História A vida de Katniss Everdeen - Capítulo 36


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Categorias Jogos Vorazes (The Hunger Games), Os 13 Porquês (13 Reasons Why)
Personagens Annie Cresta, Effie Trinket, Finnick Odair, Gale Hawthorne, Hannah Baker, Katniss Everdeen, Peeta Mellark, Primrose Everdeen
Tags Jogos Vorazes
Visualizações 32
Palavras 1.617
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 36 - Cap 36


{1 mês depois}


Minha vida está andando nos trilhos novamente. Algo um pouco complicado para conseguir, mas arduamente estou seguindo em frente. Peeta e meus amigos têm me dado um apoio enorme e eu agradeço tanto a eles. Às vezes eu choro à noite e acabo ligando para algum deles para conversar e me acalmar. Às vezes as lembranças estão tão presentes, tão fortes, que sinto uma pressão tão grande. 


As aulas na faculdade voltaram, e com ela a correria para estudar. Na empresa, Snow está sendo um tanto insistente para conseguir o patrocínio, que já afirmamos não estarmos interessados. 


Acordo cedo e vou para a empresa, e aquando chego, não tem quase ninguém lá. Vou para o escritório que compartilho com um cara. Gente boa ele. Simpático. Começo a adiantar alguns papéis. Quero sair cedo. Logo todos vai chegando, e tio Haymitch também.


- Kat pode dar uma passadinha na minha sala por favor? -ele fala


- Claro, vou em um instante. -eu digo. Me levanto da cadeira, ajeito minha roupa e vou para a sala dele.


- É coisa rápida. -ele fala enquanto se senta na cadeira - Eu quero que você tenha cuidado com Snow. Ele não ficou nada contente por termos negado a proposta dele. Eu acabei descobrindo que ele já tentou fazer negócios com seus pais, mas eles também negaram. Fique alerta! É uma ordem. Quero que fique segura. Ele não é um bom sujeito. -ele falou. Senti meu coração dar uma acelerada


- O-ok tio. -falei nervosa


- Volte ao trabalho. Fique tranquila.


Eu saí da sala dele e fui beber um café, depois voltei para o escritório. Eu me sentei e voltei ao trabalho. Quando meu turno terminou, fui para casa relaxar. Ainda faltavam 5 horas para eu ir para a faculdade. Tomei um banho e me deitei na sala. Fiquei mexendo no celular e vi uma notícia sobre um incêndio. E coincidentemente havia sido na minha antiga casa. Nossa senhora. Peguei meu celular e liguei para Peeta.


- Oi amor, você está bem? -ele perguntou


- Estou. Porque toda vez que eu ligo você atende como se tivesse acontecido algo comigo?


- Não faço ideia. Espero que sempre que eu perguntar você diga que está tudo bem. Mas então, tá com saudade de mim?


- Humm... também. Na verdade liguei pra falar outra coisa. Você ficou sabendo que a minha antiga casa foi incendiada?


- Incendiada?? Mentira...


- Sério. Acabei de ver aqui em um site de notícias. 


- Nossa... ainda bem que você não estava lá. 


- Sim, ainda diz que suspeitam ter sido um incêndio criminoso.


- Caralho...


- Peeta, hoje de manhã meu tio me chamou para conversar, e ele falou que eu preciso ter cuidado, porquê dispensamos uma empresa, e o dono, um louco chamado Snow, é uma pessoa não muito boa, se é que você me entende. 


- Ahh Katniss... por favor diz que é brincadeira...


- Não é, eu estou falando sério. Peeta eu estou realmente assustada. 


- Fique calma. O pior é que você não pode falar nada para a polícia.


- E se eu falar que ele é suspeito pode ser pior.


- E você vai esperar ele fazer alguma coisa? Você é maluca?


- Eu vou esperar a primeira prova para que eu possa falar com a polícia. Não posso chegar lá, falae algo que não vai fazer o mínimo de sentido para eles. Eles vão achar que é coisa da minha cabeça e não vão fazer nada. 


- Entendi. Você têm razão. Mas precisa ter cuidado. Se ele for perigoso... você precisa ter cuidado. 


- Eu terei, relaxe.


- Não vou conseguir relaxar...


- Então não fique paranóico.


- Vou tentar. 


- Acho bom. Sua mãe está no escritório?


- Está. Porquê??


- Quero falar com ela, antes de ir pra faculdade.


- Sobre o que?


- Não tenho dormido direito. Quero saber se ela pode me receitar alguma coisa?


- Já tomou algum chá?


- Já. Já tentei de tudo. Nada parece funcionar. Tenho tido pesadelos constantemente Peeta. Eu não aguento mais isso. Preciso dormir direito, estou me sentindo cansada, e fazem apenas duas semanas que estou realmente na ativa. 


- Quer que eu durma com você hoje?


- Quero.


- Olha, eu passo ai pra te buscar, te levo no consultório da minha mãe, depois te levo pra faculdade. Se sobrar tempo a gente faz alguma coisa, come sei lá, e mais tarde eu te pego lá e vou pra sua casa com você. Ok?


- Adorei. Obrigada amor.


- Por nada. Que horas passo ai?


