História Acaso (Yoonmin) - Capítulo 7


Escrita por: e gihmin123

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bangtan Boys (BTS), Jimin, Min Yoongi, Park Jimin, Suga, Yoongi, Yoonmin
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Palavras 5.005
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Hentai, Lemon, LGBT, Mistério, Romance e Novela, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 7 - Yoongi


Fanfic / Fanfiction Acaso (Yoonmin) - Capítulo 7 - Yoongi

Percebo que ele tinha dormido e sorrio o observando. Tiro ele da banheira delicadamente o enrolando na toalha e o levo até o quarto.

Ele resmunga um pouco mas não acorda. Deito ele na cama e visto somente uma cueca nele.

Como estava calor, não o cubro. Volto para o banheiro e tomo um banho no chuveiro mesmo.

Termino meu banho, me enxugo e enrolo a toalha em minha cintura indo para o closet.

Coloco uma cueca e volto para o quarto secando meu cabelo com a toalha.

Deixo a toalha de lado e me deito ao lado do Jimin.

O puxo fazendo deitar em meu peito e fico acariciando seus cabelos.

Sorrio olhando sua expressão fofa, ele dormia com um biquinho em seus lábios

Será que isso vai durar? Será que não estou me entregando rápido demais? É tudo tão novo pra mim, eu nunca tinha me sentido assim antes. Sinto que sou dependente do Jimin agora, isso me dá medo, mas ao mesmo tempo sinto calma.

Acabo dormindo com esses pensamentos em minha cabeça.

Em algum momento da noite acordo percebendo que estava na beirada da cama e Jimin estava todo esparramado.

O empurro um pouco e ele acorda.

JM: O que foi?

- Eu estou quase caindo.

Falo rindo um pouco.

JM: Desculpa.

Ele vai para a ponta da cama e me puxa pro meio.

- Vem cá.

O puxo fazendo ficar abraçado comigo.

Ele se aconchega em meu corpo e volta a dormir.

Acabo perdendo o sono e fico deslizando meus dedos pelo seu corpo, distraído.

Após algumas horas vejo jimin se mechendo um pouco e abrir os olhos lentamente.

- Hey, bom dia meu amor.

Acaricio seus cabelos.

JM: Bom dia amor.

Ele fala meio sonolento.

JM: Faz muito tempo que você acordou?

- Alguns minutos só.

Minto segurando um bocejo.

JM: Você parece cansado, dorme mais um pouco.

- Não, está tudo bem.

Coço os olhos e sento na cama.

JM: Ok então, vamos tomar café?

- Vamos.

Me levanto lentamente por que a porcaria do sono resolveu vir agora.

Ele se levanta e pega em minha mão entrelaçando nossos dedos.

Beijo sua mão e descemos até a cozinha.

JM: Estou com fome.

Ele fala quando chegamos na cozinha.

- Quer comer fruta de novo?

Vou até a geladeira e sem querer bato em um dos bancos, soltando um palavrão alto.

- Ai caralho!

JM: Tudo bem amor?

Ele vem até mim.

- Está sim, só estou um pouco distraído.

Sorrio e abro a geladeira pegando algumas frutas.

JM: Tem iogurte?

Ele pergunta indo para a bancada.

- Tem sim, qual sabor você quer?

Deixo as frutas na bancada da pia e volto pra geladeira.

JM: Mel.

Quase me enfio dentro da geladeira, mas consigo pegar o iogurte e entrego para o Jimin.

JM: Obrigado .

Ele levanta e vai até a pia, pega as frutas e começa a cortar.

- Deixa que eu corto amor.

Pego a faca de sua mão e começo a cortar e colocar em um pote.

Sinto seus braços envolverem minha cintura e seu queixo sobre meu ombro.

Uma sensação boa me preenche e sorrio bobo.

Termino de cortar as frutas e me viro pra ele.

- Prontinho.

JM: Obrigado.

Ele sorri fofo e pega o pote indo de volta para a bancada.

