História A virgem de mente poluída - Capítulo 5


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Categorias Inuyasha
Personagens Bankotsu, Inu no Taishou, Personagens Originais, Rin, Sara Asano, Sesshoumaru, Youkai Satori
Tags Karinasesshy, Rin, Sesshoumaru
Visualizações 515
Palavras 3.160
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fluffy, Hentai, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Self Inserction, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa tarde! 😊

O capítulo de hoje é um pouco pessoal pra mim. Aqui eu conto pra vocês uma coisa que aconteceu comigo este ano e até o presente momento, poucas pessoas sabem sobre isso.

Prevejo algumas amigas querendo me matar, por eu não ter contado antes 👀

Nem pretendia escrever sobre isso, mas eu nunca vi uma fanfic onde o personagem passasse por essa tal coisa e como gosto de ser diferente, decidi escrever sobre.

Boa leitura 💙

Capítulo 5 - Quando os planos dão errado


Fanfic / Fanfiction A virgem de mente poluída - Capítulo 5 - Quando os planos dão errado

Capítulo Cinco

Quando os planos dão errado

 

Semanas depois

Continuei com minhas aulas e agora estava só com o Sesshoumaru como professor. Nos tornamos bons amigos, estamos sempre conversando e rindo juntos e nem preciso falar que fiquei super feliz quando soube que ele é solteiro, certo? A parte de mim que chamo de Iludida começou a sonhar e imaginar um futuro onde ficamos juntos. Pra falar a verdade, ela pensa muita coisa que nunca vai acontecer; como casamento, filhos, morar juntos...

Sexo o dia inteiro com o gostosão...

Não! Isso aí é você que pensa, Perversão. – Reviro os olhos

Que seja! O importante é que pensamos nisso. Sonhar não custa nada, não é? Então me deixa! – Reviro os olhos de novo

Sesshoumaru: Rin, você ouviu o que perguntei?

- Que? – Volto pra realidade e encaro sua imagem na tela – É... Não ouvi não. Pode repetir? – Peço corada e ele sorri

Sesshoumaru: Às vezes você é muito desligada do mundo e sonhadora. Acho fofo e não quero desencorajar você a sonhar, só peço que se concentre na hora da aula. – O sorriso sumiu de sua expressão e agora ele estava sério – Não me importo de repetir várias vezes caso você não tenha entendido, mas todo professor tem seu limite. Se o aluno não prestou atenção por estar pensando em outra coisa, a culpa é dele.

- Eu sei. – Digo de cabeça baixo e ainda mais envergonhada por estar levando sermão – Me desculpe.

Sesshoumaru: Claro que lhe desculpo e peço que não me leve a mal por isso, não pense que sou chato ou algo do tipo. Tudo o que falei foi pro seu bem. Existem muitos professores que não repetem a matéria, querem mais que os alunos se ferem mesmo, por causa disso manter a atenção e foco voltados pra aula é importante.

- Sim, estou ciente disso. Vou prestar atenção agora. – Digo segura de mim e então ele repete tudo de novo

Quando a aula termina, respiro aliviada por não ter vagado na minha imaginação de novo. Ajeito meus óculos e pego a garrafa d'água que mamis trouxe pra mim, logo tomando um longo gole do líquido transparente.

Sesshoumaru: E aí, Rin, vai fazer o que no carnaval?

- Hum... – Coloco a mão no queixo, me sentindo aquele emoji pensativo – Bom... Já que o Naraku avisou que a escola está fechada, pois a maioria dos alunos viajam e tal... Mas cá entre nós, eu acho que ele disse isso só como desculpa. A verdade mesmo é que ele queria uma folga. – O platinado ri alto

Sesshoumaru: Eu também acho isso, viu? – Foi a minha vez de rir

- Continuando... Eu vou colocar minhas séries na Netflix em dia, e também pretendo assistir Naruto.

Pra ver o gostoso do Gaara, mas deixa isso quieto.

Sesshoumaru: Ainda está assistindo Naruto?

- Nada de spoiler, mocinho. Já recebi muitos e agora não quero mais nenhum. Atingi a minha cota de spoilers por anime. – Novamente ele ri alto

Sesshoumaru: Não direi uma palavra. – Passa a mão pelos lábios, como se estivesse fechando um zíper invisível

- E você? Vai fazer o que?

