História Absoluto - Capítulo 6


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Hopev, Menção!2seok, Mencao!hopejin, Seoktae, Taehope, Taeseok, Vhope
Visualizações 145
Palavras 3.012
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 6 - Abandonado


Fanfic / Fanfiction Absoluto - Capítulo 6 - Abandonado

HoSeok não soube o que dizer, seu coração estava aos pulos dentro do peito e aquela sensação agoniante de sentir o estômago revirar lhe tomava intensamente, a vontade de colocar o que havia comido para fora lhe trouxe uma queimação estranha pela traqueia, ele sentia que suas pernas não obedeceriam caso ele precisasse dela. Isso não passava nem perto do que ele não conseguiria expressar, o que se poderia descrever. Naquele momento sua maior vontade era de fugir daquilo. Mesmo que ele não fosse covarde, por mais que achasse que nada se resolvia sem conversa ele queria não precisar estar ali.

Taehyung estava a sua frente, com um olhar esperançoso demais para o gosto de alguém tão confuso quanto HoSeok, com seus lábios entreabertos, a língua passando nervosa por aquela parcela de pele ressecada, esperando por algo que viesse daquele hyung. Seu maior desejo era poder provar do beijo quente de novo, de poder se enroscar com aquele homem maravilhoso naquele sofá e terminar o que começou. O quanto seria intenso senti-lo um pouco mais, como seria maravilhoso provar a ele o quanto ele o amava. Aquele sentimento não era superficial, ele não era mais um menino confuso e inocente.

O Jung estava perdido. Pensava que aquele menino estava confuso e nada passava disso. Que era uma paixão boba que terminaria assim que ele conseguisse ir para cama com ele. Mas vê-lo lhe fitando seriamente, como se pudesse enxergar a sua alma, lhe causava mais conflitos do que os que ele já tinha dentro de si. Ele parecia tão real, tão intenso. Seu coração estava tão acelerado que – naquele silêncio – ele pode ouvi-lo sem precisar de muito mais do que aquela proximidade. Paixões causavam aquilo? Era apenas uma brisa de verão? Porque doeria tanto se não fosse real?

O ruivo queria mentir para si mesmo, preferia dizer que não estava sentindo o que sentia, que não olhava para aquele menino como olhava naqueles últimos meses. Se ele pudesse negar para quem quer que fosse que começou a namorar Kim SeokJin no momento em que percebeu que TaeHyung era mais bonito do que o normal, ele negaria. Mas o que fazer diante da imagem daquele menino sorrindo para si? Ele não conseguia mais deixar de olhá-lo com os olhos do homem que sentia suas terminações nervosas se alertarem a cada mínimo toque seu.

Por isso ele correspondeu o Kim. Ele também estava apaixonado.

Mas diferente do mais novo que nada temia e que estava disposto a lutar contra o mundo e contra si mesmo, HoSeok tinha medo. Aquilo não era ser covarde, mas sim se resguardar. Ele não queria se enganar, entregar-se a uma paixão e depois ser ludibriado. Ele não aguentaria ser tratado com indiferença, ser deixado para trás ou trocado por alguém mais novo. Era compreensivo a sua dúvida e ele refreava a si mesmo diante disso. Se Kim TaeHyung queria uma aventura, não seria com ele que ele teria. Isso ele podia garantir.

E com o coração na mão o Jung o afastou.

– Meu coração não é brinquedo. – o Jung se levantou. Taehyung sentiu aquele baque. Seus sentimentos não eram de mentira. – Você deve estar confuso, é isso. Você pode achar que está apaixonado por mim, por eu ser mais velho, por lhe tratar bem, por lhe passar segurança e afeto e por ser um homem que você ache bonito ou nutra desejo. Mas isso não é real Tae. Não é! Você vai acabar se enganando, me enganando. Iludindo a mim e a você. Isso vai apenas nos machucar e destruir o pouco que ainda temos um com o outro.

Taehyung não estava aguentando ouvir isso, como seu hyung podia dizer aquilo com ele? Ele queria chorar e não se limitou, deixou as lágrimas escorrerem por seus olhos. Seus lábios tremiam e seu coração estava vacilante, seu anseio era de sair dali, mas ele não podia deixar que seu hyung continuasse pensando o que pensava. Ele não era assim. Podia ser novo, ter seus dezoito anos ainda, mas não era tão fútil quanto seu hyung estava pintando. Porque era difícil acreditar em si? Que mal faria ao menos lhe dar a chance de provar que seu sentimento era real?

