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História "A Voz" e Florence - Os Mistérios da Mente de Uma Garota - Capítulo 1


Escrita por: _Annoying_Babe_

Notas do Autor


Hi babys💜Annoying aki

To postando esse primeiro cap que fiz hoje mesmo, da minha primeira história, e que eu gostei de fazer...Não sei se ficou bom KSKSLSKLSLS nn sou boa escritora
(-.-') mas espero que gostem!boa leitura eheh :V

Capítulo 1 - O Sonho das Nove Flores


Fanfic / Fanfiction "A Voz" e Florence - Os Mistérios da Mente de Uma Garota - Capítulo 1 - O Sonho das Nove Flores

[ P.O.V Florence ]



A voz me acorda mais uma vez. "Levante, há algo lá fora!" repetiu de novo, e de novo, e mais uma vez até convercer-me a levantar da cama em direção a porta dos fundos - Que ia para o jardim. O sol ainda não surgiu no horizonte, e os pássaros ainda dormem em seus ninhos nas grandes árvores ao redor da casa. Ando pelos corredores com cuidado para não acordar meus pais, e assim que vou para a cozinha eu abro aquela porta e observo o jardim. Estava escuro demais e mal podia ver algo, mas definitivamente nada está ser ouvido além do som desconcertante do vento passando pelas folhas... Logo, não há ninguém alí. Fecho a porta.


" O que está fazendo? Volte para lá! Tenho certeza que há alguém escondido! " — A voz diz praticamente gritando em minha cabeça.


Não, não tem ninguém no jardim. E espera...Estou lhe respondendo porquê? — Paro para pensar...Essa voz não faz parte de mim! É apenas uma ilusão...Ilusão da minha cabeça, deve ser alguma alucinação temporária devido a batida que levei. Devo ignorá-la.


Sigo em direção ao meu quarto e me deito na cama silenciosamente. Estava quase fechando meus olhos para voltar a dormir...


" Eu faço parte de você... Florence. Pare de fingir que não sabe. " — A voz afirma. Não vou respondê-la mais, seja o que diabos for. Me deixe em paz, maldição...


" Não me ignore! Eu sou você, Florence! Eu sou sua consciência! Eu sou sua mente! Não ignore a sí mesma! "


VOCÊ É UMA MALDITA ILUSÃO! PARE DE AGIR COMO SE FOSSE REAL! — Assim que percebo que gritei, me sinto assustada...Espero que meus pais não tenham ouvido isso, não quero acordá-los.


Eu simplesmente não aguento mais, des daquele dia em que acordei do coma essa voz entrou na minha vida. Maldito acidente...Maldito motorista! E essa droga dessa ilusão na minha cabeça, essa voz que não me deixa em paz nem em meus sonhos, o que fiz para estar sofrendo com isso tudo? Realmente... Tenho que dizer: Depois que tudo isso ocorreu, o acidente, a minha volta do coma, e agora essa voz, me faz ficar com muito ódio,agonia e ansiedade. Acho que devo fazer algum tipo de terapia e pesquisar mais sobre essa voz e o por quê dela estar aqui...Na minha cabeça.


" ...Flo-"


NEM VEM, PORRA! — Grito mais uma vez sem perceber. É melhor eu tentar dormir logo e de uma vez, não quero que essa voz fique me atormentando. Espero que ela não me siga em meus sonhos...De novo.


Fecho os meus olhos, ainda consigo ouvir aquela maldita voz sussurando coisas inúteis tipo "Não me ignore", mas eu a ignoro. Posso já sentir eu indo para outra dimensão...