Fico o observando comer e aqueles mesmos pensamentos voltam. Já me apeguei tanto a ele, se um dia ele se cansar de mim eu nem sei o que fazer, isso me dá um pânico. Será que eu posso ser abandonado... De novo?!

JM: O que foi meu amor? Você está com uma cara meio estranha.

Balanço a cabeça saindo de meus pensamentos.

- Não é nada não... São uns problemas da empresa que estão me perturbando.

Coço a nuca tentando disfarçar.

JM: Você está mentindo pra mim?

Ele coloca uma colherada de suas frutas com iogurte na boca.

Engulo seco. Não sei se posso falar do meu passado com o Jimin, não quero que ele sinta pena, odeio que sintam pena de mim.

- Não, é a empresa mesmo.

Falo em um tom firme.

JM: Tudo bem.

Ele termina de comer e vai lavar o potinho.

JM: Come alguma coisa.

- Não estou com fome.

JM: Come um pouquinho amor.

- Não gosto de comer quando vou viajar, me dá enjôo.

JM: Tudo bem.

Ele vem até mim e me dá um selinho.

JM: Vamos nos arrumar?

- Pode ir se arrumando, eu preciso fazer uma ligação.

Acaricio seu rosto.

JM: Ok.

Ele vai para o quarto.

Pego meu celular e disco o número do Hoseok.

- Oi sunshine... Para de drama... Preciso falar com você sobre um assunto sério... Para Hoseok... Então, eu estou morando com um garoto e -

Afasto o telefone do ouvido porque o Hoseok deu um grito.

- Já parou com o show bicha escandalosa?!... Obrigado... Enfim, é uma longa história, depois te conto... Depois te conto praga... Então, ele está mexendo muito comigo... Em qual nível?... Nós falamos que amamos um ao outro e ele-

Afasto o telefone de novo, revirando os olhos.

- Eu sei Hoseok... Calma cassete... Deixa eu terminar, então... Ele não sabe do meu passado e não sei se devo contar pra ele... Eu sei, mas estou com medo Hobi... E se eu for abandonado de novo?... Eu sei... Eu sei... Vou ver o que eu faço... Obrigado sunshine... Também estou com saudades... Também te amo.

Desligo a ligação e vou para o quarto vendo jimin deitado de bruços mexendo no celular.

Olho para a tela de seu celular e vejo muito corações. A insegurança bate e meu coração acelera.

Ele se vira e me vê.

JM: Oi amor.

- ...Oi

Dou as costas pra ele e vou até o closet procurar uma roupa para vestir.

Pego uma roupa e me visto voltando para o quarto.

JM: Por que você tá seco comigo?

Sinto um tom de tristeza em sua fala.

- Não estou seco, deve ser impressão sua.

Isso Min Yoongi, deixa sua insegurança estragar tudo mesmo.

JM: Tudo bem.

Ele sorri fraco pegando a mala e sai do quarto.

Parabéns Yoongi, continua assim que você vai bem.

Pego a minha mala e vou para a sala, onde Jimin estava me esperando.

- Vamos?

Falo indo para a porta e ele só vem me seguindo em silêncio.

Saímos do apartamento e eu coloco a senha de segurança. Me enrolo um pouco com as coisas e deixo meu celular cair no chão. Jimin abaixa para pegar e fica encarando a foto do meu papel de parede.

JM: Quando você tirou essa foto?

Ele vira o celular pra mim e mostra a foto que tirei nossa na primeira vez que dormimos juntos.

- Quando dormimos juntos pela primeira vez.

Falo pegando meu celular de volta.

JM: Que fofo amor.

Ele me dá um selinho, mas eu recuo.

- É... Mas é melhor eu trocar.

Ele vai para o elevador cabisbaixo

JM: ... Por quê?

O mesmo tom de tristeza volta.

- Não quero ser o único a usar papel de parede assim, já que no seu é uma foto sua com o Taehyung.

Entramos no elevador e seguimos para a garagem.

JM: Desculpa.

Ele pega o celular e tira a foto de papel de parede.

- Não precisa fazer isso Jimin.

Seguro em sua mão em que o celular estava.

- Você e o Taehyung são muito amigos.

