História Abaixo de Sua Boca - Capítulo 2


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Categorias Once Upon a Time
Personagens David Nolan (Príncipe Encantado), Elsa, Emma Swan, Henry Mills, Ingrid / Rainha da Neve / Sarah Fisher, Lacey (Belle), Lilith "Lily" Page, Malévola, Mary Margaret Blanchard (Branca de Neve), Regina Mills (Rainha Malvada), Robin Hood, Ruby (Chapeuzinho Vermelho), Sidney Glass, Sr. Gold (Rumplestiltskin), Tinker Bell, Violet, Xerife Graham Humbert (Caçador), Zelena (Bruxa Má do Oeste)
Visualizações 133
Palavras 2.020
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: LGBT, Romance e Novela, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá! Desculpem a demora, eu estava ocupada com a minha outra fic!
Vamos conhecer um pouco sobre Regina. E eu adicionei um personagem da temporada 7, so pra vocês sentirem ranço. 😂
Desculpem os erros.
Boa leitura.

Capítulo 2 - Conhecendo Regina Mills


Fanfic / Fanfiction Abaixo de Sua Boca - Capítulo 2 - Conhecendo Regina Mills

Naquele dia o relógio despertou religiosamente às seis e meia. Regina abriu os olhos se espreguiçando em sua enorme cama king size tomando coragem para mais um dia. Após sua higiene matinal, e como todos os dias, seguiu para o quarto dos filhos. Como sempre Henry já havia levantado. Suspirou, a pior parte estava por vim. E como todos os dias, depois de intermináveis tentativas conseguiu fazer com que Violet acordasse. Apesar de serem gêmeos, eram totalmente diferentes. Henry era tímido, Violet extrovertida. Um falava pouco, o outro pelos cotovelos. Somente numa coisa ambos eram iguais - a ânsia pelos estudos. Ambos eram apaixonados por matemática, física...ou qualquer outra atividade que envolvesse números.

Mesmo não tendo trabalho almejado, a casa dos sonhos, ela tinha os filhos. Mesmo que o nascimento deles tivesse impedido de evoluir profissionalmente, ela não se arrependia de nada. Contudo, ainda lhe faltava o amor, mas ela não pensava naquilo por enquanto. Até porque todas as vezes que tentou, fora um tanto doloroso. Era difícil para as pessoas aceitarem sua profissão, não que ela tivesse vergonha - pelo contrário.

Mesmo que Zelena, sua melhor amiga desde sempre, lhe falava que quando o seu amor chegasse, ele traria consigo todas as idealizações profissionais e emocionais que ela precisava ter. E Regina não era louca de discutir sobre as previsões de Zelena, que, de acordo com ela mesma, tinha uma sensibilidade sem igual.

- Você sabe que horas são Violet? Nós já estamos atrasadas. - Regina adentrou no quarto da filha, esbaforida como todos os dias.

- Já estou pronta, mamãe, que pressa é essa? Temos ainda alguns minutos. - disse calçando os tênis.

- E o trânsito não conta?. - perguntou Henry parando na porta, já pronto.

- o colégio não é tão longe assim. - pegou a mochila empurrando a mãe e o irmão para fora do quarto. - Vamos. Mas antes passaremos na Starbucks. Eu preciso urgente de um mocha. Não! Precisamos de três, é um ótimo calmante.

- Violet, não vai dar tempo. - a menina revirou os olhos.

- Vai, mãe. - saíram direto para garagem. Partindo para o colégio.

Assim que estacionou em frente ao colégio, Violet saiu correndo equilibrando seu mocha, comprado mesmo com Regina reclamando.

- Bom dia, filha. - gritou. - Bom dia, meu amor, quando saírem direto para casa. - ela avisou, vendo a coordenadora vindo em sua direção.

- mamãe, já estamos no último ano, e tenho quase dezessete. Não precisa disso. - protestou.

- eu sei... mas, mesmo que tenha oitenta, ainda irei me preocupar. - Henry beijou a mãe, antes de sair do carro.

- bom dia Regina. - Úrsula comprimentou.

A morena suspirou.

- olá Úrsula, em que posso ajudá-la?. - perguntou de dentro do carro.

- diretora gostaria de falar com você.

Regina suspirou sendo tirada dos seus pensamentos quando Ingrid White sentou de frente para ela, no escritório da diretoria.

- bem, você sabe que seus filhos são os melhores alunos de suas respectivas turmas, Henry é um exímio matemático, e Violet uma líder nata.

- mas... - Regina interrompeu.

- eles não podem continuar nesta instituição. - informou.

