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História A vida a Dois - Capítulo 24


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Notas do Autor


Boa leitura.

Capítulo 24 - Minha esposa


Nessa manhã de quarta-feira Momo havia chegado no seu trabalho com um sorriso de dar inveja os seus colegas, havia sido maravilhosa sua noite anterior onde ela com sua esposa e suas filhas tentaram fazer pizzas, deste a massa até o recheio, mesmo elas tendo sujado a cozinha inteira fazendo isso foi uma das noites mais divertida da sua vida.

Ela se sente bem em saber que está conseguindo reconstruir o seu casamento com a Sana, mas mesmo a mais nova tendo aceitado seu pedido de desculpa e até voltado a morar com ela, a japonesa mais velha sente que ainda precisa provar a sua esposa que realmente a ama.

Foi com esse pensamento que ela chegou na sua sala e teve uma ideia muito boa do que fazer com relação a isso, ela sabe que daqui a duas semanas, no sábado é o seu aniversário de 15 anos de casada com a Sana e esse é o dia perfeito para que ela faça a surpresa, mas ela precisa de ajuda para fazer isso.

Momo: Mina.

               Poderia me ajudar em um negócio?

Mina: Depende do quê?

Momo: Eu quero fazer uma surpresa para a Sana no nosso aniversário de casamento.

Mina: Você já conversou com ela?

Momo: Sim.

              Na segunda-feira.

              Mas ela pediu para irmos devagar.

              Por isso pensei nessa surpresa.

Mina: Certo eu posso de ajudar.

           Mas o que vai ser a surpresa?

Momo: Eu te explico depois e muita coisa.

         Mas tarde pode me encontrar naquela cafeteria perto da sua casa.

Mina: Ok.

Foi bom para a japonesa saber que a amiga a ajudaria nisso, mas não adiantaria só as duas e ela sabia que precisa demais ajuda.

Momo: Jihyo.

               Poderia me ajudar?

Jihyo: Para o que você quer a minha ajuda?

           Momo: Eu quero fazer uma surpresa de 15 anos de casadas para a Sana.

Jihyo: É bom saber disso.

           Mas o que você quer fazer?

Momo: É muita coisa para falar por aqui.

             Pode me encontrar mais tarde na cafeteria perto da casa da Mina.

            Ela também vai estar lá.

Jihyo: Tudo bem estarei lá.

Agora ela precisava falar com uma pessoa é se surpreendeu quando justamente quem ela iria mandar mensagem mandou mensagens primeiro para ela.

Otosan: Filha.

              Estou com saudade das minhas netas.

              Elas podem dormir aqui de sábado para domingo?

Momo Filha: Claro que elas podem.

                        Mas pai você ainda tem os cds dos meus aniversários?

Otosan: Sim todas elas.

                Por que quer elas agora?

Momo filha: Eu vou fazer uma surpresa para a Sana no nosso aniversário de casamento.

                       Sei que nos cds têm imagens da gente criança.

                      Aí quero usar elas na surpresa.

Otosan: Boa ideia.

               Vou procurar elas.

Momo filha: Sábado eu as pego quando levar as meninas.

Após mandar as mensagens para todo mundo que precisava ela agora podia se dedicar ao seu trabalho de hoje que em boa parte era revisar a edição do comercial de uma marca de protetor solar, o que não era muito difícil já que era só uma revisão.

— Momo. – Dahyun disse entrando na sala e com um sorriso no rosto.

— Sim senhora Kim. – Momo falou olhando para a sua chefe.

— Daqui a dois meses é o aniversário de 25 anos da empresa e já a um tempo estou pensando em dar uma festa em comemoração, como você faz edições muito boas gostaria que fizesse uma para essa festa, poderia fazer isso para mim? – Dahyun perguntou olhando bem para a sua funcionária.

— Claro que eu posso senhora Kim. – Momo respondeu de forma calma para a mais nova que é sua chefe.

