História Academia Gatemoon - Interativa - Capítulo 2


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Academia De Magia, Ação, Aventura, Comedia, Deuses, Ecchi, Guerra, Interativa, Magia, Romance, Shounen, Steampunk, Vilões, Violencia
Visualizações 78
Palavras 1.900
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Ecchi, Fantasia, Luta, Magia, Romance e Novela, Shounen, Steampunk, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Bem, consegui finalizar o capítulo cedo.
Isso é ótimo! Claro, não parei para corrigir ou algo do tipo. Falta de tempo, sabe? (lê-se: Elder Scrolls Online free no PS4)
Então, desculpem pelos vários erros de PT desse capítulo. Eu juro que não faço de propósito.

Certo, tenham uma ótima leitura!

Capítulo 2 - Sonho ou Realidade?


Azula despertou assustada, muito assustada, tanto, que quase caiu da carteira onde sentava-se, no fundão da turma de sexto ano do ensino médio-mágico, 13-B. Seu coração pulsava a mil por hora, podia sentir a adrenalina correndo por suas veias, juntamente com a sensação de estar em perigo mortal. Seus belíssimos olhos azuis, tão claros como o céu de meio-dia de um verão sem nuvens, vagaram de um lado para o outro, e sua mente logo percebeu que estava tudo bem. Estava segura, para seu alívio. Respirou profundamente e depois soltou um pesado suspiro, sua visão focou-se no caderno sobre sua carteira, poucas eram as coisas escritas neles. Havia alguns desenhos, e que belos desenhos, Azula possuía uma grande habilidade tanto em mecânica quanto em artes, era uma pena que ela não ser muito de prestar atenção nas aulas. Além das várias, pequenas obras de artes, da estudante dorminhoca tinha também um cabeçalho escrito com uma bela caligrafia:

Academia de Magia Gatemoon, 13/05/1846

Civilizações Antigas:

As Amazonas de Auranellia

Eram as duas primeiras aulas do período da manhã, ― isso talvez explicasse o sono da elfa ―, com a belíssima professora, e também arqueóloga renomada, Natasha Edwen, a primeira lâmia a lecionar em Gatemoon, desde sua fundação como academia. As lâmias para aqueles que não sabem, são, dá cintura para cima mulheres, e da cintura para baixo cobras das mais coloridas. Por não serem tão aceitas na sociedade, raras eram aquelas que conseguiam grandes conquistas, e Natasha, era um bom exemplo de superação para todas de sua raça. Azula gostava dela, mas hoje, entretanto, não demonstrava. E mesmo o tema da aula sendo um dos seus favoritos, ela, simplesmente, não conseguia focar-se para tentar acompanhar o que era explicado. Sua visão estava embaçada, e sua cabeça parecia querer explodir graças a latejante dor que sentia. Instintivamente a elfa-cinzenta fechou os olhos com força, e com esse pequeno ato, as visões vieram.

Ela flutuava bem a cima de Gatemoon, podia ver com detalhes toda academia, era uma visão deslumbrante, capaz de tirar o fôlego de qualquer um com essa oportunidade. Observava desde o belíssimo castelo de arquitetura medieval digno de um conto de fadas até as quatros áreas externas, colocadas de acordo com um ponto cardeal. No norte, onde também ficava os grandes portões, era um belíssimo jardim desses que só são possíveis existir nas histórias de heróis e princesas mais fantásticas. Um ponto interessante para os adolescentes apaixonados, no centro, havia uma enorme árvore oca que servia como café e lanchonete, para os que não queriam esperar pelo lanche da cantina. Uma brilhante ideia deixada por um dos vários ex-alunos da escola. No sul, localizava-se uma pista de corrida das grandes, ótimas para os professores de educação física passarem suas torturas, e uma quadra para esportes num geral, local predileto dos vários atletas de Gatemoon. Também existia nas extremidades leste e oeste da área sul, anfiteatros iguais aos usados no Império Nemeano para exibição de peças, contudo, com uma única diferença: os clubes de esgrima e combate marcial usavam dessas construções para suas atividades extracurriculares.

― O que eu não daria por uma foto dessa paisagem... ― murmurou, com um sorriso.

