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História Abandoned Places - Operation Chimera - Capítulo 4


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Notas do Autor


Olha eu aqui! antes do prazo porque sim! A nova regra é... Tá pronto?? Tem que postar!! E antes do cap começar é claro... tenho uma dica.

Tem uma cena... Onde ela começa descrevendo uma mesa... Antes de lerem coloquem isso aqui pra tocar: https://www.youtube.com/watch?v=NSQZqVsaKWY

Meu irmão disse que é uma ótima experiência, então... Recomendo pra vocês também.

Capítulo 4 - O Mestre dos Bonecos


— Sai. Pode me ajudar? — A agente chamou na porta da divisão especial.

— Hm? Do que precisa? — O moreno indagou confuso, deixando o chá de lado e encarando a colega.

— Jeffrey Anderson... 29 anos, trabalha na DB Cargo Limitada... Ele sumiu faz 3 dias... Disseram que houve uma festa no apartamento dele na quarta-feira e até agora... Nada. Ele deu entrada no St. Batholomew´s as 13:09 com um traumatismo craniano e embriaguez... Assinou um termo de compromisso e saiu no dia seguinte, desde então ninguém viu ele....

— DB Cargo não é subsidiaria da Uchiha? — Sai encarou a colega curioso.

— Sim e melhor ainda! A festa no apartamento da vítima... O porteiro disse que o rapaz que se apresentou pra ele foi Izuna Uchiha... Irmão mais novo do Madara e aquele blablabla de sempre — Ela comentou.

— Então quer dizer que os Uchihas estão envolvidos? Que coisa interessante... Do que precisa?

— Testemunhas disseram que Anderson foi visto saindo carregado por Izuna e Shisui Uchiha... Não tem câmeras de vigilância... Mas todo mundo conhece essas pragas... Agora o que eu não sei é.... quem eram os outros..

—Indra Uchiha... E Madara — Sai respondeu suspirando jogando a pasta na mesa — Relatório do Obito, ele esteve no local... Que festa...

—Então ele conseguiu... —A garota sorriu orgulhosa — Preciso que dê uma olhada na cena do crime...

— Qualquer coisa pra me tirar daqui — Chris riu se levantando e pegando sua maleta, vestindo a jaqueta de couro e seguindo a agente, adentrando no carro da agente, uma Mercedes Classe A.

Quando chegaram ao apartamento, Sai observou a porta “sem sinal de arrombamento... Chave tetra, difícil de arrombar...” ele pensou colocando as luvas de látex, correndo os olhos pelo recinto e colocando os fones de ouvido para tocar Ain´t That Kick in The Head, estalando os dedos no ritmo da música enquanto encarava o chão “sem marcas de sapato, foi limpo... Não.. Não tão limpo, só o suficiente...”.

— Tiraram as digitais? — Ele perguntou curioso.

— Sim, Izuna, Shisui e Kagami Uchiha — Ela disse pensativa.

— Hm...

Chris não disse nada, apenas continuou sua observação, encarando as marcas leves no chão e caminhando até o banheiro do apartamento, apagando a luz e ligando sua lanterna de luz negra. “A barba quando feita sangra, as vezes respinga... A vitima usava navalhas... Plausível” o moreno pensou analisando as pequenas gotículas de sangue marcadas na pia. “azulejos limpos, inclusive nas juntas.... a cortina foi retirada, tem marcas no limo... É... Alguém limpou direitinho mas... Essa banheira”, Sai encarou a cerâmica curioso, se ajoelhando e correndo os dedos pela superfície. “o detalhe sempre vai ser a maior arma, não adianta... Elevações na cerâmica, foi preenchida”.

— Lof! Preciso de um canivete! — O rapaz pediu e a agente logo trouxe a lâmina e ele a cravou sutilmente na cerâmica, extraindo a camada de cima.

— Buracos de bala, Talvez? Apenas uma imperfeição? — Sai murmurou ligando a lanterna novamente e observando o sangue ali — Seu alvo está morto, só não sei onde. Mas acho que ele já saiu daqui morto. Quem limpou isso aqui fez direito, a banheira, os azulejos, tudo...

