História A Última Pétala - Capítulo 34


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Categorias Sailor Moon, Vampire Knight
Personagens Akatsuki Kain, Hanabusa Aidou, Ichiru Kiryuu, Kaname Kuran, Maria Kurenai, Personagens Originais, Rima Toya, Ruka (Luca) Souen, Sara Shirabuki, Senri Shiki, Shizuka Hiou, Takuma Ichijou, Yagari Touga, Yuuki Kurosu, Zero Kiryuu
Tags Kaname Kuran
Visualizações 9
Palavras 1.874
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Bishounen, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Harem, Hentai, Literatura Feminina, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Estupro, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 34 - Tentando Mudar


Fanfic / Fanfiction A Última Pétala - Capítulo 34 - Tentando Mudar

*Capítulo anterior*

E isso, era uma atitude estranha vinda de Anya, Kaname não conseguia compreender o motivo dela estar o provocando como fazia antes.

— Onii-sama... – Anya o abraçou por trás, ambos estavam em pé, escolhendo mais um filme/desenho juntos, para que continuassem. Já que não tinha nada melhor para ambos fazerem juntos — Eu te amo, Onii... Vamos assistir o que você quiser agora... – murmurou enquanto alisava levemente o peito dele, as vezes com as unhas, tentando deixá-lo arrepiado. E ela não iria parar até ter o que tanto desejava.


*Agora*



— Anya, o que você esta fazendo? – o sangue puro perguntou, estava mais sério, não sabia se aquilo não passava apenas de uma brincadeirinha de mal gosto da parte da loira, ou se, como antes, ela estava tentando provoca-lo.

A loira suspirou, dessa vez o abraçando de verdade e fortemente, sem tentar o provocar, ele sentiu a sua camisa começando a molhar e os sons de suspiros e choro. Isso o fez repensar, talvez tinha sido grosso com ela? Anya não gostava que ele a tratasse com grosseria...

— Eu... Sinceramente... Não sei o que eu estou fazendo! Não faço ideia... – apertou as roupas dele com força, trincou os dentes enquanto chorava — Eu... Eu não passo de uma menina mimada e insuportável...! – começou a respirar fundo, tentando se acalmar, mas estáva se tornando falho. O Kuran apenas ficava quieto, a ouvindo, dependendo do que fizesse, ela iria parar de falar, e era uma necessidade, ele tinha que entende-la para que pudesse a consolar e ela não sofresse — Cada coisa estranha vem na minha cabeça... Do nada eu me vejo transando com você, mais íntima, mais próxima, mais... Mais apaixonada! Eu não quero saber disso! Não quero saber dessa mentira! Como que eu vou amar alguém que não fica mais de cinco ou seis horas ao meu lado?! Eu sou tão mimada... Que queria que você me beijasse para que acabasse com esse fogo todo de uma vez... E isso é tão egoísta da minha parte, que nem pensei se isso iria te magoar ou mudar a pouca relação que temos...

Kaname não a respondeu, Anya estáva entrando em desespero, parece que aquela pergunta tinha a feito “se tocar” que estava errada.

Era a menininha do sangue puro. Que ele tinha criado desde que nasceu, que antes tinha sido a sua bela companheira, que antes também tinha os seus momentos confusos. Por isso ele não poderia brigar. Não pensar quando tem algo a incomodando, ou a perturbando, era algo da natureza da menina-mulher que ele mais amava no mundo inteiro.

Demorou, demorou muito para que ela conseguisse se acalmar, mesmo que doesse os seus pés de tanto ter ficado em pé e parada, Anya continuava o abraçando, fungando e as vezes soluçando, tremendo um pouco a sua perna com um certo medo do que ele iria fazer no dia seguinte. Mas mesmo assim, não queria o largar. Simplesmente não queria.

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O sol ainda não tinha surgido, deveria ser umas cinco e meia da manhã, e hoje, ela deveria ir para a escola. Porém, depois de ter se soltado do seu irmão de consideração, tinha saído correndo e trancado a porta de seu quarto. Nem tinha tomado banho, apenas deitou e ficou refletindo sobre as suas atitudes infantis. Chorou um pouco, pensou em coisas extremas ao ponto de ser algo que a deixava assustada...

