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História A VOLTA DO ERO-SENNIN! - Capítulo 10


Escrita por:


Notas do Autor


Oi, pessoal!
Desculpem pela demora em postar tarde o novo capítulo, pois voltei a trabalhar. Então, mudou tudo. Até agora não consegui organizar a minha rotina por conta do trabalho, já que estou trabalhando no shopping, saio muito tarde e mal chego em casa para jantar e dormir para o outro dia começar tudo de novo. Mas, agora vou por em dia todos os capítulos que estou devendo para vocês.
OBSERVAÇÃO!!!
E mais uma coisa, diante do que está acontecendo no nosso país e no mundo, vamos seguir as recomendações dos médicos de lavar as mãos, não compartilhar objetos com outras pessoas, evitar aglomerações, usar máscaras e álcool em gel ou até o líquido mesmo, desde que seja o 70. Ficar atentos aos sintomas, não confundir com uma mera gripe, pois não é. E por último, mas não menos importante, que Deus abençoe e proteja todos vocês e suas famílias também. #Ficaemcasa

Capítulo 10 - Capítulo 10


Ao ver a luz do luar e perceber apenas a sombra como companheira em seu apartamento e a solidão com sua melodia mais ensurdecedora. Conclui um cenário perfeito para uma cela solitária. Pois, ela pode existir em qualquer lugar a qualquer hora.

Assim que se aconchega no sofá de camurça, que antes era pequeno quando tinha alguém para compartilhar, infere o quanto estava sob efeito da frieza. Como o ser humano pode se conformar tão rapidamente a insensibilidade ou a solidão como algo normal da vida? – Analisa.

- Chega! Preciso de um banho urgentemente. – Diz categoricamente.

Um banho preparado a base de ervas relaxantes era que tudo que a Hokage necessitava após o dia turbulento. Aliás, não foi tão ruim assim como pensara, nunca imaginou que a vida lhe reservaria algo do tipo como hoje. Uma aventura amorosa com o possível amor. Sorria com a possibilidade de uma relação entre ela e o Sannin, porém, será que dessa vez ele a aceitaria depois do que fez? Só saberia dessa resposta a partir de amanhã em diante, pois a contragosto, admitira que perdeu a batalha.

- A derrota é um dos gostos mais amargos que já senti na vida. Agora não me resta escolha se não descansar para mais um dia que me aguarda. – Conclui.

[...]

Enquanto saboreia o gosto amargo e ardente do Whisky, sente aproximação de alguém muito familiar.

- Não deveria beber desse jeito, ainda mais sozinho. – Argumenta uma mulher de estatura mediana, de cabelos loiros e pele clara.
             Rum! 

Um sorriso meia lua se forma em seus lábios com a declaração impetuosa dessa mulher, que pelo tom e modo de falar tinha certeza de quem se tratava.

- E muito mesmo deveria andar sozinha por uma aldeia a noite que mal conhece, Samui.

- Que eu saiba, o meu corpo é revestido de titânio para enfrentar qualquer imbecil que se atrever comigo.

- Não quis ser o que pensou, Samui. Quis ser apenas protetor. – Justifica.
            - Entendo. Como sempre! – Bufa.
            - Então me resta escolha, exceto fazer companhia, ou melhor, protege-lo. – Rebate Samui.
            - Agora deu para repetir as minhas palavras é? – Indaga.
            - Sim, a questão é o por que está nesse estado deplorável? – Questiona, porém, suspeitava do motivo.
            - Sempre fazendo perguntas retóricas. – Diz com bom senso.
           - Eu prefiro ouvir da própria boca das pessoas o que no fundo eu sei, embora muitos prefiram a sentença de morte do que confessar. – Expõe de forma vazia.
            - Então, não sou o único consternado?
           - Outra pergunta retórica? – Questiona Samui.
           - Aprendi com a melhor. – Diz de forma burlesca.
          - Sabia que a nossa noite pode ser melhor que isso? – Argumenta com um olhar penetrante para o homem a sua frente.
         - Sério? – Indaga o Sannin em uma posição ameaçadora. Mas, abruptamente, sente uma dor aguda no músculo da coxa devido ao soco de Samui.
           - Não nesse sentido idiota! – Repreende.
           - Eu me refiro a dança. Anos atrás te ensinei como conduzir uma mulher pelo salão. – Alega.
           - A única condução que me tornei mestre foi de como levar para a cama, meu bem. – Brinca.
           - Ah! Eu não sei por qual razão aceitei ser sua amiga. – Diz em meio a um sorriso.

- No entanto, sabe que não pode comigo. Vai ter que aceitar de qualquer jeito o meu convite.

- Já vi que não. – Finaliza já conhecendo a criatura a sua frente que não ia ceder.

Ao som da melodia suave, envolve seus braços varonis ao redor da cintura delgada da mulher a sua frente, que a passos coreografados simples a conduz pelo salão.

- Recorda quando nos conhecemos na vila da Nuvem? – Inicia uma conversa.
          - Sim. Lembro como se fosse ontem o Raikage partindo rápido como um raio e feroz como um leão para cima de você. Apesar de ele ter tido seus motivos, já que no passado teve alguns problemas por questão política com a aldeia da Folha.
            - Se não fosse a interferência do Killer B, nem quero imaginar o que poderia ter acontecido.
            - O que ninguém imaginava era o motivo por trás, não é?
       - Quem diria que os meus livros, principalmente, o “Jardim dos Amassos”, faria tanto sucesso e, por coincidência, me tornar o autor favorito dele. – Diz ironicamente.
       - A questão meu querido é que a safadeza está no DNA de vocês; totalmente diferente de obter sucesso. Mas indo direto ao assunto...
              - Rá! Como se fossemos os únicos seres da terra com sede de safadeza, né Samui? – Fita com os olhos mais selvagens que possuía.

