História A Viagem de Chihiro 2 - Capítulo 2


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Categorias A Viagem de Chihiro (Sen to Chihiro no Kamikakushi), Kamisama Hajimemashita (Kamisama Kiss), Mononoke Hime, O Castelo Animado
Personagens Calcifer, Chihiro Ogino, Haku (Kohaku), Howl, Markl, Nanami Momozono, Personagens Originais, Sophie, Tomoe
Tags A Viagem De Chihiro, Chihiro, Haku, Mononoke Hime, O Castelo Animado
Visualizações 6
Palavras 1.202
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Fantasia, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - A volta para o mundo dos espíritos


Fanfic / Fanfiction A Viagem de Chihiro 2 - Capítulo 2 - A volta para o mundo dos espíritos

Após uma semana as férias de verão começaram. Hiro planejava ir à cidade sozinha para ir a uma feira de misticismo e um circo que aparecia de quatro em quatro anos. De lá, Hiro iria para uma cidade próxima para acompanhar o festival dos deuses. Hiro andando pelas barraquinhas avistou uma senhora muito familiar vendendo alguns amuletos de proteção, sorte, algumas bugigangas e também prendedores de cabelo iguais ou quase ao dela. Logo ela se interessou e se aproximou.

- Venha menina, há algo que chamou sua atenção? – A voz da senhora também lhe era familiar Era uma senhora nariguda e baixinha, bem gordinha e cheia de joias.

- Ah, os prendedores lembram o meu, não lembro como o consegui, mas nunca o perdi e sempre esteve comigo. – A velha a olhava com uma expressão calma e ao mesmo tempo sinistra, aquilo lhe causou calafrios, a sensação que ela lhe causava era familiar.

- Você ainda parece uma mocinha inteligente, Chihiro.

- Como sabe meu nome? – Agora sim ela queria sair dali.

- Poxa, acho que eu me descuidei. – A frase deixou Hiro atônita, ela já a ouvira em algum lugar!

- Zeniba – o nome saiu como num sussurro e a velha soltou uma risada familiar, mas nada assustadora quanto a situação em que se encontrava.

- Aqui, tome esse presente, quando dormir lembrará quem sou. – o presente era um dragão branco de olhos verdes, chifres e patas amarelas iguais a de um pássaro, com um tipo de crina verde, entalhado na madeira abaixo estava gravado Nigihayami Kohaku Nushi. Naquele mesmo momento Hiro olhou para frente afim de indagar a velha sobre o dragão e se assustou quando notou que a tenda havia sumido e lá agora era um muro de pedras com quadros de paisagens de uma tenda ao lado. Um dos quadros havia a pintura da casa de banhos com uma linha férrea que passava por baixo.

Depois da situação nada normal Hiro sentia-se mal, decidiu voltar para casa e cancelar sua viagem. Sua mãe preocupada ajudou-a a se acomodar no quarto e a deixou dormir. Hiro pegou o dragão e o deixou em seu criado mudo. Quem será você? Ela indagou em pensamento e ficou ali olhando-o até adormecer. Chihiro acordou com um barulho no seu quarto e tentando se acostumar forçadamente com a escuridão olhou diretamente para a direção de onde vinha o barulho. Até que viu um rapaz igual a descrição de Amaterasu Hane. Ele estava vasculhando seu guarda-roupas à procura de algo importante.

- Quem é você e o que faz no meu quarto? – O rapaz a olhou como se aquelas perguntas fossem insignificantes.

- Você me alimenta a mais ou menos 9 anos e não sabe quem sou? Sério? – O ar de deboche dele a deixou irritada.

- Hane? Mas como? – A confusão dela foi divertido para ele que deu uma risada deixando o ar debochado de lado. – Não pensei que deuses tinham permissão de falar com humanos... – Hiro percebeu o pensamento errôneo, ele era uma divindade.

- Da para ver na sua cara que você percebeu que eu posso fazer o que quiser em relação aos humanos. – Disse Hane arqueando uma das sobrancelhas – agora chega de papo furado, anda, tenho que te levar a um lugar e pegue a estátua do dragão. Vista-se mais adequadamente, esperarei na entrada da estrada.

