História Abismo - Capítulo 6


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Categorias Johnny Depp
Personagens Johnny Depp, Personagens Originais
Tags Daddy, Johnny Depp, Lolita, Romance
Visualizações 14
Palavras 1.398
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 6 - Desculpas esfarrapadas.


Fanfic / Fanfiction Abismo - Capítulo 6 - Desculpas esfarrapadas.

Naquela manhã, eu me arrumava para a escola. Já de banho tomado, uniformizada e cabelos devidamente penteados, eu aguardo pela carona que meu pai iria me dar já que teria de ir ao colégio naquela manhã.

- Eu atendo. – anunciou minha mãe indo em direção a porta que batia freneticamente.

Ao abrir a porta e se revelar ser James, o meu pai e agora ex esposo de Jana, a mulher pareceu surpresa e tentou passar credibilidade.

- Sr. Stewart, que surpresa você por aqui uma hora dessas. O que quer?

- Vim buscar Angela para o colégio. Ela não te disse que foi cha...

Antes que pudesse dar continuidade, eu apareço interrompendo o estranho papo dos dois.

- Vamos pai, não temos tempo para conversinha. – falo depositando um beijo na bochecha do mais velho que cheirava a loção pós-barba.

Minha mãe me encara confusa, realmente não tinha ideia do porque seu ex marido iria me levar para o colégio, após meses do divórcio aquela estava sendo a primeira vez que o via. Mas afinal, eu ainda sou filha dele, certo?

Não espero perguntas de minha mãe e apenas caminho em direção ao carro de meu pai que por sinal já estava com um passageiro.

- Quem é você? – indago curiosa para um rapazinho loiro de um metro e meio sentado no banco de trás.

- Sou Will.

Entendo toda a situação após ver acompanhado do menino uma mochila e vários brinquedos espalhados sobre o carro.

- Ele é seu pai? – pergunto me referindo ao homem que terminava de falar algo com minha mãe.

- Sim.

Eu nada digo, apenas adentrou o automóvel com um sorriso de canto. Logo em seguida, James apareceu para dar partida na viagem.

- Angela, acho que já conheceu o Leon. Seu irmãozinho.

- Yep. – afirmo encarando a janela a fora, sem dar muita importância.

- Me desculpa por não tê-lo o apresentado antes, é que, aconteceu tantas coisas em relação ao...

- Pai, está tudo bem. Eu entendo os seus motivos. – digo o encarando enquanto dirigia, com um breve sorriso no rosto. – Só não entendo porque me deixou com aquela doida da mamãe. Ela me odeia, sabia?

- Não diga isso, ela não te odeia. Apenas... Não te entende. Ela nunca teve cabeça para filhos, eu que fui o culpado disso tudo.

- O culpado de ter me feito? Nossa eu me sinto muito melhor agora.

- Não, Angel, não é bem assim. Me desculpe.

- Eu entendi. Vocês tinham sonhos, eu o estraguei.

Papai nada mais diz, como se realmente eu estivesse certa. Decido desviar o olhar para o retrovisor, encarando o menino no banco de trás do carro. Tão ingênuo e seguro...

- Relaxa, você pegou a fase boa, eles não te odeiam. – sussurro para o garoto que ouviu mas não pareceu entender, sendo assim não deu importância.

E assim seguimos com o resto da viagem a caminho do meu colégio.

 

Já no colégio, eu aguardava meu pai do lado de fora da diretoria, pois o mesmo conversara algo com a irmã Edna por longos e pavorosos minutos. Eu já não sentia mais minha bunda por estar sentada por tanto tempo naquela cadeira no meio do corredor. Logo em seguida eu sou chamada atenção por uma voz familiar e bem agradável chamar pelo meu nome.

- Ei, psiu! Mamão podre!

Fixo meus olhos em Brenda, minha amiga, que estava no inicio do corredor e caminhava até mim.

- Já sabe do que estão falando?

- Não, eles estão lá dentro á horas, não me aguento mais de curiosa! Se for para ser punida que seja menos demorado.

- Pois eu sei de alguém que poderia te punir por horas e você não enjoaria. – falou Brenda com uma entonação um tanto que sexual ao usar a palavra punição.

Pego a referencia de Brenda e apenas reviro os olhos empurrando de leve o corpo dela.

No mesmo instante fomos surpreendidas com a porta da diretoria se abrindo drasticamente, e era como se um alarme de perigo soasse toda vez que a irmã Edna aparecesse no nosso campo de visão. Rapidamente Brenda corre de volta para a sua sala enquanto eu voltar a me sentar na cadeira, como se estivesse ali o tempo todo.

