História A Última Pétala - Capítulo 13


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Categorias 50 Tons de Cinza, Sailor Moon, Vampire Knight
Personagens Akatsuki Kain, Hanabusa Aidou, Ichiru Kiryuu, Kaname Kuran, Maria Kurenai, Personagens Originais, Rima Toya, Ruka (Luca) Souen, Sara Shirabuki, Senri Shiki, Shizuka Hiou, Takuma Ichijou, Yagari Touga, Yuuki Kurosu, Zero Kiryuu
Tags Kaname Kuran
Visualizações 19
Palavras 2.187
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Bishounen, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Harem, Hentai, Literatura Feminina, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Estupro, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 13 - Sensação... Diferente


Fanfic / Fanfiction A Última Pétala - Capítulo 13 - Sensação... Diferente

*Capítulo Anterior*

— Sabe que eu posso matá-la a qualquer momento, não sabe?

— Não vai fazer muita diferença... Estou condenada a ser torturada até a morte, então, se você me der um tiro... Que diferença iria fazer?

— Uma morte mais rápida? - arqueou uma sobrancelha com o sorriso de deboche.

— Eu não posso morrer enquanto tiver penas nas asas, quer ver? 

— Quero.

— Então morde - Anya ofereceu o seu dedo para ele.

Zero o fez, machucando a pele clara dela, penetrando uma de suas presas, depois tirou, lá não tinha sangue algum, mas tinha o buraco da mordida dele

— Legal, né? - perguntou Anya sorrindo, tentando a todo custo esquecer de Kaname, esquecer o passado.

— É legal sim - estava perplexo, achou que era mentira o que ela tinha dito, Anya podia ter um cheiro embriagante e sedutor, mas não tinha sangue.

*Capítulo atual*


*Lado Kaname*

Elisabeth tinha os olhos cheios de lágrimas, Anya poderia fazer o que bem entendesse agora, como sempre fez, a sua morte já está selada e sem escolha, sem proteção. Nada o que ela faça vai mudar.

— Porque me odeia Yuuki? - perguntou como se fosse o seu pai.

— Não me chame assim! Eu sou a Elisabeth agora! Você não queria esquecer do passado? Pois bem! Me erra! - respondeu repleta de ódio.

— Como quer que eu entenda a Kurosu, se não me conta? - manipulou.

Elisabeth arregalou os seus olhos cor de vinho, ele tinha razão? Como vai entender a Anya, se não sabe de nada... Quase nada — Minha mãe... Não teve família naquela época, foi abandonada...


*Flashback Kaname on*

— Kaname, esqueça dessa ideia por favor - falou Anya com um sorrisinho tristonho.

— Anya, não quer convidar os seus pais para o nosso casamento? Nunca os conheci, adoraria agora - ela a encarou, desvendando os sentimentos dela brutalmente, e a deixando vunerável, tão fraca... Ao ponto de fazer o que ele quiser. Mas não foi assim, desta vez.

— Kaname... Eles... Estão viajando, sempre fazem isso, me deixaram sozinha, como eu pedi - mentiu, não queria preocupa-lo por nada.

A verdade era: Kaname foi o início e o fim para Anya, o único que ofereceu amor para ela. Seus pais a abandonaram quando ainda era um ovinho -sereias botam ovos como os peixes-, mas os irmãos de Anya não estavam, só Anya que tinha sido abandonada. Ou os seus irmãos estávam desaparecidos.

Anya nunca teve uma amiga, era raro encontrar uma garota com cabelos loiros naturalmente, por isso nenhuma sereia chegou perto, com medo que, Anya pudesse intervir com as suas técnicas de sedução aos homens e pegá-los para ela.

— Não aceitou ir ao lado deles? - ele não estava acreditando, Anya não sabia mentir.

— Não... Os meus pais... Devem ficar felizes e viajando para tudo quanto lugar. Sem me levar, não gosto de viajar com eles. Sinto muito - abaixou a cabeça.

— Porque está se desculpando, Anya?

— Porque... Eu não tenho contato com eles, e porque você não vai ser capaz de conhecê-los - deixou umas lágrimas escorrerem dos seus olhos.

— Não se preocupe, está tudo bem, o que importa é que eu a tenho ao meu lado - secou as lágrimas dela, beijou a ponta do nariz dela, Anya sorriu.

— Eu te amo Kaname - Anya sorriu para ele, seus olhos brilhavam em tamanha alegria.

— Eu a amo mais Anya, minha Anya - beijou os lábios dela, não intensificando, era um beijo inocente, delicioso.

Os beijos dele desceram até o pescoço dela, onde mordeu, para assim sugar o sangue dela, com gula. 

Kaname sentia-se satisfeito em saber que ela o amava.

Kaname... Você é o meu início e o meu fim... Me ame muito, meu amor - Anya pensou sorrindo.

*Flashback Kaname off*

Kaname olhou para a Elisabeth — Agora é mais fácil de compreender, mas eu quero saber o motivo de me odiar tanto.

— Isso... - Elisabeth começou a falar.


*Flashback Elisabeth/Yuuki on*

— Mamãe? - chamou a sua mãe.