— Mas ele foi internado, recebeu laudos e saiu! — A policial rebateu.

— Então tem muito dinheiro envolvido....

 

—X—

 

[ 3 de Julho de 2016 – Relatório de Obito Takahashi]

 

Por onde começar, primeiramente estou há quase uma semana no trabalho e minhas considerações são; Eu me infiltrei em um antro de cobras, todos estão envolvidos em tudo. Estivemos em um apartamento no Lower Holloway, tenho quase certeza que ouvi tiros silenciados e depois Madara Uchiha saiu como se nada tivesse acontecido. A musica estava alta, uma festa falsa talvez? Não sei quem morava ali, apenas sei que já não mora mais. Não tenho muitas informações sobre a família Uchiha ainda... Meus trabalhos são basicamente levar Madara de um lado para outro, as vezes levar Sasuke; o herdeiro adolescente drogado e extremamente irritante da família. Uma coisa me intriga... Quando estávamos no escritório Madara disse que fez seu dever de casa, contou sobre uma mulher em Winchester, minha mãe. Eu cresci no Southwark... Um dos piores e mais violentos bairros de Londres... Meus pais morreram quando eu era criança, fui adotado por uma imigrante ilegal, simpática, ela cuidou de mim e odeia a polícia, me odiaria se soubesse que me tornei policial, mas adoraria saber que eu sou segurança de um dos maiores filhos da puta da Europa, é... A vida tem dessas... Não sei como ele descobriu, não sei se a missão vazou... Talvez a operação esteja comprometida, caso esteja, eu...

[Pagina incompleta]

 

— Tobias! — Alguém chamou batendo na porta do moreno.

—Hm? Sim!? — Ele gritou fechando rapidamente o computador, se levantando e caminhando até a porta, não vestia nada além de uma boxer negra.

Izuna parou analisando bem o segurança, correndo os olhos por seu corpo dos pés a cabeça, parando nas cicatrizes em seu braço direito, além da tatuagem em seu peito esquerdo, uma bussola sobre um mapa da Europa. O Uchiha riu passando a língua pelos dentes e lábios de forma divertida, negando logo em seguida.

— Madara tá te chamando, melhor fazer as malas, estamos saindo em uma hora — Izuna disse ajeitando a gravata.

— Por que ele não... Porcaria... — Obito suspirou voltando para dentro, observando o celular que estava no silencioso e vendo as duas mensagens de Madara, estava morto!

— Você tem 15 minutos — O homem alertou observando o relógio.

Tobi assentiu, logo pegando a mala rapidamente, colocando seus três ternos ali, assim como os sapatos, pijamas, uma roupa casual e roupas intimas. O moreno adicionou também seu laptop, carregadores e claro, os cafés e cigarros de Madara. Obito se vestiu em seguida, ajeitando a gravata e colocando a arma no coldre, vestindo seu sobretudo e pondo sua máscara, saindo do quarto e trancando a porta.

— 13:41, muito bom soldado, assim que eu gosto — Izuna sorriu divertido.

“Meu deus do céu esse filho da puta tá me cantando! Puta que pariu, eu vou muito bater nesse cara!”, o moreno pensou engolindo seco e passando pelo rapaz, indo direto até a casa onde Madara o esperava de braços cruzados e com cara de poucos amigos, “meu deus eu vou morrer”.

— Primeiro e último aviso, sem atrasos... Vamos. O jato está esperando... — O Uchiha disse sério e Obito logo assentiu, indo até a garagem buscar o carro, abrindo a porta para o chefe e seu irmão — Minha pista de pouso particular, por favor, 3km sudoeste da propriedade.

— Sim senhor....

O caminho fora tranquilo e rápido, na pista de pouso havia um Bombardier Global 7500, um dos jatos particulares mais caros do mundo, a pintura era preta com detalhes brancos, um luxo. Os empregados logo recolheram as bagagens do trio, Madara entrou primeiro, seguido do irmão e por fim Obito. “Meu deus do céu... Essa porra, caralho cara! Tem uma cama no jato! Aliás, o cara tem um jato! Eu vou voar num jato!”. Sua linha de euforia logo foi interrompida pela voz do chefe.

