História A vida é Difícil! - Capítulo 13


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Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Tags Todomomo
Visualizações 149
Palavras 1.582
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Luta, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 13 - Se a vida te der um Bakugou, use-o como babá exclusiva - OVA


Fanfic / Fanfiction A vida é Difícil! - Capítulo 13 - Se a vida te der um Bakugou, use-o como babá exclusiva - OVA

Residencial Bakugou – Tia Ella POV’S ON

— Tá me gastando, Pony-Tail?! -a careta brava do loiro só a fazia levar o assunto ainda mais a sério.

— De jeito nenhum.

— Tsc, por que não deixa a Aya cuidar dela?

— Porque a Aya foi trabalhar? -ironizou a morena- Anda, Bakugou, não é pra vida toda! Eu preciso ajudar o meu marido!

— Por que eu tenho que cuidar do filhote de Pavê Napolitano? -estendeu as mãos a contra gosto- Vamos, me dá logo a criança antes que eu mude de ideia!

Momo suspirou para não perder a paciência com ele, sabia que esse era o estado normal de humor do amigo, então ignorou em boa parte, sua insistência.

Mikan foi parar no colo de Katsuki, que pela primeira vez, estava tendo que lidar com um recém-nascido. Não entende quase nada sobre bebês, então era fato que estava nervoso com a situação. Mas Momo realmente precisava ajudar o Todoroki o quanto antes, já que aquela papelada não podia ser assinada sem sua autorização também.

— Eu tirei leite mais cedo, está tudo dentro da bolsa, mas é bem provável que você não tenha que se preocupar com nada, a Mikan mais dorme que acorda, só tome cuidado com as fraldas.

— O que tem isso?

— Bom, bebês também fazem xixi e fraldas também vazam.

— Tsc... Com tanta gente pra ficar com ela, por que eu?

— Porque você é o único da família que não está trabalhando, hoje. Não vai morrer por cuidar de uma criança, Bakugou.

— ...

Se ela não fosse parente de Aya, já teria explodido tudo há muito tempo.

Momo deixou a casa de Katsuki e ele ficou parado de frente pra porta, com cara de tacho. Por uns dez segundos, não soube como reagir a tal cena, depois, olhou Mikan e a mesma escondera o rostinho gordo nas mãozinhas descoordenadas. — Aí, sua mãe é louca. -ele respondeu pra menina, bufando e caminhando até a sala de TV.

Sentou no sofá e olhou o jogo pausado. Era a primeira vez na vida que estava cuidando de uma criança tão pequena, não saberia o que fazer caso ela chorasse e menos ainda, se acontecesse algo com ela.

E para piorar, tinha que ser filha do Shouto.

*

*

*

*

— Kacchan, eu recebei sua mens-

— Fala baixo, Deku de merda.

. . .

Midoriya estava confuso, muito confuso (e surpreso). Desde quando Bakugou virou pai?!

Aquilo estava certo?!

— K-Kacchan, esse bebê é s-

— É do Cara de Trakinas e da Pony-Tail.

— EH? -o esverdeado ficou ainda mais confuso- E o que o bebê do Todoroki-kun faz com você?

— A Pony-Tail apareceu do nada e me pediu pra cuidar dela.

— E aonde ela foi?

— Dar a bunda pro marido, provavelmente.

— ...

É, esse tipo de resposta é bem Bakugou.

— E por que me chamou?

— O que você sabe sobre bebês?

— ...

— ...

— Hein?

— Tsc, é um molenga, mesmo... -bufou irritado- Sabe de alguém que entenda de bebês?

— Ué, seus pais não poderiam te ajudar?

— Você acha que eles ficam coçando o dia todo, Oddish?

— VOCÊ TAMBÉM TÁ COM ESSA HISTÓRIA?! -ele pigarreou-

— Aí, liga pro Kirishima, ele também tem uma pirralha.

— C-certo! -sem pensar, Midoriya o fez. Típico de alguém que sempre sofreu bullying na mão de Bakugou.

*

*

*

*

— Ué, o que o bebê da Yaomomo tá fazendo aqui?! -Kirishima ficou mais confuso que Izuku, quando chegara na casa do amigo.

— Mano, você também é pai, não é? -Katsuki o olhou ansioso-

— Sim, mas...

—Vigia ela aí, preciso ir no banheiro.

— EH?!

— K-Kacchan! -Izuku quase surtou em desespero-

— Hey, Bakugou! Cada criança exige um cuidado diferente! Eu não sei como é que a Yaomomo cuida do bebê dela!

— SE VIREM, TÔ INDO MIJAR! -gritou já no corredor, batendo a porta em seguida.

. . .

Os outros dois bufaram, é impossível lidar com ele em seu estado normal, quando começa a se irritar então...

Não imaginam o motivo da própria Yaoyorozu em pessoa, pedir para alguém como Katsuki, cuidar de sua filha. Mas provavelmente, se chegou ao nível de ter que pedir ajuda dele, é porque o assunto que tinha para resolver, era extremamente sério.

Kirishima sabe que cada bebê é criado e tratado de uma forma diferente por suas famílias, então era óbvio que não poderia cuidar de Mikan da mesma forma que cuida de sua filha, Shinozuka.

Até a diferença na idade de ambas faz com que o trabalho de cuidar, seja outro; a começar, Shinozuka é seis meses mais velha que Mikan, ela já possui alguns dentes, já sabe sentar e recentemente, começou a engatinhar.

Mikan mal abre os olhos e só entende uma única coisa: dormir.

