História A uma janela de você - Capítulo 10


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin)
Tags Abo, Abusivo, Jikook, Jimin, Jimin!bottom, Jimin!ômega, Jungkook, Jungkook!alfa, Jungkook!top, Kookmin, Menção Mpreg, Satelity, Violencia
Visualizações 318
Palavras 5.503
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá...

Percebi que não devo estipular um horário certo pra atualizar porque eu sempre me atraso, mas pelo menos eu chego 😉

Ignorem os erritos, boa leitura 💛

Capítulo 10 - Capítulo 10


Fanfic / Fanfiction A uma janela de você - Capítulo 10 - Capítulo 10

Ele me puxou para sua casa, segurando minha mão, sorrindo animadamente.

– Mãe? Pai? Vocês estão em casa? – Jeongguk gritou, olhando para a sala vazia.

Eu podia ouvir vozes na cozinha.

– Sim, querido. Estamos aqui. – Chaerin, mãe de Jeongguk, disse.

Jeongguk sorriu alegremente e me arrastou para a cozinha. Chae estava assando biscoitos e DongYul estava ocupado tentando comer a mistura de biscoitos direto da tigela, fazendo-a rir e bater na mão dele com a colher de pau. Eu ri da cena. Eles sempre foram assim, ela era o tipo de mãe perfeita.

– Ei, Jimin. Faz tempo que não nos vemos. – DongYul disse, me abraçando, o que fez meu coração disparar.

– Ei, DongYul. Olá, Chae. Como vocês estão? – Perguntei alegremente.

– Nós somos ótimos! Jimin, eu o abraçaria, mas estou coberta de massa, querido. – Chae franziu a testa, erguendo as mãos em evidência.

– Sim, eu percebi! Eles cheiram tão bem. – Eu disse, olhando os biscoitos já assados ​​no prato no balcão. Ela passou o prato para mim e eu felizmente peguei um, sorrindo. – Obrigado.

– Hey! Você disse que eu não poderia comer um porque eles estavam esfriando. – Dong lamentou, fazendo biquinho, me fazendo rir; ela pegou um biscoito e jogou para ele com uma piscadela.

– Hm, gente, eu queria saber se vocês queriam conhecer meu ômega. Talvez ele possa jantar conosco hoje à noite? – Sugeriu Jeongguk, colocando a mão nas minhas costas.

Um sorriso se espalhou pelo rosto de Chae. Ela parecia tão feliz que eu realmente pensei que ela estava segurando as lágrimas.

– Oh, Gu! Eu adoraria conhecê-lo! Ainda não acredito que você tem um namorado. Você passou todo esse tempo dizendo que havia apenas um garoto para você e agora você finalmente foi capaz de seguir em frente e realmente namorar alguém! – Ela murmurou, praticamente explodindo de emoção e orgulho.

– Sim, mãe, não precisa de tanto, uh? – Jeongguk murmurou, revirando os olhos.

– Então, que horas ele chega? Você o conheceu, Jimin? Ele é legal? – Chae perguntou, sorrindo para mim. Eu olhei para Jeongguk, sem saber o que dizer. Toda essa situação era cômica. E ela falou que Jeongguk sempre disse que havia apenas um garoto para ele?

– Na verdade, mãe, ele está aqui agora. – Jeongguk falou orgulhosamente, esfregando minhas costas suavemente e sorrindo para mim. Seus olhos encontraram os meus, fazendo meu corpo inteiro ficar um pouco mais quente. Chae pulou e limpou as mãos em um pano, ajeitando rapidamente os cabelos freneticamente, antes que ela praticamente corresse para o corredor. Ok, estranho! – Mãe, o que você está fazendo? – Jeongguk perguntou, rindo; Notei que Dong estava olhando para a mão de Jeongguk em minhas costas, com um sorriso largo no rosto.

– Bem, ele está estacionando o carro ou algo assim? – Chae perguntou, olhando para Jeongguk antes de olhar para a porta da frente novamente. Ele riu mais e Dong e eu rimos também.

– Mãe, este é meu ômega. O nome dele é Park Jimin. – Jeongguk sorriu orgulhosamente para mim enquanto eu me pressionava mais perto dele.

O rosto de Chae estalou para olhar para mim, chocada. Lentamente, seu rosto se transformou em felicidade, depois completa felicidade, enquanto ela ria e corria para mim, agarrando eu e Jeongguk em um grande abraço.

– Oh meu Deus! Finalmente, vocês dois estão juntos?Finalmente! – Ela quase gritou, pulando para cima e para baixo no local.

Jeongguk passou o braço em volta da minha cintura e me puxou impossivelmente mais perto dele.