Ele balança a cabeça em negação.

JM: Dá pra perceber que você se sente incomodado com isso.

Ele puxa a mão que eu estava segurando.

- Sim, mas estou acostumado.

Falo em um sussurro.

JM: Acostumado com o que?

- Nada não.

Aproveito que chegamos na garagem e caminho em passos rápidos até o carro, onde um motorista já estava nos esperando.

JM: Tudo bem.

Ele vem para o carro, o motorista coloca a mala no porta malas e Jimin se senta no banco de trás.

Sento ao lado dele, colocando o cinto e fico olhando para a janela.

Olho para ele e percebo que o mesmo estava sem cinto.

- Se acontecer alguma coisa... Não quero que você morra.

Tiro meu cinto e me estico sobre ele, pegando seu cinto, mas fico parado o encarando, com nossos rostos a centímetros um do outro.

Ele estava com uma expressão triste no rosto o que me fez sentir culpado.

- Me desculpa amor... Eu não sei o que deu em mim.

Abaixo a cabeça envergonhado.

JM: Por que você não confia em mim?

Ele levanta minha cabeça me fazendo o encarar.

- ... Não é que eu não confie em você... É um trauma sabe?!... Longa história.

Sinto meu coração se apertar e meus olhos ficarem marejados.

JM: Você pode me contar?

Fico meio receoso.

- Aqui não.

Faço um gesto com a cabeça, indicando a presença do motorista.

Coloco seu cinto e volto para o meu lugar.

JM: Saiba que eu não vou esquecer.

Apenas aceno concordando e volto a olhar pela janela, pensando por onde eu iria começar a contar minha história para o Jimin.

Chegamos no aeroporto e descemos do carro. Jimin vai até o porta malas pra poder pegar nossas malas.

Antes que ele pudesse fazer isso, um dos meus seguranças já estava fazendo. Então pego em sua mão e caminho para dentro do aeroporto.

JM: Qual desses é o seu?

- Aquele ali.

Aponto para um jatinho prata com um "MY" gravado na cauda.

Vamos andando até ele e entramos. Vejo Jimin olhar para cada detalhe impressionado.

- Bonito né?! Eu que escolhi cada detalhe dele.

JM: É lindo.

Ele se senta em uma poltrona e eu me sento ao seu lado.

Coloco o cinto nele e depois em mim, pego em sua mão a acariciando.

JM: Então... Aqui só tem a gente.

Respiro fundo e me viro um pouco pra ele, olhando em seus olhos.

- Primeiramente eu quero que saiba que só duas pessoas sabem dessa história, porque ainda é muito difícil para mim contar essas coisas.

Ele pega em minha outra mão e entrelaçamos nossos dedos.

JM: Se não quiser me contar tudo bem, não quero invadir seu espaço.

- Não, eu quero te contar... Um dia você vai acabar sabendo mesmo, Hoseok é fofoqueiro e te contaria.

Reviro os olhos.

- Prefiro que você saiba por mim.

Ele sorri quando eu falo do Hoseok.

JM: Você deve gostar muito dele.

Sorrio lembrando do Hobi.

- Ele é como um irmão pra mim, meu melhor amigo, confidente, conselheiro, me ajudou no momento em que mais precisei. Lembra que eu te falei que uma pessoa entrou na minha vida e me mostrou que não estou sozinho?

Ele concorda com a cabeça.

- Essa pessoa é o Hoseok, se hoje eu sou quem eu sou é graças a ele.

JM: Ele realmente parece ser um ótimo amigo.

- Ele é sim, mas enfim. Vou te contar desde o início.

Jimin foca o olhar em mim, sem praticamente nem piscar.

- Eu nasci no dia 09 de março de 1989 em Daegu.

JM: Como você veio parar em Seul?

- Calma... No dia 10 de março de 1989 fui encontrado dentro de uma bolsa jogada às margens de um rio.

Ele engole em seco mas continua prestando atenção.

- Fui levado para o hospital e tal... No dia 15 de março de 1989 fui levado para um orfanato.

JM: Em Daegu?

