História A Viagem de Chihiro 2 - Capítulo 1


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Categorias A Viagem de Chihiro (Sen to Chihiro no Kamikakushi), Kamisama Hajimemashita (Kamisama Kiss), Mononoke Hime, O Castelo Animado
Personagens Calcifer, Chihiro Ogino, Haku (Kohaku), Howl, Markl, Nanami Momozono, Personagens Originais, Sophie, Tomoe
Tags A Viagem De Chihiro, Chihiro, Haku, Mononoke Hime, O Castelo Animado
Visualizações 7
Palavras 1.151
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Fantasia, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Aproveitem a história.

Capítulo 1 - Um dia de lembranças


Fanfic / Fanfiction A Viagem de Chihiro 2 - Capítulo 1 - Um dia de lembranças

Passou-se dez anos desde que Chihiro libertou-se do contrato com Yubaba e voltou ao seu mundo deixando Haku e seus amigos para trás. Hiro, apelidada carinhosamente por sua amiga da faculdade, Naomi, acostumou-se com a vila em que começou a morar quando era pequena, quando seu pai recebeu uma proposta de melhora no emprego. Hiro agora, com 20 anos, iniciara a faculdade de arquitetura. Desde muito tempo ela começara a desenhar uma casa de banhos antiga, com um ornamento antiquado de templos japoneses, ela também desenhava um dragão branco com um olhar penetrante. Hiro sempre colocava o nome do rio em que quase se afogara “Nigihayami Kohaku Nushi” na folha do desenho.

Aquele acontecimento sempre vinha a mente, pois ela lembrava de estar em cima de algum ser que a levou para margem. Sua mãe sempre falava que era um milagre dos deuses e ficava feliz ao lembrar que sua filha ainda estava com eles. Hiro por algum motivo tinha sonhos com a casa de banho, trabalhando lá e com o dragão voando por cima de um celeiro. Também sonhava com um garoto chamado Haku, que lhe dava ordens e tinha uma oscilação de atitudes para com ela, um garoto de cabelo chanel, olhos esverdeados, usando um kimono branco e bem decidido em tudo o que fazia. Aqueles sonhos mais pareciam lembranças e Hiro tentava dizer a si mesma que era apenas bobagem.

Assim como sua mãe, Hiro pegou a mania de colocar oferendas nos templos na estrada abaixo da vila. No final da estrada havia um túnel feito de gesso, muito antigo. Os moradores diziam que no final havia um parque temático que havia sido abandonado há anos por conta da crise; havia também algumas estátuas bem estranhas de algumas criaturas espalhadas pela estrada e um bem no início do túnel. Alguns templos tinham os nomes de deuses, outros eram memoriais para pessoas que se foram. Um dos templos tinha o nome Amaterasu Hane. Hiro pesquisara sobre e descobrira que era uma deidade que assumia a aparência de uma raposa branca, que se assemelhava com a divindade Amaterasu que também era uma raposa, em sua pelagem branca havia uma marca vermelha meio tribal. A tal raposa, também assumia a aparência de um humano adulto de cabelo grande e branco com uma calda vermelha, usava um kimono florido e uma flor de laranjeira presa em seu cabelo. Hiro se apaixonou pela história dele, ela o adorava. Colocava sua comida favorita no templo e rezava pedindo proteção e no fundo, esclarecimento por aqueles sonhos.

Hiro usava desde criança um prendedor de cabelo rosa com fios dourados entrelaçados. O tal prendedor nunca quebrara e sempre se sentia com sorte usando-o. Apesar do longo cabelo que ela possuía, Hiro nunca gostou de usá-lo totalmente solto, sempre prendia de um modo que pudesse usar o prendedor. Com 20 anos, Hiro era uma moça muito linda, com um corpo de modelo, o olhar dela era meigo e tinha um sorriso de amolecer até o mais duro dos corações, conseguia chamar atenção por onde ia, mas ela era uma moça modesta e desligada para os olhares, sua mente sempre era ocupada com o rapaz dos seus sonhos. A voz dele lhe causava um enorme sentimento de saudade e ela nunca entendera o porquê.