Sesshoumaru: Colocar Dragon Ball Super em dia, pois o trabalho me fez perder vários episódios, e vou jogar também.

- Ah é! Esqueci que você é um gamer.

Sesshoumaru: E você uma otaku. Fazemos uma dupla e tanto, não acha? – Sorri lindamente e quase me derreto, de tanto calor que comecei a sentir

- Sim, eu acho. – Respondo corada

Sesshoumaru: Então lhe desejo um bom carnaval de maratonas.

- E eu desejo o mesmo pra você. Até. – Encerro a chamada e suspiro, logo sorrindo pro nada

 

Dias depois, sexta-feira

Normalmente eu fico super feliz quando esse dia chega. Não por causa do final de semana em si, mas por saber que no dia seguinte veria o Sesshoumaru. Como amanhã não terei aula por conta do carnaval, não estou tão animada assim.

Bankotsu: Bom dia, Rin!

- Bom dia, papai. – Cumprimento sonolenta

Bankotsu: O que acha de ir lá pra fora e pegar um pouquinho de sol?

- Não, obrigada. – Vou até a geladeira pra pegar minha água e o ouço suspirar

Bankotsu: Rin, os resultados do seu exame de sangue deram deficiência de vitamina D. O médico já lhe explicou o que precisa ser feito pra melhorar isso. – Diz em tom de repreensão

Oh sim! Eu sei o que preciso fazer. – Penso com ironia

Recentemente fiz exames de rotina e o resultado mostrou exatamente o que meu pai acabou de dizer. Na consulta com o médico, ele me explicou que a vitamina D é formada quando nosso corpo absorve a luz do sol. Então se eu não tomo sol, essa vitamina vai diminuindo e queda de cabelo é um sintoma disso.

Realmente meu cabelo estava caindo demais, e pra falar a verdade foi por causa disso que fiz os exames; pois no passado já passei por esse mesmo problema várias e várias vezes. O meu tratamento é tomar um remédio receitado pelo médico e, claro, pegar sol. Papai é quem fica no meu pé, pra sair do quarto e tal, mas eu sempre arrumo alguma desculpa e escapo. Hoje não foi diferente. Logo arrumei um "trabalho" pra fazer e fiquei no quarto o dia todo, enquanto meu pai aparecia constantemente na minha porta pra tentar me convencer de sair.

Na parte da tarde acabei me dando por vencida e peguei minha cadeira de praia. Sim, eu tenho uma. Odeio praia, mas adoro as cadeiras que reclinam. A minha dá até pra dormir, pois ela abaixa bastante.

Pois bem, peguei minha cadeira e fui pra varanda dos fundos, onde fiquei na sombra aproveitando do vento fresco e ouvindo música. Lógico que meu pai tentou me convencer a ir pro sol, mas não fui de jeito nenhum. Sou teimosa, pois tive a quem puxar; no caso, puxei a ele. Mamãe, coitada, sofre pra conseguir nos aturar.

O tempo foi passando, o sol já estava indo pro poente e eu estava respondendo as mensagens que deixei acumular no grupo que tenho com as minhas amigas, e ai sinto uma dor na lateral do meu pé. Pensei ser alguma formiga raivosa que veio me morder e no que eu olho, vejo que era um mosquito bem escuro. Quando vou bater nele, o bicho voou e deixou uma bolha vermelha no meu pé. Lógico que coçava e doía um pouco também. Passei álcool, mesmo sabendo que não adiantaria nada, mas beleza. Foi só mais um, dos milhares de mosquitos que já me picaram pra provar do meu sangue docinho.

Depois desse acontecimento, voltei pro meu quarto e mamãe me disse pra dormir cedo, pois bem provável que eu teria que acompanhá-la no mercado amanhã. Como a boa filha que sou, fiz o que ela mandou e acordei assim que ouvi sua voz me chamando às 7h da manhã.

Como ela previa, meu pai não acordou se sentindo bem e pra falar a verdade ele está assim desde ontem. Mamãe e eu ficamos preocupadas, já que a saúde dele não anda das melhores ultimamente, sendo que papai é teimoso e não quer ir ao médico. Disse que é só um mal estar e vai passar. Como não adianta bater boca com ele, deixamos que ficasse na cama descansando.

Sara: Vamos Rin! Quanto mais rápido formos, mais rápido voltamos. Aquele mercado vai estar lotado e não quero ficar presa em fila.

