História ACADEMIA SHIELD: Renegados - Capítulo 42


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Categorias Agents of S.H.I.E.L.D., Os Vingadores (The Avengers), Quarteto Fantástico, X-Men
Personagens Bobbi Morse, Grant Ward, Jemma Simmons, Lance Hunter, Leo Fitz, Melinda May, Phillip Coulson, Skye
Tags Ação, Agents Of Shield, Avengers, Drama, Fitzsimmons, Hydra, Marvel, Quarteto Fantastico, Romance, Sci-fi, Shield, Vingadores, X-men
Visualizações 25
Palavras 2.900
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Sci-Fi
Avisos: Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Fitz decide elucidar sua situação por meio de uma carta. O que ele não esperava era receber uma réplica...

Capítulo 42 - Cartas Trocadas


- Vai mesmo? – questionou Hunter, lançando um olhar de esguelha para o amigo.

Fitz inalou profundamente antes de responder.

- Eu sinto a falta deles... Talvez, eu vá. Mas preciso pensar a respeito... Não sei o que meu pai quer comigo.

- Talvez agora tenha adquirido mais confiança em você após ter descoberto sobre o Will.

- Não é só isso – ele afirmou, categórico.

Hunter deu uma espiada em seu amigo. A cabeça baixa, uma leve tensão nos ombros, andava ligeiramente inclinado para frente, as mãos enterradas nos bolsos da calça social. Trajava uma camisa branca, um tanto amarrotada, sem gravata, sem o terno... Não precisava de muito mais do que isso para concluir que Fitz estava deprimido.

Enquanto caminhavam, em silêncio, lado a lado, avistaram Daisy e Jemma sentadas nos últimos degraus de uma escada que dava acesso ao andar dos laboratórios no prédio de Ciência e Tecnologia da Academia SHIELD.

No momento em que seu olhar cruzou acidentalmente com o de Jemma, Fitz deu meia volta com uma rapidez indescritível.

- Cara, está deixando transparecer... – disse Hunter.

- Estou sem sorte. Por onde quer que eu ande nesta Academia, lá está ela... – disse, enquanto retrocedia em seu caminho. Dando passos apressados de modo a se afastar da bioquímica o mais rápido possível. Hunter esforçou-se para alcançar o amigo.

*

- Tem certeza?

Jemma franziu o cenho, incrédula diante da pergunta de Daisy.

- Se quero passar o recesso na Escócia com meus pais? Claro que tenho. Preciso revê-los, espairecer...

Daisy suspirou.

- Qual é a sua preocupação? – indagou Jemma, as sobrancelhas arqueadas, genuinamente intrigada frente ao semblante angustiado de sua amiga.

- Passar um tempo com sua família, justamente em um dos lugares favoritos de sua irmã... Não tem medo de uma... Sabe, reascender as memórias...

- Uma recaída, você quer dizer?

A outra emudeceu.

- Não se preocupe, está tudo sob controle. Eu vou saber enfrentar isso. Não posso viver uma vida inteira à mercê do temor de que meus traumas retornem. Além do mais... Eu preciso muito conversar com meu pai. E eles já estavam planejando essa viagem para a Escócia há tanto tempo... Não quero que adiem por minha causa.

- Você é quem sabe... Mas vou te mandar mensagem de hora em hora, perguntando se está bem.

As duas amigas trocaram um sorriso cúmplice antes de se darem conta de que Fitz e Hunter se aproximavam de onde elas estavam. A visão periférica de Jemma captou a movimentação das duas silhuetas, então, sem pensar, ela se virou para fita-los e lá estavam eles. Não conseguiu impedir que seus olhos encontrassem os do engenheiro. Ele se virou em uma velocidade que sequer pareceu humanamente possível, então se afastou com Hunter em seu encalço, lutando para alcançá-lo.

O olhar de Daisy desviou-se da constrangedora cena protagonizada pelos amigos para concentrar-se em Simmons. Jemma, por sua vez, ao sentir os olhos da inumana pousarem sobre si, abaixou a cabeça, sentindo-se ligeiramente embaraçada. As faces cobrindo-se de um tímido tom escarlate.

- Estou mesmo sem sorte... Aonde quer que eu esteja nesta Academia, dou de cara com ele.

A outra lançou a ela um olhar compreensivo.

- Isso também vai passar, Jemma. Você é forte suficiente para superar mais essa.

*

Mais tarde, naquele dia, o engenheiro descansava sobre a cama, as mãos cruzadas atrás da cabeça, as malas feitas em algum canto do alojamento que dividia com Lance. De súbito, levantou-se, deixando o cômodo e fechando a porta atrás de si de modo a seguir pelo corredor com passos decididos. Bateu à porta duas vezes antes de Barbara abrir. Ao se dar conta de quem era, ela o encarou com alguma surpresa, então recostou-se no batente de braços cruzados.