– Não acredito que estou ouvindo isso. – o mais novo se levantou, tentava enxugar as lágrimas, mas elas teimavam em continuar descendo por seus olhos. – Eu te amo, sei que isso pode ser paixão agora. Eu acho que você entende que todo amor começa com uma paixão, não é? – o Kim tentou se aproximar, mas o Jung não deixou. Não tinha forças. – O que eu sinto é real, eu sei, vou repetir, que pode parecer superficial, mas não é. Eu não sou dos que se apaixona fácil, eu não quero e nem consigo sentir a mesma coisa que sinto por você por mais ninguém. Acredita nas minhas palavras, hyung.

– São apenas palavras, TaeHyung, apenas palavras. – o mais velho caminhava inquieto pela sala, passando a mão pelos fios vermelhos de forma descontrolada. – Você vai me agradecer depois que isso tudo acabar, depois que esse sentimento que você acha que é real sumir de sua mente, do seu coração. É uma ilusão, Kim TaeHyung. Nada disso é real.

– Para com isso! – o mais novo gritou assustando o Jung. – Se você não quer acreditar em mim, tem medo de se entregar a isso que eu sinto ou não pode corresponder, seja sincero. Não venha criar mentirar, não vinha impor desculpas para cima de mim. Se não me ama, se não quer sentir mais do que esse sentimento paternal por mim fala. Não cria barreiras que não são reais, eu não mereço isso.

O Kim respirou fundo, não queria ser grosseiro, amava aquele homem e fazer com que ele entendesse isso era o seu desafio. Ele não podia dar-se por vencido, mas estava magoado. Seu coração foi atingido pela sensação ruim de ser posto a dúvida. Queria deitar-se naquele chão e chorar, porque achava que nem sua cama ele merecia. HoSeok havia ido longe.

– Não se iluda mais do que já está o fazendo, Kim Taehyung. Você não pode brincar com os nossos sentimentos, porque eu sei que os meus também estão na reta. Não é fácil dizer que gosta de uma pessoa só para mais a diante deixá-la sozinha. Eu não quero passar por isso. – o Jung estava irredutível, o mais novo sabia que aquela era uma batalha que ele não conseguiria vencer de ato. Por isso decidiu calar-se. Engoliria aquela dor por enquanto. Sentia que o outro não estava errado em sentir medo, mas aquele não era o caminho.

Ele não podia continuar tendo medo de arriscar para sempre.

– Eu não estou me iludindo e lhe iludindo, hyung. Eu te quero de verdade. – o Kim enxugava as lágrimas, tentando passar a seriedade que tinha de passar. – Eu sou verdadeiro quanto aos meus sentimentos e pode parecer que não, mas eu não sou mais uma criança. Eu sou um homem que sente de verdade, que não brinca de amar. Eu não tenho porque encarar a nossa relação como uma aventura para um adolescente. Se fosse assim eu não estaria aqui com você. Eu estaria em uma festa com o pessoal da minha idade, bebendo, fumando ou pegando qualquer cara ou mulher que passasse na minha frente. Mas eu não sou assim, eu demonstro ser responsável por você. Se fosse por isso eu não cuidaria dos seus filhos como se eles fossem meus. Eu não tenho idade para ser pai do Jimin ou do JungKook, mas eu os vejo como filhos, são mais do que amigos. Eu me dedico a eles porque eu os amo, eu também amo você. É a família que eu quero para mim. Quero estar ao lado dos três sendo mais do que um amigo que vem aqui quando pode.

HoSeok sabia daquela realidade. Ele não seria tolo ao negar tudo isso, dizer que não via que o mais novo estava se doendo em prol da sua família. Aquele era um dos motivos que o fazia gostar tanto daquele menino. TaeHyung parecia um homem ao cuidar de seus filhos, ao lhe dar atenção e conselhos de vez enquanto. Mas aquela conversa estava se estendo demais e ele não tinha mais pulso para continuar com aquilo. Não queria dizer aquilo, mas precisava. O olhar de TaeHyung sobre si naquele momento pesaria em sua mente por dias, uma hora ele teria de esquecer.

– Vai embora. – pediu. – Sai da minha casa. Por enquanto eu acredito que nem você e eu estamos prontos para estar no mesmo ambiente. Entende que isso não é certo e que tudo o que você sente não passa de ilusão. Se afasta de mim e coloca a cabeça no lugar. Eu não sou um homem que tem tempo para brincadeiras.

Taehyung nada disse, engolir sua dor era a única coisa que podia fazer. Continuar com aquela conversa estava lhe machucando demais. Por isso ele se dignou a ir embora, não se importando o que deixou para trás.