— Sim minha filha - Anya estáva abatida, o seu rosto angelical demonstrava isso, ela estáva com olheiras e o rosto pálido, tinha uma expressão de sono.

— Meu namorado... A senhora sabe que... - engoliu seco, não era difícil de lembrar dele, mas era difícil o que ela falaria para a sua mãe.

— Ele faleceu. O que houve? Pensei que não o amasse.

— Mãe... Eu... Estou pronta para reproduzir - falará como normalmente uma sereia falaria.

— V-V-Você... Está grávida?!?! - Ana gelou, sua filha tinha apenas vinte anos. Tá, já era adulta.

— Sinto muito... - derramou algumas lágrimas — A senhora já tem que cuidar do papai e eu aqui...

— Não se preocupe... Está tudo bem - Anya sorriu, mesmo que estivesse triste, mas não com a notícia e sim com Kaname.

— Mesmo? Não está brava?

— Você não quer ter um bebê filha? - Anya perguntou mais séria.

— Eu quero, era o meu sonho e a senhora sabe disso, meu medo é: vou ter que morar mais longe em um lugar menos perigoso. 

— Porque tem medo disso minha princesinha?

— A senhora... Como fica? Sei que como mãe... - Anya a interrompeu.

— Não se preocupe com isso, vou ficar feliz se me passar o endereço, assim conhecerei o meu netinho - novamente sorriu, desmanchando a sua expressão séria.

— E o papai? - perguntou preocupada.

— Eu espero que ele fique bem...

Kaname estáva hospitalizado, tinha sofrido um acidente por causa de Anya. Isso a deixava com sensação de culpada. Era para ela estar alí, naquele quarto, naquela cama, e não ele. Que simplesmente a protegeu.

— Mamãe?

— Sim?

— Faça de tudo para o papai melhorar - sorriu- ele tem que conhecer o meu bebê - abriu ainda mais o seu sorriso.

— Prometo que farei de tudo por ele, agora, vá. Tem uma viagem para fazer e malas para arrumar, não esqueça de anotar o endereço.

— Sim! - saiu da sala de espera. Mas uma médica entrou.

— Senhora, o seu marido...

— O que houve? - Anya arregalou os olhos.

— É necessário um novo coração, tem algum familiar que possa fazer isso? - a médica nem se importava.

Anya mordeu o lábio inferior, pensando direito — Eu posso doar o meu coração para ele - falará descidida.

— Tem certeza?

— Absoluta.

— Então vamos, gostaria de algo antes disso? Temos apenas três minutos.

— Quero sim.

....

*Três dias depois*

Kaname abriu os olhos, onde ele estáva? Não estava morto?

Um médico trocava o medicamento dele, quando viu que Kaname estáva desperto sorriu.

— Como o senhor está se sentindo?

— Bem... - no caso melhor do que antes — O que houve?

— Está hospitalizado a uma semana, três dias atrás não acordava de jeito nenhum. Agora vejo que está melhorando.

Com o olhar, Kaname procurou Anya na sala, seria possível que ela tinha o abandonado?

— Onde está a minha esposa? - Kaname perguntou curiosamente e hesitante, não desconfiava de Anya, mas ela não estava ali, o que era estranho.

O médico desfez o seu sorriso, ficando triste derrepente, pegou uma cartinha do bolso e entregou para Kaname — Ela era uma boa esposa e te amava, vou me retirar para te dar mais liberdade.

Médico saiu, deixando uma dúvida sobre Kaname: ele disse "amava", Anya não o ama mais?

Ele abriu a cartinha receoso e lá tinha:

"❤️ Meu amor, bom dia, boa tarde, boa noite, boa madrugada... Depende, não sei o horário que está lendo, fico feliz que tenha acordado! Eu te amo! ❤️"

Kaname sorriu com o primeiro parágrafo e começou a ler o segundo.

"Bem... Deve estar se perguntando o motivo de eu não estar aí com você... Sinto muito mesmo. Novamente digo: Eu te amo ❤️"

Kaname estranhou, ele realmente estranhou por ela não estar aqui ao lado dele. Continuou lendo, cada vez mais apreensivo.

"A verdade... É que eu não faço mais parte desse mundo, estou em outro lugar agora, não posso dizer se é bom ou ruim. Não sei se estou no céu ou no inferno... Mentira! É ruim demais! Não tem você para me amar aqui..."

Kaname sentiu o seu peito apertar. Mas não parou de ler.

"Eu tenho uma boa notícia para você! Depende de como você encara-la... Eu faço parte de você Kaname! Não é legal?!"

Kaname não entendeu, como ela fazia parte dele?

"Você não entendeu? É verdade? Acertei? Ebaaa - se a resposta for sim- ahhh Kaname malvado - se a resposta for não. Eu... Me senti muito culpada por você estar hospitalizado por minha causa, e você começou a necessitar de algo, não era muito difícil de conseguir. Eu doei o meu coração a você meu amor"

Kaname sentiu o seu rosto ficando quente, era a duas lágrimas escorrendo. Sua garganta ficou com um nó grandíssimo. Mas não parou a leitura, leria cada palavra da sua amada.