— Ótimo, vou te mandar as fotos e vídeos que eu gostaria que estejam nesse vídeo. – Dahyun falou saindo da sala logo depois.

Momo sabe que isso vai ser trabalho extra para ela, mas sabe como sua chefe vai gostar que ela a ajude.

 

 

 

 

 

 

(...)

Jihyo estava almoçando no refeitório da delegacia, mas sua mente só pensava na proposta que havia recebido, ela adoraria trabalhar em uma delegacia da mulher, ainda mais na equipe de investigação, mas se mudar para outra cidade não parecia uma boa ideia, ela não queria ficar longe das suas amigas nem do Daniel e isso deixava sua mente confusa sobre a resposta.

— Oi meu bem. – Daniel falou chegando ali e pegando a sua marmita na geladeira.

— Oi Dani. – Jihyo falou comendo mais um pouco do seu yakisoba.

— Como foi a conversa com o Dong-sun? – Daniel perguntou se sentando de frente para ela.

— Foi boa. – Jihyo respondeu olhando para o coreano a sua frente.

— O que ele disse? – Daniel perguntou comendo um pouco do seu kimbap.

— Ele disse que eu fui convidada para trabalhar na equipe de investigação da delegacia da mulher. – Jihyo respondeu tomando um cole do seu suco em seguida.

— Que ótimo Hyo. – Daniel falou feliz em saber da notícia dela.

— O único problema é que é na delegacia de Busan. – Jihyo falou com um pouco de desanimo de já está pensando muito nisso.

— Realmente isso não é o ideal, mas você sabe que é uma grande oportunidade. – Daniel falou concordando com ela.

— Sei disso, mas não quero ficar longe de você e das minhas amigas. – Jihyo confessou olhando para o seu prato.

— Também não gosto da ideia de ficar longe de você, mas só você pode decidir se quer ir ou não e eu vou estar do seu lado não importa o que você escolha. – Daniel falou fazendo um carinho de leve na mão dela que estava em cima da mesa.

Jihyo de resposta só deu um sorriso para ele e então os dois continuaram comendo em silêncio, mas um silêncio confortável, onde cada um estava em seu mundo pessoal, pensando nos seus próprios problemas de vida.

A ideia de trabalhar na equipe de investigação por si só já parece bem legal, se você levar em conta que isso seria tipo as cenas de um bom seriado de investigação no estilo CIS, mas na proposta que ela recebeu isso fica melhor ainda por ser em uma delegacia da mulher, saber que ela poderia ajudar mulheres e prender homens que não sabem respeitar as mulheres a sua volta parece a realização de um grande sonho profissional, porém a distância das pessoas que mais ela ama não a deixa confortável sobre isso.

 

 

 

 

 

 

(...)

A semana havia passado mais rápido que o normal para a família Hirai, provavelmente por elas estarem se sentindo bem e felizes nesse tempo, agora é sexta-feira à tarde e Sana estava em seu escritório revisando mais uma vez o livro que está escrevendo.

Ter voltado a morar com sua família foi realmente a melhor coisa que ela poderia fazer agora, cada dia parecia melhor estando aqui e com isso ela só se sentia melhor, mesmo ainda ela sentindo a falta da pequena Hime, não ver sua filha mais nova correndo por essa casa ainda partia o coração das duas mães dela.

Após ler pela terceira vez o quinto capítulo do seu livro ela reparou já está perto do horário de saída das suas filhas.

Hoje ela primeiro levaria Sakura para a casa da sua amiga, já que ela dormirá lá e depois ela vai ir para a escola da pequena Ichigo, já que hoje ela tem uma apresentação de trabalho, que Sana está um pouco curiosa sobre o que é já que a pequena não quis revelar o tema do trabalho.

Sana pegou seu celular e resolveu mandar mensagens para a sua esposa a lembrando da apresentação da pequena.

Sana Amor: Amor

                     Não esqueça que hoje a apresentação da Ichigo.