E finalmente, depois horas, chegou a sua própria conclusão: iria amadurecer e não fazer atitudes erradas. Com aquelas coisas estranhas em sua cabeça ou não. A última coisa que ela desejava, era ferir o sangue puro novamente. Por isso, se levantou rapidamente da cama, fechando os olhos ao sentir uma tontura pela forma que tinha levantado. Mas logo os abriu, pegou uma toalha qualquer em seu closet, tirando a roupa molhada de lágrimas -que ainda eram recentes- e estendendo a toalha em um prendedor qualquer em formato de cachorro. Assim, entrando no chuveiro, de olhos fechados e se molhando dos pés a cabeça.

A garota choramingou ao sentir aquilo voltar, aquelas coisas estranhas parecidas com memórias. Só que dessa vez... Era lindo, muito lindo e perfeito. Era ela e o Sangue Puro, abraçados, sorrindo e se divertindo. Naquela momento, Anya poderia jurar que estava sentindo os sentimentos daquela “visão” como se já tivesse vivido aquilo. Eles estavam tão felizes naquela “visão”, Anya poderia perceber que, estava movendo os seus dedos, brincando com a água, fazendo um unicórnio maravilhoso com a água da piscina, o que tinha tornado a visão mais bela, era a Lia refletida na água, e as luzes do quintal fazendo parecer, quase que, um “efeito”, aquele unicórnio, parecia de águas cristalinas.

Ao abrir os seus olhos, ela sorriu. Queria parar de ter essas coisas estranhas vindo em sua mente, mas essa, tinha sido tão boa... Tão amorosa...

Por isso, aproveitou para brincar, fazendo -tentando pelo menos- uma borboleta com os seus dedos, como se desenhasse pela água que escorria pelo seu corpo desnudo. Tinha sido um pouco defeituoso...

— Deu certo... – ela murmurou sorrindo, viu a borboleta meio ruinzinha pelos seus dons “maravilhosos” de desenho. Embora a asa parecesse quebrada, o inseto feito de água, estáva voando ao seu redor, a fazendo rir no banho, se divertindo — Você pode ser feia, mas até que é divertida – falará — E agora... Como eu faço você sumir? Você fica pingando água e não seria agradável para os empregados se você ficasse voando assim de um lado para o outro molhando tudo... – suspirou enquanto pegava um pouco de shampoo, esfregando em seus cabelos até fazer espuma, teve que conter uma alta gargalhada ao ver a borboletinha ficar cheia de espuma.

Quando terminou o seu banho, a borboletinha já tinha sumido quando ela desligou o chuveiro. Provavelmente, pois a sua fonte de água, tinha acabado.

Anya saiu do banheiro enquanto se enxugava com a toalha. Já estáva amanhecendo, mas hoje, não iria a aula. Se não, provavelmente, iria dormir no meio da aula e iriam reclamar com ela em muitas horas e provavelmente, levar uma advertência. A última coisa que ela precisava no momento, era isso.

Como sempre, ela tinha demorado para escolher as duas vestimentas daquele dia. E ela sabia que era enrolada para escolher as suas roupas. Só que, como tinha prometido que seria uma pessoa mais certinha e correta. Pegou uma blusinha rosa com mangas finas que iriam até o cotovelo, uma sainha cintura alta branca florida que batia até a metade de suas coxas. Por fim, um salto grosso e alto num tom nude. Por fim, para completar, um blazer nude por cima. Algo que Anya adorava, era combinar roupas.

Ao se olhar no espelho, ela se sentiu um pouco estranha, mas era um estranho bom. Sem aquelas roupas ousadas, a deixava mais bela e discreta. E pela primeira vez, Anya tinha notado: ela não precisava andar quase nua para conseguir ser bonita.

Por isso sorriu mais uma vez, aproveitou e colocou uma tornozeleira de ouro com uma gotinha de safira. Penteou os seus cabelos que agora estavam úmidos, colocou um arquinho de pérolas e um gloss rosado em seus lábios. Novamente se aproximou do espelho, que lhe mostrava dos pés a cabeça. Deu uma rodadinha, se sentindo satisfeita com o que via. Realmente, ela não precisava ser ousada para se achar bonita.