– Sim, finalmente. – Ele confirmou, revirando os olhos, mas parecendo divertido ao mesmo tempo. Dong estendeu a mão para Jeongguk. Eles apertaram as mãos em um gesto adulto, antes que ele o puxasse para um abraço de urso.

Depois que toda a emoção acabou, jantamos. Foi muito bom estar sentado com os pais de Jeongguk assim, eles honestamente não pararam de sorrir. Toda vez que Jeongguk e eu nos tocávamos, Chae suspirava feliz, sorrindo para nós.

– Certo, vocês podem limpar a mesa! – Chae ordenou, agarrando meu braço e me puxando para o canto. – Eu estou tão feliz por vocês dois. Jeongguk disse que ele está apaixonado por você há anos, certo? – Ela sorriu. Minha respiração ficou presa na garganta com a escolha de palavras dela. Ela pensou que Jeongguk estava apaixonado por mim? Ele não estava apaixonado por mim, estava? Ele realmente sussurrou que me amava ontem à noite antes de eu adormecer?

– Uh, ele me disse que gosta de mim há muito tempo, sim. – Murmurei, um pouco desconfortável. Ela revirou os olhos.

– Gostar? Caramba, aquele garoto é apaixonado por você desde sempre. Quero dizer, ele ainda chama você de "anjo", pelo amor de Deus! – Ela riu.

Eu olhei para ela, confuso.

– O que isso tem a ver com alguma coisa? – Perguntei, franzindo a testa. Eu realmente amo Chae, mas às vezes ela pode ser um pouco louca.

– Ele nunca te disse por que te chama assim? – Perguntou, sorrindo para mim. Eu balancei minha cabeça, e ela riu sombriamente. – A primeira vez que te conheci foi na festa de seis anos do Jeongguk. Você tinha se mudado e achamos que seria bom convidar os vizinhos para a festa. – Ela começou, assentindo com entusiasmo.

– Sim, eu lembro. Tinha balões por toda parte e um palhaço que fazia truques de mágica. – Sorri; os Jeon sempre davam as melhores festas, até festas infantis.

– Isso mesmo. Enfim, você e seu irmão vieram para a festa e, assim que você entrou pela porta, Jeongguk apenas olhou para você. Ele literalmente não conseguia tirar os olhos de você. Você sorriu e disse parabéns para ele, mas ele não conseguia nem falar com você, então você foi dançar. Ele se virou para mim e você sabe o que ele me disse? – Perguntou, os olhos lacrimejando. Eu balancei minha cabeça. O que diabos ela vai dizer? Isso está me assustando um pouco! – Ele disse num tom sério: 'Mamãe, eu estou morto?' E eu disse 'sem amor, você não está morto', e ele balançou a cabeça, parecendo confuso com alguma coisa. Então ele apontou para você dançando e disse: 'se eu não estou morto, por que há um anjo em nossa casa?' – Ela declarou, juntando as mãos e sorrindo.

Eu suspirei. Porra! É por isso que ele me chama de anjo? Meu coração estava acelerado e minhas mãos estavam suadas. Eu acho que Jeongguk realmente está apaixonado por mim, mas eu estou apaixonado por ele? Acho que não, pelo menos ainda não. Mas eu podia me ver facilmente me apaixonando por ele.

– É por isso que ele me chama assim? Você está falando sério? – Perguntei, sem saber se ela estava brincando ou não.

– Totalmente. Pergunte a ele se você não acredita em mim, mas a partir do momento em que ele viu você, ele estava apaixonado, ficou claro no rosto dele. Estou surpresa que você nunca tenha notado. – Balançou a cabeça, rindo.

– Eu nunca percebi porque ele sempre foi tão mau comigo. Ele estava sempre me empurrando ou puxando meu cabelo, me dando apelidos maldosos. – Fiz uma careta. – Por que ele fez tudo isso se estava apaixonado por mim?

– Seu irmão o fez ficar longe. Ele bateu em Jeongguk depois da festa de aniversário dele no mesmo ano e disse para ele ficar longe de você. – Ela disse rindo e balançando a cabeça. – Esse seu irmão com certeza é protetor. – Disse, sorrindo com carinho.

– Sim, eu sei. Jeongguk e eu conversamos sobre isso e decidimos mantê-lo longe de Hoseok por algumas semanas, até que as coisas se acalmassem. Eu realmente apreciaria se você não dissesse nada a ele. – Estremeci ao pensar em Jeongguk e Hoseok brigando. Eu definitivamente queria adiar isso o máximo possível.

– Não direi nada, mas acho que você não deve demorar muito, caso contrário, só ficará mais difícil.

Eu sorri agradecido.

– Sim, apenas algumas semanas.