Azula, a elfa-cinzenta de olhos azuis bem claros, estava maravilhada com o que via, tamanho sentimento era, simplesmente, indescritível. Porém, antes que pudesse continuar a admirar o campus a imagem mudou, infelizmente, para pior, muito pior. Primeiro, tudo desmoronou logo após uma poderosa explosão de uma grande bola de fogo azulada, agora vendo o ataque de uma nova perspectiva a elfa se surpreendeu, não só pela explosão, mas pela cor do fogo. Acredite, mesmo entre grandes magos chamas azuis não existiam, afinal a combustão perfeita, como era chamado esse tipo de fogo, era inconjurável. Não existia feitiços, sejam eles livres ou proibidos pela Exodus, capazes de reproduzir algo que nem mesmo dragões, os legítimos senhores do fogo, conseguiriam. Lá do alto, Azula via altas labaredas laranja-azuladas começarem a consumir tudo que encontravam pela frente, logo o belíssimo jardim da área norte, famoso entre os casais, ardia em chamas altas. Contudo no meio daquela destruição um símbolo resistia, era a árvore oca do centro, ela continuava intacta no meio de um pequeno círculo perfeito. Era a beleza no meio do caos.

Pode-se ouvir em meio ao crepitar das altas chamas um estrondo, não tão barulhento quanto a explosão da bola de fogo azul, esse era típico dos desmoronamento de prédios e construções num geral. Vinha diretamente da área leste, lugar que ainda não fora descrito durante a narração sobre as áreas de Gatemoon, pois bem, o farei agora. Não há tanto que se falar sobre a área leste, é nela que encontram-se os dormitórios feminino e masculino. São seis pequenos prédios de quatro andares, desses que podemos encontrar em qualquer periferia ― mas cem vez em melhores condições ― divididos em duas fileiras de três. E eram essas seis construções que tinham desabado numa pilha de escombros. Azula virou seu rosto então para área oeste, onde o Coliseu dos Magos ainda continua de pé com toda sua imponência, e foi ai que ela os viu. Não eram tão diferentes de um estudante qualquer, adolescentes de dezessete, dezoito anos. Do alto era impossível vê-los com mais detalhes, mas, para tudo tinha um jeito. O mundo pareceu ficar distorcido, como se estivesse se movendo numa velocidade assustadoramente alta e num piscar de olhos o cenário mudou por completo, não estava mais em Gatemoon, muito menos estava na Ilha de Vennä. Era algum lugar no continente, disso tinha certeza.

Era uma poltrona no alto de uma arquibancada de um estádio fechado, cujo as luzes não estavam acesas. Pouco podia-se ver, entretanto, lá em baixo, no campo, a iluminação era presente. Azula tinha ouvido sobre lugares como esse, era uma arena clandestina para lutas de feras mágicas e magos renegados. Falando um pouco mais do campo, ele era oval e as bordas eram cercadas por água, como uma ilha no meio dum lago, o chão de terra era marcado por chamuscados e pegadas de grandes bestas. Nada fora do comum, pelo menos até então. Tudo estava normal até uma plataforma circular afundar no centro do campo e depois retornar com três figuras ajoelhas, amarradas de todas as formas possíveis.  

― Esses três nos deixaram RICO! ― uma voz ecoou, estava escuro demais para descobrir a quem ela pertencia, pelo sotaque, era notável um nativo da Cidade Luz ― Idiotas foram os vendedores de escravos, nos dando de graça essas máquinas de fazer riquezas.

― Por que diz isso, Nathan? ­― um segundo, com o sotaque nórdico, perguntou.

― Pense um pouco meu caro sócio. ― o primeiro, pelo tom de voz, parecia bem animado com tudo ― Reis e rainhas pagarão uma nota para ver de perto essas coisas usando seus poderes que vão contra as leis de Deus! Temos um demônio do abismo que com as mãos pode conjurar ardentes chamas azuis, uma amazona de Amazia que com apenas as forças nas pernas consegue quebrar ESCAMAS DE DRAGÃO! Coisa que muitas magias por ai não podem fazer! Isso é incrível.

― E a última garota?

Azula aos poucos entendia de quem eles falavam. Eram as três figuras que estavam ajoelhadas no campo, não podia vê-los com mais detalhes, mas tentava ao máximo gravar as características ditas pelos homens, força e fogo azul. Ela repetia mentalmente, clássica era essa técnica de memorização. Sua visão focou-se na última figura, era menor e parecia humana, com cabelos brancos. Não entendia o que ela tinha de especial. Sua dúvida, logo fora respondida por Nathan:

― Aquela branquela? Ah, ela pode controlar a água. Não que os outros não possam fazer isso, mas ela faz isso de uma maneira bonita. Servirá para amenizar os ânimos dos nobres depois de um show com muito sangue. Agora...

