História A Única - Capítulo 18


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Categorias Once Upon a Time
Personagens David Nolan (Príncipe Encantado), Emma Swan, Regina Mills (Rainha Malvada), Robin Hood, Ruby (Chapeuzinho Vermelho), Tinker Bell, Zelena (Bruxa Má do Oeste)
Tags Emmaswan, Regina Mills, Swan Queen, Swanmills, Swanqueen
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Palavras 2.826
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Desculpe qualquer erro.

Boa leitura.

Capítulo 18 - 18 - Colchão macio


Ela rebolava de uma tal forma que me deixava louca por mais, e como eu queria mais.

Mais dela rebolando.

Mais dela cavalgando.

Mais dela fazendo maravilhas com a sua língua.

Tudo o que eu queria era mais. Em dobro, em triplo, em...


- Ai - murmuro colocando a mão em minha cabeça, o local que mais doía. Se bem que meu corpo todo doía - tenho que parar de ter esse tipo de sonho ou sobrarão apenas hematomas em meu corpo - aliso meus braços doloridos.

Mais uma vez esse tipo de sonho despudorado com Regina e mais uma vez terminado na minha pessoa caindo da cama. Preciso aprender me controlar.

Um novo dia se começa.

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Sexta-feira sempre foi meu dia preferido da semana, ou seria do fim de semana?

Na época do colegial era pelo fato de ficar longe daquele terror chamado escola, apenas dois dias de folga eram verdadeiras bênçãos. Como estagiária nem se fale, acho que nem preciso comentar, nessa época as sextas eram bálsamos de salvação e descanso. Atualmente sextas são dias de desfiles e coleções novas e eu simplesmente adoro o novo.

O novo é revigorante, é excitante, é inimaginavelmente incrível...

- Quem diria que você amaria cuidar de pirralho dessa forma, não para de sorrir, ou estamos em algum comercial de creme dental e eu não sei? - tinha que ser o babaca do David para interromper meus desvaneios com palhaçada, reviro os olhos.

- Acredito que se fossemos aparecer em um comercial seria de margarina - fala papai bebericando seu café. Esse comentário vindo dele me surpreende já que não é de seu feitio.

- Sabe aqueles sussurros de ontem a noite? Então... - minha irmã me confidencia baixinho.

Tá explicado o porque de certa loira está avoada, mamãe parece ter visto passarinho verde, ou como diria Ruby, um periquito.

- Minha felicidade não tem nada haver com cuidar de pirralho - me defendo - estava em vídeo chamada com Mulan ou melhor com a Addison, minha menina está uma gracinha, o pelo tá puro brilho num ruivo bem forte, Mulan não apenas está fazendo um bom trabalho com a "Única" como também está com a minha menina.

- Muito prestativa sua amiga, filha - beija minha testa - só tome cuidado para não acabar perdendo seu patrimônio, hoje em dia temos que confiar nas pessoas desconfiando - alerta-me.

- Desde que cheguei não passo um dia sequer sem fiscalizar o que se passa em minha empresa, só Deus sabe como custei pra ergue-la e pelo que vi posso confiar sim em Mulan.

- Minha garota esperta - batemos as mãos sobre a mesa - tigrão, me passe o açúcar?

- TIGRÃO? - ouve-se o uníssono que minha voz misturada a de meus irmãos fazem.

Realmente café pós sexo é um saco como disse minha amiga uma vez.

- Eu tenho que ir para floricultura, Tinker, quer carona? - a garota confirma claramente fugindo daquele ambiente.

Após saírem também dou minha deixa.

- Eu vou pra qualquer lugar só nao fico aqui - pego minhas rosquinhas e xícara e me mando daquela cozinha.

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Férias, para mim algo bem complicado, se não fosse por uma certa mulher de um metro e sessenta e quatro eu teria um mês de tédio total. É horrível se estar de férias quando todos tem uma rotina, não se tem ninguém nem ao menos para jogar conversa fora, até Killian arrumou um emprego.

- Antiquário do senhor Gold - leio a placa - esse não é do meu tempo - dou uma olhada pela janela. Resolvo entrar.

Dentro do estabelecimento havia muita coisa antiga em bom estado. Móveis de madeira pura e maçiça. Como uma boa colecionadora de peças raras fiquei encantada.