- O que você quer, Fitz?

Ele quase se sentiu intimidado pelo olhar severo que ela lançava em sua direção.

- Eu posso falar com você? Em caráter confidencial?

Bobbi suspirou, ponderando por um instante. Então moveu-se, cedendo espaço para que ele passasse.

*

Ele se sentiu imensamente bem em reparar aquele erro, desfazendo o mal entendido. Barbara foi surpreendentemente solícita com ele. De modo que aquilo o estimulou a reparar outro de seus erros. Não porque tivesse uma esperança de que a situação iria mudar e ele seria capaz de angariar o perdão de Jemma. Mas porque queria, ao menos, virar aquela página em melhores termos, de maneira amigável e dissipar a impressão equivocada que havia lhe causado. Portanto, escreveu uma carta direta e objetiva. Foi sucinto e claro. Expondo seu lado da história.

Jemma,

Tenho repassado com uma frequência indesejável aquelas palavras que trocamos na biblioteca e creio que muitas injustiças e enganos foram cometidos. Porém, infelizmente, nós dois não estávamos com espírito para diálogos e aquilo se converteu em uma discussão... Em uma briga. Não vejo outra oportunidade de lhe explicar o que precisa ser explicado a não ser por este meio... Sei que não é seu desejo ficarmos frente a frente de novo e também não creio que conseguiríamos iniciar uma nova conversa sem incorrer nos mesmos erros da ocasião anterior. Acabaríamos obtendo os mesmos resultados. Portanto, decidi lhe escrever esta carta apenas para lhe relatar com sinceridade qual foi o motivo dos atos que você recriminou.

Primeiramente, você sabe do meu passado com William Daniels. E, óbvio, como ele foi perfeitamente gentil com você desde o início e a versão dele da nossa história foi a primeira que você ouviu, acho compreensível que mostre uma tendência a acreditar no lado dele. Eu também não ajudei em nada a dissipar a impressão equivocada que lhe passei. Mostrei um comportamento esquivo, arredio e fui cínico e até mesmo rude com você em diversos momentos. Por isso, eu lhe peço desculpas. Eu sei que não sou uma pessoa muito sociável e sou também bastante recluso... E soma-se isso ao fato de que eu estava frustrado por ter de retornar à Academia, agora como um derrotado e oprimido pelo meu pai... Isso apenas contribuiu para que as pessoas fizessem um mau juízo de minha personalidade e caráter. Infelizmente, eu não vejo como mudar meu jeito de ser. Mas eu devia ter lhe contado minha versão dos fatos quando tive a oportunidade e quando você solicitou que eu o fizesse. Porém, acreditei que de nada adiantaria... Você já tinha uma visão estabelecida das coisas e pensei sinceramente que iria acreditar que o meu lado era o duvidoso. Tudo depunha contra mim. Mas não estou escrevendo isso com o intuito de me defender e, sim, de expor a você os fatos como eles realmente ocorreram.

Meu pai acolheu William Daniels em casa, como você bem deve saber. Como um favor ao pai dele, visto que ambos eram bem amigos. Meu pai se comprometeu a arcar com as despesas dele enquanto o mesmo estudava, pois acreditava em seu potencial e Alistair sempre foi muito “generoso” com os outros [essa parte foi escrita com uma pontada de ressentimento da parte de seu autor com relação ao pai]. A impressão que ele passou ao meu pai foi a mesma que passou a você e a todos os demais que se aproximam dele a princípio. Gentil, amável, inteligente, compreensivo e parecendo ter um espírito elevado a ponto de deixar qualquer rancor para trás. Era assim que ele se apresentava. Longe de meu pai, no entanto, costumava ser irônico e petulante comigo. Me encarava como se eu fosse um inseto diminuto e insignificante. Quanto eu contava isso para Alistair, ele dizia apenas que eu estava implicando com nosso hóspede. Ou pior: insinuava que eu tinha ciúmes de sua relação com nosso convidado e invejava a atenção que lhe dispensava. Daniels fazia esforços dantescos e ridículos na tentativa de agradar Alistair. Mentia muito, dizendo que apreciava as mesmas coisas que ele quando era visível que as abominava. Simplesmente zombou e fez pouco caso de meu desespero e sofrimento quando minha mãe foi embora.

