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História A verdadeira história - Capítulo 1



Notas do Autor


Olá, eu disse que voltaria e voltei com este epílogo. Não é muita coisa, mas agora os capítulos serão bem mais desenvolvidos, compreensíveis e desfrutaram de um contexto.
Aos antigos leitores um doce "Yoo minna-san" meu e pela Jenny também(infelizmente ela se mudou, mas ainda amo muito mesmo ela) juntamente a um gostoso abraço de "Bem-Vindos de volta" e aos novos leitores um "Olá, meus nies!" Com um doce e aconchegante "Bem-Vindos"

Capítulo 1 - Epílogo - A lei dos Uchihas


Há muitos anos, logo quando os shinobbis começaram a existir. Muitas coisas desagradaram as divindades. Pois a vidas criadas por um dos irmãos divinos, estavam atrapalhando o rumo daquilo que havia planejado para seus filhos. Então, tudo começou com um jovem rapaz e uma jovem moça.

Ambos os clãs eram fortes e viviam em paz com isso, e uma jovem moça acabou se apaixonando por um certo rapaz do outro clã.

Por serem filhos dos chefes dos clãs, sempre acabavam se vendo em reuniões sobre coisas que para os jovens, era supérfluo. A moça era radiante, linda, uma exótica existência, sempre sorridente e solicita. O rapaz era quieto, lindo, uma exótica existência, nunca sorria e nem era solicito. Embora as gritantes diferenças entre ambos, eles sempre eram vistos caminhando lado a lado, fosse pela vila, ou pela floresta. Enquanto a moça dizia sobre tudo que gostava, e como gostava, ou contava sobre o que havia feito ou pensado. O rapaz nunca falava nada, apenas ouvia.

Com o passar dos anos, a paixão aumentava. Mesmo que nunca tivesse exposto seus sentimentos em relação à jovem moça, o rapaz amava-a com todo o seu coração. Ela era para si o mais belo raio de Sol, era a melodia mais bela que havia na face da Terra. Para ele, ela era tudo.

Enquanto os sentimentos da moça sempre foram claros para quem quisesse ouvir, que ela o amava. Ele tinha medo de dizer algo, e soar errado. No final das contas, ele sabia que não precisava dizer nada, pois ela jamais olharia para outra pessoa como ele também não. Tudo deveria ficar como está, e seriam felizes assim.

Um dia, os chefes dos clãs, em meio uma reunião, decidiram que casariam seus filhos, e assim seria selado de uma vez a paz entre os clãs e seria evitada qualquer futura tragédia de rivalidade, uma vez que como casal eventualmente haveriam seus próprios herdeiros.

E foi após aquela noite...

Os chefes de ambos os clãs reuniram á todos para dizer que ambos os clãs selariam de vez um acordo de paz, atravéz do matrimônio entre seus filhos, assim, jamais haveria um conflito. Tanto a moça, quanto o rapaz se sentiram felizes com isso, mas como sempre, só ela havia esboçado...

­Isso despertou na moça, um desejo muito ruim, um manto negro revestiu seu coração naquele momento, impedindo que seus lindos raios de Sol, se expelissem através das trevas. Ela olhou ao redor, estava diante de toda a vila do seu clã e do dele. Então, enquanto seu pai e o chefe do outro clã se pronunciavam, ela pegou um punhal que sempre andava consigo e apertou o cabo forte contra a mão.Reuniu toda a força que havia dentro de si, e gritou em bom tom a plenos pulmões para todos que quisessem ouvir.

―Eu não aceito! Eu não irei me casar com este Uchiha!

Todos ali presente a olharam espantados, aquilo não deveria estar acontecendo, ela não amava o Uchiha que sempre andou junto? O que estava acontecendo.

―Filha, mas não era você que dizia que amava-o? ―perguntou-lhe seu pai confuso.

―Eu me recuso a me casar com quem não me ama! Mesmo que seja em nome da paz! Eu não farei isto. ―Ela olhava friamente para o rapaz.

O rapaz ficara assustado, o que estava havendo ali? Iriam se casar e ser felizes... ela não o amava mais? Era isso? Tudo não havia passado de uma ilusão? Ela havia desistido? Havia outro que não ele em seu coração? As dúvidas rondavam seus pensamentos nublando a sua mente e sentiu o medo invadir seus pulmões, impedindo-o de respirar corretamente.

―Diga! Diga agora Uchiha! Diga que me amas como te amo, diga que me queres como eu te quero, me diga que estas felizes como eu estou! ―a jovem gritou.

Ele queria, queria dizer, queria gritar se necessário que seria o homem mais feliz da face da Terra ao lado dela, que ele não passava de apenas um necessitado da sua luz. E que não poderia viver sem ela. Mas algo lhe impedia, sua garganta estava fechada e lágrimas grossas rolavam por sua face.

―Eu esperava que essa fosse a resposta... ―disse a jovem dando curtos passos para trás e levanto seu punhal diante do peito. ―Eu não posso viver se você não me amar.