Tudo começou a ficar embaçado, a elfa sentiu um sacolejar e ouviu uma voz:

― Azula ― mais um sacolejo ― AZULA!

O corpo da elfa despertou com tamanha energia que ela quase acertou com uma boa cabeçada a testa de Luciel Cristofh, o rapaz que tentava desesperadamente acorda-la. Ele sorriu ao vê-la bem, com o nariz jorrando sangue, mas bem. Estavam na enfermaria, onde Azula repousava numa maca e ele observava-a com preocupação. Ela estava pálida, como um fantasma, mesmo que sua pele cinza não deixasse isso transparecer. Ofegava de forma rápida e constante, com delicadeza removeu os algodões colocados em suas narinas para tentar conter o sangramento. Ela tentou se levantar e falhou. Estava fraca, zonza. Desejava mais que tudo entender o que lhe acontecera, visões não eram algo comum no mundo da elfa-cizenta. E sua cabeça, que explodia em dor, entendia isso.

― O... O que aconteceu? ― com uma voz fraca conseguiu formular uma frase.

― Você teve uma convulsão, e foi levada para enfermaria. ― Luciel a respondeu.

Falando no rapaz ele era um dos grandes amigos de Azula, o único que não julgava-a por ser uma elfa. O que era uma surpresa, sabendo-se que, Luciel, era um Adamantine. O clã de cabelos e olhos vermelhos como o fogo, elemento que era a especialidade deles. Ricos e poderosos, era de se esperar que ele fosse arrogante, porém muito pelo contrário, ele era humilde e um ótimo amigo. Para elfa, era um alivio ver aquela cabeleira vermelha e uniforme desarrumado ali ao lado dela. Quando as lágrimas começaram a escorrer e ele a puxou para um abraço, ela pode desabar. Relembrando de tudo, desde a visão até o que viveu sete dias no futuro. Luciel, mesmo alheio de tudo, consolou a amiga.

― Vai ficar tudo bem. ― ele dizia com uma voz suave e doce ― Pode confiar.

― Não tá ajudando. ― ela tentou brincar, mas sua mente a impedia ― Vão.... Vão todos morrer em sete dias...

O abraço fora desfeito, transformando-se numa troca de olhares.

― O quê? ― Luciel tentava entender ― Espera.... Sonhou com O Chamado Três? Sério? Pensei que o filme nem ao menos tivesse te assustado.

Nesse momento Azula amaldiçoou-se por ter escolhido ver esse maldito filme para assistir durante a festa do pijama. Ninguém a levaria a sério, se bem que ela já sabia disso. Poucos eram os idiotas que acreditavam em qualquer um que dizia ter vindo do futuro, e ainda mais quando esse idiota, no caso, teria que dizer que todos iriam morrer durante um ataque a academia de magia mais segura de toda Zaratan.

― Então você já acordou? ― a voz de Natasha assustou os jovens ― Está tudo bem?

― Sim. ― Azula a respondeu ― Tirando a forte dor de cabeça, e o nariz sangrando. De resto tá tudo ótimo.

― Certeza? ― a lâmia rastejou-se até a elfa ― Eu... Nós... Precisamos conversar, a sós.

Luciel, sem nem ao menos questionar, retirou-se da enfermaria. Estava aliviado por sua amiga estar bem, não tinha motivos para insistir em ficar ali e atrapalhar uma conversa que não dizia-lhe respeito. Quando finalmente pensou estar sozinha, Natasha, continuou:

― Foi uma visão? ― era como se uma faca acertasse a elfa ― Sei que parece ser loucura mas você teve uma visão?

― S-sim. ― ela conseguiu responder ― Como...

― Eu sei? ― completou ― Passei por algumas experiências parecidas. Por favor, conte-me tudo! Não devemos brincar com visões, ainda mais de uma viajante do tempo.

.


Notas Finais


Então, gostaram? Espero que sim.
Lembrem-se, comentários são ótimos motivadores. São tipo um combustível para um autor continuar seu trabalho. Escrevemos para nos agradar, mas sabe, as vezes é bom saber que também escrevemos para agradar mais alguém. Fazer a diferença. Enfim, obrigado por ler.

Vejo vocês no próximo capítulo.
Ah, então, o que estão achando da Nova Gatemoon?


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