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História Aborrecência - Beomgyu oneshot - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Sorry pelos erros de ortografia
Bjs
Boa leitura.

Capítulo 1 - Aborrecência - Capítulo único


Fanfic / Fanfiction Aborrecência - Beomgyu oneshot - Capítulo 1 - Aborrecência - Capítulo único


- Então é isso.. você vai me ignorar? - Olho para Beomgyu e ele mantém o olhar na tela do celular. - Olha só Beomgyu você pode ficar bravo o quanto quiser, mas você não está certo. O que te fez pensar que podia simplesmente meter a porrada num garoto mais velho, mais forte, mais alto, mais tudo que você só porque ele tava conversando comigo. - Ele me encara finalmente, mas com uma cara de indignação.

 - É isso que você pensa então? Eu te protegi de um babaca e você acha que eu estou errado? Beleza, vai lá conversar com qualquer um então, que se dane.

- Em primeiro lugar, o T.O.P é uma ótima pessoa, em segundo lugar, eu não converso com qualquer estranho, quando você vê que uma pessoa puxa conversa com você querendo ser legal, você deve ser educado e não fazer cara de aborrecente igual você fez. E ainda bateu nele quando ele disse que eu era bonita ISSO SÃO MODOS BEOMGYU? não foi isso que sua mãe te ensinou e eu sei. Droga Beomgyu..por que está ficando assim? A adolescência tá te mudando muito, nem eu me rebelei assim.

- Desculpa se você é a queridinha do papai, eu nem sempre fui assim. - Ele se levanta do sofá e tenta as escadas para os quartos porém eu entro em sua frente.

- Para aí irmãozinho, eu ainda tenho que cuidar dessas merdas que você fez na sua mão socando a cara do meu amigo.

- ELE É SEU AMIGO AGORA? Por que você não vai lá e cuida do rosto dele então? Com certeza ele precisa mais do que eu.

- Porra Beomgyu para com essa merda e vem aqui logo.

- Eu não preciso dos seus cuidados - Por mais que eu saiba que ele não está totalmente dentro de si, aquilo me doeu um pouco. Eu não respondi e puxei ele para que ele sentasse no banquinho da ilha da cozinha. Peguei o kit de primeiros socorros e comecei a cuidar dos ferimentos das mãos dele. Ele não dizia nada, ainda estava emburrado.

- AI Porra isso dói.

- Cala a boca Beomgyu - Disse calma sem paciência, agora eu que estava chateada. Ele ficou surpreso e passou a me encarar. - Perdeu alguma coisa?

- Por que tá brava comigo? Caralho S/n eu. Não. Tive. Culpa! Eu só tava te protegendo! 

- Isso não importa mais. - Terminei de limpar os machucados e ele parou de falar mas continuou me encarando. Enfaixei sua mão e a massageei sentindo sua pele quente entrar em contato com a minha, o silêncio já estava começando a ser constrangedor. Deixo sua mão com cuidado em sua perna e quando levanto a cabeça percebo que o rosto dele tinha se aproximado do meu..nossas respirações ficam muito próximas e ele encara meus lábios chegando ainda mais perto. Eu já tinha reparado no quanto meu meio irmão era lindo, mas agora ele estava mais que o normal. De repente meu cérebro volta a se concentrar e eu volta à realidade me distanciando dele. - Bom, já que você não precisa dos meus cuidados..eu vou sair, se vire com o jantar e qualquer coisa conta pro seu pai quando ele chegar o que você fez, pra ele não achar que fui eu a irresponsável.

Peguei minha bolsa e dei às costas pra ele saindo e não ouvindo mais nada sair de sua boca.


Narradora ON


Beomgyu passa as mãos pelos cabelos e suspira pesado.

- Por que isso é tão difícil? Por que eu tinha que me sentir tão atraído por ela? DROGA BEOMGYU. - Sem pensar ele jogou um copo na parede e este se dispersou em vários pedaços de vidro pelo chão encerado. Sem perceber, lágrimas desceram pelo seu rosto e ele deitou a cabeça no mármore gelado, se sentindo traído por si mesmo.

enquanto isso S/n Andava calmamente pelas ruas, no escuro iluminado da cidade grande.

- Ah Beomgyu, será que você vai me aceitar um dia?...eu queria que você tivesse por mim o mesmo afeto que eu tenho por você. - Era visível a tristeza em seu rosto, a única coisa em que ela conseguia pensar agora era no "irmão" mais novo. Ele crescia ainda mais a cada dia e seus hormônios pareciam estar à flor da pele, ele estava passando por uma das fases mais complicadas da vida e ela queria muito ajudá-lo mas estava se machucando demais com isso.

