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História A Vida De Um Soldado - Capítulo 2


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Notas do Autor


Novo Capítulo da história de um SOLDADO

Capítulo 2 - CAPITULO 2 - Ira e Retomada


Após a notícia da morte de meu pai, me exclui ainda mais de tudo, amigos, vizinhos e familiares.

Para saciar minha vontade de vingança comecei a caçar várias vezes, deixava de ir a aula somente para caçar, comecei a aperfeiçoar meus sentidos da visão até o tato, sempre na espreita, minha percepção quanto as pessoas a minha volta se tornou mais aguda quem começasse a chegar muito perto eu já percebia, minha atenção quanto ao que os professores falavam me tornou o aluno mais inteligente, porem também o mais odiado, mas eu não ligava para nada disso, apenas aumentava minha vontade pela próxima caçada, despois de uns seis meses me cansei de caçar lebres, comecei a ter alvos maiores, mas como minha mãe não deixava eu utilizar a espingarda que estava guardada, então fiz uma lança com toda a minha vontade de vingança, ira e loucura, uma lança tão bem feita que parecia um fação afiado.

Quando adentrei a floresta para caçar só pensava na próxima caça, de repente entra no meu campo de visão um cervo da floresta, quando vi sabia que só teria uma chance de abate-lo, esperei se aproximar quanto estava há uns cinco metros de mim, senti um arrepio na coluna ao ver se aproximando pela minha esquerda uma onça negra, nunca tinha visto uma.

Com um ataque único abateu a cervo com uma precisão incrível, mas na minha mente veio o pensamento ela roubou o que seria meu.....

Me levantei com o maior cuidado para que não percebesse minha presença mirei na cabeça, um alvo difícil pois se errasse eu estaria morto e novamente senti a gota de suor escorrer pelo meu rosto, senti todos os músculos do meu corpo se contraírem antes e ao arremessar senti o relaxamento de todos eles e voltei quase que instantaneamente para poder ver o resultado, um arremesso certeiro, acertei o olho dela ao me aproximar e retirar a lança reparei que era uma fêmea, quando percebi haviam dois filhotes olhando para mim, congelei, queria arremessar mas iria assusta-los deixei que se aproximassem foram de encontro com a mãe e começaram chorar pela morte da mãe, naquele mesmo momento senti algo quente escorrer pelo meu rosto que estava gelado devido o vento, passei a mão para ver o que era, uma lágrima de pena e dó, porque lembrei do momento em que recebi a notícia da morte de meu pai, dei meia volta e sai daquele lugar chorando e ouvindo o eco do choro daqueles filhotes, após me afastar e ver o fim da floresta comecei a correr como nunca tinha corrido antes.

Ao chegar em casa fui para os fundos joguei a lança no depósito, abri a porta e ao ver minha mãe fui chorando abraca-la como nunca, naquela noite chorei todas as lágrimas guardadas por seis meses e então contei tudo que havia acontecido, ela sorriu para mim e me abraçou e disse:

- Filho, é isso que nos torna humanos, a forma como expressamos nossos sentimentos. Então quando estiver triste, chore, se estiver feliz, sorria.

E então me abraçou novamente senti que algo caiu em meu ombro, quando olhei para minha mãe ela estava chorando também, ficamos assim por um tempo, até que adormeci.

Quando ela me acordou para jantar, vi que estava no sofá da sala levante e fui para cozinha.

Quando fui dormir me lembrei de tudo o que eu e meu pai fizemos juntos e acabei chorando novamente até o momento em que dormi.

No outro dia, levantei, tomei café da manhã e fui para a escola, na escola perguntaram o que nós queríamos ser quando crescêssemos, na minha sala todos falavam em ser “Médicos, Enfermeiras, Jogadores, Administradores de Empresas, Gerentes, mas quando chegou a minha vez, a professora perguntou:

- E você Nichols, o que vai querer ser quando crescer?

- Professor, serei diferente de todos da sala, pois enquanto eles querem ficar com suas vidas tranquilas e sem perigo. Eu quero ser militar, igual ao meu pai e servir ao meu país, assim como ele serviu.

Quando bateu o sino do intervalo percebi que todos olhavam para e cochichavam sobre minha escolha

No intervalo um aluno de um ano superior ao meu, ficou me enchendo o saco ao me chamar de “soldadinho de merda”, eu não ligava ele ficava me empurrando o tempo todo e eu não reagia, mas ele disse as piores palavras possíveis:

- Se você é covarde desse jeito, imagina como seu pai deve ser covarde também. Hahahahaha

Naquele momento fechei o punho com toda a força que tinha e dei um soco no rosto dele, na hora que ele caiu avancei e comecei a massacrá-lo, sem dó, nem piedade; A cada soco minha ira só aumentava mais e mais, meu desejo era de mata-lo e quando os amigos dele começo a nos separar comecei a bater neles também com o pensamento de “se forem defendê-lo vão morrer também.” Comecei a enfrentar três sem medo, apanhava, mas batia também, só fomos separados pelos inspetores de alunos; No outro dia fiquei sabendo que ele estava no hospital, eu apenas ri.

 



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