De repente, Jeongguk pulou sobre as costas do sofá e caiu ao meu lado, passando o braço em volta do meu ombro e me puxando para ele. Quando me virei para sorrir para ele, ele me beijou, mordiscando meu lábio, pedindo passagem. Nossa, ele esqueceu que sua mãe estava sentada lá nos assistindo?

Eu me afastei rapidamente, fazendo-o gemer.

– Anjo, eu não te vi o dia todo. – Ele choramingou manhoso, fazendo biquinho como uma criança. Eu ri da palavra anjo; ele realmente me chamava assim porque achava que eu era um anjo quando ele tinha seis anos? – Do que você está rindo, lindo? – Perguntou, acariciando o lado do meu rosto com a parte de trás de um dedo.

Mordi o lábio para me fazer parar e balancei a cabeça.

– Nada. – Menti, sorrindo para ele. Ele inclinou a cabeça para a frente e me beijou novamente, pedindo passagem e eu me afastei novamente. – Jeongguk, sério, sua mãe está nos assistindo. – Sussurrei em seu rosto contorcido. Nós dois olhamos para Chae, que estava olhando com um sorriso enorme no rosto, como se ela estivesse assistindo a coisa mais fofa do mundo.

Jeongguk levantou-se e estendeu a mão para mim.

– Vamos ouvir algumas músicas no meu quarto. – Ele franziu a testa um pouco para sua mãe, que ainda estava nos observando como uma espécie de mulher louca e feliz.

Agarrei sua mão e o deixei me puxar para dentro de seu quarto. Eu não entrava no quarto dele há anos. Eu acho que a última vez que estive aqui foi provavelmente cerca de dois anos, quando eu vim trocar de roupa depois de um dia chuvoso em que Hoseok e eu ficamos trancados para fora. Seu quarto era quase o mesmo de então, mas agora havia mais coisas nas paredes. Como sua camisa de hóquei autografada por algum famoso que ele recebera de aniversário dos pais este ano e seus troféus que estavam alinhados em algumas prateleiras.

Ele tocou um pouco de música e eu fui até a estante para ver duas fotos emolduradas. Um era de Hoseok, Jeongguk e eu no parque onde íamos fazer um piquenique quando éramos crianças, eu provavelmente tinha onze ou doze anos. A outra foto era minha e da minha equipe de dança, tirada em uma das competições em que participamos. Peguei e olhei curiosamente.

– Eu amo essa foto. – Disse Jeongguk, sorrindo para a foto enquanto chegava ao meu lado.

Eu estendi para ele.

– Quando você tirou?

– Cerca de dois meses, no clube de Richmond. Você ganhou o primeiro prêmio e estava pulando por todo o lugar, animado. – Sorriu e esfregou o polegar sobre a foto, antes de colocá-la novamente.

Fui até a cama e me sentei.

– Uau, sua cama é desconfortável! Não me admiro que você goste de dormir na minha. – Brinquei, passando a mão sobre o edredom. Ele riu e veio e sentou-se ao meu lado. Eu não pude deixar de notar que ele parecia tão bonito quando ri. Eu o empurrei na cama e me movi para sentar em cima dele, coloquei meus antebraços perto de sua cabeça e me abaixei para que nossos rostos estivessem quase se tocando. – Então, Jeon, eu quero que você me diga uma coisa. – Respirei fundo, passando as mãos pelos cabelos dele.

– Posso te beijar primeiro? Então eu vou responder o que você quiser. – Seu olhar voou para os meus lábios por uma fração de segundo, antes de retornar aos meus olhos.

Juntei meus lábios nos dele. Seus braços imediatamente foram ao redor da minha cintura, me puxando para mais perto dele, uma das mãos emaranhadas nos meus cabelos. Ele traçou sua língua ao longo do meu lábio inferior lentamente e eu não o recusei desta vez, abri minha boca, ansiosamente. Seu gosto explodiu em minha boca quando ele deslizou sua língua, massageando a minha apaixonadamente, me fazendo gemer. Beijar Jeongguk parecia melhorar cada vez mais. Eu estava queimando com a necessidade dele me tocar, mas também estava consciente de que seus pais estavam no final do corredor e sabiam que estávamos aqui juntos. Me afastei depois de alguns minutos, nós dois estávamos respirando com dificuldade. Ele estava passando as mãos lentamente pelo meu corpo, do topo da minha cabeça até a minha cintura e subindo de novo, olhando para mim com amor.

Fiquei um pouco assustado com o olhar em seu rosto. O que sua mãe disse era verdade. Ele realmente estava apaixonado por mim; Eu pude ver nos olhos dele.

– Então, o que você quer saber, anjo? – Ele perguntou, segurando as duas mãos na minha bunda e apertando suavemente. Eu estava quase distraído com as mãos dele; Quero dizer, se ele apenas os movesse um pouco mais para baixo e para o centro, eles estariam exatamente onde meu corpo estava gritando para ele estar. Eu balancei minha cabeça para afastar os pensamentos lascivos e sorri para seu rosto bonito.

