História A Última Raéstre - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Ficção Adolescente, Harem, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 1 - Um Reinicio


Reino de Difuin

Já faz cinquenta e quatro anos, Seygni estava se recuperando de uma guerra devastadora entre o reino de Gardery e Difuin. Felizmente, Difuin conseguiu restaurar a paz com a queda e assassinato da rainha Keírdira. Foi no meio desse cenário de re-erguimento, que Dákira deu a luz aos herdeiros do trono vitorioso, deixando todos no castelo em clima de festa.

Fazia pouco tempo que a noite dominou o céu esverdeado, e a destruição se fez visível atraves do fogo que se espalhou pelas florestas, arrancando a vidas de milhares de inocentes. Porém, o principal objetivo dos soldados garderys era o castelo que se localizava no centro.

Os guerreiros difuinys foram para de encontro aos inimigos, que assim se declaravam há muitos séculos. Muitos tinham conhecimento, do confronto das duas rayoseys, e seus motivos. Os difuinys desejavam a harmonia entre todos os reinos, enquanto, os gananciosos garderys almejavam pelo poder sem igual que os difuinys tinham, o Anygnari.

Mal foram anunciados os nomes das duas recém-nascidas, e a moradia foi invadida pelos soldados de Gardary.

Dákira observou seus filhos envoltos à panos brancos, com lamento ao pensar que teriam vindo em vão, pois a guerra, que havia alcançado os corredores da fortaleza, a tiravam a paz com seus rugidos e o som estridente do impacto de espadas. Tudo o que podia fazer agora, era pedir aos *Matnefêx Ôrwalux que os protegessem.

*Deuses Sagrados

Entre os sons da batalha, alguém bateu à porta do quarto, entrando logo em seguida. A rainha observou a figura de seu marido. Digo figura, porque era um impostor, um membro da família Iratnay, que deveria ser um inimigo, mas cujo o espírito justiceiro, não o permitiu seguir as ideologias de seu clã. Seu nome era Névuyli.

_Okien, os inimigos estão próximos, deixe-me levar os bebês para um lugar seguro. __O kylri pediu.

__Sim. __Olhou para suas herdeiras, e o rapaz, as segurou nos braços, retirou-se do quarto se encaminhando para o corredor, e entrou em um salão, onde deixou uma das crianças, do qual protegera com um *jaln.

*Feitiço.

__”Apenas será visto por olhos que bem te querem.”

O guardião se dirigiu à grande janela no final do corredor, correu e bateu contra ela, enquanto protegia a criança, que ainda estava em seu colo, com seus braços. O vidro se estilhaçou quase por completo, mas não chamou a atenção dos guerreiros, que já tinham chegado do outro lado do corredor.

O kylri caiu, sentindo o vento gélido arranhá-lo o rosto pálido, porém, abriu suas asas cinzas, forçando-as a levantar voo, antes que alcançasse as copas das árvores, e ao perceber que não aguentaria lutar contra a persistente ventania, arrancou uma de suas penas.

__Klaysmoferi! __Citou ao soltar a pena, que iluminou-se intensamente, e tornou-se uma porta redonda, - moldada por um arco dourado no formato de um dragão chinês, que mordia a própria calda, - flutuando à sua frente. No centro dela, apenas dava-se para ver um laço de luz arroxeado, formando um espiral que era cercado por pura escuridão.

O rapaz alado não hesitou em entrar no *sarlop, apesar de estar ciente de que, não importasse qual fosse o local e tempo presente do outro lado do portal, era totalmente desconhecido para ele. Entretanto, se via sem escolha. Tudo o que desejava era estar em um lugar onde sua mestra, não pudesse o encontrar.

*portal

Mergulhou na escuridão, saindo em um lugar iluminado. Pousou assegurando-se que o solo era firme, e abriu seus olhos para outro mundo, que era banhado por somente um sol, onde todo o céu era azul, a flora era verde e a terra marrom. Logo pensou que esse mundo era engraçado, parecia ser a materialização do sonho de uma criança.

Observou estranhos caminhos negros que entre cortavam milhares de minúsculos castelos coloridos. Vendo sinal de vida vindo apenas das árvores e dos pássaros, que estavam anunciando o início do dia.

Névuyli apesar de ser um guardião, abandonou seu posto quando fugiu com a herdeira para uma dimensão do qual chamamos de Enbérlry, o mundo dos humanos. Ele teve de adaptar sua forma à dos homens, e fez o mesmo com a criança, escondendo todos os resquícios que a faziam pertencer a outro mundo.

O destino cruzou o caminho dele com um casal de humanos idosos, que escutaram sua história, onde se dizia ser um pai solteiro vindo de um país distante e que buscava por refugio. O casal decidiu compartilhar sua moradia e o ajudar a se adaptar aos costumes de seu povo.

Quanto à pequena princesa, recebeu o nome de Guiara, “aquela que será guiada”, e cresceu escutando histórias sobre Dakinem, do qual imaginava ser um mundo imaginário.

Guiara era uma menina doce, que descobriu ainda jovem, que podia ver coisas que ninguém mais enxergava, e esse foi o motivo de ter se afastado das pessoas à sua volta.



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