Hiro estava viajando novamente em seus pensamentos quando Naomi a chamou estalando os dedos em seu rosto.

- Hiro! Sonhando acordada de novo? Anda! Temos que pegar o ônibus se não vamos nos atrasar novamente!

- Desculpa, Naomi, só revisando mentalmente a matéria da prova de hoje – novamente Chihiro tentando se safar das inúmeras perguntas que sua elétrica e inconveniente amiga sempre fazia.

Chegando a tempo no campus que ficava na cidade ao lado da que Hiro mora, passaram ao lado de um grupo de garotas e ao olhar para uma delas Hiro teve a impressão de ter reconhecido uma delas. Lin.… esse nome lhe era familiar, mas, de onde? Hiro teve vontade de ir até a garota e se apresentar, porem foi puxada bruscamente por Naomi que novamente reclamava do atraso.

O dia ocorrera tranquilo, Hiro e Naomi eram as primeiras da turma, então não tinham com o que se preocupar, além do atraso de Hiro de quase todos os dias. No final da aula as duas amigas se juntaram ao seu grupo de estudo e foram almoçar. Ao adentrar o restaurante ela logo avista a mesma garota que reconheceu no campus. Ela automaticamente se dirigiu até a mesa em que ela e outras mulheres se encontravam enquanto Naomi gritava por ela em suas costas.

- Olá, por acaso seu nome é Lin? – Hiro estava meio receosa pois a moça não a respondeu. - Desculpe, me chamo Chihiro, a vi no campus hoje e não consegui deixar passar a sensação de que já a conheço, e o nome Lin me veio à mente.

- Sim, me chamo Lin - disse a moça de cabelos compridos e castanhos, magra e de olhos e boca grande. Hiro teve a impressão de que ela era tagarela – Fico surpresa que tenha me reconhecido, principalmente por lembrar do meu nome, mas lembra de onde? Lembra que éramos amigas?

- Amigas? – Disse Hiro num tom de surpresa e desconfiança. – Tenho certeza que apenas te conheci em uma pesquisa de campo.

Lin com um olhar de deboche começou a rir e a indagou.

- Você não lembra da casa de banho, de Haku, Yubaba, Zeniba, ou até mesmo o Kamaji? – Hiro ficara boquiaberta, como Lin saberia de seus sonhos se nem mesmo ela lembrava de ser amiga dela.

Nessa hora, Naomi a puxou para a mesa delas a força vendo o estado de palidez da amiga, se desculpando pelo incomodo. Naomi tentava dialogar com Hiro perguntando o que havia acontecido e por não responder com clareza a amiga se cansou e a deixou com seus pensamentos. Mais tarde naquela noite, Hiro jantou com seus pais, estava com o ânimo lá em baixo e sua mãe estava preocupada.

- Chihiro, o que houve? Não quer comer? – Sua mãe encarava o pai com um olhar de raiva, que estava comendo como um esfomeado, pedindo apoio para o diálogo com a filha.

- Estou apenas cansada mamãe, essa semana foi de provas e hoje o último dia, estou exausta. E também... – a pausa dela fez com que a mãe se preocupasse mais ainda – deixe para lá, irei ficar bem, preciso planejar as férias, pretendo ficar sozinha e fora da cidade.

- Está bem, confio em suas escolhas... – A mãe que já estava preocupada tentava passar o mínimo de confiança e carinho a filha.

Novamente naquela noite Hiro sonhou com Haku, dessa vez o beijando. A cena não era nada demais, apenas eles crianças com um beijo inocente e demorado. Quando ela acordou começou a pensar que estava completamente apaixonada por um menino de seus sonhos ou que estava completamente louca e carente.



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