Depois de dizer isso, Hane pulou a janela do quarto de Hiro a deixando sozinha. Pegando seu celular e olhando a hora, ela respirou fundo e foi se vestir. Escolheu um vestido florido, uma sandália baixa, prendeu o cabelo novamente e pegou a mochila na qual enchera para sua viagem então cancelada. Saindo com cuidado da casa, Hiro correu para encontrar Hane.

- Olha, achei que ia demorar, mas você mudou muito em relação às minhas expectativas. – Ele falava olhando para o alto com a mão no queixo, lembrando-se de algo – Bem que Kohaku disse que você é esperta. Zeniba me contou como você conseguiu sair do contrato com Yubaba. Agora vamos!

Hiro nem conseguiu perguntar quem eram e como ele sabia daquilo, até por que, nem ela mesma sabia! Hane apenas a puxou correndo de forma sobre humana até chegarem no início do túnel.

- Anda, tira o prendedor de cabelo, so assim você vai lembrar de tudo. – Vendo que Hiro não tinha ação, ele calmamente tirou o prendedor e a puxou de leve para dentro do túnel.

- Por que está acontecendo isso? – Hiro falava com um tom calmo, mas sua expressão era de preocupação.

- Chihiro, assim que chegarmos no final do túnel a estátua de Haku irá quebrar e como está sem o prendedor de cabelo suas memórias voltarão. Seus sonhos são memórias de dias que você ficou presa nesse lugar por conta de seus pais, e esses dias foram necessários para que você reencontrasse Kohaku e amadurecesse.

Hiro apenas assentiu com a cabeça e assim que adentraram o hall do local, Hiro viu um filme passar em sua cabeça e desmaiou. Nesse momento a imagem quebrou e Haku apareceu. Conversaram brevemente e a levaram para a casa de banhos. Chihiro acordou em um quarto bem exagerado em sua decoração, com papel de parede exagerado, tanto em cores quanto na moldura, havia também tapetes bem exagerados com flores e cores fortes, e como ela bem lembrava devia fazer parte do escritório de Yubaba. Abrindo a porta e percebendo que estava sozinha, saiu a procura de Hane.

-Hane, você está por aí? – Ela ouviu um barulho no quarto ao lado, parecia o barulho de uma fogueira, isso a confundiu bastante e saiu abrindo a porta – Hane?

- Chihiro! – Um rapaz alto e loiro, vestido com as roupas de trabalho do pessoal da casa de banhos, estava manipulando uma chama azul em suas mãos – Finalmente você acordou! Não imaginei que acordaria tão rápido, dá para ver que ainda é forte. – Hiro olhava para ele tentando lembrar-se quando ela grita.

- BOOOH! NÃO ACREDITO! – E entrou para abraçá-lo. – Como você está bonito! Cresceu tanto! Onde está sua mãe? – Ela sentiu-se um pouco velha ao dizer isso.

- Ela anda visitando bastante a irmã, apesar de irmãs gêmeas serem um problema, elas aprenderam a lidar com seus gênios fortes. – Nesse momento o estomago de Hiro roncou alto – Eita! Você deve estar faminta, vamos até a cozinha.

Depois de muito comer, Hiro e Booh foram andar pela casa de banho, mas antes, Booh havia lhe dado um colar protetor para que nenhum deus ou funcionário novo enchesse a paciência dela. Depois de rever Lin, descobriu que ela virou chefe das moças, que Kamaji voltau para a família e que Haku havia também voltado para sua família, mas que não conseguiu se readaptar ao seu mundo e por um longo tempo virou aprendiz de Zeniba, após isso virou sócio de Yubaba e morava em uma casa perto dali em uma colina.

Hiro foi bombardeada pela saudade e queria muito vê-lo. Aquela noite foi longa. Quando o relógio marcava 03:50am ela decidiu que era hora de dormir e foi, acompanhada por Booh, para seu quarto. Quando fechou a porta sentiu uma corrente de ar gelada e virou-se para ir até a janela, quando se deparou com Haku.



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