- Posso ajudá-la senhorita? - pergunta um senhor que surgiu atrás de mim do nada - Boby Gold as suas ordens - toma-me a mão direita depositando um beijo na mesma.

Que senhorzinho mais esquisito, suas roupas me lembravam a de um personagem de uma série brasileira, se não me engano chamava-se Agostinho Carrara.

- Emma Swan - puxo a mão de volta.

- Então senhorita Swan, em que posso ajudar? - arqueia a sobrancelha.

"Esse maluco tá dando em cima de mim?"

- Apenas estou olhando, muito bonito seus móveis.

- São peças únicas, fique a vontade.

Volto a observar os objetos, percebo o homem seguir meus passos com seus olhos.

Uma peça em questão me rouba a curiosidade.

- Divertido, com tantas peças essa lhe chamar atenção, senhorita.

- O que seria essa peça?

- Um amuleto indígena - pega o objetivo em mãos para que eu pudesse ver mais de perto - diz a lenda que ele só chama atenção de pessoas predestinadas a viver um grande amor - sorri enigmático.

Não consigo me conter e gargalho.

- Me desculpe mas o que um treco cheio de penas pode dizer sobre amor? - o amuleto em questão parecia um filtro dos sonhos porém com o dobro de penas.

- O amor está em pequenos gestos que geralmente não são notados, como este amuleto. Apenas pense nisso senhorita Swan. Bom, lhe darei espaço, tenha um bom dia.

Acho que irritei o velho de estilo duvidoso com o meu comentário, ele entrou em uma porta atrás do balcão com uma cara meio fechada. Quer saber eu é que não fico aqui, vai que o cara volta com uma espingarda.

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Que tédio, já fiz de tudo nesse dia. Caminhei, olhei as finanças da minha empresa por internet, passei num petshop aonde comprei vários assessórios para minha filhinha. Sinceramente férias é um saco.

- Hm, lembrou-se que tem uma amiga? - até por chamada de vídeo Elsa conseguia ser dramática.

- Muito complicado essa vida de ter uma amiga canceriana - revira os olhos - como você está loirinha?

- Atolada de trabalho, graças aos Deuses pelo menos assim me distraio dessa vida miserável - suspira.

- Como assim Elsa? Até alguns dias você estava radiante, e o lance com o Kristoff? - me ajeito melhor na cama.

- Aquele babaca, ordinário que agora chamo de cunhado? Isso mesmo não me olha dessa forma você não está louca, fui leva-lo comigo na festa de aniversário da minha mãe e chegando lá ele ficou encantado pela Anna - choraminga - mais azarada que eu só duas de mim.

- Sinto muito Elsa, queria estar aí para te abraçar.

- Abraço virtual - abraçamos nossos celulares - me sinto melhor - faz graça.

- Boba, ao contrário de você minha vida amorosa tá indo de vento em poupa - sorrio.

- A safada, sorriso de quem tá trepando igual cachorro no cio - muito complicado mesmo esses cancerianos, de drama total a safadeza despudorada, fico vermelha.

- Nada disso, estamos indo aos poucos, tá legal?

- Tá, se voltar casada te mato por não usar um vestido meu no casamento. Dondoquinha, vou terminar alguns croquis senão quando minha chefe voltar das teria me mata - faz gracinha - beijo e aproveita essa vida amorosa maravilhosa que jamais terei - encerra a chamada.

Queria tanto que ela tivesse alguém para suspirar por ela como eu faço por minha morena. Espero que esse alguém apareça para ela logo.

Emma 17:12

- Muito ocupada para receber um beijo agora?

Regina 17:26

- Muito, dou-lhe todos os beijos do mundo na hora da nossa missão babá, até mais gata.


Que pena não poder ver a mulher de meus sonhos agora, o jeito é voltar a cochilar.

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Sentada em um sofá laranja berrante escutamos as instruções que aquele projeto maluco de mãe nos dá.

- Jantar somente após o banho daí vocês jogam alguma partida de jogo com ele, ele gosta muito de monopole ou banco imobiliário ambos estão em caixas no armário dele e por favor sem pegação na frente do garoto, não quero que ele fique traumatizado tão jovem.

- Zelena se ele não se traumatizou contigo durante esses anos não será Emma e eu a fazer isso, além de não ser á primeira vez que cuido dele - rebate a mais nova.

- Porém é a primeira vez que cuida dele junto à alguém, nem a Branca vinha com você - torço a boca ao escutar esse nome.