- Sim... No dia 23 de junho de 1989 fui adotado pela primeira vez, no dia 16 de julho do mesmo ano fui devolvido para o orfanato.

JM: Por que?

- Disseram que não se adaptaram e isso se repitiu várias vezes por 10 anos. Algumas vezes me bateram, me fizeram de empregado ou tentaram me estrupar.

JM: Nossa amor...

Ele estava quase chorando.

- Ei, não chora.

Acaricio seu rosto.

- No meu aniversário de 12 anos eu percebi que nunca seria adotado de verdade, foi quando as brigas lá dentro começaram. Os meninos me chamavam de "garoto do rio" ou "albino rejeitado", me batiam todos os dias, sem dó nem piedade.

JM: E você deixava?

Uma lágrima escorre de seu olho e eu a seco rapidamente.

- Eu era muito magrelo, indefeso... Até que o Hoseok apareceu.

JM: Ele também era do orfanato?

- Não, ele é filho do diretor que entrou quando eu tinha 14 anos, ele ia todos os dias pra lá depois da escola.

JM: Você também ia pra escola?

- O orfanato tinha a própria "escola", só que eu chamava carinhosamente de "concorrente do inferno".

JM: Era tão ruim assim?

- Pra mim sim, porque eu era considerado o nerd, os professores sempre me cobravam muito e os garotos sempre me zoavam, me atrapalhavam, entre outras coisas.

Ele acente meio triste.

- Então, o Hoseok sempre foi oposto de mim, enquanto eu era super fechado, ele era super comunicativo. Ele foi se aproximando de mim e eu sempre o afastava, mas não tem como resistir a educação e simpatia do Hobi.

Ele sorri de uma maneira fofa.

JM: Que bom que o Hoseok entrou na sua vida.

- Sim, devo tudo a ele. Mas enfim, ele começou a me mostrar que eu não estava sozinho, me ensinou a me defender, só que eu exagerei um pouco e fiquei arrumando muitas brigas.

JM: Bem sua cara mesmo.

- Shiu! Continuando, Hoseok brigava muito comigo por causa disso e eu comecei a melhorar aos poucos. No final disso, Hobi e eu éramos como uma só pessoa, estávamos juntos o tempo todo.

JM: Hum...

Sinto um tom de ciúmes.

- Está com ciúmes?

Pergunto em um tom brincalhão.

JM: Não.

Ele fala em um tom seco.

JM: Continue...

- Se você já ficou assim agora, nem vou contar o resto da minha história com o Hoseok.

JM: Continua...

- Okay... Quando eu fiz 16 anos, chegou um casal de homossexuais para distribuir livros educativos, foi quando eles me adotaram.

JM: Aí você veio para Seul?

- Na verdade, eu não queria ir com eles, tinha medo de ser rejeitado de novo.

JM: Mas você foi?

- Sim, depois de 6 meses com o Hoseok praticamente me obrigando a ir.

Ele respira fundo.

- Eu pensei que finalmente seria tratado como filho sabe?! Mas eu fui tratado como um substituto, eles me ensinaram tudo da empresa, tudo o que sei sobre negócios foram eles que me ensinaram. Não tive amor, nem carinho, apenas cobrança.

JM: Ninguém nunca te deu carinho?

- Só o Hoseok. Carinho de pais... Nunca.

JM: Tenho tanto orgulho de você.

O encaro confuso.

- Por quê?

JM: Você passou por tanta coisa e está aqui, firme e forte.

- Obrigado amor... Mas ainda não terminei.

JM: Então continue

- Bom... Quando eu fiz 18 anos, eles me colocaram para assumir a empresa. Eu nunca entendi muito bem por que eles tinham tanta necessidade de colocar alguém no lugar deles, até o dia em que eles foram assassinados.

JM: E-Eles foram assassinados?

- Sim, no dia 19 de agosto de 2009.

JM: E depois?

- Aí foi quando o inferno começou. Quando eles morreram eu só tinha 2 anos gerenciando a empresa. Eu descobri que eles fizeram um acordo que se eu não conseguisse atingir uma meta contra uma tal empresa, eu teria que ficar noivo da filha do dono dessa empresa.

