História Abnormal Lovers - Capítulo 19


Escrita por: ~

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Categorias Fairy Tail, Naruto, Shingeki no Kyojin (Attack on Titan)
Personagens Annie Leonhardt, Armin Arlert, Bertolt Hoover, Connie Springer, Eren Jaeger, Erwin Smith, Erza Scarlet, Gray Fullbuster, Hange Zoë, Jean Kirschtein, Jellal Fernandes, Juvia Lockser, Kenny Ackerman, Levi Ackerman "Rivaille", Lucy Heartfilia, Mavis Vermilion, Mikasa Ackerman, Naruto Uzumaki, Natsu Dragneel, Reiner Braun, Sakura Haruno, Sasha Braus, Sasuke Uchiha, Zeref
Tags Escolar, Fairy Tail, Levihan, Mistério, Naruto, Romance, Shingeki No Kyojin
Visualizações 117
Palavras 2.371
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Esporte, Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shounen, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá meus amores tudo bem? :333
Espero que sim.

Queria pedir desculpas pelo atraso no capítulo, tive alguns probleminhas técnicos, o que me levou a ter que reescrevê-lo todo novamente Ç.Ç
Felizmente, achei que ficou bem melhor depois do pequeno incidente com o documento, então, posso respirar aliviada.

Ah, e claro, sem esquecer de agradecer pelos favoritos e comentários do capítulo anterior, que sem dúvida sempre renovam minhas forças e me deixam muito, muito feliz. Obrigado mesmo ♡♥

Boa leitura meus anjos

Capítulo 19 - Finalmente


Fanfic / Fanfiction Abnormal Lovers - Capítulo 19 - Finalmente

Quando finalmente caiu em si, Annie aproveitou o momento em que Rico se aproximou de Levi, e mais que depressa, saiu dali antes que pudesse ser vista. Ao dobrar o corredor a loira respirou aliviada. Ficou parada por alguns instantes, tomada por emoções que mantinha enterradas dentro de si por anos. Ela tivera muita sorte de não ser vista. 

— Annie bom dia. 

A garota se vira imediatamente, ela reconhece aquela voz. Era Armin Arlert. 

— Armin? 

— V-Você está bem? Parece pálida. — perguntou ele preocupado. 

— Estou bem sim. Está indo para a sala, certo? Podemos ir juntos, seu corredor é na mesma direção. — sugeriu a loira com um singelo sorriso, tentando encobrir seu nervosismo.  

— E-Eu? Claro. — ruborizou ele tímido. 

A garota mantém a suavidade em seu olhar, e se deixa levar pela gentileza do loiro. Não entendia o porquê, mas ele a fazia se sentir bem e extremamente calma. 

 

— 

 

Fora da escola, o sorriso empolgado de Rico foi se desmanchando aos poucos ao ver Levi acompanhado de Hanji. Ela fitou ambos com um semblante sério, antes que o moreno começasse a falar. 

— Rico, preciso perguntar uma coisa.  

— Tudo bem, pergunte. — respondeu a garota, fazendo pouco caso. 

— Você acompanhou a Petra a uma farmácia, pouco antes dela morrer. Notou algo de estranho? 

— Estranho? Não. Apenas fomos a farmácia, ela conversou rapidamente com o dono dela e depois fomos fazer compras no Shopping da cidade. — relatou a garota dando os ombros, estava achando aquela pergunta um tanto esquisita. 

— Havia mais alguém, com vocês, certo? 

— Sim, nossa amiga e... espera, onde quer chegar com isso, Levi? Por acaso está me acusando de alguma coisa? 

— É só uma pergunta. 

— Certo... eu e minha amiga acompanhamos Petra naquele dia. 

— Encontraram alguém conhecido? Alguém da escola?  

— Não, disso eu tenho certeza.... Bom, se é só isso, eu já vou indo. Tenho aula de Matemática agora.  

— Sim, é só. Obrigado Rico. 

— Então até mais. 

A garota entre na escola sem acrescentar mais nada. Levi, apenas solta um suspiro um tanto decepcionado, esperava que ela falasse algo que, de certa forma, o ajudasse. 

— Acha que ela disse a verdade mesmo, Levi? 

— Sim, o que ela falou, condiz com o diário. Achei que ela pudesse ter visto o Reiner, ou qualquer outra pessoa suspeita... Mas, claro, ela pode ter omitido alguma coisa. 

— Vamos atrás dela Levi! Podemos fazê-la falar! — disse a morena em um tom entusiasmado. 

Levi a agarra pela blusa para impedi-la de ir. 

