História Academy for Special Children -interativa - Capítulo 3


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Categorias O Orfanato da Srta. Peregrine Para Crianças Peculiares, The X-Files (Arquivo-X), Trilogia da Magia
Personagens Personagens Originais
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Hentai, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Segundo capítulo, estou feliz. Demorei um pouco, confesso. Mas espero que gostem.

Capítulo 3 - Um Grande Espetáculo no Jantar.


Fanfic / Fanfiction Academy for Special Children -interativa - Capítulo 3 - Um Grande Espetáculo no Jantar.

POV OCTAVIO 


O Sinal tocou mais alto de que eu me lembrava, chega a ser mais irritante que o infeliz do despertador. Depois de esperar ele acabar eu saio da sala dando uma corridinha para não ser atropelado pelo "bichos" da sala.
Ainda tentando achar Lydia e a Luna, vou também junto ao refeitório, na entrada dele observo lá dentro, com as mesas quase vazias por causa de uma enorme fila para a comida. Digo "quase" pois há um homem de uns 19 anos acho, com roupas pretas e um quadrinho na mão, com certeza é novo.
Enquanto observava-o, me lembrei de onde Lydia deve estar, no quarto dela.
Virei e quando cheguei as escadas para os andares acima, lugar aonde fica os dormitórios, escuto:

- OCTAVIO, a diretora Scarllet está te chamando a se apresentar em sua sala, imediatamente.- Viro para trás e vejo Vitória, uma garota de cabelos loiros em uma trança, usando um vestido floral um pouco abaixo do joelho, ela ama a Scarllet e digamos que ela quer ser uma assistente dela, seu poder é a capacidade de transformar tudo o que quiser em areia somente tocando nas coisas.


- Oi pra você também Vitória, para que ela está chamado? - Pergunto.

- Não é assunto meu. - Ela dá meia volta rapidamente e sai andando.

- Nunca gostei dela!!.- Olho para cima no topo da escada e para baixo em direção a sala de Scarllet. 


-É melhor não desobedecer a diretora.- Desço em direção a sala, que fica um pouco próximo a porta de entrada. Chego na frente de uma porta de madeira escura com uma placa de metal dourada escrita "Diretora Scarllet Monet".
Bato fraco na porta, e logo vem a resposta.

- Pode entrar. -  Abro a porta e vejo uma sala organizada e bonita, com um quadro mostrando uma paisagem da ASC. Ando adentro e fecho a porta, indo em direção a mesa, sentando.

- Quem mandou você sentar? - Scarllet diz com cara de brava e eu levanto o mais rápido possível. Fico calado e parado.


- Pode se sentar agora. - Ela diz sorrindo e eu sento novamente. Em sua mesa há um livro " Como aprender a manipular seus dotes sendo um HCDE(Humano com Características e Dons Especiais.)"
- Bem eu te chamei aqui, pois eu quero que você e a Evanora mostrem a academia para a família de uma criança que virá para cá. Eles sabem sobre a existência de HCDEs e estão dispostos a deixa-la aqui. Só preciso que vocês mostem as sala, refeitório, a área de educação física e os dormitórios. - Diz ela calmamente, enquanto eu ainda digiro a notícia que eu vou ter que passar uma tarde inteira com a Evanora.

- Certo, diretora. Quando eles chegam? -

- Daqui 30 minutos, quando já estiver acabado o horário do lanche.-

- Certo. - Digo e levanto dando tchau e vou para fora da sala fechando a porta.
Evanora Samos, espero que não seja uma péssima tarde.