- Vou indo - prossegue - é hoje que deixo Belle de queixo caído - coloca um sobretudo da cor verde - fui - atravessa a porta.

- E agora o que fazemos? - pergunto.

- Eu faço a pipoca - levanta-se - ROLLAND PREFEFE PIPOCA DOCE OU SALGADA? - grita para que o menino escute no segundo andar.

- SALGADA - escutamos a voz infantil - TIA COLOCA "OS SEM FLORESTAS" PRA GENTE VER.

- OK - rebate - Ems, coloca o filme pra gente? - confirmo com a cabeça e ela vai para a cozinha.

Para uma maluca convicta até que a casa da ruiva era muito arrumada, muito mesmo. Paredes amarelas, cortinas verdes e sofás laranjas, tudo muito elétrico e vivo. Os móveis eram de madeiras antigos e vernizados, e uma escadaria também de madeira que dava para o segundo andar. Eu moradia aqui perfeitamente de boa.

- Oi namorada da tia Regina - cumprimenta-me o baixinho de cabelos cacheados.

- Oi guri, que isso?

- Isso é meu banco imobiliário - vai em direção ao puf no canto da sala - já tomei meu banho também.

Havia percebido isso pelo seu cheiro e cabelos molhados. O baixinho era uma fofura com covinhas profundas nas bochechas, não pode ser filho de um cara de caganeira como o Robin.

- Rolland né? - acente - como vai seu pai?

- Tá lá com a farmácia dele - não da muita bola.

- Quem quer pipoca? - volta Regina com uma vasilha cheia de pipoca - vamos começar nosso cinema?

Depois de pegarmos os refrigerantes e guloseimas começamos nossa sessão de filmes.

...

- O "RJ" era um babaca ainda bem que ele mudou pra ficar com os amiguinhos - falou o pequeno referindo-se ao personagem do filme, que coisinha mais fofa vou levar ele para mim - Eita, tia Emma você acabou de ir a falência - gargalhava.

É, banco imobiliário não era o meu forte.

- Acho que é hora de um certo mocinho ir dormir - diz a morena vendo o menino da um belo bocejo.

- Tá na hora sim, tia Emma você me cobri?

O que eu não faria por esse garoto, assim que começou a chamar-me de "tia Emma" dominou de vez meu coração.

- Claro pequeno, me leve ao seu quarto - depois de da um beijo de boa noite na morena me leva até seu quarto.

...

Quando volto para sala já está tudo organizado novamente.

- Acabei de lavar a louça, ele dormiu rápido?

- Tive que contar uma historinha, praticamente abri o livro e ele dormiu - enlaço sua cintura - tem alguém me devendo alguns beijos - ela sorri.

- Odeio ficar devendo... - antes que ela completasse a frase lhe roubo um beijo delicioso como quis dar-lhe o dia todo.

Nossos lábios se sincronizavam de uma forma perfeita. Lhe chupo o lábio inferior enquanto a conduzo até o sofá.

- Hmmm - murmura entre nossos beijos - não deveria brincar dessa forma já que não podemos experimentar o parque de diversão completo - me faz rir.

- E quem disse que não podemos experimentar por completo? - mordo meu lábio travessa.

Ela da um pulo se ajeitando no sofá de forma a ficarmos sentadas corretamente.

- Nós podemos? - da um sorriso de expectativa.

- Podemos, só depende de você.

Ataca meus lábios de forma afobada até ficarmos sem ar.

- Sabia que Zel tem um colchão maravilhoso? - passa uma das mãos em minhas coxas ainda cobertas pela jeans.

- É mesmo? - questiono ofegante, seus lábios agora estavam em meu pescoço.

- É sim - murmura em meu pescoço, em seguida roça os dentes ali - quer conhecê-lo?

Sem pensar em recusar, afirmo com a cabeça e de mãos dadas vamos em direção ao quarto da ruiva.

...

Já sem as barreiras das roupas que ficaram pela casa, Regina e eu nos encontrávamos frenéticas aos beijos e afagos.

- Você tem noção de como me excita e me deixa louca? - diz em meu ouvido - estava a ponto de ficar maluca por não poder te tocar dessa forma.

Prensa-me na parede. Nos encontramos apenas de roupas íntimas, a forma como me toca destila fogo em todo meu corpo que se acumula em meu centro de prazer.

