História A vida de um garoto problemático - Capítulo 4


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Categorias Vocaloid
Personagens Akita Neru, Aoki Lapis, Flower, Gakupo Kamui, Galaco, Gumi Megpoid, Haku Yowane, Hibiki Lui, Hiyama Kiyoteru, IA, Kaito, Kasane Teto, KYO, Len Kagamine, Leon, Lily, LOLA, Luka Megurine, MAYU, Meiko, Miku Hatsune, Mikuo Hatsune, Oliver, Personagens Originais, Rin Kagamine, Ring Suzune, SeeU, Sonika, Yuzuki Yukari
Tags Miku X Len, Quebra Da 4 Parede
Visualizações 36
Palavras 1.521
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shounen, Steampunk, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


E a partir deste capítulo, não iremos focar somente no Len e sim nos outros personagens também. Tenha uma boa leitura! '^'

Capítulo 4 - Interesses


Fanfic / Fanfiction A vida de um garoto problemático - Capítulo 4 - Interesses

Não ligamos para a bagunça na boate. Gakupo nos assegurou de que era um estabelecimento particular e os únicos visitantes de hoje seriam nós três, com exceção daqueles dois que apareceram no capítulo anterior. Sem contar que ele simplesmente estalou os dedos novamente e aqueles dois garçons surgiram novamente, arrastando Kaito para uma pequena sala e começaram a trabalhar nos ferimentos dele.

Vocês devem estar se perguntando: o que aconteceu com aqueles dois seguranças? Bom, eles foram mortos pela garota e homem que nos atacaram.

— O que são esses garçons? — Pergunto, virando meu rosto para Gakupo.

— Eles são mais que garçons. Foram contratados pessoalmente pelo meu pai e me protegem desde então. Não ajudaram naquela hora que aqueles vândalos atacaram porquê eles nem estavam aqui. Mas, agora que souberam eles provavelmente vão se mudar para nossa escola. — Respondeu soltando um longo suspiro.

— Parecem até sua babá. — Comento, rindo logo em seguida.

— Cala a boca! Não tenho culpa se meu pai é protetor assim. — Ele formou um biquinho com os lábios, virando o rosto para o lado.

•°• ✾ •°•

Depois dos ferimentos de Kaito serem tratados, voltamos para a escola pois sabíamos que o toque de recolher bateria em breve. Decidimos falar sobre planos só no dia seguinte, na biblioteca com as garotas. E agora, aqui estava eu, dentro do dormitório e deitado na cama do quarto, descansando pois o dia foi cheio demais para alguém preguiçoso como eu.

Bem, matar tempo não é tão difícil quanto parece. Há horas estou eu aqui deitado, sozinho e apenas atirando uma caneta para o alto e pegando-a na descida, antes que a mesma acerte meu rosto. É impressionante que com uma simples caneta podemos ferir incondicionalmente uma pessoa, as possibilidades das coisas que podemos fazer com ela são grandes.

Virei-me na cama apenas para ficar fitando a enorme janela, sentindo o vento frio da noite bater contra meu rosto. Com o silêncio predominante pelo meu quarto e com Rin passando o tempo se divertindo com as amigas, só me restou dormir. Mas um som agudo, parecido com um grito, me acordou no mesmo instante. Ligeiramente aturdido, levanto-me da cama e ando até a janela, pousando meu antebraço nela e encarando o espaço amplo do jardim da escola, esperando para ver se aquele barulho foi apenas uma impressão minha. Mas, evidentemente não foi o que eu esperava porquê ao simplesmente escutar o mesmo grito e persegui-lo, acabei por ver uma garota de cabelo vermelho com lágrimas nos olhos e um estranho encapuzado correndo logo atrás dela.

"É o serial killer?!", foi a primeira coisa que pensei antes de pular a janela (De novo, né? Isto já está virando rotina), mas desta vez não me cortei nos galhos porquê apenas me segurei num deles e balancei-me sobre o mesmo; pegando impulso e disparando meu corpo até o sujeito que perseguia a garota.

— Seus assassinatos acabam hoje, assassino miserável. Vou cuidar de ti pessoalmente. — Falei usando meu melhor tom heróico, sabendo que de herói eu não tenho nada. Mas tá de boa.

Antes que ele se desse conta de mim aproximando-se e diminuindo nossa distância rapidamente, eu já estava prensando-o contra o chão e deixando-o imóvel com meus pés sobre as costas do sujeito e segurando seus braços para ele não tentar nenhuma gracinha.

— M-Muito obrigada! — A garota de cabelos vermelhos agradeceu e correu para o dormitório logo em seguida. — Espero que esteja indo buscar ajuda —

Soltei um dos seus braços para poder retirar seu capuz, mas ele estava utilizando uma máscara que escondia até mesmo seu cabelo.

— Mas o quê? Está na hora de retirar sua máscara, assassino. — Falo com um sorriso de canto.

— L-Len? Eu não sou o serial killer da escola.

Antes que eu pudesse distinguir se conhecia aquela pessoa pela voz — Já que ela sabia meu nome — a tal impulsionou seu corpo para cima livrando-se de mim e acertando-me um chute na boca do estômago, antes mesmo de cairmos no chão pós-impulsão; fazendo eu cair primeiro. Obviamente.