Toda criança tem seu próprio tempo de aprendizado e o que a pequena Kirishima tem de rápida, a pequena Yaoyorozu tem de lenta. Mikan já deveria abrir os olhos, mas não o fez uma única vez sequer desde que nasceu. Ela também se mexe quase nada e apesar de ter uma audição muito boa, demora para retribuir as reações alheias.

Não é novidade que Bakugou não entenda isso, ele nunca teve que se dar ao trabalho de cuidar de bebês.

Nem mesmo quando teve que cuidar de uma criança por uma semana (trabalho de escola), teve que se preocupar, seus pais fizeram metade de tudo o que ele deveria ter feito.

— Midoriya, eu posso não servir de muita ajuda, então não seria melhor chamar as meninas? -o ruivo falou encarando o mesmo, que pensou na mesma coisa.

— Sim, eu já chamei a Uraraka e a Tsuyu-chan, eu espero que elas entendam de algo.

*

*

*

*

 

— Meu caminhão espatifou na pista e meus ovos quebraram pelo choque. -Ochako dizia ao encarar a criança rechonchuda toda confortável nas enormes almofadas e bichos de pelúcia jogados no sofá- Meu Deus, que gracinha! É a primeira vez que vejo ela!

— Não é? -Asui concordou toda apaixonada- Ela é a cara deles dois!

— Parece um panda!

— Sabem alguma coisa sobre bebês? -Bakugou falou mais preocupado com seu jogo-

— Bom, sabemos que eles não podem ficar na mão de gente como você. -Uraraka respondeu sádica, mas o que viu foi uma chama esquentar envolta do dono da casa. Engoliu seco.

— A começar, porque ela está aqui? -Tsuyu quem perguntou, olhando melhor a pequena a dormir.

— A Pony-Tail foi cuidar de um assunto e me pediu pra ficar com ela.

— A Yaomomo?! Isso é estranho. Será que aconteceu alguma coisa com o Todoroki-kun?

— Eu também achei isso estranho, mas... -Midoriya mostrou o celular- Ele disse que está tudo bem.

— Ainda estou confusa. -a heroína suspirou-

— Bom, eu não sou muito boa com crianças -Ochako admitira- Tsuyu-chan, seu irmão não mora com você?

— Bom, eu já cuidei muito dos meus irmãos, mas... eu nunca cuidei deles quando nascidos. Apenas dos quatro anos em frente.

 . . .

Ah, o que um bebê não faz com uma sociedade?

— Já sei! -Kirishima falou mais sorridente- A Jirou pode ajudar! Ela entende sobre bebês!

— Mas ela está trabalhando, agora. -Izuku retrucou-

— Então, quem chamamos?

— ...

*

*

*

*

Foram apenas duas horas fora, mas Momo jura que não entendeu o motivo da sala inteira ter aparecido na casa de Bakugou. Até pensou que algo tivesse acontecido com Mikan.

Apressou o passo até o cômodo principal e ficou bastante surpresa com o que via.

. . .

Katsuki estava segurando Mikan, que lhe sorria sem motivo aparente, Iida e todos os outros presentes encaravam a cena quase derretendo de amores (apesar de ser estranho ver um Bakugou sendo tão paciente com outro ser humano).

— Hey, o que fazem aqui? -ela finalmente perguntou, olhando a classe ao redor do loiro.

— Yaomomo!

— Está tudo bem por aqui?

— Nós quem perguntamos! -Kaminari surtou- Deixou sua filha sozinha com o maluco do Bakugou!

— Oe, quer explodir com a janela?! -ele reclamou bravo-

— N-nem um pouquinho...

— Tsc, do que estão falando? Bakugou é meu primo. -ela tombou a cabeça-

. . .

— EEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEHHHH?!

— V-V-V-VOCÊS SÃO PARENTES?! -Midoriya quase enfartou- POR QUE NÃO CONTARAM ANTES?!

— Ah, porque na verdade, nos tornamos parentes a pouco tempo. -Momo sorriu gentilmente- Mas o que isso tem a ver com vocês estarem aqui?

— É que o Kacchan disse que não tinha certeza se estava cuidando direito de uma criança, então...

— Mikan só dorme, ela não chora nem pra acordar.

— ...

— Além do mais, a única coisa com a qual ele deveria se preocupar, era a fralda, mas até nisso minha filha decepciona porque, esse bebê demora uma vida pra fazer xixi.

— ...

— Vocês vieram à toa pra cá.

. . .

Eles sentiram uma pedra enorme atingir suas cabeças. Se demência matasse...

Katsuki ignorou todo mundo e continuou olhando a pequena Mikan, que ainda lhe sorria. Pela primeira vez, estava sorrindo simpaticamente pra alguém, sem ironia, raiva, sadismo ou vontade de matar.

— Hey, Pony-Tail...

— Sim?

— Ela parece um pouco com a Aya.

— Sim... Ela é uma Yaoyorozu, afinal. -Momo riu de canto- Bom, eu vou leva-la pra casa.

— ...

— O que foi?

— Posso... conhecer ela mais um pouco?

— ...

— ...

— T-tudo bem... -a morena suspirou muito atônita pela pergunta, mas estava feliz que Bakugou estivesse interagindo com ela.

Sabe que vai ser difícil aguenta-lo na mesma família que Shouto, então ao menos, vai se esforçar pra ser uma boa amiga para os dois. Sorriu alegre. — Aí, Sato-san, vamos fazer bolo!

— PLUS ULTRA, GALERA! -a sala gritou toda eufórica, nunca na vida, foi tão divertido estar em família desse jeito.

Às vezes, ser babá é legal.

 

 



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