 

[…]


 

– É tarde TaeTae hyung, o que foi que aconteceu? – JungKook conferiu o relógio, não passavam das duas da manhã de uma segunda feira, era para ele voltar para casa, mas seu pai disse que ele podia ficar mais um pouco e faltar aula naquele dia. O mais estranho não era nem aquilo, mas sim o fato de seu hyung ligar para ela à aquela hora. Ele sabia que o Kim não tinha problemas de insônia e era um dos que detestava perturbar os outros em altas horas. Algo de muito errado estava acontecendo. – Você está bem?

– Ele não acredita em mim, Kook. Ele acha que eu estou brincando de amar, que sou uma criança ainda que não sabia o que realmente é amor. – o Jung não estava entendendo do que o amigo estava falando. Ele? Quem era esse ele? Desde quando TaeHyung estava apaixonado por alguém? Ele nunca demonstrou gostar de nenhuma pessoa que convivia com eles. Na realidade o Kim parecia fechado para o mundo. – Está doendo tanto Kook-ah, porque tinha de ser assim? Porque ele negou isso a mim? Custava acreditar? Então porque ele correspondeu? Porque deixou que eu provasse daquela boca, me deu o céu e depois me jogou no inferno.

– De quem você está falando TaeTae hyung? – o mais novo se sentou na cama, ligou o pequeno abaju e pensou que o outro poderia estar bêbado ou sofrendo demais. Optou por acreditar na segunda opção. TaeHyung não bebia. – Quem é essa pessoa? – perguntou de novo. – Você não parece gostar dos caras da nossa idade, não dá atenção a nenhum deles, de quem mesmo você está falando, hyung? – o Kim começou a chorar e o Jung sentiu seu coração se quebrantar. Nunca havia visto o Kim daquele jeito. Estava quase entrando em desespero por causa disso.

– O hyung, Kook. HoSeok hyung, seu pai. – TaeHyung não possuía filtros naquele momento. Não queria que o mais novo soubesse daquilo, mas não estava mais aguentando esconder tudo aquilo dentro de si. – Ele deixou que eu beijasse, ele deixou que eu provasse dele, que dissesse o que eu sentia através de gestos. Mas depois de tudo ele não acreditou que eu o amo. Ele não entendeu que o que eu sinto não é brincadeira. Porque ele fez isso comigo? Porque chamou o meu amor de superficial? Eu não sou criança Kook. Eu não sou não. Eu amo de verdade. Eu juro.

JungKook não sabia como reagir a tudo aquilo que estava ouvindo. Foi um baque para ele saber que seu hyung havia beijado seu pai, que o mais velho havia correspondido e depois agido daquela forma. Já que JungKook era ciente da paixão que ele Taehyung sentia pelo seu pai, era mais do que visível e ele não era dos que se ludibriava facilmente. Saber que o mais novo estava caidinho pelo ruivinho de covinhas adorável não era difícil. Ele pensava que só o pai dele não percebia mesmo ou se percebia não estava tão a fim assim. Mas agora aquela noticia lhe deixou confuso também. Seu pai estava duvidando de TaeHyung? Mas porque? Qual a necessidade de se sentir assim?

– Ele te beijou? – perguntou a primeira coisa que queria compreender. O Kim soluçou, o choro era quase impossível de controlar. Ele estava se quebrando por dentro aos poucos.

– Eu o beijei. Sem querer ele me viu sem roupa. – um “o que?” saiu alto demais para que o Kim entendesse que precisava explicar aquilo. – Eu estava saindo do banheiro do quarto dele quando ele estava entrando. Você sabe que eu não sou de me vestir no banheiro… – o moreno sussurrou um “sim”, claro que ele sabia. – Então quando a gente se encontrou eu percebi que ele me olhava demais, de uma forma que transpirava desejo. Eu via no olhar dele que ele me queria. Eu não podia dar para trás, então eu o beijei e ele correspondeu. Mas depois disso tudo mudou, ele fez de conta que não eramos nem conhecido e começou a limpar a casa feito louco. – a voz do Kim saia embaralhada, rápida, ele tinha urgência de dizer o que havia acontecido antes que se afogasse nessa dor. – Depois ele me chamou para conversar. E disse que não acreditava em mim.