— Esquece, quatro olhos. Acho melhor nos focarmos por enquanto no Martinez. Mesmo que ela tenha escondido alguma coisa, não creio que ela vai contar assim tão fácil. Precisamos de bons argumentos, e por enquanto, estamos vivendo apenas de suposições e fatos de um diário. Se apresentarmos a ela alguma coisa concreta, creio que ela nos ajude. 

— Está bem ... — o sinal toca, fazendo os dois se entreolharem.  

— Vem, quatro olhos. Nosso cargo não nos livra da bronca do Shadis. 

A morena assenti com a cabeça positivamente. Afinal, todos conheciam a fama de Keith Shadis naquele colégio, o Tirano.  

 

— 

 

 

Poucos minutos depois, 2° ano A.... 

 

Aula de Biologia. O professor Keith Shadis inesperadamente havia faltado e fora substituído por uma professora recém-contratada, senhorita Kristen. Ela logo anunciou o tema da aula daquele dia: reprodução humana. E claro, aquilo foi o ponto de partida para que murmúrios e palhaçadas internas entre os alunos se iniciasse. 

Claro que o constrangimento causado pela parte técnica da aula, não fora pior do que a prática que havia de começar assim que Adam acabasse de distribuir as duplas formadas, uma banana e um preservativo.  

 — Ei gata, se quiser mudar de dupla, estou logo ali. Acho que aprenderia melhor se colocasse isso na minha banana. — disse Adam, com um certo humor negro em sua frase. Hanji olhou para o jovem com o canto dos olhos enfurecida. 

— Te dou 5 segundos pra sumir daqui Schulz, antes que você faça um tour pela enfermaria. — ameaçou Levi se levantando cego de raiva. 

— Levi, espera! Hanji o segurou com força. Ela já estava suficientemente nervosa com aquela aula e uma briga entre os dois, só pioraria as coisas.  

— Calma aí capitão, era só uma brincadeirinha. Estou voltando para o meu lugar, certo? — diz Schulz com um ar cínico.  

— Tsk, só suma da minha frente imbecil. — o moreno bufa e se senta novamente. 

Adam retornou ao seu lugar. Por sorte, a professora não notara a pequena desavença entre os dois. Hanji não estava nada afim de confusão naquele dia, ou das piadinhas sem sentido de Schulz. Ela estava realmente séria e centrada.  

— Porque tão séria? — sussurrou Levi no ouvido dela a provocando, a fazendo sentir calor, muito calor. 

— E-Eu quero prestar atenção na aula é s-só isso. — gaguejou ela ruborizada. Na verdade, estando perto dele, era ainda mais difícil prestar atenção na aula. 

— Hm. Só relaxe um pouco, quatro olhos, não faremos exercícios práticos em meio a aula. — debocha Levi sem desviar os olhos dela. 

— Hm. 

—  O que quer fazer, as anotações ou a demonstração? — perguntou o moreno. 

— D-Demonstração. 

— Oh... estou surpreso, achei que iria querer escrever. 

Hanji pega a banana tentando fazer o mesmo que fora explicado pela professora.  

— Ei retardada, está errado. — advertiu Levi, a cutucando de leve. 

— O quê? Eu coloquei ué, não é só isso? — reclamou ela fazendo biquinho. 

— Não. Esqueceu de apertar o reservatório na ponta, e só depois desenrolar até o final. — explicou ele. 

— Ah... 

Hanji repetiu usando outro preservativo.  

— Ah, mais uma coisa quatro olhos... 

—Aff o que tem de errado agora? — resmungou a morena apertando a fruta em suas mãos um tanto irritada. 

— Ei, espero que não me aperte assim. Não quero terminar como essa banana. — diz ele apontando para a banana nas mãos de Hanji. Agora, quebrada ao meio. 

— Droga... o que eu fiz?!  

— É melhor pedir outra, ou vamos ficar sem nota. — sugeriu ele com um leve sorriso nos lábios. Estava se divertindo com a confusão no olhar dela. 

A morena pega outra banana e repete a operação, desta vez se certificando de não cometer mais erro nenhum.  

—  Pronto! 

— Ótimo, parece que aprendeu no final das contas. 

Hanji ruborizou e coçou a nuca sem jeito, mas acabou sorrindo.  

 

A professora, desfechou aquela aula distribuindo preservativos para a sala toda. Agora sim, Hanji sentiu seu rosto queimar, enquanto Levi parecia calmo, muito calmo. 

Ao saírem da sala, para a próxima aula que aconteceria na biblioteca, ambos foram abordados por Nanaba e Mike. 

— Ei, melhor aula hein Hans, ganhamos até um presentinho! " Usem isso com juízo!" — exclamou a loira tentando imitar a voz fanha da professora. — Essa mulher só pode ser louca, juízo, hahah !— concluiu Nanaba caindo na gargalhada. 