JM: Você ainda está noivo dela?

- Não, Deus me livre daquela praga. Já tem 5 anos que não estou noivo dela, foram 3 anos tendo que conviver com aquela megera.

JM: Ela era tão ruim assim?

- Ela é a reencarnação do diabo! Eu nunca se quer encostei nela e isso deixava ela muito irritada.

Ele sorri.

JM: Acho isso ótimo.

- Ciumento.

Lhe dou um selinho rápido.

JM: Eu só cuido do que é meu.

- Concordo.

Acaricio seu rosto.

- Enfim, tive que fazer muitas outras coisas pra chegar onde estou. Coloquei em risco a vida do Hoseok, por isso mandei ele pro Japão.

JM: Como?

- Uns caras, donos de uma empresa, perderam várias ações pra mim e isso acabou falindo a empresa deles. Eles ficaram com ódio de mim e começaram a ameaçar o Hobi.

JM: Nossa... Já te ameaçaram também?

Solto um riso anasalado.

- Todos os dias amor.

Ele engole em seco.

JM: Aqueles 3 caras que te seguem, são seus seguranças?

- São sim, tenho mais seguranças espalhados por aí, mas eles são os mais fiéis.

JM: Entendi... Eu também vou ter que ir pro Japão?

- Não, você não. É que o Hoseok estava morando em Gwanju, então ficava difícil de proteger ele. Você do meu lado fica mais fácil.

Acaricio seu rosto.

Ele sorri fraco, parecia estar assustado.

- Ei amor, fica tranquilo. Não vou deixar que nada de mal te aconteça tá bom?!

Acaricio seus cabelos.

JM: O problema não sou eu... Não quero que nada aconteça com você.

- Nada vai acontecer comigo tá bom, prometo.

Levanto o mindinho em sua direção.

Ele entrelaça nossos dedos.

JM: Obrigado por me contar sua história.

- Agora você entende por que as vezes sou frio?!

JM: Você tem medo de ser abandonado de novo?

Abaixo a cabeça concordando.

JM: Prometo não te abandonar, tenta confiar em mim

- Eu vou tentar amor, é difícil pra mim... Mas prometo que vou tentar.

Dou um sorriso fraco.

Ele sorri e se inclina sobre meu corpo colando nossos lábios.

Acaricio sua nuca retribuindo o beijo

Ele encerra o beijo com selinhos.

JM: Eu te amo.

Acaricio seu rosto, olhando fundo em seus olhos.

- Eu também te amo Jiminie.

Ele boceja.

JM: Estou com sono.

- Vem cá.

Tiro nossos cintos e o pego no colo, levando até o compartimento do jatinho, onde tinha uma cama.

Deito com ele na cama e o puxo para deitar em meu peito, ele se aconchega no mesmo e eu fico fazendo carinho em seus cabelos.

Fico pensando se fiz certo em esconder dele a minha doença, mas só não quero que ele sofra.

Após algum tempo percebo que ele dormiu.

Nos cubro e fico com a cabeça cheia, nem consigo dormir.

Após algumas horas percebo que íamos pousar e resolvo acordar o Jimin.

- Ei bebê, hora de acordar.

Distribuo vários selinhos pelo seu rosto.

Ele abre os olhos lentamente e sorri para mim.

JM: Chegamos?

- Já estamos chegando, mas precisamos sentar nas poltronas por causa dos cintos.

Acaricio seu rostinho inchado.

JM: Tudo bem.

Ele levanta a vai andando meio cambaleando para a poltrona.

- Calma bebê.

Seguro ele pela cintura e o sento na poltrona afivelando seu cinto.

JM: Obrigado.

Ele sorri e olha para a janela.

Me sento ao seu lado e coloco o cinto.

Ele tenta pegar minha mão ainda olhando para a janela.

Pego em sua mão e faço um carinho na mesma

Pousamos e eu tiro nossos cintos indo em direção a saída.

- Bem vindo ao Havaí amor.