O Jung mais novo ficou em silêncio. Seu pai não acreditava? Ele quis rir diante da situação, isso por perceber coisas que provavelmente TaeHyung não tinha notado. E se tinha, sentia que eram elas que estavam lhe machucando agora. Mas o que podia fazer para ajudar duas pessoas teimosas como ele e seu pai? Sabia que o mais velho não acreditaria, tanto porque Taehyung era bem novo, bonito, podia ter qualquer um ou uma de sua escola, de seu ciclo social ou de onde quer que fosse. Era estranho mesmo ele, do nada, se interessar por um homem doze anos mais velho e querer cuidar da família dele mesmo sendo tão novo.

– Você deve dar um crédito a ele. – o mais novo defendeu seu pai. – Se fosse com você seria estranho, não acharia? Não pensaria que era areia demais para o seu caminhãozinho? Ele está com medo de se iludir e isso é normal, se fosse comigo faria a mesma coisa. Não pode ficar culpando ele, a você ou ficar chorando assim como se o mundo estivesse se acabando, hyung. O receio vindo de pessoas mais velhas que tem uma família para cuidar é bem real, tente entender.

Taehyung soluçava, o peito apertando e aquela dor lhe causando todas as piores sensações que poderiam ser sentidas. Ele nem ao menos estava percebendo que JungKook não achou ruim o fato dele e de seu pai terem se beijado ou estarem em conflito um para com o outro. Ele queria ajudar os dois, os achava um belo casal que não podia perder tempo se quebrando assim por causa se dúvidas, mas se seu pai estava com aquele pensamento, não seria ele a ir contra isso de ato. Tinha de avaliar a situação junto de seu pai.

– O que eu faço, Kook? O que eu faço? Ele não me quer? Ele não acredita em mim, eu o amo tanto, tanto, tanto que chega a doer. Porque ele não pode acreditar em mim? Me amar de volta? O que foi que eu fiz para parecer que sou um puto, um irresponsável? – TaeHyung não estava pondo ordem em suas palavras e sentimentos, aquilo queimava como o inferno e ele queria se livrar da dor. Desabafar era um dos meio de deixá-la mais leve, ele sabia, mas nem de longe a findaria de qualquer forma.

– Conquiste-o, hyung. Conquiste-o! Mostre a ele o que sente, diga que não é brincadeira. Você já faz muito por mim e pelo Jimin, ele vê isso. Não abra mão de quem ama assim tão fácil. Pode ser que o medo dele seja maior do que a vontade de ser amado, mas não se deixe levar por isso, já chegou aqui, hyung. Teve coragem de fazer o que fez, não dê para trás justo agora. Meu pai está magoado, ele sofreu muito ainda mais depois daquele Kim SeokJin, não seja como ele, não vá embora na primeira. Mostre que precisa e estará ao lado dele em qualquer momento, prove seu amor.

TaeHyung chorava alto, sentindo tudo aos poucos se destruir. Ele não queria agir daquela forma, não queria demonstrar assim a sua dor, mas estava machucando demais. Ele não era um menino, ele era um homem, ele amava mais do que tudo e queria aquele retorno. Ele estava lá pelo Jung, disposto a tudo por ele, não tinha porque duvidar disso. Mas se ele pudesse arrancar esse sentimento do seu peito, ele o faria. Nem que fosse a força, nem que tivesse de chorar e sofrer o triplo. Mas não conseguiria assim. Ele amava Jung HoSeok verdadeiramente.

– Eu… eu… não sei o que fazer. – o Kim balbuciou, olhou as horas pelo relógio de parede, vu que era cedo demais, que era perigoso sair à aquela hora, mas ele não podia ficar em casa, seu peito estava cheio de dor e a cama que tanto gostava parecia ter espinhos. Ele não conseguiria se concentrar em nada, dormir, comer ou ir a escola não era uma opção. Ficar naquela casa não era algo que o faria bem. Ele precisava andar por ai, deixar que aquela sensação ruim fugisse do seu corpo, fazer com que ao menos algo o distraísse. – Eu preciso beber, eu preciso beber.

JungKook se assustou com aquilo, seu hyung não era de beber, ele detestava álcool e por ele não ser assim que o mais novo sentiu que aquilo seria uma besteira que ele faria. Estava pronto para dizer que não, que ele ficasse ali, mas infelizmente a chamada foi finalizada. Ele até chamou pelo outro, tentou ligar novamente, mas a chamada dava na caixa postal. O desespero foi quem ficou consigo. Ele tinha medo de que seu amigo fizesse uma besteira diante do quadro em que ele se seguia. Ele estava longe, não podia ficar ao lado do amigo.

Recorreu a única pessoa que poderia ajudá-lo. Ligou para seu pai.



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