Certo dia, após uma pessoa próxima me relatar uma atitude suspeita de Daniels, encontramos em seu quarto alguns papéis confidenciais de meu pai. Então, percebemos que ele se tratava de um espião. Meu pai tem uma história complicada e controversa com a Hydra como qualquer agente audacioso da SHIELD em seus tempos áureos. Ele realmente foi torturado por aqueles nazistas... Acreditou que Daniels era um jovem infiltrado da Hydra. Chegou a conduzir investigações a fim de apurar se ele realmente fazia parte dessa terrível organização, porém, não conseguiu encontrar provas sólidas que conectassem Daniels a ela. Mas Alistair já não tinha mais confiança em Will. Além dos documentos sigilosos, havia gravações de ligações e conversas do meu pai em seu celular... Todas que tratavam de assuntos relacionados à SHIELD e, principalmente, aos inumanos e Steve Rogers como eu já devo ter mencionado em outra ocasião. Meu pai estava curioso acerca dos inumanos, os estudando com afinco... Já Daniels, longe de meu pai, costumava se referir a eles como anomalias e aberrações. Leve em consideração que isso tudo aconteceu quando as transformações tiveram início.

E, já aqui na Academia, quando Joey Gutierrez me abordou para comentar o fato de que Daniels costumava adentrar aquela passagem secreta que conduzia ao antigo alojamento ocupado, no passado, por Steve Rogers... [Fitz enrubesceu ao escrever esse trecho, tal qual Jemma enrubesceu ao lê-lo] e revelou as circunstâncias em que isso aconteceu, não demorei a ligar os pontos. Eu já tinha ouvido meu pai mencionar que encontrara tinta spray naquele cômodo. Eu só não tenho certeza se Daniels trabalhava sozinho... Mas quando confrontado, teve de passar pelo polígrafo e não conseguiu burlá-lo. Foi constatada sua culpa. Portanto, pode ter certeza de que ele não foi incriminado de maneira arbitrária e sem provas. Foram utilizados meios legais para identificar a autoria de seu crime.

Quanto à questão que envolve Barbara Morse... Lamento que isso tenha te chateado e creio que eu fui precipitado em meu julgamento. Mas isso é assunto meu e estou tentando resolvê-lo da melhor maneira possível.

Espero que entenda que eu agi confiando em meus instintos e creio que, se não o tivesse feito, as coisas seriam muito piores agora. Estou engolindo meu orgulho ao escrever esta carta para você. Não é do meu feitio me abrir dessa forma… Mas confesso que é um pouco mais fácil escrever uma carta do que falar cara a cara. Conto com sua compreensão.

Até.

*

Ele aguardou o momento até que o corredor em que ficavam os armários dos recrutas estivesse vazio. Caminhou sorrateiramente até aquele que pertencia à Jemma e infiltrou a carta pela fresta da porta.

Ao lê-la, Jemma foi assaltada por um turbilhão de sentimentos contraditórios. Ao mesmo tempo em que estava satisfeita por algum esclarecimento vindo da parte dele, acreditava já ser tarde demais para aquilo. E se viu aborrecida e com raiva por ter desenvolvido sentimentos por uma pessoa tão fechada e taxativa como ele. Tudo teria sido tão diferente se ele tivesse, ao menos, tentado conversar com ela... Expor a sua versão dos fatos e ter mostrado alguma intenção de assumir algo com ela espontaneamente. E não considerar a possibilidade somente depois de cogitar uma gravidez... A carta só reiterou aspectos da personalidade de Fitz que ela tentou, em vão, ignorar enquanto desfrutava com ele do prazer secreto que lhe proporcionava aquelas noites fortuitas: o orgulho, a arrogância, o egoísmo…

Jemma apertou os olhos com força, pressionando a ponte do nariz entre o polegar e o indicador ao findar a leitura da epístola em frente ao seu armário... Deveria ter esperado até que chegasse ao seu alojamento para verificar seu conteúdo. Mas tinha sido tomada pela curiosidade. Ao chegar ao seu quarto, não tardou a apanhar uma caneta e rabiscar as palavras nas linhas de um papel em branco.

Fitz,

Admiro seu esforço em tentar elucidar as coisas, mas não posso dizer que aprecio seu timing. O tempo para se explicar já passou. Compreendo seu lado da história, mas ainda não consigo entender porque não me revelou antes... Isso denota a falta de confiança que sempre sentiu em mim, mesmo quando já havíamos nos tornado fisicamente íntimos… Você pressupôs que eu estava mais disposta a acreditar em Will quando, na verdade, a única versão que eu conhecia era a dele. Teria sido tão diferente se tivesse me contado desde o início. Eu teria como ponderar e estou certa de que, após ouvir os dois lados, seria mais fácil decidir em quem acreditar... Aliás, saber em quem acreditar. Mas você não fez nenhuma tentativa e, também, nenhuma questão... Como se não fosse importante se abrir comigo. Eu estava com você. Não estaria se não considerasse a sua inocência em toda essa história. Portanto, acho intrigante que não tenha se dado conta de que eu queria, queria muito mesmo, eu desejava acreditar em você! Não em Will...