Falo assim que descemos do jatinho.

JM: Aqui é incrível.

Ele fala olhando para os lados.

- Você ainda não viu nada.

Pego em sua mão e caminho em direção ao carro que já estava nos esperando.

JM: Quantas vezes você já veio pra cá?

- Ah nem sei amor, venho aqui pelo menos uma vez ao ano.

Entramos no carro, colocamos os cintos e o motorista dá partida.

JM: Queria poder fazer isso

- Se você continuar me aturando... Podemos vir quando você quiser.

JM: Sério?

Seus olhos brilham.

- Claro amor.

Sorrio percebendo sua alegria.

JM: Eu te amo muito.

Ele sorri e me dá um selinho.

- Também te amo bebê.

Acaricio seu rosto.

Logo percebo que chegamos em casa.

Ele olha para a casa impressionado.

JM: Quero morar aqui.

Dou uma risada.

- Podemos construir uma assim lá na Coréia.

JM: Mas a praia de lá não é tão bonita quanto a daqui.

- Verdade... Mas eu não posso morar aqui amor, não tenho nenhuma filial da minha empresa aqui.

JM: Se eu não te amasse, ficava por aqui mesmo e deixava você ir.

- Ainda bem que você me ama então hein.

Passo meu braço por sua cintura e entro em casa.

Ele sorri olhando tudo ao redor.

JM: Aqui realmente é perfeito.

- Não tanto quanto você.

Beijo sua testa.

JM: Por que você é tão conquistador?

Sorrio e lhe dou um selinho.

- Vamos descansar um pouco.

Pego em sua mão e o guio até o quarto.

Ele entrelaça nossos dedos e vai me seguindo em passos lentos ainda observando a casa.

Abro a porta do quarto e entro tirando a roupa, porque precisava de um banho.

Ele vem me seguindo e tira a roupa também.

- Será que eu morri? Estou vendo um anjo.

Pergunto colocando a mão no peito.

Ele sorri timidamente e liga o chuveiro.

Entro no box com ele e pouso minhas mãos em seus ombros, depositando um beijo em seu pescoço

Ele arfa e se vira pra mim.

JM: No pescoço não pode amor.

- Por que não pode?

Faço uma voz fofa e inclino um pouco a cabeça para o lado.

JM: Porque é um dos meus pontos fracos.

- Hum... É mesmo?!

Dou alguns selinhos em seu pescoço.

- E quais são os outros?

Ele estava de olhos fechados mordendo os lábios.

JM: Não vou falar.

- Será que vou ter que descobrir sozinho?!

Sussurro em seu ouvido e arranho seu abdômen levemente de baixo para cima, descendo pelas suas costas.

Ele geme baixinho e pega em minha mão colando em sua cintura.

JM: Um dia eu te conto.

- Esse um dia pode demorar muito amor.

Faço um biquinho fofo e ele beija o mesmo.

JM: Você vai ter que esperar.

- Tá bom.

Falo um pouco emburrado e começo a me ensaboar.

JM: Sua carinha de emburrado é tão fofa.

Faço uma expressão séria e reviro os olhos, me virando de costas pra ele.

Sinto suas mãos deslizarem por meu abdômen.

JM: Não fica bravo comigo.

Respiro fundo sentindo meu corpo arrepiar.

- Não estou bravo.

JM: Então por que virou de costas pra mim?

- ... Porque eu estou bravo.

Percebo que faço um bico involuntário.

Ele ri baixinho

JM: Por que meu bipolarzinho está bravo?

- Porque você só me enrola.

Começo a lavar o cabelo.

JM: Como assim bebê?

- Você não quer me falar e nem quer deixar eu descobrir o seu outro ponto fraco.

Viro pra ele o encarando com meus cabelos em meus olhos.

Ele passa o dedo pelo meu rosto tirando os cabelos do mesmo.

JM: Você já sabe de um, por que precisa saber de outro?

- Porque eu quero.

Cruzo os braços.

JM: Não, você vai ficar usando isso a seu favor.

- Mas é óbvio.

JM: E tão me fala seus pontos fracos.