Momo S2: Não vou esquecer.

                   Só estou terminado uns negócios aqui e já vou para lá.

Sana Amor: Ótimo.

Sana não conseguiu evitar o sorriso com as mensagens da mais vela e nem queria esconder como está feliz em conseguir mesmo que aos poucos voltava a ter a sua família feliz.

Ela foi tomar um banho rápido para enfim sair de casa claro que antes pegando a mochila com as coisas que Sakura levará para a casa da sua amiga e então partir em direção a escola da mais velha.

O caminho até a escola dela não demorou muito e logo ela já estava na porta, vendo a sua filha ali conversando com um pequeno grupo de alunos, mas assim que Sakura viu a mãe se despediu dos colegas e ir em direção ao carro.

— Oi mãe. – Sakura falou entrando no carro.

—Oi filha. – Sana falou olhando para ela é vendo -a colocar o sinto de segurança. — Qual é o endereço da casa da Eun? – Ela perguntou ainda olhando para a pequena.

— Esse aqui. – Sakura respondeu mostrando o endereço na conversa dela com a sua amiga.

— Nossa ela mora na mesma rua das suas madrinha. – Sana disse ao reparar a coincidência.

— Verdade não tinha reparado isso. – Sakura falou olhando pela janela do carro.

— Deixa a sua mochila da escola no banco de trás e leva só a com as roupas. – Sala disse prestando atenção no trânsito, enquanto Sakura fazia o pedido.

O resto do caminho as duas foram em silêncio dentro do carro, um silêncio confortável, onde Sana prestava atenção no caminho e Sakura olhava pela janela pensando em como seria dormir na casa da sua melhor amiga, ela havia feito bem pouco isso, já que nunca deve uma amiga tão próxima como Eun, a ideia parece bem legal e isso a deixa feliz, mas ela ainda se sente ansiosa sobre como será.

— Tchau filha, se comporta. – Sana falou quando estacionou o carro na porta da casa da amiga dela.

— Tchau mãe. – Sakura disse saindo do carro com a sua mochila e indo tocar a campainha.

Sana ficou parada ali esperando a filha entrar na casa e acabou sorrindo quando viu a pequena ser abraçada pela sua amiga, para logo depois que ela entrou ir em direção a escola da pequena Ichigo.

No caminho Sana ligou o rádio e foi ouvindo uma rádio de pop americano cantando as poucas músicas que conhecia e tocava nela, mas logo estacionou o carro próximo à escola da sua filha e foi andando até ela sorrindo quando viu sua esposa na porta.

— Oi meu amor. – Sana falou envolvendo a mais velha em um abraço que a surpreendeu.

— Oi minha esposa. – Momo falou ainda abraçada a mais nova que sorriu ao vir como ela lhe chamou.

— Vamos a Ichigo deve estar esperando a gente. – Sana disse e as duas entraram na escola de mãos dada.

Diferente da maioria das apresentações da pequena, hoje não seria no auditório e sim na sala de aula da turma, ambas estranharam quando não viram a pequena ali, mas nenhum aluno estava na sala, somente a professora que estava com um sorriso no rosto.

A sala estava decorada com alguns balões, uma frase no quadro “Viva a diferença” e alguns desenhos feitos pelos alunos.

Todos os pais e responsáveis que estavam ali se sentaram nas carteiras e esperaram a professora começar a falar.

— Boa tarde, pais, mães e responsáveis dos alunos. – A professora falou com um sorriso no rosto. – A algum tempo venho pensando sobre realizar esse trabalho com a turma, a ideia é mostrar a eles como existe pessoas diferentes e que isso não é um problema, por isso dividi a turma em trios que pesquisaram sobre algo que diferencia um grupo de possas, irei chamar o primeiro trio. – Ela disse olhando para as pessoas ali e logo depois saindo da sala.

