História Abroba.com - Capítulo 2


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Abrobacom, Amigos, Azedo, Comedia, Crack!fic, Memes
Visualizações 38
Palavras 1.772
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Famí­lia, Ficção, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


BOA TARDE GENTEEEEE
Obrigada pelos 6 favoritos e os 3 comentários KSKJSKJD <3333
O capítulo eu ia postar ontem, porém, mas, todavia... eu reescrevi a última parte :v
Ficou bom, eu acho. O próximo cap. quem sabe demore um pouco ;- Mas vou tentar terminar ele logo ;w;

Boa leitura! <333

Capítulo 2 - Prima.com


Fanfic / Fanfiction Abroba.com - Capítulo 2 - Prima.com

acesse: abroba.com/prima

capítulo um

escrita por gabseyo

 

Não podia deixar de sentir-se orgulhoso de si mesmo, havia conseguido grandes coisas para sua vida, morava em um hotel luxuoso em um bairro de gente fina e rica, vestia só ternos italianos para estar na moda, e comia muito cavia — claro que postava foto todo dia do que comia no instagram. Sentou-se em seu sofá de couro negro, enquanto bebia suco de uva vindo da Espanha e escutava Zico, um grande cantor e compositor que o rapaz admirava.

 

Escutou a campainha tocar, estranhando aquela hora da manhã alguém vir em sua casa, dando de ombros abriu a porta.

 

— O que tu tá fazendo aqui? — perguntou, arqueando as sobrancelhas.

 

— Bom dia pra tu também, primo. Como esteve? Eu estive bem também. Agora me dá licença.

 

A moça passou por si, sumindo de suas vistas logo depois. Correu atrás dela, parando na porta da lavanderia, onde ficava os produtos químicos de limpeza.

 

— Que caralho tu tá fazendo aqui?

 

— Não fala palavrão, porra!

 

Ignorou a frase dela.

 

— Não me lembro de ter convidado pra vir aqui em casa.

 

A garota baixinha olhou-o indignada.

 

— Eu sou tua prima! Venho a hora que eu quiser.

 

— Mas poderia ter avisado!

 

— Não se avisa quando vem ser empregada, porque vida de escritora não é nada fácil. Se tu acha que é fácil ficar batendo nas pessoas obrigando a ler teus livros na rua, é fácil não, meu filho. — resmungou, enquanto olhava os produtos de limpeza.

 

— Empregada? Aqui? Foi a minha mãe que te mandou para me vigiar?

 

— Sim, sim e não. Tua mãe tá viajando lembra? Ela postou no instaragram.

 

— Instagram — corrigiu.

 

— Isso!

 

Não pode deixar de rir da prima caipira, que viveu longos anos da sua vida no anterior e ainda ter dislexia com letras, mesmo que escrevesse muito bem. Acreditando ser verdade o  que ela dizia, voltou ao seus afazeres da manhã. Terminou seu suco de uva importado da Espanha, tirou foto da omelete de ovo com várias saladas em seu instagram e escutou Zico pela manhã.

 

No almoço saiu de casa, como sempre fazia, visitava diferentes restaurantes na cidade de Baconseyo, que depois dava sua critica em seu site. Pensar em o que lhe deixou rico foi uma simples crítica sobre um sundae de baunilha com chocolate, em menos de 800 palavras e ainda sem muita coisa que chamasse a atenção de um público.

 

Porém, sempre foi observador e isso fazia com que desse uma opinião a cada assunto, jeito e escolhas.

 

Quando voltou ao seu apartamento não encontrou sua prima, apenas o local brilhando e um livro em cima da mesa de estar — com o autógrafo e um coraçãozinho. Abriu seu notebook e sentou-se sobre o sofá, visualizando os últimos e-mails recebidos e notando um em especial.

 

[Great Beans Friend]

Olá, Kim Azedo! Somos do programa GBF, e queremos lhe chamar para fazer participação nele. Será em cinco episódios, convidamos outros donos de sites para participar conosco. E aí, cê topa? ;)

 

Havia junto um link com mais instruções, o que deixou para ler mais tarde. Nunca havia sido convidado para participar de um programa de TV, apenas para fazer vídeos com youtubers ou entrevistas para jornais e revistas. Seria uma grande chance para si! Com calma respondeu o e-mail aceitando o convite e agradecendo.