Olhou no relógio, agora eram 07:00 da manhã. Provavelmente o seu irmão de consideração já tinha acordado e estáva trabalhando no escritório ou tinha ido para o concelho de anciões.

Anya deu de ombros. Provavelmente, mesmo com ele em casa, ela ficaria sozinha. Como ela deveria estar em aula, não tinha o seu café da manhã. Embora fosse preguiçosa, não tinha o problema em fazer. Se ficasse sem comer por mais tempo, poderia acabar com o seu metabolismo.

Por isso, saiu do seu quarto enquanto levantava as mangas de seu blazer. Desceu as escadas e foi rapidamente na direção da cozinha, sorte que estáva acostumada a usar saltos, se não, ela já teria dado de cara com o chão ou os seus pés estariam doloridos.

Ao entrar na cozinha, ela pensou um pouco o que deveria fazer para comer. Abriu a porta da geladeira e encarou a diversidade de coisas que tinha. Depois de tanto pensar, acabou pegando uma caixinha de morangos e uma embalagem de leite. Colocou tudo em cima da pia enquanto procurava o pote de açúcar. Ela teve a ideia de fazer uma vitamina de morango. E para comer, escolheu alguns pãezinhos recheados pequenos.

Enquanto colocava os ingredientes de sua vitamina no liquidificador, Anya começou a se lembrar da primeira vez que tinha começado a cozinhar. Que foi aos seus seis aninhos.



*Flashback on*

— Hum! Que cheirinho bom...! – elogiou a loirinha para a empregada a sua frente, que estava no fogão, mexendo numa panela com a colher.

— Hoje é o seu aniversário. Por isso, eu estou preparando o seu favorito. Tem certeza que não quer uma festa?

— Não gosto de festa. – deu de ombros — Você está fazendo aquele pão com carne que eu gosto?

— Exatamente, princesa.

— Oba! Eu queroooo!

— Ainda vai demorar para ficar pronto. Acabei de desfiar e temperar. Falta cozinhar.

— Mas eu estou com fome... – a pequena alisou a própria barriguinha.

— Quer fazer um chá para você? – perguntou gentilmente.

— Quero! Mas como eu faço? – Anya se levantou da cadeira, se aproximando do fogão. A empregada tampou a panela e a pegou no colo.

— Pega uma caneca e coloca um pouco de água... – começou a explicar. Anya fez o que ela tinha falado. Logo depois, a empregada colocou no fogão e o ligou, deixando a água esquentar — Agora pega o açúcar e o sabor que deseja no chá.

— Tá! – Anya começou a procurar após ser colocada no chão.

*Flashback off*



Como na época ela não alcançava o fogão, ela tinha se lembrado perfeitamente, que a mulher tinha colocado uma mini escadinha enquanto a ensinava a fazer. Kaname tinha ficado orgulhoso quando provou o chá que ela tinha feito. Eram bons tempos aqueles e que lhe davam bastante saudades.

Quando terminou de fazer a sua vitamina e rechear pequenos pãezinhos, foi para a sala de jantar. Se não estivesse de castigo, iria comer na sala para assistir televisão. Mas no meio do caminho, quase esbarrou com a pessoa que ela menos queria ver naquele momento. Era o sangue puro.

— Anya, por que não foi a aula? – ele perguntou.

— Eu... Eu não consegui dormir. E não queria ficar desatenta a aula para levar uma advertência. Por isso eu faltei. Espero que não fique bravo comigo... – encolheu os ombros.

Será que ele vai mesmo deixar passar o acontecimento de ontem? – Anya se perguntou nervosa.

— Tudo bem... – ele encarou o que ela tinha em mãos — Você voltou a cozinhar?

— Sim... Eu estou de castigo por ser impulsiva... Então acabei fazendo e agora estou indo para a sala de jantar, para comer...

— Acho que temos que conversar sobre isso, Anya. Dependendo da sua resposta, acho que poderei lhe tirar do castigo.

Ela abaixou a cabeça e concordou. Queria ser do contra, mas não queria que ele voltasse a ficar magoado com ela.






















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