Logo o primeiro grupo chegou, os três garotos falavam sobre pessoas cegas e em como a cegueira não os impedem de serem grandes pessoas, já o segundo grupo formado por dois meninos e uma menina, falaram sobre as pessoas negras e como o racismo é um mal da humanidade, deixando bem claro que a diferença de tom de pele não é um problema, foi então a vez do terceiro grupo, o grupo da Ichigo, onde tinham duas meninas e um menino.

— Boa tarde a todos eu sou o aluno Dak-Ho e o meu grupo vai falar sobre crianças adotadas. – O tema dito pelo garoto surpreendeu as duas, que se entre olharam com isso. – Infelizmente as pessoas no mundo que motivos diversos não ficam com seus filhos depois do nascimento, essas crianças são levadas para orfanados, mas esse não é o único motivo que crianças acabam lá, em alguns casos os pais biológicos perdem a guarda do filho, pois o governo os jugam incapazes de fazer isso e quando essas crianças não tem outros parentes que possam ficar com elas acabam em orfanatos. – Ele falou parecendo um pouco nervo pela quantidade de pessoas ali.

— Boa tarde eu sou a Ryung. – Ela disse respirando fundo antes de continuar. – A maioria das adoções acontece antes dos 3 anos da criança e as que passam dessa idade tem baixas chances de encontrarem uma família, mas não é porque ela não tem um lar da forma mais conhecida que ela deve ser considerada estranhas pelos colegas de escola, como também não deve acontecer com um coleguinha nosso que foi adotado pelos seus pais. – Ela finalizou dando um pequeno suspiro de alívio no final.

— Boa tarde eu sou a Ichigo e vou falar sobre como é para mim ser uma filha adotada. – Ichigo disse com um sorriso no rosto e olhando diretamente para as suas mães. – Eu fui adotada quando bebê, pelas minhas duas mães, sinceramente por isso não sei como é a vida no orfanato, mas sei como é maravilhoso viver na família que eu vivo. – Ela parou para respirar fundo antes de continuar, mas suas poucas palavras já faziam suas mães ter seus olhos seus de lágrimas de emoção. – Nunca senti falta dos meus pais biológicos, ou melhor, meus progenitores, já nem os considerar meus pais, um filho adotado é um filho escolhido pelo amor e realmente sinto esse amor na minha vida, mais o fato de eu ser adotada não muda a minha vida por isso as pessoas não devem tratar crianças adotadas de um jeito diferente. – Ela disse finalizando a sua apresentação e depois disso correndo para um abraço das suas mães que já derramavam algumas lágrimas de emoção.

As três ficaram abraçadas por um bom tempo demostrando com aquele ato como uma ama a outra e como nunca vão deixar de amar.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

(...)

— Sakura. – Eun falou abraçando a amiga quando viu que era ela que tocou a campainha.

— Oi Eun. – Sakura disse retribuindo o abraço e um pouco surpresa com ele.

— Estava com saudade de te ver. – Eun confessou ficando envergonhada logo depois e acabando por ter suas bochechas ruborizadas.

— Também estava. – Sakura falou sem perceber a timidez da outra garota e enfim entrando na casa.

— Vem, vamos deixa a sua mochila no meu quarto. – Eun falou guiando a mais nova para o seu quarto no segundo andar.

Sakura reparou que a casa não era muito grande mesmo tendo dois andares, mas ainda é aconchegante, logo as duas estavam no quarto da mais velha que tem as paredes rosa-claro e uma decoração bem feminina o que lembrava pouco Eun.

— Seus pais não estão em casa? – Sakura perguntou de forma inocente estranhando não ter visto eles.

— Os dois estão no trabalho. – Eun respondeu com um sorriso sincero no rosto.

— Vou trocar de roupa, onde fica o banheiro? – Sakura perguntou pegando uma muda de roupa na sua mochila.

— Fica na segunda porta à direita no corredor. – Eun respondeu vendo a mais nova sair do quarto em direção ao banheiro da casa.

