História Abyss Madness - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias League Of Legends
Personagens Syndra, Zed
Tags Syndra, Zed
Visualizações 254
Palavras 1.958
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Fantasia, Hentai, Magia, Romance e Novela, Terror e Horror, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa leitura

Capítulo 6 - Loucura Faminta


A chuva acompanhou a noite e madrugada, Syndra ainda não havia voltado e aquilo deixava Zed inquieto. Sabia dos transtornos e dos fantasmas que a perseguiam, no entanto aquela foi a primeira vez que mencionou o nome da mãe. Foi perturbador ouvir isso, mais ainda seguir caminho e deixá-la ali; e a cada segundo que passava Zed ficava mais inquieto. Cogitou várias veze voltar a procurá-la, porém por fim ficou ali, na meia penumbra, esperando. Quando Syndra chegou, estava ensopada. Entrou com o olhar perdido, como se não visse Zed ou nada. As orbes haviam sumido, seus olhos estavam marejados, aparentemente parecia ter chorado.

- Syndra?  - a voz de Zed a assustou, de fato não havia notado a presença dele ali

Foi quando trocaram olhares, os olhos de Syndra avermelhados, os do ninja eram puro rubi. O rapaz passou o olhar por ela, não demorou a notar que havia um leve corte em seu braço e que suas mãos tinham sangue. Foi até ela, pegou uma das mãos, Syndra a mantinha num punho, mas ao sentir o toque de Zed em seu pulso, afastou os dedos, revelando alguns machucados em suas palmas:

- O que foi isso? - perguntou o ninja analisando as  pequenas marcas

- Minhas unhas - havia sangue nas pontas dos dedos e por baixo das unhas

- Porque fez isso? - havia repreensão em seu tom de voz

- Queria que parasse de doer - seu olhar era triste - Já sentiu uma dor tão sufocante - levou a mão até o peito do ninja - que respirar se torna difícil? Uma dor insuportável, um aperto - ela procurava palavras para descrever, porém todo o vocábulo do mundo parecia insuficiente para descrever o que realmente sentia - Eu sempre achei que os anos me tornaria uma pessoa mais dura e que essa dor iria enfim me deixar - os dedos se entrelaçaram no tecido - Achei que iria parar de sentir. Idiota não?

- Não é - ele tinha o mesmo pensamento fútil

- Sempre achei que - sentiu os olhos lacrimejarem e logo aproximou o rosto na direção do peito de Zed, encostando a testa ali, tentando conter o choro - Eu deveria me acostumar a isso, já devia estar mais forte. Talvez seja por isso que elas vivem me lembrando do quão fraca eu sou

- Não é fraca, não seja dura consigo - o ninja pensou em abraçá-l, porém se manteve estático

- O que eu pensava em ter? amor? - sua risada foi macabra o suficiente para que Zed desconfiasse que aquilo não passava de um teatro, porém logo percebeu o corpo dela tremer - Eu não sei o que sinto, só sei o que é dor. A dor, ela é fácil de entender, raiva, felicidade? Não, não isso - sua linha de pensamento se tornava tortuosa - Amor - Levantou o rosto, os olhos mais vermelhos que antes - Falo de amor com uma sombra

- Falou com sua mãe? - Zed perguntou, mesmo sabendo o quão improvável aquilo seria.

Ainda sim, foi o que ela disse. Era evidente que não passava de um delírio, no entanto Zed sentia-se curioso quanto ao significado daquilo; ficou pensando naquelas palavras desde que Syndra se despediu.

- Ela falou comigo - Limpou o rosto com as costas da própria mão - Falou até que eu a fiz se calar, como você

- Eu a matei - os olhos da maga se arregalaram, como se houvesse esquecido daquilo

De fato esqueceu. Sabia no fundo que não a veria mais, no entanto o motivo lhe era nublado até aquele instante. Com um sorriso trêmulo, Syndra contemplou todas as cenas que viveu no momento em que foi salva, lembrou do sangue e das dores, como se sua pele abrisse onde as feridas outrora estavam:

- Você matou - disse ela, passando os dedos pelo tecido da roupa de Zed, deixando algumas pequenas manchas de sangue - Matou - agarrou o tecido novamente - Eu já sonhei com isso. - a maga respirou fundo, deixando a coluna reta e o rosto sereno - O quão real você é?