– Eu quero saber porquê você me chama de anjo.

Ele ofegou e corou um pouco. Eu sorri tranquilizadoramente para ele. Ele gemeu e balançou a cabeça rapidamente.

– De jeito nenhum. Eu não vou responder isso. – Ele choramingou, me dando a cara de cachorrinho que eu não pude resistir.

– Qual é, você disse que responderia a qualquer coisa que eu quisesse. – Incentivei. Ele franziu a testa e balançou a cabeça. Ok, vou tentar outra tática. – Por favor? – Eu implorei, dando um selinho em seus lábios. – Por favor, Gu? – Eu sussurrei, beijando-o novamente. – Por favor? – Ele gemeu e respirou fundo quando eu beijei seu pescoço.

– Eu te chamo de anjo porque, sinceramente, acredito que Deus colocou um anjo na terra apenas para mim. – Ele admitiu, colocando meu rosto em suas mãos, fazendo-me olhar para ele. Eu respirei fundo. Então era verdade o que Chae disse. Meu coração estava disparado no peito enquanto ele continuava falando. – A primeira vez que te vi, pensei que você era um anjo direto do céu. Você estava tão bonito que me deixou sem fôlego. Você ainda me deixa todos os dias.

– Essa deve ser a coisa mais doce que eu já ouvi, Jeongguk. – Murmurei, beijando-o com ternura. Ele me beijou de volta e rolou, então eu estava embaixo dele. – Eu poderia te beijar o dia todo. – Sussurrei, enquanto ele beijava meu pescoço, mordiscando suavemente a pele e me fazendo gemer sem fôlego.

– Mmm, isso soa como um bom plano. – Murmurou contra a minha pele.

Enrolei minhas pernas em volta de sua cintura e o puxei para mais perto de mim, beijando-o com tudo o que eu tinha. Ele colocou meus braços acima da minha cabeça e me beijou novamente antes de arrastar beijos pela minha bochecha até a minha orelha.

Eu amo você, anjo. – Sussurrou.

Meu coração parou e meu corpo começou a formigar, mas eu não sabia o que dizer.

– Eu... Eu… Jeongguk…

Ele me beijou novamente, me impedindo de falar. Senti o aperto dele nos meus pulsos, então passei meus braços em volta do pescoço dele, puxando-o para mais perto de mim.

– Você não precisa dizer nada. Eu me sinto assim por você há anos, mas você só agora parou de me olhar como o melhor amigo do seu irmão. Eu só queria dizer as palavras para você, só isso. Estou esperando para dizê-las há muito tempo. – Ele disse, afastando meu cabelo da minha testa e deixando um beijo vasto ali. Eu passei meus braços em volta do pescoço dele com força e beijei todo o seu rosto, antes de finalmente beijá-lo longo e duro em sua boca perfeita.

(…)

Devemos ter adormecido porque acordei com Jeongguk embrulhado em cima de mim. Eu olhei para o relógio dele. Porra, já passavam das nove! Hoseok já estaria em casa. Eu o cutuquei acordado.

– Ei, eu tenho que ir, é depois das nove. – Afirmei, tentando urgentemente tirá-lo de mim. Ele gemeu.

– Mais dez minutos, anjo. – Murmurou sonolento.

Eu ri; ele parecia tão fofo quando estava com sono. Eu ri enquanto o fazia cócegas.

– Jeongguk, não é de manhã, ainda é noite, mas tenho que ir. Hoseok vai estar se perguntando onde estou! – Expliquei, finalmente arrancando-o de mim e pulando. Ele gemeu e me puxou de volta para ele, me segurando firme contra seu corpo, sorrindo sonolento. Eu ri. – Você tem que me soltar! Eu preciso ir. – Falei, rindo enquanto ele mordiscava meu lóbulo da orelha. Ele balançou sua cabeça.

– Não, eu não quero que você vá. – Murmurou, enquanto beijava meu pescoço. Eu o empurrei e ele gemeu. – Mas eu vou sentir sua falta. – Choramingou, me fazendo rir ainda mais.

– Vejo você em uma hora. Enfim, tenho dever de casa a fazer. – Falei, dando de ombros. Ele suspirou em derrota.

– Sim, eu também. – Ele admitiu, fazendo biquinho. Eu saí da cama dele e fui para a porta. – Ei, espere. Vou levá-lo para fora. – Agarrou minha mão enquanto caminhávamos pelo corredor.

Chegamos na sala e me despedi de seus pais.

– Tchau, Chae. Tchau, Dong.

– Adeus, garoto. – Respondeu Dong, sem tirar os olhos da TV.