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11 p.m


S/n pôs os pés pra dentro de casa e foi recebida com uma avalanche de perguntas. Sempre foi muito calma nos diálogos, às vezes seu pai e sua madrasta até brigavam com sí porque nada abalava a calmaria que ela usava em suas palavras, foi algo que ela puxou de sua mãe e nunca mudaria.

- Por que saiu assim é chegou tão tarde minha filha? Você sabe que é perigoso.

- Pode me chamar de irresponsável o quanto quiser, eu só quero a minha cama agora. - Ela tentou passar pelo pai mas ele a barrou, por causa da visível expressão de abatida em seu rosto.

- Oh venha aqui minha querida - A madrasta era como uma segunda mãe pra ela, sempre estava ali para ouvi-la então S/n foi abraçada com força e deixou o choro a consumir.

- Eu sinto tanto a falta dela.

- Eu sei querida, eu sei. - O choro era de soluçar, as coisas que ela passava agora lhe causavam muita dor e querendo ou não a presença da mãe faria toda a diferença.

Beomgyu olhava aquilo pelo vão da porta de seu quarto, do segundo andar que tinha vista para a sala. O que ele mais queria agora era ir até lá e abraçar a garota com toda a força que ele tinha e fazê-la parar de chorar, parar de sentir dor. Ele sentia a mesma coisa pela falta do pai e os dois sempre estavam ali um para o outro, porém o seu orgulho o impedia pois ainda achava que a garota estava muito brava consigo e que tinha toda a razão em socar alguém para protegê-la. Encostou a o corpo da porta e deixou suas costas deslizarem até que ele estivesse sentado no chão, olhando para o teto.

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Todos já estavam em seus quartos. Uma chuva forte causava clarões na sacada de S/n, no qual iluminavam seu quarto todo. Ela não se importava de estar ali, na chuva, embaixo de raios, de madrugada, o que era um resfriado comparado com todos os seus problemas?

Seus olhos negros alcançavam todas as luzes ainda acesas da cidade e seus prédios super desenvolvidos. Ouviu a porta de seu quarto sendo aberta e depois trancada, era bem provável que era Beomgyu e essa hora da madrugada mas nem se mexeu. O garoto atravessou a porta da sacada e se apoiou na madeira ao lado da mais velha.

- Você vai pegar um resfriado.

- Eu não ligo.

- É eu sei - Ele sorri pequeno. - Eu também sinto muito a falta do meu pai.. você sabe. Mas..a perda dele foi inevitável, e a sua não - Ele abaixa a cabeça e ela o encara confusa. - Eu não posso perder você S/n. Você vai me desculpar mas eu não vou hesitar em quebrar a cara de alguém por você nunca.

- Você não vai me perder Beomgyu, por que acha isso?

- Sei lá..sempre que a gente briga sério, isso vem na minha cabeça porque eu tenho muito medo de que isso aconteça um dia. - Ele encara ela também e os olhares se encontram.

- Não vai acontecer. - Ela se aproxima e ele lentamente a abraça com carinho.

- Senti sua falta. - Ele solta uma lágrima e sente o perfume que exala da garota, ele adorava aquele cheiro, adorava tudo nela. A chuva já havia os encharcado e parado, mas eles não ligavam. Ele aperta mais a sua cintura, aproximando mais os corpos. Eles fixaram o olhar um no rosto do outro e aquilo ficava cada vez mais estranho, foi como mais cedo quando ela cuidava do garoto.

Para ela ele continuava lindo igual quando ela tinha pensado no quanto o "irmão" estava bonito hoje e ele pensava em como os lábios vermelhos dela estavam tão próximos de sua boca. Então por impulso..ou desejo mesmo, ele acariciou os cabelos dela e ambos fecharam os olhos encostando as testas. Beomgyu colocou a mão em sua nuca e a puxou selando seus lábios delicadamente, pela primeira vez na vida. Ele queria tanto, mas tanto aquilo..seu coração estava acelerado.

Ela retribuiu e ele continuou intensificando o beijo pedindo espaço para a língua. As mãos de S/n foram para o rosto e a nuca do garoto, o deixando ainda mais à vontade e as mãos de Beomgyu foram para a sua cintura a apertando contra seu corpo. Entre beijos molhados e chupadas de língua, a temperatura começa a esquentar e eles terminam com S/n mordendo o lábio inferior do mais novo.

- Eu sempre quis fazer isso na chuva, pena que ela parou.

- Podemos resolver isso, com uma coisa que precisamos por causa da própria chuva...um banho. - S/n o encarou com um pouco de receio. - Não vou fazer nada que você não queira "irmãzinha" - Ele faz aspas com os dedos e a agarra de novo mordendo seu lábio e o chupando em seguida. Então ela fecha os olhos e acente, eles sorriem e Beomgyu a pega no colo e ela ri deixando um selinho no canto de sua boca.