Ir as compras não é algo que gosto de fazer, porque sempre sobra pra mim empurrar o carrinho e já falei que sou azarada, certo? Pois bem, eu sempre pego um carrinho que tem a roda ruim. Aí eu penso: “Se não consigo manusear nem mesmo um carrinho de mercado, o que dirá um carro de verdade?”. É... Eu atrás de um volante não seria nada legal.

Tive que aturar um ônibus cheio, pois muita gente estava indo curtir o carnaval na praia e isso às 8h da manhã; mas tudo bem, né? "Cada um com seu cada um". Mamis sempre me fala isso.

Chegamos ao mercado sem grandes acontecimentos, peguei um carrinho e estava tudo bem. Às vezes ele virava pra esquerda, sendo que rapidamente eu o colava reto de novo. Porém, conforme colocávamos as coisas dentro dele, o bicho ia ficando pesado e difícil de controlar. Eu empurrava com todas as minhas forças, mas ele sempre ia pra esquerda. Bati em quatro carrinhos por causa disso e tive que aturar o olhar torto das pessoas, mesmo depois do meu pedido de desculpas.

A vontade de falar: "Ah é? Não vai aceitar minhas desculpas? Então enfia elas no cu", era muito grande. Sendo que recebi educação em casa, por isso sorri da melhor forma que pude e segui meu caminho. Constrangedor era encontrar com a mesma pessoa em várias alas do mercado. Parecia até que um estava seguindo o outro, sabe? E eu nem sou paranóica, imagina... (Lê-se com voz irônica) Já estava até vendo a hora que iriam me agarrar num corredor menos movimento, me drogariam e depois me levariam pro mercado negro de órgãos.

Ok... Talvez a minha mente doida tenha extrapolado o limite de esquisitices. Continuando...

O carrinho estava tão pesado, que minha mãe e eu tínhamos que empurrar juntas, ai só dava a gente rindo sempre que ele começava a virar pra esquerda. Acho que as pessoas começaram a pensar que somos doidas, mas tudo bem. Não me importo com isso, afinal estava me divertindo com a minha mãe.

Com tudo pago e dentro das sacolas, pegamos um táxi de volta pra casa e depois eu fiquei encarregada de guardar as compras, lógico. Fiz o almoço na companhia da morena que é muito parecida comigo, fazendo altos planos pro carnaval. Como ela acompanha algumas séries comigo e gosta de alguns animes, estava pensando em fazer esse programa a dois com ela. Fiquei super animada, mas na parte da tarde essa felicidade deu lugar a preocupação. Meu pai estava muito mal, nem tinha se alimentado direito no almoço, eis que mamãe resolve levá-lo ao hospital.

Fiquei sozinha em casa, ouvindo e “cantando” minhas músicas, conversando com minhas amigas pro tempo passar mais rápido e então começo a me sentir quente. Olhei no meu celular e marcava 40ºC. Achei que fosse por isso, então segui até o banheiro e lavei o rosto. Me senti um pouco melhor, mas logo aquela quentura voltou e passei a me sentir tonta. Larguei o celular de lado e deitei na cama, com a intenção de só ficar ouvindo música no YouTube da minha Smart Tv.

Admito pra vocês que sentia tudo girando e era difícil manter os olhos abertos. Meu corpo ficou pesado e me preparei pra tirar um cochilo, quando ouço o telefone tocando. Mamãe ligou pra avisar que já estavam voltando e como ela não tinha levado chave, eu sabia que precisava me manter acordada pra abrir a porta.

Desliguei o ventilador tufão que tenho – já que meu quarto é o cômodo mais quente da casa e só um ventilador de teto não basta –, pois comecei a sentir calafrios. Essa foi a confirmação que eu precisava, estava com febre. Mas por quê? Tirando a deficiência na vitamina D, minha saúde estava ótima. O que poderia ter acontecido pra estar me sentindo mal daquele jeito? Seria alguma gripe? Eu não sabia, então esperei minha mãe chegar e expliquei tudo pra ela. A mesma mediu minha temperatura e disse que o termômetro marcava febre de 38. Perguntei sobre meu pai e ela me disse que lá no hospital fizeram exame de sangue e não deu nada, mas mesmo assim ele tomou soro na veia. No momento estava na cama, descansando, pois também estava com febre.