                POV EVANORA

Quando toca o sino, eu levanto e vou andando para o refeitório. E sento numa mesa sozinha no fundo da sala e logo na mesa a frente, senta um menino de preto, lendo uma HQ dos Mutantes, chega a ser hilário pelo que eu sou e provavelmente ele também é, quando criança adorava ler história com super heróis, com super poderes.
 (Olho em volta, e vejo quem eu mais odeio)Mas tudo antes dele ter revelado tudo, e ele tem também a grande audácia de sentar na mesa ao meu lado, Ethan, Ethan Morgan, parece quieto, mas nem sempre foi assim.
 Na mesma época, eu tinha 9 anos, como vivia me mudando de vários orfanato, tinha acabado de me mudar para a cidade dele, nem quero lembrar o nome daquele lugar horrível, conheci ele na turma de minha escola, era uns dos populares nascidos do berço de ouro, não sabia o por que mas começou a falar comigo, mas logo saberia. Nós viramos amigos as escondidas, coisa idiota, por causa dos amigos dele que sempre zoaram os esquisitos da escola e eu estava incluída, logo descobriram que nós éramos amigos e o expulsaram do grupinho. No meio do ano eu criei coragem e contei para ele sobre meu segredo na época, meus feitiços, meus poder. Quando contei ele não acreditou, e insistia que eu estava falando mentiras e que não tinha como ser verdade, até eu fazer uma bola roxa reluzente, eu vi seu rosto se transformar de alegria a medo e o que eu mais tinha receio aconteceu, ele saiu correndo gritando e eu fiquei em desespero, não sabia o por que ele havia corrido, na verdade sabia. Ainda nervosa ignorei ele e desfiz a bola e sai andando rapidamente até o orfanato.


No próximo dia eu cheguei na escola logo vi, a partir do momento em que pisei lá,  todos me olharam, continuei andando pelo corredor até ouvir um "bruxa" e dos começaram a cochichar e outros ainda xingavam, me assustei quando vi uma foto reproduzida em uma impressora do Ethan, eu e meus poderes. Corri o mais rápido possível para a porta de saída,  com todos dando risada e me chamando de bruxa, dei uma última olhada e ele estava lá, Ethan estava dando risadas junto com seus amiguinhos.


Sou trazida de meus pensamentos para a realidade, por Vitória, uma menina chata que vive puxando o saco da diretora.


- Abro senhorita Scarllet está te chamando, para ir sala dela.-


-É se eu não for?- Digo debochando dela.


- Ainda posso dizer que você disse para ela ir se fuder e eu adorarei ver você sendo punida.- Ela diz em um sorriso sínico, mas sei o quanto ela é mortal, com um de seus toques eu viraria areia. Ela se vira e sai andando, atravessando o refeitório.


- Queria matar essa garota e jogar seu corpo no rio!!.- Levanto da mesa ignorando Ethan que olha, e caminho até a sala de Scarllet. Que depois de alguns minutos me explicando sobre como foi descobertos os HCDEs, me disse que eu e o Octavio(um menino que não tenho intimidade e parece ser foçado e rude.) teremos que apresentar a escola para uma família que logo chegaria. Quando sai de lá o sinal bateu, e os outros alunos voltaram para suas salas, menos eu e Octavio que ficamos sentando em um banco na frente da porta da diretora(banco conhecido como O Banco da Encrenca.) esperando os pais que já chegaram, terminarem de falar com Scarllet.

Os pais saem e perguntamos o nome da criança,  um menino chamado Daniel, dos Estados Unidos. Começamos o "tur" explicando um pouco sobre a história de criação da ASC, e também  a forma de que nos comunicamos, já que existem jovens e crianças do mundo inteiro, existe um tipo de um chip auditivo que é implantado, fazendo que nós escutemos em nossa língua, palavras estrangeiras. Na maioria do tempo eu ficava quieta e elucidando Octavio que é extremamente bom em história, já não posso dizer o mesmo de outras matérias.
Quase acabando a visita, faltando os dormitórios infântis que são divididos por gênero, aonde meninos e meninas ficam separados. Daniel era um menino quieto, mas também era como se estivesse conversando com alguém. Como acabou a visita os pais dele decidiram com o apoio de Scarllet a deixa-lo na ASC, quando se despediram com abraço e beijo, deu algum sentimento em mim, como saudade de alguém que não existiu,  e do meu lado também pude ver isso de Octavio, acho que não chorava só porque tinha pessoas em sua volta.