***

O resto da semana seguiu calma, sem sua prima-louca-por-velhas-e-gatos por seu apartamento, o que agradeceu muito. Na sexta-feira saiu cedo de casa, visitando algumas lojas de roupas — para levar na viagem até Pizzahyan onde seria gravado o programa — e restaurantes. Chegou em casa perto das quatro da tarde.

 

Estranhou a porta estar aberta, imaginou ter esquecido quando saiu pela manhã. Foi até seu quarto guardar as bolsas e tomar um banho para relaxar, não costumava ficar horas caminhando. Vintes minutos depois saiu do banho, trocando de roupa e enquanto secava os cabelos, escutou alguns gritos. Saiu do quarto seguindo toda fuzarca, chegando na cozinha encontrando sua prima e seu amigo de infância.

 

— Calem a boca! — mandou, tomando a atenção dos dois.

 

— ‘Coé man.

 

— Eu não quebrei nada, eu juro.

 

— O que tá acontecendo aqui? Pra que essa gritaria?

 

— Eu explico! Então, tipo, eu vim aqui fazer aquela faxina dez barra dez na tua casa de rico, e tipo, do nada apareceu esse cara aqui na tua cozinha. Pensei então: eita! É um ladrão. Mas daí, ele começou a gritar comigo por não ter leite pra... um tal de Cotoco, sei lá!

 

Azedo suspirou, toda sua paz da sexta-feira tinha ido embora.

 

— O que faz aqui, Hélio?

 

— Então, eu e o Cotoco fomos expulsos do nosso apartamento. E como eu sei que você é um camarada legal vai ajudar esse amigo aqui, hehe — respondeu, colocando a mão sobre o peito e sorrindo.

 

— Certo, pode ficar.

 

— Valeu!

 

Helio abraçou o amigo de lado, sendo empurrado instantes segundos. Pulando de alegria foi até a sala buscar suas malas e seu cachorro. Realmente, sua sexta-feira estava arruinada, todos os doramas acumulados e lives do Twice haviam indo embora junto a sua paz. Tirou a toalha da cabeça, vendo o olhar assustado dos dois amigos.

 

— O que foi? — questionou.

 

Sua prima engoliu em seco, enquanto Hélio começava a rir.

 

— Vamos dizer que... Você está meio oxigenado! Melhor, totalmenteeee!

 

Correu até o banheiro olhando-se no espelho. Assustado, pegou algumas mechas do cabelo, antes castanho escuro, e agora loiro. Entrou dentro do box do chuveiro, pegando o shampoo tentando encontrar algo de errado. Lendo em letras miúdas escrito "água oxigenada".

 

Voltou até a cozinha aonde estavam os dois suspeitos de terem feito aquilo ao seu maravilhoso cabelo.

 

— Quem foi? — exigiu, falando entre dentes.

 

— DESCULPA, NÃO FOI POR QUERER! — respondeu, Danbi, jogando-se sobre a mesa e chorando.

 

— Nem água oxigenada eu tenho em casa! Como veio parar isso aqui?

 

A garota se recompôs, limpando as lágrimas falsas.

 

— Então, minha vizinha pediu pra mim comprar pra ela água oxigenada. Aproveitei a deixa de ir até o mercado pra comprar algumas coisas pra tu que estava faltando. Devo ter trocado os produtos na hora de organizar — sorriu sem graça.

 

— Tem que ser mais atenta no que está fazendo, Danbi — repreendeu, olhando bravo para a garota.

 

— Tava tocando Ringa Linga, quando começa a tocar a minha música eu não me seguro — se defendeu, levantando as mãos.

 

Azedo abriu um sorriso estranho ao tentar imaginar a prima dançando.

 

— Vocês realmente têm o mesmo sangue? — perguntou Hélio, enquanto bebia leite junto com seu cachorro.

 

O dono da casa se virou para o amigo abrindo a boca para responder, sem antes ficar apavorado com o que Hélio fazia com a sua bela xícara.

 

—  Eu não acredito nisso! Você pegou a minha xícara para beber leite e ainda dar pra esse cachorro?!

 

— É só uma xícara — respondeu, erguendo as sobrancelhas.

 

O protagonista se mostrava furioso.

 

— Claro que não! É DA MOMO! MINHA NAMORADA, MINHA DEUSA E A MINHA VIDA. A RAZÃO DO MEU VIVER!

