História "A Vampira Sedutora" - Capítulo 1


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Categorias Em Família
Personagens Clara Fernandes, Marina Meirelles
Tags Amor Entre Mulheres, Clarina, Romance Lésbico
Visualizações 336
Palavras 621
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Mistério, Orange, Romance e Novela, Shoujo-Ai, Sobrenatural, Suspense, Yuri (Lésbica)
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olha quem voltou Clarinas!
Euzinha com mais uma loucura pra vocês.
Nossa Tainá Muller está voltando as novelas e isso me inspirou pra fazer uma nova fic.
Espero que gostem do tema, pois é pouco usado por aqui.
Espero que me acompanhem nessa nova aventura.
Vamos à leitura.

Capítulo 1 - Introdução -O Início de Tudo 1


Fanfic / Fanfiction "A Vampira Sedutora" - Capítulo 1 - Introdução -O Início de Tudo 1

                                                          -A  Vampira Sedutora –

 

             Ao ser contratada para restaurar um antigo casarão, Clara Fernandes jamais imaginaria encontrar uma moradora tão inusitada em um de seus aposentos. Marina Meirelles era incrivelmente sedutora e dona de uns olhos mais castanhos e intensos que já havia  conhecido.

          Mas as palavras doces e o sotaque romêno escondiam uma pessoa sedutora, com sede de sangue e capaz de tudo para realizar seus desejos mais eróticos de amor.

        Sem perceber sua verdadeira natureza e intenções, Clara se vê cada mais envolvida pela visitante misteriosa, apostando todas as fichas em uma realização que transformaria profundamente sua vida para sempre.

       Afinal, que propósitos moveriam os passos de Marina Meirelles? Que segredos guardaria em seu passado? Seria ela a responsável pelas mortes, noite após noite  encontrados nos becos do Rio de Janeiro? 

 

             Dias Atuais

 

 

      A máquina de escrever estava á sua frente. A folha presa no rolo continuava  branco. A jovem fitava o teclado da máquina  e  tamborilava os dedos no tampo da mesa de madeira. Estava indecisa. Sabia o que escrevia, mas não tinha a menor idéia de como começaria a contar sua história e a dela. Já fazia tanto tempo... Clara refletiu um pouco melhor. Não era tanto tempo assim, não para elas. Secou sua testa com um lenço delicado e o guardou no bolso da calça jeans. Rio de Janeiro no verão  fazia muito calor quase 40 graus, provavelmente choveria à noite, era sempre assim o verão na cidade do Rio de Janeiro.

        Clara ergueu os olhos para a lâmpada amarelada e desejou que fosse mais clara e forte. Abriu um ruidoso saco de papel e conferiu o seu conteúdo, perguntando a si mesma se havia comprado tudo do que precisaria. Havia corretivo, fita para máquina, papel, caneta, bloco de anotações, lápis e envelope. Estava tudo lá, menos como começar. Clara levantou da cadeira e andou impaciente pelo quarto. Parecia um animal enjaulado num quarto deveras pequeno, que por pouco não tinha espaço para um velho-guarda roupa de portas arranhadas, uma cama com colchão de molas e sua arca.

       Clara chegou à janela e respirou o ar da noite. Fitou a rua, estava vazia devido ao adiantado da hora, e não viam ninguém mais na rua. Aqui e ali um carro deslizava pelo calçamento desgastado pelo tempo. Pensou um pouco e virou-se para encarar a máquina de escrever como se fosse sua inimiga.

      Faltava algo mais o quê? Questionou-se, respirando profundamente o ar da noite. Assim como os quartos do velho casarão, o seu também era alugado, humilde e silencioso. Ninguém se incomodaria com sua ausência. Era perfeito, pensou, enfiando as mãos nos bolsos. Virou a cabeça alerta, mas nada aconteceu, decidiu voltar à janela. Uma lembrança apertou seu peito. Fazia apenas uma semana que estavam longe uma da outra.

     - Meu Deus como te amo, como sinto sua falta - sussurrou  saudosa.

   Clara fitou o céu escuro mais uma vez e viu as estrelas cintilantes amparadas pela lua crescente que pareciam que pedia sua atenção.

       - Claro, é isso! – falou, voltando à mesa muito feliz.

    Clara começou a escrever, fez a margem e deixou um grande espaço, escrevendo entre aspas:  “ O mundo é um lugar maravilhosamente estranho e perturbador. Olhamos para cima e só vemos o céu, na eterna repetição de dias e noites. Não percebemos a mágica que os separa. Garanto que são bem mais do que horas, minutos e segundos. Para mim, estão separados por vidas, está aí o grande mistério do mundo.” Um sorriso de satisfação surgiu em seus lábios.

      Clara Fernandes havia conseguido. A noite estava apenas começando. O melhor a fazer era continuar, pois ainda tinha muito para contar de como eu conheci o amor da minha vida.

 

Era uma vez......

 

 

  


Notas Finais


Continuo a fic Clarinas?
Se a resposta for positiva voltarei ainda essa semana prometo a todas.
Estou com outra fic SQ mais já está quase finalizada e não atrapalhará em nada.
Até a próxima gatas.
Bjo, Bjo, Bjo.


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