[ Segundos Depois, No Sonho... ]




Um sonho lúcido¹, eh? Interessante. Aonde eu eu estou? *Olhando em volta* essa é minha casa mesmo. Ouço vozes bem familiares, meus pais estão na cozinha tomando café e eu estou deitada no sofá dá sala...A casa está totalmente distorcida. A cor das paredes que eram para serem brancas estão pretas, cheias de bolor, o chão que era para ser de azulejos amarelo-claro estão em azul turquesa escuro e também embolorados. Me levanto bem devagar, por que estou com tontura? Tudo começa a girar, era como se eu estivesse tomado algum chá de cogumelo alucinógeno...Cores estranhas e variadas praticamente cegam minha visão, mas ainda continuo a andar pelos corredores da casa enquanto me apoiava nas paredes perto de mim. O clima ficou frio, e quanto mais eu me aproximava das vozes de meus pais mais tudo se distorcia para me confundir.


Quando finalmente chego na cozinha, não há ninguém. As vozes sumiram totalmente assim como minha tontura ou as cores estranhas que eu vi. A mesa estava torta e com duas de suas pernas quebradas, as cadeiras estavam isoladas bem no canto do local, em pedaços. A porta dos fundos que levava para o jardim estava levemente fechada, e quando eu olhei para ela uma fumaça estranha e vermelha começou a entrar pela porta e logo consumindo toda a cozinha. Não demora muito até que ela me alcance , mas nada ocorre. De novo minha visão está prejudicada por toda essa névoa cor de sangue, mas mesmo assim consigo enxergar a porta para o jardim e vou até lá. Quando chego no jardim a névoa se esvai, e vejo uma réplica de mim alí sentada em meio ao gramado, com oito flores mortas à sua esquerda e uma flor sem algumas pétalas à sua direita. Me aproximo do meu "clone".


A flor a minha direita está doente e triste...As suas pétalas estão caindo, o seu pólen está acabando... — Sussurra, sua voz ecoa por todos os lados. Ela continua: — Com a morte das flores que estão à minha esquerda, ela apenas se deteriorou ainda mais. Com tudo isso que ocorreu, você acha que sobreviverá? — Perguntou, se dirigindo a mim. Para mim a resposta era óbvia...


Eu creio que não. — Lhe respondo. — Esta flor, como disse, está doente e triste. Não vejo como ela pode sair dessa...


Então morrerá assim, doente e triste. — Sussurou a figura em um tom mais baixo ainda. — Um destino horrível, não acha? — Algo nessa frase me provocou calafrios constantes...


O clima fica cada vez mais frio e tento me encolher para me esquentar. A figura se levanta, e assim que isso ocorre todo o cenário simplesmente se distorce - dando espaço apenas para um jardim preto e cinza, sem vida. A grama está morta, a árvore que ficava no meio do jardim agora estava podre e era possível ver uma carcaça de gato em um dos muros que cercava o jardim. Tudo havia... morrido. Começo a olhar para minha própria mão direita após sentir um formigamento estranho...Não pode ser! Minha mão...


Estava apodrecendo...Já dava para ver os ossos, toda a carne se transformou em pó que voava a medida que o vento passava pela minha mão. Logo meu braço inteiro começou a apodrecer também, e depois todo o meu corpo. Posso sentir partes do meu corpo caindo, olho para o chão e alí estão, prestes a virar cinzas que também serão varridas pela ventania que começa. Mas então eu resolvo olhar para meu "clone" a frente...Enquanto eu estava alí, apodrecida, as suas roupas estavam com cores vibrantes e vivas. Seu cabelo estava brilhante, sua pele...Tudo...Estava tão vivo em sí. Era como se a medida que eu apodrecia tudo em seu corpo ficava mais vibrante, mais...



Forte...


Logo um clarão infesta tudo e eu pude sentir-me acordando daquele sonho bizarro.


Notas Finais


¹- Caso não saibam, um "sonho lúcido" é quando você tem consciência que está em um sonho e pode controlar os seus atos livremente dentro dele.

Espero de vdd que tenha ficado bom XD
Em breve posto outro cap...Espero né. Minhas aulas online ta tenso dms.Deixa seu 💖 aí se gostou, babys😄
Até mais!


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