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História Absorto Lunar (KakaHina) - Capítulo 1



Notas do Autor


Ohayo Minna-san, não me matem pls ^^'

Siiiimmm, Estou bem atrasada att das outras, mas eu tive um — grande — inconveniente e perdi todos os capítulos que tinha pronto, no entanto já estou trabalhando para que tudo fique pronto e eu volte a atualizar cada uma delas semanalmente, então por enquanto não tenho uma data certa! De já, agradeço a compreensão.

Bem, hoje eu vim com uma KakaHina em parceria com o @Projeto_Hatake. Sim, teremos muitas com o nosso querido Kakashi, espero muito que vocês gostem.

Devido o ocorrido, eu perdi também, a que eu já tinha pronta, e quem me auxiliou, além de me dar a maior força, foi @quxxrpearl 🥰 eu agradeço super pelo plot, sério! Não tenho palavras para agradecer.

E, claro, eu modifiquei algumas coisas, inclui outras rsrs.( nada que saia do contexto, cá entre nós, esse plot é magnífico e espero não decepcionar)

Capa foi a @luxuscele (Desculpa pelo trabalhão que te dei)

E esse capítulo foi betado pela @Iduna-, ela vai me acompanhar até o final dessa fanfic <3 (Muito obrigada! As vezes eu sou bem lesada e minha sina em relação a desastres, é surreal )

Kami-sama, acho que nunca escrevi tanto nessas notas.

No mais,

Desfrutem! <3

Capítulo 1 - Prólogo



Aquilo definitivamente não era normal, mesmo que estivéssemos falando de tal fato, em pleno século XXI.


Algo raro e escasso pelo menos a seu conhecimento. Ele não sabia o porquê de ter sido — agraciado — com tal peculiaridade, mesmo não se sentindo nada especial, e aquilo só se tornou um tormento; um martírio.


Apesar da idade em que se encontrava, ainda se pegava explorando e desbravando o desconhecido, pessoas desconhecidas e fúteis.


E isso só frisava o quanto a raça humana era uma lástima. Ele mesmo sendo homem e tendo seus desejos carnais, sabia se controlar, no entanto, era grotesco ter o poder de ler mentes e ter ciência de tudo que os outros almejavam com a força de seus pensamentos, desde coisas materiais a coisas profanas.


E saber de tudo aquilo era insano;


Ler mentes era insano.


Entretanto, tinha seus pontos positivos, e como mestre em literatura, este lecionava em uma renomada instituição conhecida em toda a cidade de Tóquio.


Sem contar que era escritor, um sonho que estava quase para se tornar realidade, lançar seu primeiro livro.


Os passos ecoavam pelo piso de cimento queimado bem estruturado do enorme corredor, enquanto os alunos apenas o encaravam.


Não poderia deixar de "notar" o rancor de uns, a admiração de outros e claro, os desejos luxuriosos das alunas que se separavam das outras, rotuladas de patricinhas.


Ele abaixou a cabeça de maneira discreta e balançou sutilmente, como se aquilo fosse fazê-lo parar com o ato — ler mentes —, o que era muito irônico.


Ele adentrou a sala de professores e quando levantou o olhar, vislumbrou a senhorita Hyuuga sentada em uma pequena mesa mais afastada, logo ao canto da sala.


Era incrível como ele nem se dava ao trabalho e nem mesmo ouvia nem sequer os pensamentos daquela mulher de olhos de lua.


Ela, definitivamente, era tão estranha quanto ele.


Ela gaguejava até em seus próprios pensamentos.


Ele riu de forma discreta, enquanto puxava uma cadeira que estava ao lado da mesa central, onde Gai e Asuma estavam acomodados.


— Onde você estava? —, perguntou o Sarutobi, pegando um cigarro no bolso da jaqueta, colocando nos lábios e acendendo logo em seguida.


— Minha aula é daqui há uma hora —, o grisalho revirou os olhos.


Ele lançou um olhar rapidamente para a mulher que estava mais afastada, esta parecia bem concentrada no que estava fazendo, ele nem conseguia distinguir seus pensamentos e nem mesmo queria.


— Eu já disse que não preciso de uma namorada —, ele respondeu de forma automática, não se dando conta que acabara de responder os pensamentos de Guy.


— Eu não disse nada, mas como sabia?! —, disse o homem encarando o amigo, — Mas, enfim, não acha que está encarando muito a Hyuuga? —, ele questionou sugestivo.


— O quê? Claro que não —, ele se levantou e se direcionou para a máquina de café que ficava ao lado da porta da sala, tentando ignorar o fato de que algo na mulher lhe atraia.


Ele não sabia como, mas quando tentava se concentrar nos pensamentos daquela mulher, ele sem querer perdia o controle.


E ele não poderia se dar ao luxo de perdê-lo.

Controle, foi o que aprendeu desde sua adolescência, tinha que ter controle de seus atos, seus gestos, sua indiferença e acima de tudo, seu rosto ou seus movimentos não poderiam o denunciar.


O líquido quente respingou em seu braço e só então se deu conta de que o copo de café havia transbordado.


Ele piscou algumas vezes, estava perdido em seus próprios pensamentos.


Preso em um absorto lunar.


Notas Finais


Já basta as notas iniciais, né ?! rsrs...
Até o próximo, espero muitíssimo que tenham gostado! <3


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