História A Villain In Hero Academia - Capítulo 16


Escrita por: e HateEndLove

Postado
Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Personagens Dabi, Denki Kaminari, Eijirou Kirishima, Enji Todoroki (Endeavor), Fumikage Tokoyami, Fuyumi Todoroki, Gran Torino, Hitoshi Shinsou, Hizashi Yamada (Present Mic), Ibara Shiozaki, Iida Tenya, Itsuka Kendo, Katsuki Bakugou, Kinoko Komori, Kurogiri, Kyoka Jiro, Mashirao Ojiro, Mei Hatsume, Midoriya Izuku (Deku), Mina Ashido, Minoru Mineta, Mirio Togata (Lemillion), Momo Yaoyorozu, Naomasa Tsukauchi, Neito Monoma, Nejire Hado, Nemuri Kayama, Personagens Originais, Pony Tsunotori, Sen Kaibara, Shouta Aizawa (Eraserhead), Shouto Todoroki, Stain, Tetsutetsu, Thirteen, Toga Himiko, Tomura Shigaraki, Toru Hagakure, Tsuyu Asui, Uraraka Ochako (Uravity), Yagi Toshinori (All Might), Yosetsu Awase, Yu Takeyama (Mount Lady), Yuga Aoyama, Yuuga Aoyama
Tags Amor, Badboy, Bakugou, Midoriya, My Hero Academia, Ódio, Romance, Todoroki
Visualizações 125
Palavras 1.607
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Survival, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 16 - Mais intenso


Fanfic / Fanfiction A Villain In Hero Academia - Capítulo 16 - Mais intenso

Ali em frente ao garoto explosivo eu me dei conta de algo que eu detestava, me lembrei do meu sonho com o mesmo e sinto meu sangue esquentar. Minhas bochechas provavelmente estavam coradas e eu me sentia envergonhada com isso.

- O que aconteceu? – Bakugou pergunta se aproximando de mim e colocando sua mão em minha testa – Está com febre? Não parece estar.

- Não... é que ... é que. – Seu rosto estava tão próximo do meu que eu conseguia sentir sua respiração misturar a minha.

- Devil. – O garoto fala enquanto parece se perder em meus olhos por instantes.

- Me chame de Angel. – Falo colocando uma de minhas mãos em sua nuca e o puxando para mim.

Logo nossas bocas já estavam unidas e travando uma batalha árdua por dominação. Ninguém ali hesitou por sequer um único segundo, estava impregnado em nós o desejo de um pelo outro. Cada vez mais intenso, cada vez mais quente.

Me arrepiava sentir nossas línguas se enrolando, nossa saliva se tornando algo como um lubrificante para nossa dança erótica e maluca de línguas. Meus olhos se fecharam institivamente me fazendo aproveitar mais cada toque.

Bakugou levou suas mãos até minha cintura me apertando e acariciando por ali, meus pelos se eriçaram com tamanho contato e eu senti meu ventre se aquecer em expectativa.

- Eu não acredito que beijei uma vilã. – O garoto explosivo diz assim que separa o beijo por falta de folego.

Ele já ia se separar de mim, mas eu não permiti. Eu não queria que tudo isso fosse apenas um mero beijo entre rivais e que depois de tudo voltássemos a ser o que erámos antes disso.

Segurei seu rosto em frente ao meu quando ele tentou se desaproximar e olhei em seus olhos. Eu não sabia como expressar aquilo em palavras, não sabia como confessar o meu desejo por ele. Eu poderia simplesmente ser uma adolescente fria e orgulhosa e fingisse que aquilo não me importava, mas eu decidi que estava na hora de eu assumir o que eu queria. Estava na hora que eu decidisse o que fazer sem colocar a liga dos vilões como prioridade. Eu descobri que sou cheia de sentimentos e desejos, e isso deveria ser minha maior prioridade.

Selo nossos lábios novamente e Bakugou não rejeita, me abraça fortemente enquanto sente o sabor de minha boca invadindo a sua. Em poucos instantes o garoto explosivo já estava em cima de mim naquela cama de hospital, se colocando entre minhas pernas e agindo como um adolescente – normal- cheio de hormônios.

Ainda estávamos vestidos, eu me sentia extremamente quente e morrendo de vontade de nos livrar daqueles tecidos.

Eu percebi que - aqui com Katsuki – eu não me lembrava de nenhuma experiência traumatizante, não ficava com medo de toques mais íntimos. Esse garoto tem o dom de me deixar insana, intensa e sempre agindo ao extremo.

Nossas bocas se separam e o loiro leva seus lábios até meu pescoço me instigando de uma maneira muito gostosa. Não pude controlar e acabei soltando um gemido quando senti ele encostar sua intimidade coberta na minha, ele estava excitado. Uma mordida foi deixada em meu pescoço antes que ele voltasse a me beijar afoito.

- Cof cof. – Escutamos alguém fingir uma tosse na porta do quarto, era o doutor.

Em questão de segundos Bakugou pulou para fora da cama com uma expressão engraçada de constrangimento.

- Que foi porra? – O loiro perguntou ao médico que havia acabado de entrar.

- Exames. – O homem mostra uma prancheta que trouxe com os resultados e para anotar novos resultados.

- Eu tenho que ir embora caralho. – Bakugou diz e sai do quarto como um furacão batendo a porta atrás de si.

Assim que Katsuki deixou o quarto eu acabei em uma crise icônica de risos. O doutor me olha estranhando minha reação.

- Fofo, não é mesmo? – Pergunto e o médico nega com a cabeça rindo também.

- Jovens. – Dá de ombros com descaso e começa a fazer novos exames.