 

— Nossa, primo, começa a namorar e nem me conta — murmurou Danbi colocando a mão no peito, indignada.

 

Mo quem? — pediu Hélio, não sabendo quem era essa garota.

 

Azedo suspirou, realmente, sua sexta-feira estava arruinada com os dois amigos ali para estragar, e claro de brinde com o Cotoco. Só esperava que nenhuma xícara fosse quebrada, seu cabelo voltasse ao normal e que nenhum amigo lembra-se onde morava.

***

Ao sábado de manhã foi até uma cabeleireira conhecida da sua prima, o rapaz não chegaria duvidar se ela conhecesse quase toda Coreia e principalmente, os velhos. Depois de todo um tratamento e coloração seu cabelo voltou ao normal. O salão de beleza ficava em um bairro desconhecido por si, a movimentação dos carros era mais lenta do que estava acostumado no centro — onde se localiza sua casa.

 

— Certo! Agora vou para casa e a tarde visitar as velhas do clube de leitura, tchau primo — falou abanando com a mão e caminhando em uma direção contrária a sua.

 

— Ei, volta aqui! — mandou, correndo atrás dela. — Como tu pode me deixar sozinho, sendo que, eu nem sei exatamente onde estou?

 

— É sério isso?

 

— Se eu soubesse já teria ligado para um táxi me buscar!

 

— Ah, verdade — murmurou, coçou a cabeça e procurou algo pela rua. — G-Dragon do céu! Qual nome dessa rua mesmo?

 

O rapaz suspirou, mantendo a calma quase nula de si mesmo.

 

— Rua Maria José? Não... Acho que é rua vinte e cinco de agosto...

 

— Você quis dizer de julho né? — corrigiu.

 

— Eu disse julho!

 

— Não, você disse agosto.

 

— Você tá duvidando de mim?

 

— Não estou duvidando, estou afirmando que você falou em alto e bom som "agosto".

 

Danbi revirou os olhos.

 

— Tá, tá! Entendi, eu hein...

 

— Só ligue para algum taxista.

 

— Ih, não dá — falou, sorrindo sem graça.

 

— Por que?

 

— Porque meu celular não tem créditos.

 

Azedo pegou o aparelho telefônico e estendeu até as mãos da prima, que discou algo e colocou sobre a orelha. Ela falou com alguém por alguns minutos pedindo um favor, agradecendo a pessoa e falando um "até logo".

 

Não sabia como aquela garota podia falar tanto, e de vários assuntos, parecia não ter fim. Chegou a contar da primeira vez que andou de bicicleta; quando pintou o cabelo de vermelho; da queda que tinha por aquele ator americano e como odiava de todas as formas possíveis matemática.

 

— Ah, ela chegou! — falou, pegando na mão do primo e começando a andar.

 

— Ela? Quem?

 

— A sua carona, não vou ir junto mas ela te leva até em casa.

 

— Uma desconhecida vai me levar até em casa?

 

— Sim! — respondeu, sorrindo parando na frente de um carro porsche.

 

Uma garota de cabelos lisos morenos encontrava-se dentro dele, com um óculos escuro e parecia não querer estar ali. Danbi bateu no vidro do motorista, tendo a atenção da outra, que abaixou o vidro.

 

— É esse o cara? — questionou, sua prima assentiu com a cabeça. — Beleza, entra aí. Tá me devendo uma, Dan.

 

— Não posso pagar ela com um livro?

 

— Se não for o seu, sim.

 

— Nossa...

 

Fez a volta no carro, entrando na porta do passageiro e se sentando largado. Passou a língua pelos lábios, esperando as duas garotas parar de conversar para ele ir embora. Nunca se sentiu tão idiota em ter vindo com a prima de táxi até ali, em vez de ir com o seu carro.

 

Quinze minutos passados, as duas se despediram — a pedido dele, é claro. A desconhecida dirigia em silêncio, não iniciou nenhuma conversa somente ligou o rádio.

 

— O meu nome é Kim Azedo.

 

— Legal. O meu é Im Baeyoung.

 

O rapaz franziu a testa, já tinha ouvido aquele nome em algum lugar e algo o fez pensar que não seria nada bem para si.


Notas Finais


Curtiram? KSKJDJKDJD
Foi só uma mera apresentação de alguns personagens, por isso ficou curto ;w;

Cotoco>>>>>>>>>>>>>>>>>

Até logo! <3


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