Sem deixar transparecer a sua vulnerabilidade de diante daquele homem, se manteve firme e confiante.

- Não é safadeza, e sim, prazer.
          - Que eu saiba são sinônimos. Mas, a questão é quando nos conhecemos acreditei que tinha encontrado um novo amor. – Declara.

Um silêncio se forma entre ambos assim que o Sannin Lendário vomita tais palavras. Levando Samui paralisar diante da confissão que mais parecia um sedativo, pois não conseguia raciocinar palavra alguma no momento.

- Jiraiya, eu... – Tenta dizer algo.
            - Não terminei. – Adverte.
            - Estou dizendo isso porque não confessei para mim mesmo e, principalmente, para você que estava cego e ferido por causa de alguém que nem ao menos me respeitou. – Expõe de forma sombria.

Impulsionando Samui a necessidade afagar o homem ferido a sua frente, logo, o envolve em seus braços por completo para proporcionar o máximo de conforto e também, compreensão.

- Estou falando isso agora, porque não me recordo se pedi desculpas por essa falsa esperança. Era tão jovem e imaturo. Não me arrependo pelo o que fiz, Samui. O que vivemos foi para mim intenso. – Conclui.

- Para mim também. – Confessa num sussurro.

- Já que você está se abrindo, chegou a minha vez. – Acrescenta. – Também acreditei que você poderia ser o meu novo amor. Mas, assim como você, acreditei na minha quimera.

- Não veja somente por esse lado, no final nos tornamos o que menos esperávamos. – Argumenta com alegria.
            - Dois cachaceiros?
            - Bons amigos! – Diz no tom amigável.
            - Já chega de choramingar pelo passado. Vamos aproveitar o hoje, o momento. – Informa a mulher num tom de protesto.

Não demora muito para o Jiraiya apresentar Samui aos administradores do Clube como sua amiga, mesmo que eles desconfiassem dessa tal amizade entre ambos. Samui não se importou, pelo contrário, aproveitou para bagunçar com o Jiraiya pela má fama que possuía.

- Não sabia que conhecia muita gente importante. – Confessa Samui.

- Eu tenho os meus contatos. – Diz num jeito maroto.
            - Vamos jogar perguntas e respostas? – Sugere Samui.
            - Como funciona? – Já presumindo que coisa boa não viria.
          - Cada participante terá que fazer uma pergunta com base num tema, logo o restando do grupo terão que responder verdadeiramente. – Explica.
            - E quem não responder? Questiona Jiraiya.
            - Terá que escolher entre verdade ou desafio. – Diz forma obscena.
            - Samui, tu és muito cruel. – Alega o Sannin.
            - Ah! Isso soa como uma elogia aos meus ouvidos.
             - E já sei com quem vamos jogar. – Acrescenta o albino.

Jiraiya aponta para uma mesa composta por Gatô, Kurenai, Asuma, Shizune, Capitão Yamato, Gay, Kakashi, Ino, Sakura e Mei Terumi.

Assim que o casal se aproxima da mesa, Jiraiya apresenta Samui a todos. Por consequência, chamando atenção das meninas pressupondo dessa relação entre os dois.

- Todos devem conhecer Samui. Ela é o braço direito do Raikage da aldeia da Nuvem. Já devem estar a pá do evento que ocorrerá daqui a três dias? – Informa Jiraiya.
            - O que? Três dias? – Questiona Shizune. – A senhora Tsunade foi informada sobre isso?
           - Presumo que não, no entanto, será informada amanhã pelos anciãos. Foi antecipado o dia do evento devido a necessidade de arrecadar dinheiro para terminar as obras das casas dos moradores mais afetados pela invasão. – Argumenta Jiraiya.
            - Conhecendo a Tsu, como eu conheço, ela irá ficar no mínimo uma fera. – Diz Mei.
            - Quando chegou Mei? – Pergunta Jiraiya.
            - Faz algumas horas. – Responde. – Achei que encontraria a minha amiga por aqui, mas amanhã falo com ela.
            - Jiraiya-sama veio se juntar a nós? – Pergunta Gay com o sorriso estranho dele.
            - Sim, vim propor uma brincadeira para animar as nossas vidas.
            - Nossa! Só jogo se for no seu time. – Fala Gatô arrancando risada do grupo.
            - Calma, viado fogoso! – Encarna Mei.
            - E como é essa brincadeira? – Pergunta Asuma.
            - Vou deixar Samui explicar.
        - O jogo consiste em perguntas e respostas e cada participante terá que fazer uma pergunta com base num tema e todos devem responder verdadeiramente. – Explica.
            - E aquele que não responder? – Questiona Ino.
            - Aquele que não responder terá que escolher verdade ou desafio.
            - Eu topo! – Adianta Mei. Logo em seguida, Gatô.
            - Vamos, gente! O que temos a perder? – Incentiva a todos a participarem.
            - A nossa dignidade talvez? – Rebate Sakura.
            - Fale por você meu bem, porque aqui que eu saiba, um bando de perdidos.

No final todos se animam e aceitam se aventurar nesse jogo. Aliás, que mal há?

- Então, que os jogos comecem. – Finaliza Kurenai. 


Notas Finais


C O N T I N U A (...)


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