- por que?

- você sabe que eu sempre admirei e admiro seu esforço como mãe solteira para sempre manter os pagamentos em dia, mas eu simplesmente não posso continuar com seus filhos aqui, devido a sua profissão. Alguns pais sabem e não se importam, contudo existem aqueles que pregam pelos bons costumes. E não querem convivendo com seus filhos... filhos de alguém que trabalhe se exibindo para homens. - explicou com um sorriso amarelo não lábios. - eu estive conversando com a senhora Von Horns e...

- espera, Kristen Von Horns?. - Regina gargalhou. - é tudo sobre dinheiro, não é.

- entenda, ela é a nossa principal beneficiadora.

- eu não quero e não posso simplesmente tirar meus filhos do colégio, eles estarão formados daqui a seis meses. - argumentou. - não é justo com eles. Por favor Ingrid, faça algo. Existe algo que eu possa fazer?

- bem... você poderia pagar o valor equivalente a esses seis meses. Assim não teria como reincidir o contrato. - suspirou, ela conhecia Regina e sabia de sua luta. - você sabe que eu sou somente uma diretora, a senhora Von Horns conhece os donos e somente assim eles estariam de mãos atadas. Eu realmente quero ajudar, então direi que não consegui falar com você, mas tem até o final da semana para realizar esse pagamento. Seria lastimável a escola perder alunos como seus filhos.

- eu vou conseguir esse dinheiro. - segurou as mãos da mulher. - muito obrigado.

No caminho de volta para casa, a morena questionava o quão baixa kristen poderia ser. Se arrependerá amargamente por ter se envolvido com a mulher, que se tornou totalmente obsessiva por ela. Se arrependeu amargamente por ter aceitado as investidas da mulher, afinal ela era somente mais uma que pagava para vê-la tirar a roupa. Ela era somente mais um assinante dentre as centenas de outros que pagavam uma quantia exorbitante de dinheiro para ter o prazer de Regina completamente sem roupa.

Chegou em casa e resolveu relaxar um pouco, logo Zelena chegaria para ajuda-la em seu momento de beleza. Como sempre em dias de vídeo conferência, ruiva lhe ajudava em casa. Zelena era massagista, e as vezes se aventurava como maquiadora e cabeleleira.

- eu não acredito que aquela mulher teve essa coragem. - Zelena protestou, ajudando a morena no aplique do cabelo. - ela passou de todos os limites. E como você vai conseguir o dinheiro?

- só tenho uma opção: Sandi.

- isso significa ficar cada vez mais presa à ele. - Zelena olhou para a amiga.

- não existe mais ninguém, e ele sempre está disposto a ajudar.

- mas sempre com segundas intenções. - a ruiva constatou.

- não vai ser a primeira vez que me sacrifico pelos meus filhos.

Suspirou com pesar. Vendo o desânimo da amiga, Zelena tratou de mudar de assunto.

- e a confeitaria?. - perguntou com o olhar malicioso. E Regina sorriu ao lembrar. - não irá vê-la novamente?

- talvez hoje, quando acabarmos aqui.

- porque você tem que trabalhar tão cedo hoje?

- já é bem tarde em Dubai. - disse convencida. - serão alguns empresários de lá, Sandi disse que são bem ricos.

- você poderia convidá-la para sair. - a ruiva bateu palminhas eufórica. - sim, faça isso.

- eu não sei...

- você precisa sair Regina, beijar na boca. - disse finalizando o cabelo da morena. - tem homens e mulheres pagando os olhos da cara para te ver pelada por vídeo conferência e você aí na seca.

Pouco antes das três da tarde Regina estacionou o carro em frente ao estúdio. Felice Sandi era um empresário famoso, dono de algumas boates de stripper em Nova Iorque, e proprietário do site exclusivamente de stripper de fama mundial, onde um seleto número de pessoas incluíndo empresários, jogadores, políticos assinavam pagando altas quantias de dinheiro para ter as mulheres mais bonitas e sensuais de todo o país.

- estou pronta. - Regina abriu a porta do escritório. Sandi retirou os óculos e guardou o taplet na gaveta. - espero que toda essa superprodução compense.

O homem analisou a Latina de cima a baixo, agradando-se com o que via. Ela estava coberta somente por uma sensual lingerie preta.

- eles querem o que tenho de melhor. - Regina sorriu convencida. - e, eu adorei o cabelo.

- ótimo. - sentou de frente ao homem. - preciso conversar com você, e sobre as crianças.

Regina explicou toda a situação para o homem, e sabia que somente havia uma forma de pagar a divida.