Eun se sentia feliz em ter a amiga ali com ela, mesmo que em alguma parte ela adoraria que as duas fossem mais de amigas.

Assim que Sakura voltou para quarto ela guardou o seu uniforme da escola e um silêncio se formou no local, a japonesa achou um pouco constrangedor aquele silêncio mais não sabia muito bem como acabar com ele.

— Vamos fazer o quê? – Sakura perguntou assim que conseguiu pensar em algo para quebrar o silêncio.

— Oi? – Eun perguntou, pois, ela estava perdida em seus próprios pensamentos e não entendeu o que a amiga falava.

— Vamos fazer o quê? – Sakura repediu a pergunta vendo a mais pensar para uma resposta.

— A gente pode assistir um filme. – Eun sugeriu achando ser a melhor ideia das que pensou.

— Pode ser. – Sakura concordou e então as duas voltaram para a sala.

Ambas se sentaram um do lado da outra no sofá de frente para a TV e Eun colocou no streaming de filme.

— Quer assistir o quê? – Eun perguntou olhando para Sakura que por um momento olhou para a TV antes de responder.

— Não sei, eu sou péssima escolhendo filme. – Sakura respondeu olhando para a sua amiga realmente sem saber uma resposta para isso.

— Gosta de qual estilo de filme? – Eun perguntou indo para a área de busca e esperando por uma resposta dela.

— Gosto ou de animações, ou de filmes de terro. – Sakura respondeu agora olhando para a TV.

— Nossa, seu gosto por filmes e bem contraditório. – Eun falou entrando na parte dos filmes de terror. – Mas hoje vamos de filme de terro, porque eu também gosto e ainda está de dia. – Ela falou olhando no catálogo de filmes de terro.

— Você tem medo de filmes de terro? – Sakura perguntou curiosa sobre isso.

— Um pouco, de noite dá realmente medo, mas de dia é de boa. – Eun confessou o medo ainda procurando um bom filme para agora.

— Isso não faz sentido nenhum. – Sakura falou rindo do medo bobo da sua amiga.

— Faz sim, de noite fica tudo mais amedrontador. – Eun falou incrédula em ela não acreditar nisso.

— Não faz, mas qual é o filme que vamos assistir? – Sakura perguntou olhando para a amiga.

— Vamos ver It. – Eun sugeriu retribuindo o olhar a mais nova.

— Pode ser. – Sakura respondeu voltando a olhar para TV.

As duas ficaram ali vendo o filme, Sakura estava entretida nele que nem reparou quando a mais velha passou a observar a sua beleza, Eun ainda não sabe direito o que sente pela japonesa, mas sabe que tem vontade se sentir o gosto dos lábios dela nos seus, mesmo achando arriscado demais contar isso a ela ou simplesmente fazer.

Foi então que a porta da casa foi aberta assustando de leve as duas, mas que entrou por ali foi a senhora Kim.

— Boa tarde meninas. – Senhora Kim disse entrando na casa e indo para a sala.

— Boa tarde mãe. – Eun respondeu olhando para a sua mãe.

— Boa tarde. – Sakura disse olhando para a mulher que tem traços que lembro a sua amiga.

– Você deve ser a Sakura? — A senhora perguntou olhando para a japonesa.

— Sim sou eu, prazer em conhecê-la senhora Kim. – Sakura respondeu com um sorriso simpático no rosto.

— Vou ir preparar o jantar. – Senhora Kim disse saindo da sala e indo para a cozinha.

As duas continuaram assistindo ao filme em silêncio, mas um silêncio confortável já que agora as duas prestavam atenção nele.

O tempo passou relativamente rápido ali e o filme estava mesmo interessante, mesmo que para a Eun estivesse mais interessante observar a mais nova, ela se conteve em não fazer pela sua mãe está em casa agora.

Já perto do final do filme a porta foi novamente aberta, agora mostrando um homem alto de terno que sorriu ao ver a filha.