Chae sorriu para mim.

– Tchau, Jimin. Vocês se divertiram? – Ela perguntou, me dando uma piscadela. Corei como um louco e assenti sem ter certeza de que minha voz sairia se eu tentasse falar. Jeongguk revirou os olhos e me puxou para a porta da frente, onde ele me empurrou levemente e me beijou até eu ficar tonto.

– Vejo você às dez e meia, ok? – Ele sussurrou, acariciando minha bochecha.

Fui rapidamente para minha casa, voltando a sorrir para Jeongguk quando entrei na porta da frente. Ele estava em pé na varanda, verificando se eu chegava em casa em segurança e morava a dez metros dele.

Hoseok estava sentado no sofá, esperando por mim.

Quando entrei na porta, ele olhou para mim, seus olhos apertados de raiva.

– Onde você esteva? Eu estava preocupado! Você poderia ter deixado uma nota ou algo assim. – Ele disse, balançando a cabeça em desaprovação.

– Desculpe, eu estava no Jeongguk. Chae me pediu para ficar para jantar, e eu fiquei, visto que você não estava aqui, eu fui para não ficar aqui sozinho. – Falei com um encolher de ombros.

– Eu amo os jantares da Chae! – Ele gemeu, sua expressão de raiva deixando seu rosto, sendo substituída por uma ciumenta.

– Bem, você perdeu, ela fez uma torta caseira e tudo. – Eu provoquei, sorrindo maliciosamente quando ele gemeu.

– Bem, eu gostei do meu queijo grelhado. – Brincou, me fazendo rir.

– Eu vou fazer minha lição de casa. – Eu me virei e fui para o corredor para que eu pudesse ir para o meu quarto.

– Chim, espere um minuto. Eu preciso falar com você sobre uma coisa. – Ele disse, dando um tapinha no sofá ao lado dele, parecendo triste.

Eu me sentei ao lado dele.

– O que houve, Hoseok? – Perguntei preocupado, ele parecia realmente chateado com alguma coisa. Ele respirou fundo.

– Falei com mamãe hoje à noite.

Eu sorri.

– Sério? Ela está bem? Ela está voltando para casa? – Eu perguntei, ficando animado, pensando em ver minha mãe mais cedo do que algumas semanas. Eu sentia falta dela como um louco e o tempo que ela estava aqui sempre parecia passar muito rápido.

Ele balançou sua cabeça.

– Ela me disse uma coisa, mas não quero que você surte. Não há com o que se preocupar, prometo. – Pegou minha mão e olhou para mim, sorrindo tristemente.

Oh merda, isso vai ser ruim!

– O que é? – Perguntei, já imaginando o pior. Nós teríamos que mudar para a China. Ela perdeu o emprego. Ela estava se casando novamente - mas acho que isso não era necessariamente uma coisa ruim, a menos que ele fosse um idiota. Centenas de coisas estavam passando pela minha mente, mas a última coisa que eu esperava era o que Hoseok disse.

– Nosso pai esteve em contato com ela. Aparentemente, ele quer nos ver e reparar o que fez. – Cuspiu entre dentes, a tristeza se transformando em raiva cega.

Eu não conseguia respirar. Meus pulmões simplesmente se recusaram a trabalhar. Meu coração estava batendo muito rápido quando meu corpo começou a tremer. Ele estava voltando. Ele queria nos ver.

 A última vez que vi aquele homem, ele rasgou meu uniforme da escola e me prendeu no chão enquanto desabotoava as calças. Ele estava prestes a me estuprar quando Hoseok e Jeongguk entraram e lhe deram uma surra. Oh Deus, ele estava voltando.

Eu lembrei todas as surras que ele deu em mim e Hoseok, todo o toque que aconteceu quando eu estava sozinho com ele, as palavras sussurradas e sorrisos secretos. Minha visão começou a ficar turva quando eu hiperventilei. Eu ia morrer, eu podia sentir; meu corpo estava se desligando, incapaz de lidar com as lembranças e a dor.

Eu estava vagamente consciente quando ouvi alguém gritar:

Apenas me deixe. Eu posso ajudá-lo! – Uma voz que reconheci.

Ligue para uma ambulância, pelo amor de Deus. Ele não consegue respirar! – Hoseok gritou.

Hoseok, me solta! Eu consigo, prometo. – A voz disse urgentemente novamente.

Fui empurrado levemente e depois senti dois braços fortes ao meu redor, me puxando para um peito duro; havia um cheiro bom que eu reconheci como o de Jeongguk.

