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História Acádemie (Jikook) - Capítulo 28


Escrita por: BiscoitoDoce123

Notas do Autor


Olá!!! Olha quem voltou!! Tudo bem com vocês? 😉🥰

Eu estive muito ocupada por conta do cursinho, mas, finalmente, estou de volta! Aqui está um capítulo novo para vocês e parece que as coisas estão ficando tensas em Acádemie...

Bom pessoal, antes de continuarem a leitura, eu gostaria de perguntar se vocês leriam uma fanfic Jikook sobre máfias. Eu estou a escrevendo, mas gostaria da opinião de cada um de vocês.

Boa leitura! 🥰

Capítulo 28 - Capítulo 24 - Sacrifice


Fanfic / Fanfiction Acádemie (Jikook) - Capítulo 28 - Capítulo 24 - Sacrifice


              Acádemie; Sala do Diretor

                          Park Jimin 


   Se alguém perguntasse, eu não saberia dizer quanto tempo ficamos abraçados naquela sala. Tinha a sensação de que era muito tempo, mas, paralelamente, era pouco. O tempo era pouco para fazer Jungkook melhorar. Ele passou por muito em menos de 24 horas.

      Sinto meus dedos entrelaçarem seus fios e fazer um carinho leve, na esperança de que isso tiraria sua dor e o lembraria de que não estaria só.

   

- Jungkook? - O chamo e ele responde baixinho. - Você precisa tomar uma bolsa de sangue e descansar. - Eu digo olhando para seus olhos escuros, agora sem brilho. - Vem. Eu te levo. - Falo e o acompanho até seu quarto. O observo sentar na cama enquanto eu pego um travesseiro para ele. - Como se sente?

  

Jungkook: - Estranho. - Ele diz olhando para suas próprias mãos. - Eu deveria sentir raiva ou ódio do meu pai, mas agora tudo o que resta é... é quase nada. - Ele explica. - É estranho porque tudo o que eu queria, nesse exato momento, era que a pessoa que eu jurei odiar estivesse comigo. - Ele acrescenta. Jungkook não chora, mas eu sei que dentro dele tudo está o mais puro caos.

  

- Eu te entendo, Jungkook. - Eu falo indo até ele e colocando o travesseiro para ele deitar. - Infelizmente, as pessoas nos ensinam como amá-las, mas esquecem de nos ensinar a como viver sem elas. - Eu digo fazendo mais um carinho. - Mas as coisas vão mudar. Você vai conseguir digerir tudo o que está acontecendo. Você é forte. Muito forte. - Beijo sua testa e me levanto. - Eu vou te deixar descansar e pensar um pouco. Mais tarde eu passo aqui. - Eu falo e me despeço com um "até logo". Saio do quarto e dou de cara com Namjoon e Jin.


  

Namjoon: - Como ele está? - Pergunta.


- Diferente. - Respondo sincero. - Eu nunca vi Jungkook desse jeito. A relação dele com o pai era conturbada, mas dá para perceber que eles tinham algum afeto.

  

Jin: - E você? Está bem?

 

- Estou. Um pouco preocupado com tudo isso, mas estou bem.

  

Jin: - Jungkook vai ficar bem. Você sabe disso.

  

- Eu sei. - Concordo. - É sobre outra coisa. - Explico. - Todos os vampiros mortos até agora eram de alto padrão. Eram fortes e lutavam perfeitamente bem. - Acrescento. - Eu consigo entender a morte de um Comum, agora um Original. Eu não sei quem o assassino é, mas com certeza é poderoso o suficiente pra matar todos nós.

  

Namjoon: - Agora as coisas vão ficar mais difíceis. - Ele fala. - Acádemie está sem direção e não temos a mínima ideia do que fazer.

   

Jin: - A única coisa que eu sei é que não podemos ficar parados. Não podemos dar mais chances para esse... psicopata. - Ele diz. - Podemos falar com os professores e montarmos uma espécie de conselho, até que um novo diretor seja eleito.

   

- Certo. - Eu concordo com ele. - Vão até o Salão Principal e chamem os professores. Eu vou logo depois. - Digo e nos separamos. Eles vão descem as escadarias e eu vou para o dormitório. Eu deixaria uma muda de roupa no quarto de Jungkook. Não queria e nem iria deixá-lo só.

  Ao entrar no cômodo, separo uma camiseta de mangas longas e uma calça de moletom. Coloco em uma mochila e vou para o banheiro pegar as escovas de dente. Quando volto me assusto com algo que não tinha visto antes. Um bilhete e uma caixa.


  Olho para todos os lados, procurando algum vestígio sobre a identidade de quem deixou as coisas aqui. Não encontro nada. Nenhuma pista. Nenhuma marca. Quem quer que fosse teve tempo de vir até aqui. Estávamos ocupados no salão, ou seja, esse tempo foi usado de forma planejada e usaram o assassinato do diretor como distração. Respiro fundo e resolvo ler o bilhete.

 
  "Eu admito que foi divertido ver você e seus amiguinhos brincando de Sherlock Holmes e Watson. Mas, infelizmente, eu cansei e o seu tempo acabou. Vocês acertaram. Escolhi Antúrio como arma, mas agora o jogo de descoberta será outro. Eu preciso de algumas coisas e vocé precisa de mim para continuar vivo. Na verdade, precisa me ajudar e me deixar com boa vontade para poupar a vida de você e seus amigos.


  Dentro desta caixa contém frascos de veneno. Porções suficientes para enfraquecer qualquer poder que tenha desenvolvido. Irá tomar um por dia durante uma quinzena. Após beber todos os frascos, irei te mandar uma localização para você ir. Sozinho. E não pense que poderá me enganar. Eu saberei se contou para alguém sobre o nosso combinado ou se não bebeu o veneno. Se quiser um conselho, obedeça. 
  
   Eu conheço você, Jimin, mas você não conhece um traço meu pra desenhar as possibilidades do que eu posso fazer. Eu sei dos seus medos, sei das suas inseguranças e sei o nome de cada pessoa que você ama. Se eu precisar te machucar, eu sei bem por onde começar."

   Encaro a caixa e engulo em seco. Abro o objeto e encontro os quinze frascos com um líquido verde brilhante. Eu não tenho outra escolha. Eu não poderia me dar o luxo de recusar. Eu teria que beber cada gota. 


  


Notas Finais


Então é isso, pessoal! Gostaram?

Palpites sobre o que o assassino quer?

Até a próxima! 🥰


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