- Eu não tenho ponto fraco.

JM: Então não vai saber os meus.

Ele me dá um beijo na bochecha.

- Isso não é justo, só porque eu não tenho ponto fraco, isso é bullying.

JM: A vida não é justa bebê.

Ele começa a se ensaboar.

- Sabe porque eu não tenho um ponto fraco no meu corpo?

Ele balança a cabeça em negação me olhando confuso.

- Porque VOCÊ é o meu ponto fraco.

O puxo pela cintura colando nossos corpos.

JM: Sou?

Ele entrelaça seus braços em meu pescoço.

- Você sabe que é.

Sorrio aproximando nossos rostos.

Ele aproxima os lábios de meu ouvido.

JM: Sua voz, você me deixa louco quando sussurra em meu ouvido.

Sinto meu abdômen contrair só pela proximidade dele em meu ouvido.

- Esse é um dos seus pontos fracos também amor?

Sussurro em seu ouvido e dou uma leve mordida no lóbulo de sua orelha.

Ele solta um gemidinho baixo.

JM: Agora que eu te falei, não é pra ficar usando ao seu favor

- Sinto muito baby.

Falo próximo de seu ouvido com um tom de voz rouco.

JM: Você é um daddy mau.

Ele aperta meu membro e sai do box.

- Filho da p-

Solto um gemido baixo e mordo meu lábio inferior.

JM: Também te amo meu amor.

Ele fala se enxugando.

Balanço a cabeça em negação. Desligo o chuveiro e vou me enxugar.

Ele termina de se enxugar e vai para o quarto sem nada cobrindo seu corpo.

Mordo meu lábio inferior o observando e enrolo a toalha em minha cintura voltando para o quarto.

JM: Amor cadê nossas malas?

- Já está tudo no closet vida.

Jimin vai para o closet e volta vestido com uma boxer vermelha e uma camiseta branca.

- Você fica tão lindo vestido assim.

JM: Você fica tão lindo sem nada.

Ele sorri malicioso.

- Mas eu ainda estou de toalha.

Retribuo o sorriso malicioso.

Ele vem até mim lentamente e coloca as mãos na toalha a puxando.

JM: Agora não está mais.

- Você está bem atrevido ultimamente hein.

JM: Vai me dizer que você não gosta?

Ele deita na cama

- Eu adoro.

Subo em cima dele, já enfiando minha mão por dentro de sua blusa.

JM: Amor... Você falou que íamos descansar.

- Ainda não estou cansado.

Deposito leves chupões em seu pescoço.

JM: ... Amor.

Ele fala meio manhoso entre arfares.

- Oi vida.

Desço com os chupões pelo seu colo e fico ameaçando tirar sua blusa.

JM: Você tirou meu sono.

Em um movimento rápido ele rola ficando por cima de mim.

- É mesmo?!... Que peninha.

Sorrio de uma forma debochada segurando em sua cintura.

JM: Sem me tocar.

Ele tira minhas mãos de sua cintura.

- Ok.

Levanto as mãos em forma de rendição e coloco elas atrás de minha cabeça.

Ele começa a distribuir beijos e chupões por todo meu corpo.

Sinto meu corpo dar leves choques, o que me faz arfar levemente.

Ele pega em meu membro e lambe toda a extensão do mesmo, enquanto massageia minhas bolas.

Solto um gemido alto e sinto meu membro se enrijecer.

Ele sorri enquanto brinca com minha ereção.

JM: O que acha do baby rebolar no colo do daddy?

Ele fala com uma voz fofa me encarando.

- O daddy iria amar, baby.

Falo um pouco arrastado.

JM: Só tem uma regrinha... Sem encostar no baby.

Ele senta em meu colo bem em cima de meu membro e começa a fazer movimentos circulares com o quadril.

Fecho os olhos com força mordendo meu lábio inferior, controlando um gemido.

- Puta que pariu Jimin...

JM: Sorry, daddy.

Ele rebola mexendo seu quadril de frente pra trás.

- Você é um baby muito mal sabia?!