Oh obrigado Deus, Jeongguk está aqui! Minha frequência cardíaca começou a desacelerar quando eu o senti pressionar os lábios no meu pescoço e respirar lenta e calmamente pelas minhas costas. Eu tentei combinar minha respiração com a dele. Eu me concentrei na sensação do seu batimento cardíaco constante contra o meu peito e as manchas negras começaram lentamente a desaparecer. Depois de alguns minutos, recuperei o controle dos meus braços e os envolvi com força em torno de sua cintura, agarrando-o como se ele fosse a única coisa que me impedia de cair da borda do mundo. Meu pai estava voltando, mas eu estava com Jeongguk, ele não deixaria nada me machucar, eu sabia disso. Então comecei a me sentir seguro em seus braços. Depois do que pareceu uma eternidade, eu pude me afastar para olhá-lo.

– Você está bem agora? – Ele perguntou, colocando as mãos em ambos os lados do meu rosto e pressionando sua testa na minha.

Eu balancei a cabeça e lambi meus lábios, eles tinham gosto de sal por algum motivo, e então eu percebi que estava chorando. Limpei meu rosto e funguei. Eu lentamente tomei consciência do meu entorno; Eu ainda estava na sala. Eu olhei para ver Hoseok sentado lá, chocado, olhando para mim e Jeongguk. Sua boca estava aberta, os olhos arregalados. Pensei em recuar, mas não consegui. Eu não conseguia me afastar de Jeongguk, ele era minha segurança; ele era o que eu precisava, aquele que me manteria são com tudo isso.

Hoseok se aproximou e me puxou dos braços de Jeongguk, me fazendo choramingar. Ele me envolveu em um abraço apertado.

– Droga, Jimin. Nunca mais faça isso comigo de novo! Eu pensei que você ia morrer! Merda, você me assustou. – Hoseok falou, enquanto me balançava para frente e para trás suavemente.

– Eu estou bem. – Disse fracamente. Olhei para Jeongguk em busca de segurança e vi que ele não estava lá, o pânico começou a subir no meu peito quando minha respiração começou a ficar superficial. – Onde está o Jeongguk? – Eu engasguei, lágrimas escorrendo pelo meu rosto novamente. Oh, ele me deixou!

Hoseok me abraçou com força.

– Shh, está tudo bem. Apenas respire, Shh. – Murmurou, mas eu não pude, meus pulmões estavam muito apertados. – Merda! – Hoseok ofegou olhando para mim. – Jeongguk, entre aqui rápido! – Ele quase gritou.

Jeongguk correu de volta para a sala, segurando um copo de água que ele colocou sobre a mesa, derramando metade dele, antes de envolver os braços em volta de mim.

– Está tudo bem, anjo. – Sussurrou, colocando os lábios no meu pescoço novamente.

Depois de alguns minutos, quando eu pude recuar, sorri para ele com gratidão.

Hoseok parecia possesso de raiva.

– Que porra é essa? Vocês dois estão juntos, não estão? – Ele rugiu. Jeongguk apenas levantou a mão para impedir seu discurso.

– Olha, Hoseok, você e eu falaremos sobre isso, mas agora não é o momento certo depois do que aconteceu. Eu preciso ter certeza de que ele está bem. – Ele disse severamente, terminando a conversa. Hoseok olhou para mim se desculpando e assentiu.

– Sinto muito, Jimin, mas tive que lhe contar, para garantir que você soubesse, mas prometo que nunca deixarei que ele te machuque. Você não precisa se preocupar com nada. Vou matá-lo antes que ele toque em você. – Hoseok falou, pegando minha mão.

Sorri, mas tive a sensação de que pareceria mais uma careta.

– Eu sei disso, Hobi. Me desculpe, eu surtei e assustei você. – Levantei uma mão trêmula e enxuguei minhas lágrimas novamente.

– Tudo bem. Só não faça isso de novo. – Ele disse, sorrindo para mim. Eu ri fracamente e assenti.

Jeongguk me entregou o copo de água e eu bebi com gratidão. Notei que Hoseok estava assistindo todos os movimentos de Jeon, olhando furiosamente.

– Pare de olhar para ele assim, Hoseok, ele não fez nada errado. – Falei, franzindo a testa.

Ele balançou a cabeça e apertou a mandíbula, respirando fundo, obviamente tentando se acalmar antes de falar.

– Vocês dois estão juntos. – Falou simplesmente, olhando entre nós dois para confirmação. Eu me mexi desconfortavelmente no meu lugar. Foi tudo bem, por algumas semanas.

– Sim. – Respondeu Jeongguk, assentindo. Seu braço envolveu-me firmemente. Eu me encolhi nele, querendo que isso fosse um sonho. Não apenas meu pai abusivo está voltando, mas meu irmão agora estava indo para bater no meu namorado.

– Quanto tempo? – Hoseok perguntou. Seu queixo ainda estava apertado, mas ele parecia estar indo bem com seu controle.