 

 

 

Fiquei internada por mais dois dias, eram muitos exames e burocracias. Nesses dois dias penas Aizawa veio me ver e sempre me trazia algum agrado – como chocolates, variações de doces e flores.

Não posso mentir, meu coração sempre palpitava quando eu recebia algo, sempre que Aizawa me abraçava e me mostrava o quanto se importava. Era incrível como um professor podia me fazer sentir amada e importante em tão pouco tempo, sendo que durante toda minha vida eu nunca me senti dessa forma – nem mesmo quando Shigaraki me abraçava.

Estava me arrumando para sair do hospital no terceiro dia quando Todoroki adentra o quarto sem nem mesmo bater na porta. Eu estava pondo a calça e o garoto pareceu congelar no lugar, puxei o tecido para cima com uma velocidade anormal logo ficando completamente vestida.

- Não sabe bater na porta não? – Pergunto nervosa e ele parece sair de seu transe soltando um único arfar e pensando em como me responder.

- Me desculpa, eu ... eu ... – Ele fica vermelho e tão constrangido que no mesmo instante eu relaxo e começo a rir do mesmo.

- Tudo bem. – Eu digo andando até ele que ainda estava parado na porta – Percebi que não foi sua intenção.

Ele me olha sem jeito e eu me sinto feliz por ele ter se esquecido de por sua barreira de gelo entre nós, era como se ele ficasse tão confuso que nem mesmo conseguia agir friamente.

- Ah sim. – Ele se recompõe e fica com aquela expressão branca, a conhecida ‘cara de nada’.

- Fico feliz que tenha vindo hoje. – Digo e o abraço sorrindo.

Sinto ele tenso a princípio, mas depois de alguns segundo ele corresponde timidamente.

- Eu vim para te levar para casa. – Conta e logo quebra nosso contato físico – Aizawa precisou ficar na academia para uma reunião com os profissionais, parecem estar tomando uma decisão muito importante hoje.

- Por que eu sinto que eu estou envolvida nisso? – Digo rindo.

- Não acho que seja sobre você dessa vez. – Solta – Algo mais sério está acontecendo.

- Ocorreu algo enquanto eu estava internada? – Pergunto curiosa e ele decide não me responder.

Entendo o gelo que ele me deu, ele ainda me via como uma inimiga de qualquer forma e eu o respeitava por isso. Afinal eu ainda era uma vilã e por mais que eu começasse a me ter como prioridade eu ainda estaria do lado de minha família.

Eu tentaria colocar tudo em uma balança sempre, para que eu cumprisse minha missão e não me ferisse, nem mesmo sentimentalmente.

Saímos do quarto e fomos até a recepção resolver minha alta.

- Volte sempre! - Uma recepcionista diz e assim que eu e Todoroki ultrapassamos a porta começamos a rir.

- Não creio que dizem esse tipo de coisa quando alguém sai de um hospital. – O garoto ri enquanto caminhamos pelas ruas.

- Imagina se dizem algo como isso em uma funerária. – Eu falo arrancando mais risos do mesmo.

Enquanto andamos ele parou e me olhou tentando tomar coragem para algo.

- Você deve estar com fome, certo?- Coloca suas mãos nos bolsos de sua calça dando de ombros – Que tal irmos comer aquele ramen antes de ir para casa?

- Acho uma boa. – Sorrio vendo ele ficar satisfeito com minha resposta.

Todoroki me leva até o restaurante e chegava até mesmo a parecer saltitante por todo o caminho. Não, ele não estava dando pulinhos, mas esteve o tempo todo corada e tentando conversar comigo sem ser frio.

Quando chegamos nos receberam muito bem e parecia que o garoto ia ali sempre, pois todos o tratavam como um conhecido muito chegado.

- Adorei o lugar. – Sorrio e vejo os olhos do mesmo brilharem um pouco com um certo orgulho.

- Eu adoro esse restaurante. – Conta – É meu preferido, venho sempre.

- Notei. – Eu ri e bebi um pouco da água que deixaram para nós enquanto aguardávamos nossos pedidos.

- Eu nunca trouxe alguém aqui antes. – Ele diz um pouco envergonhado.

- E resolveu e trazer uma vilã na primeira vez. – Eu comentei o fazendo soltar uma risada gostosa – Acho que você confia nas pessoas erradas.

- Não. – Ele respondeu me encarando fixamente – Eu não confio nas pessoas erradas.

- Você ... – Eu fico sem reação – É realmente uma figura.

Ele ri de meu comentário aleatório e começamos a falar sobre as aulas que eu perdi na academia. Os minutos se passavam e depois deles se passavam as horas, nós comíamos e nós conversávamos com entusiasmo a todo momento. Até que olhamos para fora e vimos que o dia estava em seu fim, o céu já escurecia.

- Acho que está na hora de irmos. – Ele diz sorrindo e nós nos retiramos de o restaurante depois do garoto ter pago a conta.

O caminho até a casa de Aizawa foi muito tranquilo, eu me sentia tão relaxada que chegava a pensar que algo de muito errado estava acontecendo. Assim que chegamos perto de uma casa de rações eu peço para que ele pare por um instante e entro para comprar uns adubos que também eram vendidos ali. Soube que o professor tinha uma conta no lugar e eu pedi para que colocassem a cobrança no nome dele.

Todoroki me perguntou para que eu usaria aquilo e eu contei sobre minha vontade de cuidar de um jardim deixando o mesmo um pouco surpreso comigo. Ao que parece o garoto imaginava que eu nunca teria esse tipo de atitude, ele realmente me via como uma vilã fria mesmo me tratando bem e confiando em mim. Ele é um maluco, só pode.



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