Agora preciso saber se estou louco. Ela disse mesmo o meu nome? E se disse, será que eu conheço-a? Perguntar não irá adiantar em nada, mas tentarei mesmo assim.

— Você... Já nos conhecemos?

— Isto é uma pergunta idiota. Acha mesmo que eu irei respondê-la? — Indagou ela.

— Não. Só tentei para não pensarem que eu esqueci de fazer perguntas. — Respondi estupidamente.

A garota não para de me olhar, torturando-me com seus olhos por trás da máscara de gato. Até que, ela virou-se pronta para ir embora. No momento que levantei para impedir, ela já havia desaparecido em fumaça negra. Joguei-me no meio do jardim e fiquei por encarar o céu noturno, gritando silenciosamente em minha mente com milhares de perguntas que surgiam. Fui sentindo minhas pálpebras ficando pesadas, e a última que consegui ver antes de adormecer foi uma garota de cabelos verde-água aproximando-se de mim; e então, dormi.

Gumi Megpoid

"Não acredito... Ele me viu, mas pelo menos não conseguiu retirar a máscara...", Pensei ao finalmente adentrar meu quarto e sentar-me na cama, onde eu joguei meu corpo para trás no colchão e deitei-me. Ser vista por Len já foi algo péssimo, e além de tudo, acabei deixando aquela garota escapar. Len sempre foi gentil ao toque, mas naquele momento ele utilizou tamanha força que poderia facilmente me machucar; tudo isto porquê ele estava achando que eu era o Serial Killer da escola.

Mas não... Eu sou conhecida como gato noturno da escola. Sempre vou atrás daquelas garotas ou garotos que fizeram mal à alguns dos meus amigos... Ou quando elas demonstram interesse romântico por quem eu gosto. E aquela garota... Íris... Está interessada no Len.

— Eu vou matá-la.

Megurine Luka

Estou congelada por antecipação. Gakupo me seguiu desde que eu saí do dormitório para tomar ar fresco e esperou eu baixar minha guarda para me atacar e prender-me contra uma árvore, seus dois braços estavam à minha volta, impedindo minha fuga.

— Sério... Você não desiste? — Pergunto, fitando-o com um semblante sério.

— Nunca! Você é o amor da minha vida, Luka-chan. Você verá, serei seu esposo no futuro. — Ele respondeu com sua voz mais comovente possível, enquanto gesticula com seus braços.

— Todo esse teatro só pra dizer isso? — Suspiro pesadamente, colocando a mão sobre o peito dele. — Não me obrigue afastá-lo à força.

— Ah, eu adoro este seu jeito difícil, de mulher durona. — Falou com um sorriso entre os lábios.

Senti ele passando as mãos pelo meu corpo, deixando-me sem saber o que falar por ser um gesto inesperado, o que me pegou desprevenida. Seus olhos estavam divagando por todo meu corpo, como se estivesse me estudando com um olhar presunçoso estampado em seu rosto; e estou correndo maratonas com minha mente, passando milhares de coisas por ela.

É só assim notei que meu corpo estava pegando fogo. Minhas bochechas, não seria necessário olhar-me no espelho para saber que elas estavam muito vermelhas, parecendo até que fui estapeada várias vezes. Com eu lentamente sendo afogada em emoções, seguidamente de uma tempestade fresca de raiva. "Ele está fazendo isso sem minha permissão", foi o que pensei antes de causar uma impulsão magnética contra seu corpo que jogou-o longe de mim. Sem olhá-lo, abraço meu corpo e saio correndo para dentro do dormitório, adentrando-o pela porta de trás onde é frequentado por pouquíssimos alunos, para ninguém ver meu rosto corado da forma que estava.

•°• ✾ •°•

Kagamine Len

Bom, vou explicar-lhes o que aconteceu comigo de forma resumida. Eu tinha acordado dentro do quarto após aquele meu repentino desmaio, já era dia e a Rin havia acabado de levantar; junto comigo. Então nos arrumamos como sempre fazemos e a Miku foi nos buscar, como normalmente fazia também. Ela disse algo sobre a Meiko não ter acordado porquê estava com preguiça de ir a escola hoje, algo que não dei muita importância. Então aqui estou eu novamente na minha tão amada classe D.

Alguns minutos passaram-se e o professor entrou na classe, com algo diferente nele. Desta vez, não estava usando suas roupas desleixadas e esfarrapadas de sempre. Suas vestimentas é um terno elegante, andando como alguém decente e até seu cabelo está bem penteado; junto à um óculos que deixou-o descolado. Ele parou de frente para a classe toda e olhou-nos com um olhar sério, logo dizendo:

— Atenção, horda de incompetentes. Após as aulas, quero que todos vão para o pátio porquê precisamos dar às boas-vindas para os alunos transferidos. Todos são de escolas diferentes, e enfrentam problemas nelas; por isso aceitamos eles de bom grado aqui.

Todos começaram conversar aos sussurros uns com os outros, algumas garotas inclinando-se sobre a mesa das suas amigas e falando uma com a outra animadamente. Olhei de soslaio para a mesa de Gumi e notei que ela estava olhando para mim; involuntariamente acabei corando e virei meu rosto de volta para a janela.

Então... Teremos alunos de outras escolas estudando aqui... Isto será divertido.



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