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História A(Anônimo) - Capítulo 1


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Notas do Autor


Uma breve história, espero que gostem.

Capítulo 1 - Hoje( By day 1)


"A" é como irei me relatar nessa história, não sei bem se ela irá servir para aliviar o que eu estou sentindo ou para piorar e tornar as minhas ilusões mais forte em meu desassossego.

Primeiramente, gostaria de propor duas coisas:

1°: não mude a sua essência para mostrar aquilo que não é você, existem pessoas que irão te admirar por quem você é e outras que irão odiar aquilo que é , unicamente, "especial" , sendo somente seu e seu.  

2°: A vida, realmente, é composta por pequenos "pedregulhos" ou grandes "rochas", que te fazem cair e pensar o real sentido da vida.

Dessa forma, eu proponho meu pequeno relato para meus queridos leitores, não sei bem se irá ser algo interativo, provavelmente seja, mas sei que minha pequena mente fértil poderá lhe proporcionar pequenos prazeres e reflexões a respeito de si, porém, isso não pode acontecer, e apenas estarei jogando palavras atoa, sem sentidos, ficando ao critério de cada um seu infeliz julgamento.

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Bom, é um pouco difícil de começar, mas tudo se passa como um dia normal em relação a qualquer outro, me tornando, ao modo de dizer, significantemente "ninguém" perante a mim, ao meu meio. Não sei bem se dá para entender, posso está confundindo, sim. Isso pode ser fruto de um relacionamento passado? Sim, talvez, não sei. A única coisa que eu sei, é que me sinto mudada, não sinto a mesma que antes, não sei dizer, me sinto madura, porém, muito insegura. A questão do relativismo é, incrivelmente, fascinante.

 O vazio interior é, incrivelmente, repulsivo, grosseiro, melhor ainda, "sem sentido". Aí querido coração, você não sente nada, mas, cada vez mais, eu preciso mudar, ser outra, não consigo ficar parada, ser continuamente a mesma, como se eu fosse fixa, e percebe-se que todos ao meu redor progridem, enquanto eu estou sentada, observando. É literalmente um "mundo girando ao meu redor", porém, meus queridos, eu sou o centro inexistente. Por que? Porque, simplesmente, não há mal algum em ser apagada do exterior por um simples tempo e adentrar-se em si para descobrir quem realmente você é.

Sendo assim, concluindo meu pequeno discurso, é importante eu começar pelo princípio, óbvio para muitos, mas dependendo do tempo, que podemos considera-lo relativo, não vou começar pela minha origem, mas sim, a grosso modo, por onde tudo começou e me fez parar no tempo.

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Ah! Um belo dia, não sei lá quando, estava eu indo à escola, como sempre, para uma querida aula rotineira de todos os dias. 

Parei, assim que cheguei, e me deparei, com um simples "ser", algo que não é de minha natureza reparar, pois, como digo, pela primeira vez, o mundo externo, dos "garotos", especificamente, não é de meu querido prazer excepcional. Mas não sei como, nesse específico dia, um breve sorriso, apenas um sorriso, me fez sentir em outros "ares". Ironia do destino, isso é muito idealista, mas calma, a vida vai ser construída em pequenos degraus, passos lentos, não tão lentos, apenas apreciável.

Não irei enrolar muito, serei direta: seu querido nome será C.C, esse "ser" querido, o que me fez "mudar", por assim dizer. A vontade agora é de resetar tudo, e começar do início, então não se assustem se tiver algo fora do normal.

Primeiramente, um "oi" seguido de um beijo estralado, mais, acrescento, aquela famosa "mão boba"( agora," mão bobinha").

- Não sabia que minha querida luz dos meus assombros precisa se tocar que o seu celular toca a cada 1 minuto. - C.C.

-  O mal humor bateu na sua porta e ficou, constantemente, agradecido pelo cantinho quentinho que encontrou.

- Um beijo vale mais que mil desculpas, se você quiser saber.-C.C.

- Não é atoa, que eu dou mais que o necessário todos os dias. E você sabe muito bem que não é um simples beijo que eu falo.

- Justamente, sentir você é a única coisa que me faz acordar e pular da cama para vir a um panóptico infernal.

- Hahaha! Seu senso de humor agrada qualquer um.

- Realmente! Não se esqueça que hoje um pano vermelho vale mais que tudo.

O sinal tocou, e separamos para os dois lados, eu para a minha sala e ele para a assistência da coordenação.

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Sim, meus queridos, apenas 5 anos de diferença não mudam a minha trajetória, na minha cabeça, ele poderia ser um velho gordo e rabugento. Não é nada disso, mas uma coisa eu tenho que lhes dizer, porque é minha obrigação, me sinto presa, sufocada, e eu ao meu redor caminhos e caminhos estão se fechando.

Quero me distanciar, mas tudo volta para o início e acaba acontecendo tudo de novo, não pensem que eu sou "suja" e que as relações "S" são as únicas coisas que eu penso, não é verdade, não sou assim, mas tenho que pensar e, com a ajuda de vocês, me mostrarem onde eu errei para que tudo volte a se consertar.















Notas Finais


Isso é apenas uma fantasia leitores.


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