Ela segue com suas carícias em meu pescoço, ombros, busto. Suas mãos abandonam minhas coxas e despregam o feixo de meu sutiã.

- Tão bonitos e redondinhos perfeito para colocar na boca - sem aviso prévio leva sua boca aos meus seios. Os chupa devagar de forma torturante, intercala entre um e outro.

- Regina - sussurro - quero ver se o colchão é mesmo macio - ela abandona meus seios e me direciona um olhar de pura luxúria. Leva-me até a cama aonde afundo no colchão.

- Disse que era macio, não disse.

Deitada, ela volta a beijar meu corpo levando sua boca ao meu baixo ventre e lambendo uma das minhas regiões mais sensíveis.

- Posso? - diz ajoelhada no meio de minhas pernas. Lhe dou a permissão e ela retira minha calcinha de tecido encharcado - Isso tudo é para mim? - questiona ao passar a mão de leve em meu centro e constatar o qual molhado está.

Sem conseguir falar lhe confirmo acenando a cabeça.

- Sabe uma coisa que eu gosto? - pega a minha mão levando ao meu centro - que se toquem para mim, se toca para mim Emma.

E como não faria? Começo movimentos de sobe e desce por todo o meu sexo, ela não tirava os olhos de mim. Hora em meu sexo, outra hora em meus olhos. Durante os meus movimentos de entra e sai lhe peço - tire o resto da roupa.

Ela retira o sutiã me dando a visão perfeita dos seus pequenos seios, quando retira a calcinha preta paro de me tocar.

- Se acha que vai dominar isso aqui está enganada, Regina Mills - em um pulo me coloco sobre ela.

- Não a problemas querida, disse que quando fosse seria maravilhoso para ambas - beija-me com fervor.

Embaladas em movimentos sincronizados começamos manipular uma o sexo da outra.

- Is..soo Emma, mais - murmura.

Meus dedos vão até onde dão naquela entrada lambuzada pelo seu mel natural. Não me contendo de vontade de experimentar seu mel, levo minha boca até aquele lugar desejado por anos.

- Aaaah - um gemido escapa de minha boca quando ela faz o mesmo com a minha região sensível e ficamos em um perfeito meia nove.

Lhe chupava de forma bruta com pinceladas em seu clitóris enquanto ela chupava o meu de forma bem macia e me penetrava com dois dedos. Após algum tempo nessa posição finalmente me entrego a um orgasmo liberando meu gozo em sua boca assim como ela fazia comigo.

Ofegantes, deitamos uma ao lado da outra enquanto esperávamos o ritmo de nossa respiração voltar ao normal.

- Desculpe por nossa primeira vez não ter sido romântica - escuto sua voz ainda ofegante.

- Você tá brincando né - levanto meu tronco para olha-la - o que são velas e um jantar perto de um orgasmo - sorrio.

- Não fui com muita sede ao pote? - noto preocupação em seu olhar.

- Mulher - subo em cima dela ficando cara-a-cara com seu rosto - você é deliciosa e maravilhosa dentro e fora da cama.

Ela sorri aqueles sorrisos bem largos e puxa-me para ficar em seus braços.

- Você não fica por baixo, loirão.

- Ótimo - começo beijar seu pescoço - porquê agora eu quero provar mais de Regina Mills.

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Três, quatro ou seria cinco da manhã quando finalmente dormimos?

Nunca imaginaria ou melhor imaginei coisas como fizemos durante essa noite.

Eu fiz amor com Regina, a garota por quem sempre fui apaixonada e a mulher que cada dia sinto meu coração bater mais acelerado.

Não poderia estar mais feliz ou radiante. Depois de três orgasmos maravilhosos que proporcionamos uma a outra e muito carinho, finalmente dormimos juntinhas com ela me abraçando por trás em uma conchinha perfeita.

Descansando os sonos dos Deuses escuto barulhos de passos.

- Tia Regina, tia Emma, acordem - meio sonolenta abro os olhos.

Olhando para o lado vejo uma morena de cabelos bagunçados me da um sorriso lindo me encantando ainda mais. Minha bolha de admiração particular se estoura por uma voz infantil.

- Tias por que dormiram peladas? - ao mesmo tempo eu e Rê arregalados os olhos.

- É tias expliquem para o meu bebê porquê dormiram peladas - diz uma ruiva num tom furioso entrando em seu quarto.


Notas Finais


Então?

Até.


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