- Sou apenas uma sombra

Syndra ameaçou se afastar, mas Zed segurou um dos braços dela. Pode notar um os dentes da jovem se trincarem e ele sabia que haveria alguma resposta quanto aquele gesto, por isso foi rápido. Levou a outra mão a própria máscara e viu Syndra parar. Naquele instante, ela sequer percebeu, mas segurou a respiração, só voltando o ar no momento em que viu o rosto dele. O silêncio foi sublime, os olhos de Syndra tentavam captar todo e qualquer detalhe daquela imagem; sabia que talvez pudesse não voltar a vê-lo.

- Sombras não tem rosto - ela sussurrou

Havia algumas cicatrizes na face do ninja, porém nenhuma delas havia tirado sua beleza. Seus cabelos eram curtos e para a surpresa de Syndra, brancos como os seus. De súbito levou uma das mãos ao rosto do ninja, passando os dedos manchados de sangue pela bochecha dele. Ao perceber a pele suja com um pequeno filete rubro, Syndra afastou os dedos e aproximou-se dele, lentamente. Seus lábios tocaram a pele do ninja, primeiro um beijo, depois a ponta da língua limpou o pequeno rastro rubro que seus dedos haviam deixado.

- Posso sentir sua pele - sua voz era um sussurro trêmulo - Posso sentir seu calor

- Parece surpresa - a maga tinha os lábios próximos

- Imagine o quão louca eu seria - falava lentamente - se eu desejasse uma sombra

- Já vi você fazendo loucuras maiores - apesar da vontade de tomá-la para si, continuou parado, uma tortura pra si, mesmo que fosse instigante ao mesmo tempo

Ela tomou seus lábios, ela levou as mãos até a nuca dele, puxando-lhe os cabelos enquanto reivindicava seu ar. Ela o mostrou uma face da loucura a qual nunca havia contemplado antes; e como era tentador. Todos os limites que Zed se impôs foram quebrados naquele instante, já não se importava com o perigo que ela pudesse causar. O beijo foi intenso, desejoso por ambos, a cintura de Syndra foi capturada pelas mãos do ninja, que mantinha o corpo esguio dela tocando o seu. As mãos da maga deslizaram pelo tecido da roupa de Zed, puxando-a de forma desajeitada, queria apenas se livrar daquelas roupas. O ninja ajudou, tirando as vestes superiores, fazendo o máximo para não afastar os lábios separados. Syndra o mordia entre os beijos, suas unhas cravaram nos ombros dele quando sua pele ficou desnuda. Naquele instante, toda a hesitação que teve em tocá-la até então pareceu uma loucura, uma piada; idiotice, sem dúvidas. Toda aquela resistência à ela era inútil, só tornou as coisas mais dolorosas e o desejo mais latente.

A ergueu, as mãos segurando firmemente as nádegas dela, as penas da jovem laçando a cintura dele, colando os corpos, os lábios se saboreando. Guiou-a até a parede mais próxima, batendo as costas dela com demasiada força. Por fim Zed parou de beijá-la, uma mão se mantendo na coxa dela, a outra puxou o vestido, revelando um dos seios; o apertou. Syndra remexia o quadril, sentindo a ereção dele contra si; ria triunfante. Tudo foi tão rápido, tão sedento, o vestido foi levantado, a calcinha posta de lado. Sequer havia percebido o momento em que pôs o membro pra fora das calças, apenas sentiu entrar em si, tão firme e rude que a fez gritar:

- Quer… me rasgar - disse ela ofegante

Os lábios da maga entreabertos, lutando por ar, as pernas tremeram por um breve momento, estava tão molhada que não teve dificuldades em recebê-lo.

- Você provocou - ele segurava as coxas da jovem, os dedos marcando a pele - Machuquei você?