— Não sei se já jantou, mas pode pedir qualquer coisa do cardápio para uma de minhas aeromoças assim que estivermos o ar, Izuna... Sem ficar deitado na decolagem, da última vez você vomitou — O mais velho disse sério.

— Saco... — Ele revirou os olhos, se sentando em uma das poltronas de couro e respirando fundo.

— Quando chegarmos, quero que reviste todos, sem nenhum tipo de contratempo. Hoje é seu primeiro trabalho de verdade, animo! — Madara riu bebericando o whisky que lhe foi servido enquanto o jato manobrava na pista.

— Sim senhor... — Tobi assentiu respirando fundo, observando pela janela e apertando a poltrona com força, nunca gostou de voar.

Após cerca de 2 horas e meia de viagem, o avião pousou em um aeroporto pequeno, já havia um carro os esperando, uma Mercedes c180 preta e um simples Hyundai Santa Fe 2004 para a equipe do avião. Não havia ninguém ali. Obito logo tratou de pegar as malas, colocando no porta malas e abrindo a porta para os irmãos Uchiha, logo assumindo a direção.

— Pra onde, senhor?

— Calea Aurel Vlaicu 306... Hotel Ibis Styles, coloca no GPS — Madara respondeu respirando fundo e acendendo um cigarro.

O motorista não disse mais nada, apenas seguiu o caminho que o GPS lhe indicava, parando no estacionamento do hotel e logo retirando as malas do carro. As colocando no carrinho enquanto o serviçal levava tudo para os quartos.

— Você fica no mesmo quarto que eu — O chefe disse encarando Obito que assentiu respirando fundo, abrindo a porta com o cartão magnético e adentrando no quarto, o qual era amplo, com duas camas de casal, além de champanhe de cortesia, é claro — Descanse antes de sairmos... Temos trabalho à fazer — O homem sorriu enchendo a taça de champanhe e bebendo um gole antes de pegar o celular.

 

—X—

 

A mesa era feita de carvalho escuro, haviam livros empilhados no canto esquerdo desta, assim como pastas de documentos confidenciais. O Macbook branco estava aberto com arquivo de um caso, uma operação aprovada prestes a ser iniciada contra uma das maiores organizações de contrabando da Europa oriental. Além disso no canto esquerdo havia um bloco de desenhos, no último, ainda em progresso, se tratava de uma máscara sendo agarrada por uma marionete onde seu braço era envolto de rosas. Atrás, na parede havia uma máscara pendurada ao lado de um quadro com inúmeras informações sobre a operação, todas ligadas com explicações lógicas e didáticas sobre todos os envolvidos. O agente pegou a xicara onde bebia um delicioso Earl Grey e levou aos lábios com calma, ele usava fones de ouvido que tocavam uma ópera composta de harmonia e dissonância, tudo muito bem equilibrado e engatilhado por um metrônomo que ditava o ritmo de forma impecável, em uma contagem de 4 atos. O ruivo fechou os olhos, respirando o aroma de seu chá e apreciando a dissonância do solo do violino enquanto o coral que o acompanhava seguia em perfeita harmonia. Seus dedos se moviam no mesmo ritmo do instrumento, o qual ele também tocava, ele respirava fundo, apreciando a música, isso até seu celular receber uma mensagem.

— Sem celular no trabalho, Sebastian, já te damos privilégios demais — O capitão disse encarando o ruivo que assentiu.

— Sim senhor... — O rapaz sorriu observando a mensagem e se levantando, pegando o sobretudo negro e guardando o aparelho no bolso, saindo do escritório em seguida.

O escritório da S.I.A.S ficava em Bucareste, capital da Rômenia, naquele momento havia uma força tarefa inteira dedicada ao combate do tráfico de minérios, drogas e armas na região. Sebastian Socheri era investigador Sênior, já tinha 10 anos de federal, sua própria sala, regalias e afins. O ruivo sorriu assim que entrou no Cadillac Deville, observando a mensagem com o ponto de encontro, logo se dirigindo ao local marcado. Seu contato era bem respeitado e se tinha um cliente o trabalho era importante.