- você sabe que eu irei ajudar, mas não posso ficar no prejuízo. - Sandi encarou a mulher pensativo, lhe conhecia a anos, além de Regina ser sua principal atração, sabia da sua luta diária para criar os filhos. - eu sei exatamente como você irá quitar essa divida. Você sairá do site, e se apresentará em carne e osso. É claro que, somente para a nata novaiorquina. Serão somente pessoas convidadas e de minha extrema confiança. A exposição será maior, mas esse é o preço que terá de pagar. Então, negócio fechado?

- negócio fechado.

×××

A morena parou em frente a confeitaria, e fechou os olhos sentindo o cheirinho de café que vinha de lá. Fazia uma semana que havia socorrido a mulher, que estava escabanada no chão. As poucas palavras que trocou com a loira, foram o suficiente para se sentir atraída.

De repente o barulho do celular lhe despertou.

- olá minha rainha. - disse a mulher do outro lado da linha.

- eu realmente não falar com você, Kristen. - suspirou nervosa. - não depois do que você fez. Qual única coisa que lhe pedi? Não envolva meus filhos nisto.

- me perdoe por isso amorzinho. - Kristen riu deixando-a mais nervosa.

- essa é a última vez que vou falar, me deixe em paz. Eu não vou e não quero voltar para você.

Gritou finalizando a chamada, e caminhou para dentro da confeitaria. Assim que seus olhos encontraram os da loira, ela sorriu.

- olá Emma.

Sorrindo presunçosamente a loira mapeou o corpo de Regina, que mordeu a ponta da língua ao sentir os olhos verdes queimarem sobre ela.

"eu poderia me acostumar com olhares como esses". Pensou.

- você deve está cansada depois de um dia inteiro de trabalho, mas eu queria vê-la. Espero não está atrapalhando. - mordeu o lábio.

- morenas bonitas como você, nunca atrapalham.

Os dedos finos de unhas cortadas no tronco, seguravam o caneco de cappuccino com firmeza, ao seu lado uma mão também de dedos longínquo com unhas perfeitamente pintadas de preto seguravam a xícara de café. Emma havia liberado todos os funcionários, visto que já passará da hora de fechamento. A loira havia acabado de explicar o quão difícil foi ir contra a vontade dos pais, de não querer assumir os negócios da família e abrir seu próprio empreendimento.

- depois de todos esses anos, eles aceitaram?. - Regina questionou olhando fixamente para a loira.

- sim, mas somente depois que minha irmã caçula decidiu fazer isso no meu lugar. - bebeu o cappuccino.

- então é a mais velha?

- na verdade não. Somos em três. - explicou. - Elsa é a mais velha, e assim como eu, não se interessou pelos negócios da família. Ela é uma desses médicos sem fronteira. - Regina percebeu o peito da loira infrar, orgulhosa ao falar da irmã. - e Rose, a caçula, ou como meus pais costumam dizer, o orgulho da família.

Houve um breve momento de silêncio, elas apenas conversavam através de olhares, até que Emma rompeu o silêncio.

- você senhorita Mills, tem irmãos?

A loira viu um pouco do brilho nos olhos castanhos se apagar.

- não, nem irmão...nem pai e mãe.

A loira notou que a perguntar havia afetado Regina, decidiu mudar de assunto.

- acho que sabe muito sobre mim?. - disse num tom brincalhão.

- sei. .. - mordeu o lábio.

- sabe sobre o meu trabalho, minha família...

- não sei sua idade. -interrompeu. - eu tenho trinta e quatro.

- não, você não tem... - protestou. - oh céus! Lhe daria vinte e cinco. - Regina gargalhou. - é sério. Eu tenho vinte e nove.

- é uma bela mulher, Swan. - declarou olhando fixamente para Emma.

Por uma fração de segundos Emma se viu novamente enfeitiçada pelos par de olhos castanhos, olhar expressivo que parecia decifrar qualquer sentimento. Também havia um certo mistério em naqueles olhos castanhos, que Emma estava disposta a descobrir.

- gostaria de jantar comigo senhorita Mills?. - Emma perguntou ainda enfeitiçada. - tem algo nos seus cabelos macios, ou no lindos olhos castanhos, ou no quão linda você fica de sobretudo, que está me deixando intrigada. E muito atraída por você. Acredite, a muito tempo eu não me sentia assim.

Com os par de olhos verdes fixados aos seus, a morena não consegui mais negar. Estava completamente e irrevogavelmente atraída dela mulher.



Notas Finais


Então?! Me deixem saber o que estão pensando.
Até mais.
❤💛


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