História A vida secreta de Catharina Albuquerque - Capítulo 3


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Crush, Drama, Ninfomaníaco, Romance, Sofrimento
Visualizações 146
Palavras 711
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Adolescente, Fluffy, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Ooii meus amores. Voltei com mais um capítulo <3 Obrigada pelos 60 favoritos em apenas 2 capítulos! Vocês são fodas!
Se alguém se sentiu incomodado ao ler os dois capítulos anteriores; seja por achar que ocorreu comigo, seja por ter sido muito melancólico, seja por ter tortura, seja por qualquer outra coisa; me perdoem. Apesar de estar avisado os gêneros da história logo de início, eu devo um pedido de desculpa.
Espero que gostem, escrevi com muito amor. (DEPOIS EU REVISO O CAPÍTULO)

Capítulo 3 - Contar o que?


Fanfic / Fanfiction A vida secreta de Catharina Albuquerque - Capítulo 3 - Contar o que?

Catharina Albuquerque

Então decidi tentar andar para talvez uma cidade mais próxima onde eu pudesse morar num orfanato e sair da rua.

[...]

Já fazia horas que eu estava andando nessa estrada esperando por alguém parar e me ajudar, mas ninguém parava, o sol da tarde estava forte e eu estava desidratada e com fome. Eu estava entediada.

Um carro vermelho parou na minha frente e o motorista deu a volta parando ao lado do meu cavalo. Fechou um pouco os olhos por causa do Sol, como se isso permitisse enxergar melhor.

Era um rapaz moreno de olhos castanhos e cabelos com luzes loira, parecia ser um pouco velho.

— Moça, tá precisando de algo?

— Eu estou perdida...

— E você não tem mãe?

— Ela morreu e eu não sei onde estou, eu fugi e... — Ia falar, mas fui interrompida.

— Você tem namorado, noivo?

— Sou muito nova para isso.

— Venha comigo, eu vou te dar abrigo. — Disse abrindo a porta do carro e eu não vi maldade, ele parecia ser uma boa pessoa.

— E o meu cavalo? — Perguntei um pouco chateada.

— Eu tenho uma corda, amarre-o aqui mesmo e quando alguém passar e gostar dele, desamarrará e levará para casa.

Eu entrei no carro e ele ligou o som. O nome da música era ‘Hasta La Vista’.

— É aqui perto? — Perguntei colocando o cinto.

— É aqui pertinho. — Falou sorrindo e me olhando pelo retrovisor.

Então entramos numa rua quase sem movimento, e paramos em frente a um condomínio. Já não estava tão claro e ele falou que ia me apresentar o lugar.

— Espero que você goste da sua nova vida. — Ele falou olhando para tudo à sua volta, e depois senti ele me olhando.

— Muito obrigada por isso que você está fazendo por mim. — Disse sentando no sofá, ao lado de uma garota de cabelos curtos e preto. Do lado da poltrona estava uma garota de cadeira de rodas e o rapaz que me levou para lá sentou na poltrona.

— Ela já sabe o trabalho que terá que fazer? — Perguntou a garota de cabelos pretos, depois de me dizer que se chama Giselle.

— Eu ia contar para ela... — Ele respondeu sem jeito e acendeu um cigarro.

— Contar o que? — Perguntei assustada e olhando tudo ao meu redor. Se eu achava o carpete da minha casa bonito esse é completamente mais, sem contar na mesinha de centro e do vaso de flor em cima dela.

— Você vai ter que se tornar uma prostituta se quiser morar aqui. — Ele disse olhando para uma porta que eu ainda não havia notado; devia ser lá que se apresentavam aos convidados e aqui seria onde dormem.

— N-não, eu não posso fazer isso.

— Ótimo, então saia daqui e volte a morar na rua. De qualquer maneira será ruim; mas na rua eles não terão que usar camisinha.

— Garota, por favor. — Giselle me chamou quando me levantei para ir embora.

— Me fale sua idade e seu nome inteiro garota. — Pediu apagando o cigarro no cinzeiro.

— Catharina Albuquerque Lacerda. Tenho 16 anos.

— A partir de hoje você se chamará apenas Cath e terá 18 anos.

— Certo... — Respondi sem ânimo.

— E amanhã seu serviço já começa. Fernanda irá comprar algumas roupas sexy para você, e coloque na mochila que te emprestarei.

— Quem é Fernanda? — Perguntei desentendida.

— Você não percebeu que todas temos nomes falsos? Não queremos ter a identidade descoberta. — Falou a garota que antes havia dito que se chamava Giselle .

Então fui ao quarto e deitei na cama depois de tomar um banho e vestir o pijama de Fernanda, ou Giselle... Ah, não sei quem ela é ao certo. Sei que fazia algumas horas que não tomava um banho quentinho.

 Eu pensava que tinha arranjado um lar ou não... Afinal aquilo não é considerado um “lar”, mas ao menos me receberam de braços abertos e aqui terei amigas e onde dormir a noite.

Embora minha mãe não soubesse dar ótimos conselhos, eu sinto falta daquele cheiro único de Far Away de manhã quando ela acordava cedo para preparar o café.

E eu começo a chorar naquele quarto que apesar de ter várias camas, estar vazio. As garotas já estavam no local ao lado, onde se apresentam.

Eu não sei se vou aguentar tanta pressão... Ou até onde isso vai chegar.


Notas Finais


Se é novo, favorite a fic. Nos vemos nos comentários! <3


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