— Mas que honra, ser contratado por alguém tão especial... Á que devo a honra, senhor Uchiha? — Ele sorriu assim que entrou na sala.

— Ouvi muito à seu respeito, Mestre dos Bonecos. Soube que tem talentos excepcionais — Madara disse sorrindo enquanto Obito revistava o ruivo — Tobi, deixe-nos...

Logo o segurança saiu, ficando do lado de fora da sala.

— Então... O que ouviu sobre mim? — Sebastian indagou sorrindo calmo.

— Muitas coisas, que pode fazer problemas desaparecerem sem deixar nenhum vestígio... Manipular as pessoas... E que pode fazer uma pessoa estar em dois lugares ao mesmo tempo... Conte mais sobre o segundo.

— Primeiro vamos falar do trabalho, depois de detalhes....

— Preciso dos seus serviços para meu sobrinho, Sasuke Uchiha — Madara disse calmo.

— Certo, pra isso vou precisar de imagens, vídeos, trejeitos, jeito de falar... Preciso de algumas semanas pra encontrar um dublê e conversar com seu sobrinho— Sasori comentou enquanto observava as fotos do rapaz.

— Não vai precisar... Nós temos! — O Uchiha riu — Vamos nos encontrar com ele em 4 horas!

— De qualquer forma preciso do rosto do seu sobrinho, literalmente... Pode levar até um ano para ser perfeito. Preciso criar os hábitos para que ele seja visto nos locais durante seja lá o que você planeja fazer e...

— Tem 18 dias...

— Eu preciso de mais tempo que isso, Madara — Sasori se defendeu sério — São muitos detalhes para preparar.

— Faça suas malas, senhor Sasori, meu jato vai te levar até Londres em 2 horas e meia.

 

O romeno revirou os olhos respirando fundo, pedindo uma hora à Madara, voltando após esse tempo com três malas grandes. As quais com dificuldade Obito colocou no carro, levando ao avião onde Izuna dormia calmamente na cama. O Uchiha não deu nenhuma explicação, muito menos quando deixaram o ruivo na pista particular da família, Indra logo o recepcionou, Madara sequer saiu do avião que partiu logo em seguida rumo à Turquia, tinha alguns assuntos pendentes.

— Vamos te servir no que precisar, há um quarto te esperando em um dos armazéns da empresa, instalações de primeira qualidade, lá vai encontrar seu dublê — Indra explicou sério.

— E o alvo? Eu preciso saber do alvo — Sasori rebateu enquanto suas malas eram colocadas no carro por Shisui.

— Vou te passar a agenda dele, um carro será cedido a você. Seu pagamento será concluído assim que terminar tudo — O Uchiha afirmou adentrando no veículo junto ao ruivo, este pilotado por Shisui.

No armazém havia um quarto falso montado como um hotel cinco estrelas, ao lado deste a oficina com tudo o que ele precisaria, Shisui mesmo descarregava as malas ali onde um homem os esperava, sentado no sofá do quarto.

— Senhor Sasori, este é Adriano Salviani... Ele vai ser seu dublê, mesma altura, mesmo peso, formato do rosto parecido, faça sua mágica... — Indra afirmou ajeitando sua gravata — Tem nossos contatos, os dois sabem o que fazer, tem 18 dias. Vamos Shisui...

Sasori revirou os olhos, conhecia a reputação dos Uchiha, tudo o que tinham era impecável, precisava ser impecável. E aquele trabalho com certeza era um privilégio. O ruivo observou a foto de Sasuke e segurou o rosto do italiano, tocando seu queixo e nariz “vai servir”, ele pensou logo pegando a agenda do Uchiha mais novo.

— Vamos, você precisa aprender a como se portar...

 

[Anotações de Sebastian Socheri – Sem Data]

 

Não consigo viver sem a euforia da performance, a arte é algo tão inconstante... Não posso ser bom, preciso ser perfeito. Sasuke Uchiha era um alvo complicado, embora meus serviços prestados fossem geralmente na forma de álibi, aquele também era um tanto interessante, de fato... Um desafio à minha altura. Meu palco é a mente, enganar sua visão para então ludibriar seus sentidos, tudo o que você vê não é real, se estava ali, agora não está mais. Essa é a minha arte.