- Daqui a uma hora mais ou menos. Pode ser?


- Pode. 


- Certo.


- Até mais tarde.


- Até. Te amo.


- Também te amo meu bem. 


Ele desligou. Voltei a fazer umas pesquisas. Quando estava perto de Peeta ir me buscar, arrumei minhas coisas pafa levar e troquei de roupa, colocando uma calça jeans preta, uma camisa camisa branca de mangas compridas e um casaco. Depois uma bota de cano curto, de camurça e prendi meu cabelo em um rabo de cavalo. 


Quando saí do quarto, Peeta tocou a campainha. Eu fui até a porta e a abri. Saí, e fechei a porta.


- Oi amor. -ele disse e me deu um beijo


- Oii. Vamos?


- Vamos. -ele disse e pegou minha mochila. Entramos no carro e partimos para o consultório da mãe dele. Chegando lá, esperei 15 minutos, e entrei.


- Olá Kat. Como vai? -minha sogra disse se levantando e me dando um abraço.


- Estou levando a vida. E você?


- Estou bem.


- Então, pode se sentar. O que a trás aqui?


- Eu... eu queria conversar com alguém que entendesse e soubesse lidar com o que eu estou passando. 


- Pode me contar, estou aqui para ouvir e ajudá-la. 


- Eu não tenho conseguido dormir. Tenho tido pesadelos, horríveis, e então  tento ficar uma boa parte do tempo acordada. E por isso estou muito cansada.


- Que tipo de pesadelos querida? Pode descrever por favor?


- Prim com a pele escura, e enrugada, toda molhada, em pé dentro de um barco, então ela caí, e do nada aparece na minha frente e grita "Porquê Katniss?? Porquê eu?". Em outro, eu estou parada na beira da estrada, debaixo da chuva, e então um carro vêm em alta velocidade e bate em mim. No momento que bate em mim, sou impressada contra uma barreira de concreto e um corpo voa de dentro do carro e bate violentamente contra o meu. E é o meu pai. E eu ainda estou viva, e posso ver Prim e minha mãe me olhando de maneira assustadora. -eu digo e quando termino começo a chorar desesperada pelas memórias. Ela vêm e me abraça. 


- Está tudo bem querida, são só pesadelos. É normal isso acontecer após eventos traumáticos. Vou lhe receitar dois remédios, ok? Um é para dormir, ppde ter alguns efeitos colaterais, enquanto tiver acordada. O outro, é um antidepressivo. Tome quando estiver se sentindo mal. Não precisa tomar todos os dias, pode ser em dias alternados. 


- Certo, obrigada. -eu disse enxugando as lágrimas


- Por nada, querida. Peeta está lá fora?


- Está. Eu vou indo, Peeta ainda vai me deixar lá na universidade. 


- Ok. Até depois. Foi bom te ver, mesmo que tenha sido em uma situação "infeliz".


- Ah digo o mesmo. Tchau. -eu disse, dei um sorrisinho de lado e me virei para sair. Ela me acompanhou até a porta e falou para Peeta:


- Cuide dela filho, ou eu arranco seu órgão sexual fora. -ela disse e deu uma risadinha.


- Eu cuidarei. -ele falou. 


Saímos de lá abraçados. Entramos no carro e saímos de lá. Na ida para a universidade, paramos em uma lanchonete e comemos um sanduíche, depois seguimos o caminho. Chegando lá ele estacionou perto da entrada.


- Até mais meu amor. -eu disse lhe dando um beijo. 


- Até meu bem.


- Ah posso te pedir um favor?


- Claro.


- Pode passar na farmácia e comprar esses remédios pra mim? -eu disse lhe entregando a receita que a mãe dele havia me dado


- Posso sim.


- Obrigada. -eu disse e ele sorriu me obrigando a lhe dar mais um beijo, e então eu saí do carro. 


Minhas aulas passaram rápido. Quando me dei conta, já estava entrando no carro de Peeta de novo e indo para minha casa. Ele havia comprado uma pizza. Assim que chegamos, fui para meu quarto tomar um banho e coloquei uma camisola que ia até o meio das minhas coxas e com mangas compridas. 


- Puxa, a casa está fria! -eu disse chegando na cozinha, onde ele estava comendo pizza.


- Já verificou o aquecedor?


- Não. Eu esqueço onde ele fica. Não sou acostumada a ter que verificar essas coisas, nem o alarme. Me lembre de ligar antes de irmos dormir.


- Claro. Acho que vi o aparelho do aquecedor perto da sala.


- Vou lá ver, já volto. 


Fui de novo a sala. E lá estava ele. Ajustei a temperatura e voltei para a cozinha. Comemos a pizza assistindo ao noticiário. Coisa que não costumo fazer, mas queria ver sobre a casa que havia incendiado. Depois, lavamos as coisas e guardamos. Comecei a chegar as portas e janelas para ver se estava tudo fechado, e então liguei o alarme. Desliguei a luz da cozinha e da sala, e deixei a do corredor acesa. 


Me deitei na cama com Peeta, que estava sonolento já. Eu comecei a cantarolar uma música e ele me olhava atento como uma criança. Tomei um remédio para dormir e aos poucos fui caindo no sono.




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