Syndra passou a língua pelos lábios do rapaz, Zed fechou o olho, sentindo o toque em seus lábios ao passo que se deliciou ao sentir seu interior molhado se contrair:

- Não machucou - disse provocante - Mas eu sei que consegue

O ninja riu, nada mais do que esperado dela. Moveu-se sem cerimônias, estocando sem delicadeza, metendo fundo. Syndra segurava os braços dele, forte, gemia. Os movimentos eram rápidos, sabia que com aquele ritmo, logo gozaria, porém Zed estava perdido de tesão e tudo o que queria era fudê-la. As costas da maga batiam vez ou outra na parede, ela não parecia se importar, sequer sentiu dor. As estocadas eram fortes e Zed sentia-se perto do ápice, Syndra tinha os lábios separados, a língua sobre o próprio lábio inferior, olhos fechados; gemia alto o nome do ninja. Meteu o mais fundo que pode ao sentir seu ápice, sentindo o interior dela fechar-se sobre ele, as genitais ferveram. Syndra mordeu o ombro dele, o mais forte que conseguiu, saliva e sangue se misturavam enquanto o ninja voltava e se mover, num ritmo mais lento. Sentia seu membro quente, ainda endurecido, para Syndra aqueles movimentos eram torturantes, queria mais rápido, sentia sua intimidade ferver com aquele líquido.  

    Pouco a pouco a rigidez de Zed passava, foi então que ele afastou-se, fazendo Syndra descer. A jovem encostou-se na parede, ofegante, gozo escorrendo por suas pernas:

Só isso? - provou ela

    O vestido da maga foi puxado por ele, rasgado e jogado no chão, enfim provou os seios dela, chupando e lambendo. Lambeu ambos, provando de todo o desejo e vontade que tinha de tocá-los, depois se afastou para olhá-la; seu corpo era lindo. Pegou-a pelos cabelos, num gesto autoritário, ela riu; era esse o jogo dela. Forçou-a para baixo, para que se ajoelha-se. Os olhos da maga se mantinham fixo dele, ela ficou de joelhos, uma mão agarrou os testículos dele, fazendo com que o ninja trincasse os dentes para não praguejar. Com o membro amolecido, Syndra não encontrou dificuldades em colocá-lo por inteiro na boca, os dedos massageando os testículos de forma lenta. A outra mão foi dedicada a si mesma, indo até a própria intimidade, os dedos escorregaram para dentro de si, sentindo o gozo ainda quente escorrer entre os dedos enquanto se masturbava. Tirou o membro da boca, descendo os lábios até os testículos, onde lambeu e chupou enquanto o masturbava lentamente.

    Era uma visão pecaminosa, ela ajoelhada, os lábios a tocarem seu corpo, os olhos iam de encontro aos seus sempre que podia, aquele maldito olhar; um desafio silencioso, uma provocação, um clamor por mais. Não demorou muito para que ficasse duro novamente, ao senti-lo endurecer, Syndra voltou a atenção ao pénis, a mão na base, a língua acariciando a cabeça lentamente. Gemeu contra ele quando aumentou o ritmo dos próprios dedos. Zed voltou a pega-la pelos cabelos:

Faça - deveria soar como uma ordem, mas Syndra ouviu um pedido

    Com os olhos fixos ao dele, ela pôs a cabeça do membro em seus lábios e foi descendo, lentamente, acolhendo-o em sua boca; parou na metade, sentindo-o a um passo de forçar contra sua garganta. Recuou e voltou a chupá-lo, dessa vez colocando-o por inteiro em sua boca. Foi rápido, Syndra logo recuou ao sentir os olhos lacrimejarem. O membro de Zed já estava enrijecido e completamente úmido pela saliva da maga. Com isso Zed abaixou-se, beijando-a enquanto a deitava, seu corpo sobre o dela. Voltou a entrar, dessa vez lentamente, sentindo a intimidade dela recebê-lo. Os movimentos agora foram lentos, um vai e vem que beirava entre tirá-lo por completo e entrar novamente, até o fundo. Syndra suplicava por mais, passou a meter mais rápido. Dessa vez, mesmo com movimentos rápidos, Zed sabia que demoraria mais para gozar. Quando terminaram, estavam ofegantes, suados e saciados. Zed deitou-se no chão, respirava pela boca; fazia anos que não se sentia tão vivo. Syndra se aproximou do ninja, deitando sobre ele. Adormeceram juntos.

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado... estava meio hesitante de postar esse tipo de cena agora... mas acredito que será necessário pra trama, então... é isso.


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