Pelos sintomas que ele demonstrou até agora, o médico disse que poderia ser Dengue, Zika ou Chikungunya. Até o presente momento os exames deram negativo, então deveria voltar lá em alguns dias para novos exames. Caso acontecesse alguma emergência, ir imediatamente pra lá.

Sara: Rin, além da febre e dos calafrios, o que mais você está sentindo?

- Tontura. – Respondo com a voz arrastada – Meu corpo está pesado e estou com dor na lombar, além de sentir uma dorzinha irritante nos pulsos.

Sara: Oh céus! – Levou as mãos até a boca – Rin, você está com os mesmos sintomas que seu pai. Deus queira que não seja nenhuma dessas doenças.

E foi ai que me lembrei do bendito mosquito no dia anterior. Olhei pro meu pé e a marca da picada ainda estava lá. Uma grande bolha vermelha e que me fez ficar de cama.

O resto do meu sábado se resumiu em ficar deitada, enrolada em uma coberta e um edredom, tudo por causa dos calafrios. Tive uma noite mal dormida, pois sentia as dores se espalhando pelo corpo todo; parecia até que tinha levado a maior surra. No domingo eu estava destruída, mal levantava da cama e pra piorar, eu não tinha apetite. Sentia minha boca amarga, até água descia pela minha garganta com um gosto ruim. Manchas vermelhas apareceram pelo meu corpo todinho, incluindo o rosto, parecia até que eu estava com catapora. E se eu já me achava feia antes, passei a me achar mais ainda.

Deixei o meu celular totalmente de lado, pois não queria dar com a língua nos dentes e contar pras minhas amigas que eu estava doente. Não sou o tipo de pessoa que gosta de preocupar os outros, então resolvi aguentar tudo sozinha. E, sinceramente, nem se eu quisesse contar conseguiria fazer isso. Todas as articulações dos meus dedos doíam. Era uma dor insuportável e até respirar estava difícil. Uma dor se alastrava pelo meu peito, me fazendo chorar e implorar pelo fim daquela tortura. E olha que era só o primeiro dia.

Segunda eu tive que reunir forças até de onde não tinha pra ir ao hospital com meu pai. Ele estava ainda pior que eu, e precisava de mim. Mamãe teve que ficar em casa por causa das obras e pra fazer o nosso almoço também. Fiz exame de sangue e também tomei soro na veia, enquanto tomava conta de papai que parecia querer desmaiar bem na minha frente. Quando a médica me chamou pra falar sobre o exame, disse que ainda não tinha dado positivo pra nada. Eu estava com os sintomas, mas os meus anticorpos estavam lutando contra a doença. O melhor a se fazer era voltar pra casa, beber bastante liquido e voltar lá na sexta ou no sábado.

Como eu contei sobre a picada do mosquito, ela fez as contas e disse que quando completasse uma semana já daria pra ter um resultado mais conclusivo. Voltei pra casa, enquanto ficava sempre de olho no meu pai. Seu semblante estava abatido e tenho certeza que eu não estava melhor do que o dele. Ele também tomou soro e estava se sentindo melhor, eu digo o mesmo, mas as dores permaneciam.

A doença me deixou desanimada e todos os planos que eu tinha pro carnaval foram completamente por água abaixo. A tv ficava ligada em qualquer canal e eu nem prestava atenção em nada. Comecei a achar que talvez meu tempo na terra estivesse chegando ao fim, pois eu não melhorava.

Dramática? Se quiserem me chamar assim, tudo bem. Eu não me importo nem um pouquinho com isso, mas foi realmente o que pensei.

Tantas coisas que eu gostaria de fazer, meus amigos virtuais que adoraria conhecer, os lugares pra onde desejei ir... Todas essas coisas começaram a perder o sentido pra mim e eu me via dormindo cada vez mais, sempre achando que não acordaria outra vez.

Mamãe não desistia de me animar, sempre me falando pra fazer um esforço a mais e como mães sempre tem razão, comecei a resistir à doença. Eu já aguentei muita coisa ruim nessa vida, não podia desistir naquele momento sem lutar. Passei a mexer no celular novamente e me distrair com minhas amigas, mesmo que digitar doesse pra cassete. Até segurar o celular doía, mas tudo bem.