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Eles entram no banheiro e trancam a porta. Ambos começam a tirar as roupas até ficarem nús um na frente do outro, sem constrangimento de ambas as partes. Ela repara na escultura perfeita à sua frente e abaixa a cabeça, fazendo com que parte de seu cabelo caísse em seu rosto. Aquilo foi a gota d'agua para o mais novo, que a olhou de cima a baixo e quando ela voltou a encará-lo ele a prensou na parede do box sem avisar, colocando um braço de cada lado do seu rosto.

Ele ligou o chuveiro ainda naquela posição e com os olhos fixos no dela, assim a água caiu sobre suas cabeças e as gotas desceram sobre seus rostos.

- Desde quando você ficou tão provocativo? 

- Desde o primeiro momento em que nossos lábios se encostaram e eu fui correspondido. - Seus olhos queimaram nos lábios dela e a mais velha os juntou num beijo fortemente intenso e agora os corpos se chocaram, já completamente molhados. Os dois gemeram pelo contato tão fodidamente gostoso e excitante. Novamente suas línguas se chocavam uma contra a outra e ambas as bocas eram exploradas um pelo outro, cada cantinho. Um beijo cheio de mordidas sensuais e impuras. - Se você não quiser que eu faça coisas impróprias com você aqui nesse banheiro, é melhor a gente parar por aqui. - Ele disse entre beijos.

- Não..e-eu quero. Beomgyu.. - Ela chamou sua atenção e ele a encarou. - Sou toda sua essa noite. - ela tomou impulso e novamente ele a pegou no colo, agora ela entrelaçou as pernas em sua cintura e ele fez com que suas costas se chocassem contra a parede gélida atacando seus lábios já vermelhos de tanto maltratados. 

- Você vai ter que gemer baixo tá meu amor? - Sem aviso ele a penetrou de surpresa com tudo, fazendo com que seu membro se encaixasse perfeitamente dentro dela.

- AAAAAH meu Deus Beomgyu c-como você faz isso querendo que eu gema baixo? A-aawww 

- AAaaahh.. tão apertada - Ele a estocava com ela em seu colo rápido e fundo. - Eu te penetrei de surpresa..porque não iria aguentar preliminares. - Ambos estavam ofegantes e aumentando o barulho que seus corpos provocavam

- Na verdade..e-eu também não. - Ele a colocou no chão e a colocou de costas para ele, prensada no vidro do box. Entrelaçou suas mãos nas dela e continuou a estocá-la.

Os dois gozaram fortemente sobre o chão do banheiro e o líquido escorreu por suas pernas. S/n teve seu corpo segurado por Beomgyu e ele carinhosamente a colocou sentada com a água ainda escorrendo sobre seus corpos. Eles sorriram um para o outro é S/n fechou os olhos deixando Beomgyu dar um banho de verdade em si, ensaboando e enxaguando seu corpo.

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Ele a pegou no colo e a colocou na cama, logo depois indo até o armário da garota e pegando uma camisa que ela tinha roubado de si e jogado jogou para ela.

- Eu amo quando você veste minha camisa.

- Aé? Vou roubar outras então. - Ela sorriu e se vestiu. - Ele sorriu e foi em direção à porta. - Érr.. Beomgyu... você.. não vai dormir aqui? - Ele sorriu bobo.

- Eu vou me trocar, mas volto. - Ele saiu e foi até o seu quarto, se vestiu apenas com uma box e uma calça de moletom, saiu e trancou a porta. Seus país saíam cedo para o trabalho e nunca entravam nos quartos para acordá-los, então não desconfiaria de nada. Ele voltou para o quarto da garota, entrou e trancou a porta.

- Hmmmm...sexy kkkkk - Ele sorriu bobo de novo e engatinhou até ela, deitando ela de costas para ele e a puxando para si. Qualquer um diria que ele era o mais velho ali, ele desligou o abajur e deixou a luz da lua brilhante iluminar o quarto.

- Boa noite minha rainha.

- Boa noite meu príncipe. - Ela beijou a mão dele e ele beijou seus cabelos, os acariciando até que ela pegasse no sono...mas claro, ele não conseguiria dormir depois de uma noite como essa, iria ficar sorrindo para ela e para o teto a noite toda, nem parecia aquele garoto que estava na aborrecência segundo sua "irmã" mais cedo.



❣THE END❣


Notas Finais


Foi isso, espero que tenham gostado 🤗
Bjs, até o próximo (Soobin).


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