– Desde sexta-feira. – Respondeu Jeongguk calmamente. Ele parecia realmente culpado, e eu sabia que era minha culpa porque pedi que ele mentisse sobre isso.

– Ele queria lhe contar imediatamente, Hoseok, mas eu queria esperar. Eu não quero vocês dois brigando. Por favor? – Implorei, olhando para o meu irmão, dando-lhe minha cara de cachorrinho.

– Você gosta dele, Jimin? – Hobi perguntou, fechando os olhos, parecendo triste e decepcionado.

– Sim. – Admiti, ainda implorando a ele com meus olhos para aceitá-lo e não brigar ou culpar Jeongguk por isso. Eu odiaria se eles brigassem por minha causa.

Ele assentiu, mas não abriu os olhos.

– O que foi isso que você fez, Jeongguk? Como você fez isso? Acalmá-lo assim? – Ele perguntou, abrindo os olhos e olhando para ele com gratidão.

– Eu não sei. É apenas algo que o acalma, isso é tudo. Eu sempre fiz isso. – Disse Jeongguk com um encolher de ombros.

– Sempre fez isso? Você já fez isso antes? – Hoseok perguntou, parecendo confuso.

– Sim, eu tive que acalmá-lo algumas vezes. – Respondeu Jeongguk tristemente. Pensei no que ele quis dizer, todas as vezes que ele me viu chorar, provavelmente todas as noites até os quatorze anos.

– O que? Quando? Eu nunca vi você fazer isso. – Hoseok protestou, balançando a cabeça, parecendo confuso.

Eu respirei fundo. Agora ele vai descobrir que Jeongguk dorme no meu quarto. Cruzei os dedos e rezei para que tudo desse certo, que Hoseok estivesse bem e não muito zangado com seu melhor amigo. Jeongguk olhou para mim pedindo permissão para dizer a ele, assenti e mordi meu lábio, sabendo que isso precisava ser revelado mais cedo ou mais tarde.

– Hobi, por favor, não surte. – Implorei, movendo meu corpo para que ele ficasse um pouco na frente de Jeongguk, no caso de Hoseok se lançar para ele ou algo assim. Minha pequena jogada pode impedi-lo de bater no namorado.

– Hoseok, cara, nada aconteceu, eu juro. – Prometeu Jeongguk. Hoseok olhou para ele, sua expressão ainda mais confusa. – Quando eu tinha dez anos, eu o vi chorando na cama pela minha janela. Então eu me esgueirei para ter certeza de que ele estava bem e acabei dormindo na cama com ele. – Hoseok olhou para ele como se quisesse matá-lo. – Aconteceu novamente na noite seguinte e na próxima. Ele chorava, então eu entrava furtivamente pela janela dele. Depois de um tempo, era apenas um hábito. – Disse Jeongguk, franzindo a testa levemente.

Hoseok se levantou com os punhos cerrados. Seus olhos se apertam e olham fixamente para Jeongguk. Tão rápido quanto um raio, Jeongguk agarrou meu braço e me puxou para trás dele protetoramente. Os olhos de Hoseok brilharam antes de seu rosto se acalmar.

– Por que você acabou de fazer isso? – Hoseok perguntou, suspirando e olhando para Jeongguk atentamente.

– Fazer o que? – Jeon perguntou confuso, ainda me segurando atrás dele.

– Colocar meu irmão para trás assim. – Hoseok tinha seu rosto completamente calmo agora. Jeongguk balançou a cabeça como se não entendesse a pergunta.

– Eu não queria que ele se machucasse, só isso.

Hoseok sentou-se e e passou a mão pelos cabelos.

– Você gosta mesmo do meu irmão? – Ele perguntou, olhando para o chão.

– Hoseok, eu sou apaixonado por ele, você sabe disso. – Jeongguk sentou-se no sofá e me puxou para sentar ao lado dele. Hoseok assentiu.

– E você já dormiu na cama dele antes, quando éramos crianças. – Afirmou Hoseok, como se tentasse ter certeza de que os fatos estavam corretos.

– Não apenas quando éramos crianças, era o que eu estava tentando dizer. Ele voltou a chorar, e então eu me esgueirava para confortá-lo todas as noites. Tornou-se um hábito, e agora nenhum de nós consegue dormir direito sem o outro por lá. – Jeongguk admitiu, franzindo a testa. O rosto de Hoseok ficou vermelho.

– Você ainda dorme no quarto dele? Toda noite desde que você tinha dez anos? Droga, Jeongguk. Merda! Alfa filho da puta, idiota, estúpido! – Hoseok bradou, incapaz de dizer as palavras, dando um passo à frente com os punhos cerrados novamente. Eu estremeci. Oh não, aqui vem!