Os dias passaram, eu me sentia bem melhor, já não tinha mais febre, aquele gosto ruim na boca tinha sumido, assim como as manchas no meu corpo... Só as dores que permaneciam. Papai também estava melhor e com o mesmo problema que eu. Voltamos pra fazer os tais exames, o meu deu positivo pra dengue e papai pra chikungunya. Tivemos que tomar remédio, claro, mas a maior recomendação médica foi beber muita água e fazer repouso; por causa das dores nas articulações.

O sábado chegou novamente e eu não teria aula, então fiquei um pouco mais relaxada, já que não precisaria fingir estar bem na frente do Sesshoumaru. Enquanto assistia Naruto pelo celular, isso já era umas 17h da tarde, chega uma nova mensagem e adivinhem de quem... Isso ai! Sesshoumaru!

Sesshoumaru: Olá Rin! Como vai? – E junto tinha um emoji sorrindo

- Olá! Vou bem e você? – Mando a mensagem e logo olho pra cicatriz nas costas da minha mão, onde a enfermeira espetou a agulha pra me dar soro

Sesshoumaru: Ótimo! Consegui colocar Dragon Ball em dia e joguei tanto, que até virei algumas noites. Olha que nunca fui disso. – Eu ri, coisa que não tinha feito muito nos últimos dias

- Que bom! Ainda estou assistindo Naruto.

Sesshoumaru: Sério? Achei que fosse maratonar até o final.

- E eu ia, mas assisti algumas séries com a minha mãe.

Se eu me senti mal por mentir? Lógico, mas contar pra que? Ele estava longe e não existia nada que pudesse fazer por mim.

Conversamos até tarde da noite e no final agradeci a ele.

Sesshoumaru: Ue? Ta me agradecendo por quê? – Mandou um emoji de sobrancelha arqueada

- Só estou agradecendo por ser tão legal comigo e me fazer sorrir.

Sesshoumaru: Seu sorriso é o mais lindo que já vi, Rin. Saber que sou o motivo dele me deixa feliz, então sou eu quem deve lhe agradecer.

Mandei um emoji corado, pois era daquele jeito mesmo que eu estava, e o japa me responde rindo.

Sesshoumaru: Preciso ir agora, pois estou quase caindo de sono aqui. Boa noite, Rin. – Mandou um beijo com coração

Para o mundo que eu quero descer!

Sesshoumaru me mandou um beijo com coração? Aí meu coração de verdade. Depois de tudo pelo o que passei, acho que essa foi demais pra mim. Estou enfartando.

Aguenta lá, mulher! Não tenha um treco e responde logo o boy.

Bem lembrado, Subconsciente.

- Boa noite, Sesshy. – Mando o mesmo emoji e ele não me responde mais

Fico pensando se o apelido foi demais, mas agora não dava pra voltar atrás. Sim, eu poderia excluir a mensagem, mas ele já tinha visto; então não tinha necessidade de fazer isso.

Fica tranquila, amiga. – A Perversão veio me consolar – Aposto que o japa adorou o apelido e vai sonhar com você gemendo “Sesshy” sem parar.

Reviro os olhos.

Só a Perversão mesmo pra pensar em sacanagem, quando tudo o que quero fazer é dormir.


Notas Finais


Sim, minha gente, eu tive dengue durante o Carnaval desse ano. Sim, eu fiquei toda destruída e pensei que seria o meu fim definitivo.

Como disse, eu não pretendia escrever sobre isso, mas nunca vi nenhuma fanfic abordar uma doença como essa. E também existe outro motivo pra ter escrito sobre isso, eu queria que vocês percebessem que eu também sou humana. Eu rio, choro, fico doente, deprimida... Tudo o que vocês sentem, eu também sinto.

Entendo que todos fiquem ansiosos por mais capítulos, sendo que não é sempre que dá pra escrever. A vida real é muito dura e cruel, infelizmente não dá pra viver aqui no mundo das fantasias. Então, quando verem que um autor está demorando demais na atualização de tal fanfic, não pensem "Ele desistiu". Pensem "Espero que esteja tudo bem com ele".

Sim, existem aquelas pessoas que desistem por falta de incentivo, mas tem outros que somem porque aconteceu algo em suas vidas.

Bom... Então é isso. Mostrei um pouquinho da minha vida pessoal pra vocês. Espero que tenham gostado e que tenham rido um pouco também. Grande parte do capítulo foi tenso, mas tentei colocar humor pra quebrar esse clima pesado.
Um grande beijo e até o próximo 😘💙


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