- Obrigado de verdade por ter me chamado, irmã Edna. Quando precisar é só chamar.

- Foi um prazer recebe-lo Sr. Holly.

Encaro meu pai com um certo olhar desconfiado, eu achava legal vê-lo se explicando que agora havia mudado de família e tomou posse de seu outro sobrenome.

- Agora é Stewart, irmã Edna.

- Oh, é verdade, havia me esquecido! Perdão de qualquer maneira.

Antes de deixar o colégio, papai apenas me fita com um olhar do tipo, “conversaremos mais tarde”, e sai deixando a sós com a irmã naquele corredor.

- O que está fazendo aqui? Já para a aula! – ordena a irmã Edna, me fazendo levantar rapidamente da cadeira e corresse em direção a minha aula.

 

(...)

- Eu tenho certeza que freiras são frustradas sexualmente. Digo, quem escolheria não transar pelo resto da vida?

No caminho de volta para a minha casa, Brenda descontraia o clima iniciando conversas estranhas mas engraçadas ao mesmo tempo.

- Do que está falando? Você nunca transou.

- Mas isso não significa que eu queira ser virgem para sempre. Eu penso em sexo.

Encaro a morena surpresa.

- Sério? E em quem pensa quando está pensando em sexo?

- Hum... – Brenda desvia o olhar pensativa. – James Dean.

- Ow, não fode!

- Também o Rock Hudson, eu não sei, são tantos rapazes.

- Isso é cômico, tocar uma para vários galãs.

- Você não faz isso?

- Eu nunca precisei.

Acabo interrompendo o assunto ao adentrar a mercearia do Tom.

- Boa tarde, meninas! – o mesmo nos cumprimenta assim que passamos por aquela porta.

Lanço um sorriso para Tom e fito Brenda por um segundo, e ela pareceu entender o recado, pois foi se aproximando do balconista e também dono para entretê-lo com uma conversa.

Caminho até o final dos corredores onde encontro Johnny colocando preços em alguns dos produtos, sorrio de lado ao notar seus olhos percorrerem toda a minha extensão para só assim me encarar de fato.

- Oh, olá, Angela. Em que posso ajudá-la?

- Nada. Eu só vim aqui para me desculpar pela minha mãe na noite passada. Ela devia ficar longe do vinho!

Depp sorri coçando a cabeça.

- Está tudo bem, eu até que achei cômico quando ela inventou de brincar daquela coisa lá.

Encaro o homem detalhando cada parte de seu belo e másculo rosto, como se estivesse imprimindo cada detalhe do mesmo em meu cérebro. Depp era bonito demais para simplesmente olhá-lo por alguns segundos e seguir minha vida, eu necessitava de tempo para apreciá-lo, e ele já devia estar percebendo essa minha curiosidade sobre ele.

- Bom, acho que vocês tem mais encontros pela frente. – falo irônica.

- É verdade, Sra. Holly parece interessada nisso. Espero que não seja um problema para você.

Ao mesmo tempo que o manipulava com o meu olhar e minha linguagem, eu aproveito para furtar alguns doces daquela sessão, os enfiando na parte de trás de minhas meias que chegavam até o joelho.

- Não é um problema para mim. – digo deslizando um doce sobre a meia e sentindo-o gelar minha pele. – É um problema para você?

Johnny me fitou profundamente mordendo seu lábio inferior, o qual eu invejava, pois queria eu ser a responsável por mordisca os lábios de Johnny Depp.

- Preciso ir, foi muito bom falar com você, Sr. Johnny...

Passo a língua entre meus lábios umedecendo aquela região, antes de dar um último tchau para o Sr. Depp.

- Te vejo em minha casa. – aceno para o mesmo enquanto vou caminhando de costa até a saída da mercearia.

Ao passar pelo balcão eu apenas lanço uma piscadela para Tom, que retribui com um sorriso.

- Foi um prazer conversar com você, Tom. Até mais! – Brenda se despede.

- Igualmente, pequena Brenda. Sempre é bem-vinda!

Já fora do estabelecimento, Brenda e eu caímos na gargalhada por obter sucesso em um simples furto de doces.

- Oh meu Deus, não acredito que não te pegaram. – falou a morena saboreando um doce de caramelo.

- Eu disse, poder das vaginas!

Brenda gargalha alto e em seguida viramos a esquina para chegar em minha casa.



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