História About The Truth - Capítulo 7


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Categorias Carolina Kopelioff, Karol Sevilla, Michael Ronda, Ruggero Pasquarelli, Sou Luna, Valentina Zenere
Personagens Alfredo, Ámbar Benson, Luna Valente, Matteo Balsano, Miguel, Monica, Nina, Simón
Tags Luna Valente, Lutteo, Sol Benson
Visualizações 54
Palavras 1.045
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Spoilers, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Holisss, eu disse que não demoraria muito pra voltar com mais um bônus e aqui estou!! yayyy..

Só posso dizer que esse bônus também foi uma das coisas que me pediram.. enfim, espero que gostem :)

O último bônus já tá prontinho e eu vou postar logo logo.

Enjoy it :)

Xoxo

Miih

Capítulo 7 - Bônus parte 2


Fanfic / Fanfiction About The Truth - Capítulo 7 - Bônus parte 2

"I'm gonna give all my secrets away this time don't need another perfect lie don't care if critics never jumped in line I'm gonna give all my secrets away" - Secrets - One Republic.

 

Luna's POV - Buenos Aires, Argentina:


Enquanto olhava um álbum com fotos de minha família em meu quarto, me deparei com uma em que estavam Sharon, Lili e Bernie; Sharon não tinha seu olhar direcionado para a câmera e sim para Bernie, ela o olhava com um misto de ternura e paixão e de repente, me veio um flash da conversa em que tivera com vovô e meus pais sobre a herança, onde ele citou que Sharon havia mudado seu sobrenome e por um breve momento diversas teorias se passaram por minha cabeça, então, movida pela vontade de juntar as peças restantes desse quebra-cabeça junto da imensa curiosidade, saí do quarto com o álbum em mãos e rodei por toda a casa atrás de vovô, achando-o por fim no jardim. Caminhei até ele e já próxima o suficiente pigarreei com a garganta chamando sua atenção que abriu uma linda expressão sorridente ao me ver.

- Luna minha neta! - saudou animado.
- Oi vovô! - abri um pequeno sorriso. - posso me sentar? - apontei pra cadeira ao seu lado.
- Mas é claro que sim minha querida, sente-se! -convidou. Sentei ao seu lado e pus o álbum em cima da mesa fazendo-o me olhar curioso.
- Vovô, tá vendo essa foto da Sharon com meus pais? - apontei.
- Sim querida, o que tem? - questionou confuso.
- Repara no jeito que a Sharon olha pro meu pai. - pedi. Ele olhou e balançou a cabeça como se tivesse entendido onde eu queria chegar.
- Ah minha querida. Acho que nunca te contei, mas a Sharon sempre fora apaixonada por seu pai, ela sempre sentira inveja por ele estar com a Lili e desejava que fosse ela em seu lugar. - contou e nesse momento tive a confirmação do que pensei.
- Foi por isso que ela mudou o sobrenome pra Benson depois que ele morreu né?! - perguntei em tom de afirmação.
- Sim minha neta. Ela estava tão obcecada por seu pai que queria tudo que fosse dele e trocando o sobrenome juntando ao fato de que a única herdeira de tudo, no caso você, supostamente havia morrido no incêndio ela sabia que teria direito a fortuna e a mansão. - continuou.
- Vovô, foi a Sharon que incendiou a mansão quando eu era pequena ? Eu me lembro vagamente de ter sonhado há alguns meses atrás com um incêndio aqui na mansão; eu só via fogo e sabia que era na mansão por causa da decoração, mas tudo que me recordo é de no meio da noite ter ido parar em um canto da sala e a Sharon me viu e começou a me questionar sobre o que eu fazia ali, ela parecia nervosa quando contei que tinha sonhado com um incêndio, só que na época eu achei que fosse por causa do incêndio no roller, que fosse algum tipo de trauma que tinha ficado sabe? E a Sharon também tentou me fazer acreditar que era por isso e quando concordei ela pareceu mais aliviada. - relatei.
- Nunca tinha parado pra pensar nisso minha neta, mas faz sentido com você me contando essas coisas. Tudo o que se sabe sobre o incêndio é que supostamente foi um acidente, mas conhecendo a filha que tenho não duvido que ela tenha sido a causadora, ela estava cega pelo seu pai querida, seria capaz de qualquer coisa pra ficar com ele, mesmo que isso significasse tirar a própria irmã do caminho. - balançou a cabeça negativamente.
- Mas acabou que o fogo atingiu os dois.. - concluí.
- Exato! - suspirou. Me preparei pra falar mais algo, mas fui interrompida por um barulho de choro atrás de nós. Nos levantamos e viramos pra trás vendo que era Âmbar quem chorava. Senti um aperto no peito de vê-la daquele jeito.

Andei até ela e a puxei para um abraço ao qual vovô se juntou logo em seguida. Entendia sua dor e decepção de saber que a mulher que a criara havia chegado tão longe e matado a própria irmã por uma obsessão, um amor não correspondido e apesar de saber que uma hora ou outra ela descobriria, ainda assim me doía.
Separamos o abraço; sequei com as pontas dos dedos as lágrimas de minha prima vendo a decepção e mágoa em seus olhos.
- Não acredito que a Sharon fez isso, eu fui criada por um monstro, uma mulher totalmente fria e sem coração. - falou com a voz falha e carregada de dor.
- Querida, pode não acreditar mas sua madrinha já foi uma boa pessoa um dia, ela já foi alguém que gostava de sair, se divertir, escutar música, dançar, mas se fechou muito depois da morte da mãe, minha ausência e o incêndio só pioraram tudo e a tornaram quem ela é hoje. Errei tanto, deveria ter estado mais perto dela, ter sido o pai que ela precisava. - abaixou a cabeça.
- Não fica assim vovô, a culpa não é sua. Foi uma junção de coisas que sucederam como você mesmo disse. - consolei abraçando-o de lado.
- Minha prima tem razão vô, você tentou dar seu melhor pra Sharon, criou ela como achou que era certo e não tem culpa nenhuma das maldades que ela fez! Só é difícil aceitar e entender que ela destruiu a vida de pessoas inocentes e quase matou a própria Luna, e, mais difícil ainda imaginar ela sendo essa pessoa boa que você falou. Em todos esses anos que vivi com ela jamais a vi dar um sorriso sequer e ela sempre reclamava quando eu falava sobre patinação ou escutava outro tipo de música que não fosse a clássica. - falou âmbar acariciando os cabelos de vovô.

- Que sorte eu tenho de ter duas meninas lindas como neta, minhas preciosidades! eu amo vocês demais queridas. Obrigada por me fazerem sentir melhor. - levantou a cabeça e nos abraçou emocionado.
- Te amamos vovô! Conta com a gente pra tudo que precisar. - sorrimos e nos apertamos em seus braços.


Notas Finais


Não é um bônus muuito longo, mas ta aí.. espero que tenham gostado e entre hoje ou amanhã eu devo voltar com o último bônus.

Leiam minhas outras fics:

https://www.spiritfanfiction.com/historia/strong-13004064 - one / categoria: Soy Luna

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Xoxo

Miih


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