— Nana! 

— Brincadeira. Só quero dizer que foi melhor do que as aulas chatas do Shadis. 

— Ér...  

— Desculpe interromper loira do jornal, mas temos que chegar a biblioteca em menos de 2 minutos. — interrompeu Levi. 

— Nossa é mesmo! Vem Mike, se não vamos pegar um péssimo lugar! — diz a loira, antes sair arrastando o namorado pelo corredor. 

 Levi e Hanji  deram os ombros e seguiram os dois. 

 

— 

 

No hospital, Kenny recebeu a visita da parceira logo cedo. Traute, relatou tudo o que estava acontecendo em sua ausência no FBI, e sobre o andamento da investigação de seu suposto atentado. O Ackerman não ficou nada surpreso, ao saber que René sequer coletou o depoimento de Levi. Estava cada vez mais certo de que o filho de Pierre tinha algo haver com tudo aquilo.  

Logo lhe foi anunciada outra visita, por uma das enfermeiras. Era ninguém menos que seu próprio suspeito, René Le Roux. 

— Ora, que surpresa! Veio conferir o serviço dos seus amiguinhos? — disse Kenny sarcasticamente.  

— Kenny Ackerman, meu caro, vejo que está bem. Isso me alegra. —  respondeu o oficial, sem se intimidar com o comentário do homem a sua frente. 

— Pff, você me dá nojo. Suma daqui! — retrucou Kenny alterando um pouco a voz.  

— Estou aqui para colher seu depoimento, é só isso. — explicou René se aproximando um pouco mais. 

— Porque não pergunta aos caras que você mandou me matar? Ah me deixe adivinhar, você já se livrou deles, como fez com o seu ir- 

— Cale a boca Ackerman! Ou... 

— Ou o quê? — indagou Kenny arqueando uma das sobrancelhas. — Vai me matar também? 

— Kenny! Para com isso! — exclamou Traute Carven, desesperada. Um clima tenso e sombrio havia se instalado naquele quarto de hospital repentinamente. 

— Vou avisar uma coisinha a você, anão francês. É melhor deixar eu e o meu sobrinho em paz, ou vou contar ao seu querido pai que ele tem um herdeiro, como ele sempre sonhou. Hunm....imagine a cara do velho ao ver aquele garoto, tão parecido com os pais.... 

— Mandarei um correspondente pegar seu depoimento, já vi que esse tiro lhe deixou com sérios problemas mentais, senhor Ackerman. — diz René secamente. 

— Correspondente? Espero que não venha armado. — ironizou. 

— Até mais Ackerman.  

René saiu pela porta, contendo sua fúria dentro de si. Internamente lamentava que seu plano houvesse fracassado. 

— Até filho da puta. É melhor não esquecer o que eu disse! Ou contarei tudo! — advertiu Kenny se certificando de gritar alto o suficiente para que fosse ouvido do corredor. 

René saiu da sala, sem pestanejar. Teria que ser mais cauteloso dali em diante. 

— Kenny, seu imbecil! Você é louco? Quer cavar a própria cova? — repreendeu a parceira aflita. 

— Relaxa loira, sei o que estou fazendo. Ele vai ficar confuso com isso, você vai ver. E quando eu sair daqui, vou pegar esse cara. Vou provar que ele é um assassino, prendê-lo e jogar a chave fora... 

— Isso se ele não te matar antes idiota! 

— Ah, nisso eu me garanto! — disse Kenny tirando uma pistola carregada debaixo do travesseiro. 

— D-Desde quando você está com isso? 

— Traute, você está falando com Kenny Ackerman, o melhor agente do FBI, BANG! — se gabou ele, assoprando o cano da arma. 

A loira revirou os olhos, esperava sinceramente que o parceiro soubesse mesmo o que estava fazendo. 

 

— 

 

 

Após o treino daquele dia, o time dos Asas da liberdade, ficaram avisados pelo treinador de que a final dos jogos daquele ano, estavam próximas. Depois de ouvir Erwin, por longos 20 minutos, Levi finalmente pode tomar seu banho após o treino. Saiu do chuveiro ainda molhado, com a toalha amarrada a cintura. Arregalou os olhos surpreso, ao ver a namorada bem ali, sentada em um dos bancos do vestiário masculino. 

— Aaaah... estou morrendo de fome Levi. — se queixou a morena se espreguiçando. 

— Não me diga. E por uma coisa dessas quer ser expulsa da escola, sua louca? — adverte ele revirando os olhos. 