Falo o encarando.

Ele se esfrega mais em meu membro.

- Já deu né Jimin?!

Seguro firme em sua cintura.

JM: O que eu falei de não me tocar?

Ele tira minhas mãos de sua cintura.

- Aish!

Reclamo cruzando os braços.

Ele sorri e tira sua cueca lentamente.

JM: Se encostar em mim, não te faço gozar.

Ele encaixa meu membro em sua entrada.

Solto um gemido alto e rouco, sentindo meu membro o preencher por completo.

Ele solta um gemido baixo e manhoso e começa a cavalgar em mim.

- Esse seu gemido me deixa louco.

Respiro fundo tentando me controlar pra não encostar nele.

JM: Você quer encostar em mim, daddy?

Ele fala em um tom provocativo ainda cavalgando em mim.

- ... Quero baby.

Falo com certa dificuldade.

JM: O que vou ganhar em troca?

- O que você quiser... Qualquer coisa... Só me deixa te tocar.

Quase imploro, pois precisava tocar nele.

Ele sorri malicioso quicando mais um pouco.

JM: Tudo bem, pode me tocar.

Imediatamente seguro em sua cintura e começo a comandar os movimentos, sentindo meu membro ir mais fundo.

A cada gemido que ele soltava eu fazia ele sentar mais forte.

Começo a impulsionar minha pelve contra ele e vejo que acertei sua próstata quando o mesmo solta um gemido alto e agudo.

JM: V-você é perfeito.

Sorrio largamente aumentando os movimentos. O suor já escorria por todo o meu corpo.

JM: E-eu estou quase...

- Goza pro seu daddy, baby.

Aumento os movimentos ao máximo o impulsionando contra meu membro, também sentindo meu orgasmo próximo.

Logo ele goza sujando meu abdômen, porém não para com seus movimentos.

Solto um gemido alto assim que meu gozo o preenche.

Ele sai de cima de mim e se joga ao meu lado.

Tento controlar minha respiração e o puxo mais pra mim.

JM: Eu te amo.

Ele fala com a respiração ofegante.

- Eu te amo mais.

Acaricio seus cabelos.

JM: Isso é impossível.

- Mas é a realidade.

JM: Mentira.

- Verdade.

JM: Não tem como você me amar mais.

- Por quê não?

JM: O meu amor por você é infinito.

O encaro intensamente e sorrio.

- O meu amor por você é único, nunca amei nem nunca vou amar alguém como te amo.

Ele sorri timidamente.

JM: Você ganhou... Mas só dessa vez.

Sorrio vitorioso e beijo sua testa.

JM: Lindo.

Ele passa o braço por meu abdômen me abraçando.

- É o convívio com você.

O abraço mais forte.

JM: Amor, depois vou fazer uma surpresinha pra você.

- Que surpresinha?

O encaro com curiosidade.

JM: Se eu te falar não vai ser mais surpresa.

- Ah mas você sabe que eu sou curioso.

JM: Amanhã você verá.

- Aigoo.

Reclamo mas puxo ele pra deitar em cima de mim.

JM: Acho que você vai gostar.

- Vindo de você, eu vou amar.

Ele sorri e começa a dar vários selares em meu queixo.

Sorrio bobo e paro por um momento pra pensar em como a minha vida mudou tão rápido. Devo ter ficado um bom tempo assim, pois o Jimin estala os dedos na frente do meu rosto.

JM: No que está pensando amor?

- Em você... Em nós, no caso.

Ele me olha com uma carinha confusa e super fofa.

JM: Como assim?

- Estava pensando em como você mudou a minha vida.

Acaricio seu rosto.

JM: Eu me apeguei em você tão fácil.

- Eu também... Eu nunca tinha sentido o que estou sentindo por ninguém... Isso é tão novo pra mim.

JM: Fico tão feliz por ser o primeiro... E espero ser o único.

- Se depender de mim você sempre será o único.

Beijo sua testa.

JM: Por mim ficaremos juntos pra sempre.

Ele me dá um selinho demorado e eu sorrio o encarando.

- Pra sempre.



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