Quando terminaram de ir, me agachei e perguntei para Daniel, qual era seus dons, e ele disse:
- Sei tudo sobre os outros apartir do momento em que enchergo, olho no olho, acesso sua mente e sei os seus medos e segredos mais secretos e até sobre seus poderes.- Ele diz com calma e da um leve sorriso. 


- Que legal, e o que te faz não conseguir viver normalmente? - Pergunto a ele.


- Eu causei um acidente com o meu primo, eu acessei a cabeça dele e sem querer apaguei tudo, e agora ele não sabem nem quem é e não sabe mais a ir ao banheiro.- Sua voz triste é percebida facilmente.


- Vamos levar essas malas para cima descobrir, quem será seu colega de quarto. - Octavio fala levantando do Banco da Encrenca, e levando as malas para cima e juntos, o seguimos. Depois de acomodar Daniel o sinho soou, marcando o final das aulas da tarde e , eu e Octavio nos separamos e fomos cada um para seu dormitórios se arrumar para o jantar servido daqui a pouco. 

Logo após me arrumar, desço como todos e já pego a comida, aos poucos o refeitório enche e sei. Que acontecerá a seguir, nós aqui temos  duas tradições, a primeira é que no segundo e terceiro dia de aula há as apresentações normais das das pessoas aonde dizem seu nome, idade e Dons. E a segunda é que no primeiro dia há um sorteio e a pessoa que for sorteada irá de mostrar seu poder para os outros. Odiei pois no meu primeiro dia aqui, eu fui sorteada e tive que mostrar meus poderes em cima de uma mesa. Eles fazem o sorteio com os calouro que chegaram no início das aulas, pediram para que eles ficassem um do lado do outro, fizeram uma roda grande em volta deles afastando as mesas para os cantos e  distribuíram números e por meio de "mamãe mandou" que acabou caindo em cima de uma jovem negra, com os cabelos cacheados soltos e grandes. Sem dizer nada ela simplesmente, foi ao centro da roda, estendeu a mão ao lado, abriu a boca e assoprou uma bola de fogo, que ela logo passou para sua outra mão, ela mirou para o chão, atingindo - o fazendo um circulo em volta dela, todos estavam tentando entender o que ela estava fazendo. Até que ela começou a girar sua mão, e o fogo do chão se tornou um grande tornado de fogo, dentro dele estava ela, seus olhos eram cheios de fogo e seus cabelos voavam,  todos se afastaram com o grande calor que estava sendo feito. Nem mesmo a tal da luna, capaz de manipular os  quatros elementos, conseguiria sonhar em fazer tudo isso. A garota já com as mãos erguidas começou a abaixa-las, conduzindo o fogo a se diminuir, até ela abrir a boca e sugar toda a chama para dentro de si. Todos ficaram em silêncio por um breve momento até aparecerem os inúmeros aplausos. Ela saiu do meio da roda, aonde ficou marcas de queimado e para a Scarllet não ter um ataque, Mirella uma HCDE com a capacidade de restaurar e organizar moléculas, átomos  e até células, passa os dedos pelo chão queimado que logo retorna, lustroso. Todas as pessoas foram falar com ela, pedir seu nome, nitidamente interessantes com suas abilidade, menos eu e o mesmo menino de preto que sentou na mesa ao lado da minha na hora do almoço.

 Ele nota que eu o observo e me encara, logo o ignoro e saio do refeitório quando o sinal soa novamente, significando o horário de ir dormir, olho em meu relógio de pulso e vejo 20:00, uma das coisas que odeio aqui.



Notas Finais


Como disse anteriormente espero que tenham gostado, e gostaria que também participassem. Beijos


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