As roupas sempre caras, embora nem sempre aparentassem tal coisa, as vezes uma jaqueta sinteticamente surrada apenas para aparentar um visual mais retrô ou despojado, camisetas milimetricamente rasgadas para criar uma discrepância calculada. Calças cortadas por alfaiates caros para dar um ar mais rebelde ou camisas sociais engomadas da melhor forma possível, mas acima disso tudo está o rosto, o verdadeiro palco.
Cabelos negros em um corte assimétrico, a franja longa que caia pelo rosto sem gel algum e os cabelos revoltos na parte de trás, perfeitamente desarrumados com a ajuda de laquê de primeira. Os olhos negros distantes, talvez preocupados com a pressão familiar que não me interessa nem um pouco, combinando perfeitamente com o nariz arrebitado, o que mantinha sempre um tom arrogante na face com feições asiáticas. Os lábios finos que sempre eram mordidos ou possuíam um cigarro e o queixo angular, poucos graus antes de se te tornar obtuso, porém não exatamente reto, uma obra de arte sem dúvida alguma. O pescoço sem veias e fino, não malhado com um trapézio raso, porém bem demarcado...

Em conclusão, recriar aquele rosto seria uma obra prima. Todos usam uma máscara, apenas escolhi criar a minha própria, no final de tudo o que será a farsa? A máscara ou o rosto? Cada detalhe é uma canção, cada traço será uma dança e após muita observação o palco está pronto... E assim começa nossa performance.

 

[Fim da Anotação]

 

—X—

 

—Sai? Pode falar? — Obito indagou respirando fundo enquanto se ajeitava na cama de um hotel chique em Istambul.

— Claro, o que foi? Tudo bem por ai? — O moreno perguntou assim que atendeu o telefone. Estava em casa naquele momento, tomando um gole de vinho após enfim retirar os sapatos, já eram quase meia noite em Londres.

— Sim, estamos na Turquia, chegamos no hotel faz acho que 40 minutos... Madara está no banho agora — Ele respondeu suspirando pesado quando enfim retirou a máscara.

— Turquia? Sério?

— Sim, antes estivemos na Rômenia, um bate e volta horroroso que o jetlag tá acabando a minha cabeça — O rapaz comentou pensativo — Deram sorte com o apartamento?

— O que foram fazer na Rômenia? Deixa pra lá... Nada, tudo milimetricamente limpo, eu não faria melhor. Tem alguma ideia de qual deles foi? — Sai foi direto.

— Fomos ver um cara, um contato — Obito ficou pensativo — Izuna parece um cachorro louco, incontrolável demais pra fazer, Kagami é quieto, talvez... Shisui parece muito brincalhão... e Indra.... Eu nem vi o cara, sinto muito...

— Tudo bem, sem provas não posso fazer muita coisa — Chris suspirou fechando os olhos, logo seu outro celular tocou e ele observou a tela.

— Cara, eu nem sei o que eu tô fazendo aqui... E se ele me matar? — Tobi sussurrou preocupado, Madara havia acabado de desligar o chuveiro.

— Ele não vai, ele precisa de um motivo para confiar em você, dê esse motivo....

— Como?

— Eu tenho que ir Tobi, tenho um caso... — Sai rebateu.

— Não... Espera por favor! — O moreno pediu.

— Eu tenho um caso — Dito isso ele desligou, deixando a taça sobre a pia e calçando as botas novamente, logo pegando o capacete para sair de casa.

 

— Namorada? — Madara riu enquanto enxugava o cabelo, o Uchiha usava apenas uma calça preta de pijama.

— Sim... É... Namorada...

— Quer uma dica? Diz que trabalha pra mim, ela vai cair de joelhos — O homem rebateu se deitando na cama e pegando seu tablet — Pode ir tomar banho, vou pedir o jantar, amanhã saímos cedo.

— Sim senhor...

 


Notas Finais


E então criançada o que acharam? Fiz questão de caprichar pra vocês... Então... Já sabem!!


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