— Oh não seja mal! Cadê aquela banana que nos resultou uma boa nota? — disse ela se sentando no colo dele, sem se importar do mesmo, estar nu. 

Ele tira a fruta da mochila e entrega a ela. 

— Vai mesmo comer isso? — arqueou uma das sobrancelhas incrédulo. 

— Claro! É só eu arrancar essa...argh... coisa e...— ela arranca bruscamente o preservativo da banana, descasca e come. — hunm... que delicia, que um pedaço? — pergunta a morena de boca cheia. 

— Tsk, claro que eu não quero essa merda... — ele tira a casca das mãos dela, e a arremessa na lata de lixo. — Quero você... — ele a envolve em seus braços e a beija. Levi a quer, a quer muito. A aperta contra si, arrancando pequenos suspiros da morena. Depois, percorre suas mãos pelo corpo de Hanji, e logo encontra seus seios. Ela geme, enquanto arranha as costas dele, extasiada pelos toques urgentes dele.  

 

— O que estão fazendo?!  

 

Os dois se separaram assustados. Era Erwin, e parecia zangado. 

— Expliquem-se. 

— Erwin eu... 

Levi começou, contudo, foi impedido. 

— Shii, eu explico, Levi! — disse Hanji tapando a boca do moreno com as mãos. — A culpa foi minha, Erwin. Eu estava com fome, então eu vim pedir a banana dele para comer e... e... 

— Você o quê? — o professor perguntava a si mesmo, se havia entendido aquela frase. 

— Oi, Hanji! Disse que ia explicar, não estragar as coisas, estúpida! 

— M-Mas o Erwin entendeu o que eu quis dizer, né? 

Antes de falar algo, Erwin encontra a camisinha no chão.  

— Vocês... estão encrencados. — diz seriamente fitando os dois. 

— Ei, Erwin espera não é nada disso. Isso é da aula de Biologia, e essa retardada comeu mesmo a banana que estava aí dentro, olha na lixeira! 

Erwin Smith verifica a lixeira e suspira aliviado. 

— Muito bem, mesmo assim, Hanji você não pode entrar no vestiário masculino. E Levi, não devia ter se deixado levar pelos seus desejos. Espero que isso não se repita. 

— Certo. — disseram ambos abaixando a cabeça. 

— Levi, estou confiscando sua namorada. — disse Erwin gesticulando para que Hanji o seguisse. — Aliás, parabéns por isso. 

— Ah... t-tá. — ele ruborizou. 

Aquela foi por pouco. Muito pouco. Contudo Levi, não ficou preocupado com o flagrante de Erwin, sua mente apenas ansiava uma coisa, o fim de semana. Quando finalmente, poderia falar com o filho do senhor Martinez e esclarecer suas dúvidas.  

 

 

— 

 

 

A semana havia passado. Muito mais rápida, do que Levi havia imaginado. Era sexta-feira à noite, e o moreno já tinha organizado tudo para aquela pequena viagem, faltava apenas uma coisa, Hanji. 

 Ela estava atrasada, e ele sem muita paciência. Quando estava quase desistindo de esperar, a morena finalmente aparece. 

— Você demorou. — reclamou ele. 

— Me desculpa Levi! Eu tive que explicar tudo a Nana, antes de sair. 

— Tsk, esquece isso e vamos logo. Finalmente, vamos ter algumas respostas. 

Hanji deixa escapar um singelo sorriso, o qual é retribuído por ele. 

Levi coloca as coisas da namorada no carro e os dois enfim, pegam a estrada. Logo no início do percurso, são abordados por um guarda de trânsito. Ele encosta o carro, enquanto o guarda solicita seus documentos. O moreno abre uma garrafa de água e a bebe, enquanto aguarda o retorno do oficial de trânsito. 

— Está tudo ok, boa viagem.  

— Obrigado. — Levi agradece, e joga uma a garrafa no lixo, o acertando em cheio. Depois, segue seu caminho. 

 

O oficial de trânsito pega a garrafa do lixo, e a coloca cuidadosamente em um saco plástico. Um saco de evidências.  

— Alô, senhor Pierre? Foi mais fácil do que imaginei. Já consegui o material genético para o teste de DNA. 

— Bom trabalho, Maxine. Pode prosseguir com o resto. 

— Sim, senhor. 

 

Pierre desligou o telefone esperançoso. Finalmente teria a confirmação de que Levi era ou não seu neto. 

 

 

Continua...  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


E então Gostaram?
>--< Me conte por favor, sua opinião é importante pra mim e para o desenvolvimento da história :33
E pra saber se estão gostando também :33

Obrigada apoio, pelo carinho e por ler até aqui >--<
até o próximo :333
Kissus da Tia Zoe.


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