"Sei que deve me achar louca, mas, você diz que o amor vem do coração, então, considere que eu te dei todo o meu amor, e daria sempre que pudesse"

Como ela pode fazer isso por ele? Ela é louca?

"A verdade era: você e a nossa filha, são tudo que eu tenho, Kaname... Vou escrever o que eu não consegui te falar, eu nunca conheci os meus pais, por isso eles não compareceram ao nosso casamento, me abandonaram. Eu fiquei sozinha até te conhecer, que mesmo me provocando, ocupou o meu coração inteiro em pouco tempo. O modo que me deixava irritada porque não terminava o que começava, o modo como cuidou de mim quando eu ficava doente, o modo... Que me amou. Simplesmente tudo, você foi o meu início, consegui me sentir viva ao seu lado, se eu o deixasse morrer, não teria motivos para viver meu amor"

E a nossa filha? Não pensaste nela?! - Kaname pensou ainda lendo.

"Eu pensei na Yuuki sim, sei que você pensou nela, mas ela vai se mudar para um lugar mais seguro de tudo, essas guerras, não andam boas para ela. Ela vai ficar longe de mim e você iria me abandonar. O que eu faria?"

Anya...

"Sinto muito por ser egoísta, eu estou lhe dando uma vida e te deixando, mas eu sempre quis que você fosse feliz, comigo ou com outra, até com aquela atirada da Sparkle 😣" 

"Agora chega de drama, meu novo recorde, escrevi tudo isso em três minutos!"

"Kaname... Tenho uma novidade grandíssima! Você vai ser vovô 👴! Nossa bebê vai ter um neném 👶. Legal não? Dê tudo para ele o que eu não poderei, sim? Prometa para mim"

"O que prometeu tem que cumprir hein, tô de olho 👀 -eu acho."

"Me prometa também que irá conseguir ser feliz, tenha uma nova família, por favorzinho. Mas a mulher tem que te fazer feliz e não triste 😃 se não vai levar um monte de murro 👊"

"Adeus meu amor ❤️😘"

Desde que Anya descobriu o que são desenhos animados, ela vive os desenhando, até em cartas...

*Flashback Elisabeth/Yuuki off*

Ela contou tudo para ele, e Kaname foi lembrando, lembrou o quanto tinha chorado, mas principalmente lembrou, que tinha casado com outra depois da Anya. Deixando tudo para trás, até Yuuki -Elisabeth- que tinha perdido um bebê. Por isso ela o odiava.

Anya tinha se sacrificado duas vezes por ele...

— Vou vê-la. - falou descidido, começou a andar, quando ficou de frente para a sua ex filha, fez cafuné nela — Seja uma boa menina Elisabeth - saiu após isso.

A anjo ficou boquiaberta, isso realmente tinha acontecido? Agora?!


*Lado Anya*

— AAAAAHHHH!!! - gritou em meio ao dessespero.

— Ei! Não grite, ela é assim mesmo!

— Essa égua me odeia - olhou para o animal espantada.

Zero estava ensinando ela a cavalgar, e o animal jogou a Anya no chão, propositalmente.

— Sobre novamente, eu vou atrás de você desta vez.

— Nem morta!

— Você vai agora, começou agora termina.

— Sim senhor - fez cara feia. Nem parece que ele quase a matou e ela fez o mesmo.

Anya sabia que Zero só precisava de atenção, ele era frio para não se apegar as pessoas, quanto mais frio fosse, mais todos iriam se afastar e ele não se apegaria a ninguém, para assim não sofrer nunca mais.

Ele se apegou a Yuuki e olha no que deu. Ela o largou e o usa, para depois descarta-lo, como se fosse um objeto.

Parando de pensar nisso, Anya subiu k animal, novamente ele iria virar, mas Zero segurou o seu cavalo, deixando-a mais calma. Subiu atrás da Anya.

— Pronta? - perguntou normalmente.

— Estou pronta - respondeu sorrindo.

Zero começou a cavalgar, Anya sorriu, era divertido. Zero tinha o controle de tudo, principalmente da égua.

Ele fez o animal correr, fazendo Anya gargalhar.

...

— Se divertiu? - perguntou pegando Anya pela cintura, ajudando-a a sair do cavalo. Colocou-a no chão.

— Sim! Foi muito legal - e por incrível que pareça, ela tinha se esquecido por um momento de Kaname.

— Obrigada Kiryu-kun - ficou na pontinha dos pés e beijou a bochecha do Zero, era um agradecimento, não sentia nada por ele e ela não se apegaria a Anya. Ela iria morrer, não valeria a pena. Ele só fez isso, porque Anya já está condenada a morte, ela deveria ficar alegre por uns momentos antes disso e não chorando pelos cantos.

Quando ela voltou ao normal, abriu os olhos e viu... Kaname, ele a olhava com um olhar nada contente. Simplesmente, lascou tudo.

Ele não parecia nada feliz, estáva faiscando em ódio, mas... No fundo parecia magoado... Com Anya. Não eram nem com o Zero e sim com Anya.








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