Isso jamais daria certo desse jeito. Não poderia ficar com alguém cujos sentimentos são tão inacessíveis… E não é uma questão de simples timidez e introspecção. É orgulho e arrogância. O que torna nossa situação ainda pior. Você mesmo salienta que precisou engolir seu orgulho para me mandar uma carta, pois é mais “fácil” do que falar frente a frente. Só mostra que prefere recorrer a uma solução simplista do que me encarar olhos nos olhos e revelar a verdade. Isso não apenas deixa claro que não tem a intenção de mudar seu jeito de tratar as pessoas, como realmente não está disposto a lutar por nós… Aliás, nós é algo que não existe.

Às vezes, tenho a impressão de que você não sente nada. Se porta de maneira apática, se fecha para o mundo... Eu mesma tenho problemas em me abrir... Mesmo assim, naquela tarde, na detenção, contei mais de mim para vocês em alguns minutos do que em anos de convivência com amigos de uma vida inteira. Mas você... Você cria barreiras em torno de si... Torna difícil a conexão… E eu sei e você também sabe o quanto eu tentei. Embora estivesse fisicamente presente, parecia sempre tão distante… Nos tornamos íntimos apenas no aspecto físico e nunca emocional... E, depois de tudo, só pensou em assumir algo comigo por uma mera questão de responsabilidade… Mais do que tudo, isso me fez questionar a importância que tenho em sua vida, visto que queria esconder o que estávamos vivendo, especialmente de seu pai. Você realmente não é capaz de desafiá-lo para ficar com alguém?

Sei que você não é inacessível com todos, pois, por vezes, invejei o laço emocional que conserva com seu amigo, Hunter. Mas não notei nenhum esforço de sua parte em realmente procurar desenvolver um laço emocional comigo. Eu só queria que conversasse comigo. Que me dissesse como se sentia. Mas você é do tipo que estabelece condições para alguém se aproximar e não é algo saudável para mim. Não é algo que eu desejo. Portanto, preciso mesmo me afastar. Não posso deixar que você volte para meus pensamentos, para minha cama, para a minha vida... Se não está disposto a demonstrar e dizer o que realmente sente. E não mediante condições, mas por acreditar que é exatamente isso que embasa um relacionamento, um compromisso. Infelizmente, você não entende o que essas palavras compreendem ou significam.

Também é difícil confiar em você. Difícil especialmente porque você não faz nenhum esforço para conquistar essa confiança. Você tira conclusões precipitadas ao invés de se dispor a ouvir. Não consigo confiar quando, tudo o que faz, parece ser calculado e feito em benefício próprio, mesmo esta carta parece uma tentativa sua de fazer as pazes consigo mesmo, não de esclarecer as coisas para mim. A impressão que você me passa é de alguém egoísta. Espero que nos tratemos apenas profissionalmente a partir de agora.

Respeitosamente, JS.

Era isso. Ele jamais considerou a ideia de que ela lhe responderia a carta. Na pior das hipóteses, acreditou que ela ignoraria a existência daquele pedaço de papel e os livres pensamentos e palavras sinceras ali expressas. No entanto, ela não apenas leu o conteúdo, como efetivamente se deu ao trabalho de replicar.

Daisy lhe entregou a carta no momento em que ele saía da biblioteca, sem lhe dizer qualquer palavra. Apenas o encarava com um semblante altivo e recriminatório. Havia uma pontada de desdém no gesto com que ela estendeu a carta a ele. Fitz a tomou, surpreso, em suas mãos e esperou chegar ao seu alojamento, de modo a desfrutar de privacidade para poder lê-la.

O engenheiro passou a mão pelo rosto, tentando segurar as lágrimas ao término da leitura... Ele havia estragado tudo. Definitivamente.

A porta se abriu bruscamente e Hunter adentrou o recinto com um visível entusiasmo em seu semblante.

- Fitz, a Bobbi me disse que... – ele interrompeu suas palavras ao avistar a posição na qual Fitz se encontrava. Sentado na beirada da cama. Os cotovelos apoiados nos joelhos, as mãos encobrindo o rosto.

Hunter se aproximou de seu amigo.

- Fitz...? O que houve?

O engenheiro lhe estendeu a carta. Hunter passou os olhos pela caligrafia cuidadosa de Jemma Simmons. Não era à toa que seu amigo estivesse tão cabisbaixo, a ponto de desmoronar. Aquelas palavras representavam um verdadeiro soco no estômago. Lance sentou-se em sua cama, de frente para Fitz, enquanto terminava de ler as últimas linhas.

- Eu sinto muito... – foi o máximo que conseguiu proferir.

- Eu acho que mereço isso – Fitz disse simplesmente, sem ânimo para lhe explicar o contexto.


Notas Finais


Tenso... No próximo: é hora da partida.


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