Eu levantei minhas mãos, tentando detê-lo.

– Hoseok, lembra quando eu acordava gritando o tempo todo? – Perguntei desesperadamente. Eu precisava fazê-lo ver a razão rapidamente antes que eles terminassem brigando. Ele assentiu e estremeceu.

– Sim, isso parou quando você tinha oito anos ou algo assim. – Eu assenti.

– Sim, eu tinha oito anos. Foi quando Jeongguk começou a dormir comigo. Não tenho mais pesadelos, por causa dele. – Falei, sorrindo e apertando a mão de Jeongguk.

– Você teve! Eu tive que dormir com você algumas vezes desde então. – Hoseok protestou.

– Sim, você dormiu, mas eu ainda tive os pesadelos, mesmo que você estivesse lá. – Eu respondi. Hoseok se encolheu e assentiu, provavelmente com a lembrança de mim gritando em sua cama. – Só tive alguns pesadelos desde então, as únicas vezes que os tenho é quando Jeongguk não está lá. Como se ele estivesse de férias ou algo assim. – Expliquei, olhando para Hoseok, observando o entendimento atravessar seu rosto. Ficamos todos em silêncio por um tempo. Jeongguk estava acariciando as costas da minha mão; Hoseok estava apenas olhando para o chão.

Depois do que pareceu uma eternidade, Hoseok olhou para Jeongguk.

– Jeon, se você machucar meu irmão, melhor amigo ou não, eu vou te matar. – Hoseok avisou. Pude ver que ele estava falando sério.

– Eu não vou, prometo. – Jeongguk fala, sorrindo tranquilizador.

– Certo, bem, eu estou indo para a cama. Acho que te vejo de manhã, certifique-se de trancar a porta antes de vocês irem para a cama. – Instruiu, levantando-se e nos deixando sentados no sofá, chocado.

Eu olhei para Jeongguk; ele apenas parecia atordoado como eu me sentia.

– Uau, isso foi mais fácil do que eu pensava. – Ele meditou, sorrindo para mim e colocando as mãos em ambos os lados do meu rosto.

Eu sorri, apenas satisfeito por finalmente ter sido verdadeiro.

– Quer ir para a cama, Jeongguk? Não estou com disposição para trabalhos de casa; Eu só quero ir dormir. – Eu só precisava deitar na cama e fazê-lo me abraçar por um tempo. Ele assentiu e beijou meu nariz.

– Sim, eu só preciso voltar para casa primeiro. Hoseok ligou e disse que você estava enlouquecendo, então eu acabei saindo de casa sem nem dizer aos meus pais para onde estava indo. – Ele acariciou meu rosto com os polegares suavemente, apenas olhando para mim com um sorriso triste.

– Ok. Acho que vou para a cama, venha quando estiver pronto. – Falei, levantando-me e puxando-o em direção à porta da frente.

– Ei, posso usar a porta agora que Hoseok sabe? – Ele sorriu.

Eu ri de sua emoção, mas balancei minha cabeça.

– Não, seus pais podem ver... a menos que você diga a eles que vai ficar aqui. – Sugeri.

Ele sorriu alegremente.

– Eu adoraria passar pela porta para dormir com você. Eu nunca fiz isso antes.

Peguei a chave e os entreguei a ele.

– Certifique-se de trancar depois, ok? – Eu beijei sua bochecha e fiz meu caminho para o meu quarto.

Eram quase dez horas, mas meu corpo estava tão exausto de todo o drama emocional que parecia que eu não dormia há dias. Tirei minhas roupas e vesti minha camiseta favorita que costumava ser de Jeongguk. Adormeci instantaneamente. Alguns minutos depois, senti dois braços em volta de mim e uma perna pesada pendurada sobre a minha. Eu sorri e pressionei de volta nele. Meu namorado. Aquele que eu precisava quando as coisas davam errado.

É estranho, mas quando Hoseok me afastou de Jeongguk hoje, eu me senti estranho, como se tivesse deixado meu coração para trás. Eu não percebi até então, o quão forte eu estava conectado a ele. Ele literalmente era tudo para mim. Quando senti seus braços em volta de mim mais cedo, senti como se estivesse em casa, todo o meu pânico começou a diminuir. Eu senti que, enquanto ele estivesse comigo, eu ficaria bem.

Eu me aconcheguei nele e o ouvi sussurrar:

– Eu amo você. – Logo antes de voltar a dormir profundamente; Desta vez não duvidei das palavras dele.


Notas Finais


Meu deus, muitas coisas aconteceram nesse capítulo.

Vocês viram que amor que a mãe do jungkook é? kkkkk amo ela

No fim não deu tanto problema quando o hoseok descobriu, agora os jikook podem viver em paz... ou não

Beijos, até a próxima


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