Por um curto espaço de tempo pensei mesmo que Dylan era o cara certo para mim, mesmo com todos os defeitos e atitudes estranhas e que me tiram do sério internamente.

Mas com Harry era diferente. Não tivemos um namoro longo e nos beijamos somente duas vezes, uma em nossa formatura, e outra no casamento de Kim, minha quase ex melhor amiga agora. E só eu sei o quanto Kim está me fazendo falta.

E Dylan não se comprava com Harry, fato.

E isso era o suficiente para que eu tomasse qualquer decisão.

Entrei no banheiro pensando seriamente em sair correndo e me esconder debaixo da minha cama até tudo isso passar. Eu sou medrosa, admito. Mas ao invés disso eu liguei o chuveiro e deixei a água quente cair em minha pele e relaxar meus músculos.

Já no quarto enfiei minhas pernas dentro da calça jeans e passei a blusa por cima da cabeça, calçando minhas sapatilhas brancas de bolinhas.

Mais um dia de trabalho me espera, e já estou atrasada. Mamãe não me acordou, e meu rádio relógio deu o ar da graça de quebrar e me deixar na mão. E hoje no final do expediente falarei com Dylan tudo o que penso.


Encontrei-me com Dylan bem mais cedo do que eu esperava. Estávamos no horário de almoço, sentadas no banco de uma pracinha que ficava aqui perto de onde trabalhamos. Amanda estava sentada ao meu lado, debaixo da sombra de uma árvore, e tentava engolir um pedaço de aspargo que ela mesmo trouxe junto ao seu almoço. Mas assim que Dylan chegou ela me virou as costas e voltou para a lojinha. Eu estava tomando café com sanduíche de queijo. Era o meu café da manhã que eu havia ignorado até agora. E eu já estava faminta, por sorte a garrafinha térmica salvava minha vida.

E em todas as vezes nas últimas horas em que eu tentava imaginar como seria minha conversa com Dylan, eu só via um precipício e estava tentada a me jogar nele, mas talvez eu me arrependa depois.

— Escuta, gatinha. — Começou Dylan. E eu ainda nem havia começado a falar tudo o que eu gostaria. — Eu sei que as vezes sou um pouco contraditório, mas eu te amo.

— Jeito estranho o seu de me amar. — Eu ri um pouco, embora não devesse, mas eu precisava afastar o nervosismo.

— Eu sei — ele disse. — Isabella, se o que te incomoda é a mudança para Seattle, olha, podemos chegar em um acordo. Você pode passar uns dias lá comigo e fazer um teste. Se gostar, nós moramos juntos. Se não gostar, eu venho te ver sempre que possível.

— Não é isso, Dylan.

— Então o que é, Isabella? — ele elevou o tom de voz. — Para com isso, até poucos minutos atrás estava tudo bem entre a gente. O que houve com você? Olha, se quiser terminar o nosso lance, por mim tudo bem, já que você não está satisfeita.

— Dylan, não é bem assim. Espera, e como assim temos só um lance? Não estávamos namorando?

— Você entendeu o que eu quis dizer, Isabella. O que temos não é só um passa tempo, entendeu? Bem, para mim não é assim. Eu não quero e nem consigo ficar longe de você, gatinha. Eu já estou bem envolvido, acredite.— Dylan falou, levantando a mão para tocar meu rosto com as pontas dos dedos. — Eu te amo.

As palavras atingiram o meu estômago como um soco e o meu subconsciente queria me esbofetear repetidamente por eu ser tão estúpida. Sempre achei que quando um garoto me dissesse Eu te amo, seria o momento mais feliz da minha vida. Eu abriria um enorme sorriso para o garoto na minha frente e diria que também o amava com todas as minhas forças, e essa seria a maior verdade da minha vida. Eu talvez sentiria até vontade de chorar, e o abraçaria bem forte em seguida.

Mas ele não era Harry Styles.


Notas Finais


Postei e sai correndo.

Obrigadaa por terem lido
Espero que tenham gostado ❤

E agora quando será que o Harry irá acordar, né?
E a Izza, será que ainda vai enrolar pra terminar com o Dylan? 😂

Espero vocês nos comentários.
Até quinta-feira.

Beijinhos de gliter meus amores
😘😘😘


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