— Boa noite. – Ele falou com um tom simpático, mesmo que a sua aparência o deixasse bem mais sério.

— Boa noite, pai. – Eun respondeu dando um sorriso para ele.

— Boa noite. – Sakura falou ainda olhando para o homem e um pouco envergonhada em falar com ele.

— Boa noite meu amor, vá trocar de roupa que o jantar já está pronto. – Senhora Kim disse aparecendo ali e o homem pareceu obedecer. – Filha coloca a mesa por favor. – Ela pediu olhando para a sua filha.

— Já vou. – Eun falou e ela esperou os poucos mitos que faltada para acabar o filme para fazer o que sua mãe pediu.

Quando o filme acabou Eun foi fazer o pedido pela sua mãe e Sakura foi junto a ajudá-la, logo a mesa está posta e todos na casa estavam comendo, o jantar foi bem silencioso o que não foi muito confortável para a japonesa, já Eun preferiu assim, pois ela não queria que mal intendido acontecesse.

Com o fim do jantar as duas foram para o quarto da mais velha, onde iniciaram uma conversa aleatória sobre assunto da escola ou até mesmo pessoais, uma conversa confortável com as duas sentadas na cama de frente uma para a outra.

— Sinceramente eu achei que a escola fosse expulsar eles, não só dar uma advertência. – Eun falou olhando bem para a mais nova.

— Também achei, por isso acho que você deve sair de lá, eles podem fazer algo. – Sakura falou também olhando para ela.

— Não acho que eles vão fazer algo, não agora pelo menos. – Eun disse agora olhando para a almofada na sua frente.

— Pode até ser, mas eu fico preocupada com você. – Sakura confessou ainda olhando para a amiga.

Eun sentiu-se nervosa quando ouviu a fala da mais nova, mas mesmo assim ela decidiu usar a pouca coragem que tem se aproximando mais da japonesa, segurando seu rosto com cuidado e tanto um sorriso antes de unir os lábios das duas em um selinho calmo, que fez o coração da coreana disparar de alegria com isso.

Já Sakura não sabia muito bem o que fazer, talvez pela sua inexperiência nisso, mas o que mais a deixava confusa era o fato de estar sendo bom e, ao mesmo tempo, não corresponder às expectativas dela de um beijo.

Foi então que a senhora Kim abriu a porta, ela vinha trazer um cobertor para a japonesa usar, mas assim que viu a cena se assustou com isso, sua filha não podia estar beijando uma garota.

— Eun o que está acontecendo aqui? – Ela perguntou se sentindo nervosa com o que viu.

— Mãe... – Eun tentou formular uma frase, porém não conseguiu pensar em nada direito.

— Saia dessa casa agora senhorita Sakura. – Senhora Hirai ordenou olhando para a japonesa que sentiu medo do seu tom de voz.

Sakura pegou a sua mochila o mais rápido que pode, saindo logo depois da casa, já do lado de fora ela sentiu a brisa fria da noite fazer o seu corpo arrepiar, mas ela não sabia muito bem o que fazer foi então que ela lembrou da fala de sua mãe mais cedo.

“Nossa ela mora na mesma rua das suas madrinhas.”

Com essa frase em mente ela olhou para os dois lados, logo vendo a casa da Mina e da Jeongyeon do outro lado da rua não muito longe e foi andando nessa direção, tocando a campainha assim que chegou em frente.

— Sakura. – Mina disse surpresa com a afilhada ali.


Notas Finais


Obrigada por lerem.
Gostaram do capítulo de hoje?
Um pedido, vocês poderiam ajudar o Twice a ganhar no soriaba, para isso basta votar pelo aplicativo do choedal, a votação é diária e na de hoje, que vai até as 11:30 da manhã de amanhã, nos precisamos ficar pelo menos em segundo.
Link para saber como votar: https://twitter.com/oncetwicebrasil/status/1275803972771725315
O próximo capítulo sai no domingo.
Até o próximo.


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