Fora tudo muito rápido, o rapaz tentou impedir, o rapaz tentou. Ele chegou a tocar no punhal mas ela o impediu. E agora, o seu mundo estava escuro, vazio e sem vida, sem luz e... sem melodia. Seu belo raio de Sol, havia se apagado diante dos seus olhos. Só conseguia chorar diante daquela tragédia, seu belo raio de Sol apagado, e mesmo assim. Sua voz não saia, não conseguia gritar como queria para mostrar a todos sua dor. Apenas abraçar o pequeno corpo e chorar.

Antes que os chefes pudessem fazer algo com relação ao que acabara de acontecer, uma luz forte erradiou o lugar, e um homem em vestes brancas e cabelos brancos e expressão séria saiu daquela luz em direção aquela tragédia.

―Não era isto que planejei. ―Uma voz poderosa como um trovão soou alto por todo o lugar fazendo os corpos de todos presentes vibrarem. ―Quem ousa intervir na vontade divina?

Todos ali não estavam compreendendo o que aquele homem havia lhes questionado, apenas permaneceram imóveis com suas expressões surpresas.

Antes que aquele homem pudesse se pronunciar mais uma vez sobre o ocorrido. O chão tremeu brevemente e uma luz negra emanou próximo a tragédia. Dentro desta, saiu um homem alto, de expressão séria e vestimentas pretas com duas figuras sem espécie conhecida segurando pelos ombros.

―Foram eles, eles interviram na vontade divina! ―o de vestimentas negras disse. ―Eles impediram este tempo todo que o rapaz se declarasse e despertaram um desejo ruim no coração da moça. E agora, devido a essa tragédia pode se desencadear uma guerra capaz de dizimar milhares de vidas! O que devemos fazer meu irmão? ―o homem disse.

A primeira figura se virou para os Clãs e apontou para o chefe dos Uchiha.

―Deverá ser escrito um livro para o seu clã! Um livro de regras para que isso não torne a acontecer! ―o chefe afirmou com a cabeça. ―E se declara aqui, que há sobre os Uchihas um presságio: Se um Uchiha, amar uma pessoa e for correspondido, deve dizer seus sentimentos. Caso contrário, será gerado um filho fruto deste amor, que deve unir ambos. ―o homem assentiu afirmou e ordenou que alguém lhe buscasse o melhor livro para que isto fosse escrito.

―E quanto aos que interviram na vida humana? ―questionou o homem de face séria mostrou a figuras que segurava.

―Hoje, eu e meu irmão presentearemos vocês humanos com os guardiões. Serão anjos nascidos em seu meio, e sua vida será destinada a impedir que outra fatalidade como a registrada aqui hoje, sendo então responsáveis por garantir que a vontade divina aconteça.

E assim, deu-se início a um pequeno livro do clã Uchiha, onde presságios seriam escritos e foram criados os guardiões.

De início, os guardiões se mostraram eficazes. Eles concebidos em famílias humanas, igual a qualquer humano comum. Para ser diferenciado um guardião de um humano comum, era bem fácil, um pouco abaixo do ombro esquerdo da era possível notar-se um símbolo marcado ali, e este símbolo era a forma de uma pena.

O problema começou, quando os guardiões começaram a chegar a sua adolescência, onde seus sentimentos despertavam. Os irmãos divinos, não pensaram que, ao permitir que seus anjos nascessem em meio aos humanos, eles também seriam meio humanos e poderiam ter sentimentos, emoções,desejos e tudo que a parte humana pudesse oferecer. O que fazia com que muitos guardiões não assumissem seus postos quando algo que alterasse o futuro já planejado pelos seres divinos. Causando inúmeros conflitos e guerras.

Ao verem que seus guardiões não lhe eram mais leais, e nem tinham mais utilidade, decidiram extingui-los da face da Terra e trazerem-nos de volta ao reino divino, longe dos sentimentos humanos. Não seriam mais enviados em meio aos humanos, seriam enviados em sua forma natural e comum, assim eles não teriam sentimentos e serviriam ao seu propósito. Assim, os problemas seriam cessados de uma vez por todas.

Porém, quando os guardiões foram trazidos de volta ao mundo divino, eles trouxeram todos aqueles que já haviam tido sentimentos.

Eles não contavam que deixariam apenas um.

Um que havia acabado de nascer.


Notas Finais


Espero de coração que continuem (ou comecem) a apoiar o retorno de A verdadeira história. MUITAS coisas irão ser retiradas, por questão de: Eu era uma adolescente empolgada demais com a primeira fanfic e acrescentei muita coisa desnecessária. Essa fanfic já tem 7 anos. Wow. Muito tempo. Minha cabeça mudou muito. Graças. Mas enfim. Aos poucos vamos voltando e prometo fazer o coração de vocês vibrar(mentira, prometo nada não)

Até <3


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